Lista de Poemas
MÃE
E se doesse menos, a tua falta?
E se o cheiro do orvalho, ali encontrasse teu perfume?
Oh mãe!!!
Sendo eu, adulta ou criança
Falta sempre farás!
Mas na liberdade do meu pensamento
Ali estás
Assim
Quietinha
Como se eu pudesse
Congelar imagens
Gestos
E roubasse pequenas horas
De um tempo que me foi tirado
Assim
Sem pestanejar
E quando me vejo a recordar
Me empenho
Para que não seja sonho
Seja realidade viva em meu pensar.
E se o cheiro do orvalho, ali encontrasse teu perfume?
Oh mãe!!!
Sendo eu, adulta ou criança
Falta sempre farás!
Mas na liberdade do meu pensamento
Ali estás
Assim
Quietinha
Como se eu pudesse
Congelar imagens
Gestos
E roubasse pequenas horas
De um tempo que me foi tirado
Assim
Sem pestanejar
E quando me vejo a recordar
Me empenho
Para que não seja sonho
Seja realidade viva em meu pensar.
128
TEMPO
Palavras ao vento
Cata-vento
Do tempo
Que outrora trouxe
E quisera
Não descansar
Para contar
Beliscos, doçuras, marzipã
Estrutura contida na memória
Cata-vento
Do tempo
Que outrora trouxe
E quisera
Não descansar
Para contar
Beliscos, doçuras, marzipã
Estrutura contida na memória
133
INCLUSÃO
Se um dia eu amanhecesse
De alvorada e tenacidade
Para incluir e integrar
Um sonho antigo, grandioso
Amanheceria feliz
soube construir
Futuro/destemido e solidário
Na brisa sofrida
De quem já se habitou
A conjugar o verbo
Na perda/ausência/minoria
De alvorada e tenacidade
Para incluir e integrar
Um sonho antigo, grandioso
Amanheceria feliz
soube construir
Futuro/destemido e solidário
Na brisa sofrida
De quem já se habitou
A conjugar o verbo
Na perda/ausência/minoria
235
VIDA
Vida, pede vida
Nem mais, nem menos
Tudo ao seu momento
Fotografia que retrata
Com discernimento
O tempo vivido
No instante
Nem mais, nem menos
Tudo ao seu momento
Fotografia que retrata
Com discernimento
O tempo vivido
No instante
133
TUA
Quando o mar revolto te traz nas ondas.
Pergunto-me?
Do que seria o sol sem está sombra?
O que seria dos peixes sem alimentação rara?
Aquela natureza tímida já não existe...
O que nos resta é mata sobre mata.
Quando te vejo,
Caminho pelo inexistente e não sou eu.
Sou apenas o que se deriva ao mar...
Mar existente em uma memória já esquecida pela sofreguidão dos dias...
Corrida é o que se dirige e se pede que se complete, para que esta existência se repita com exatidão.
Eu que sozinha te procuro para que mais tarde não sejamos dois em um, no universo único.
Trago-te para o que chamamos de ninho da superficialidade que se adquire com esses dias.
Dias eternos de uma mágica caminhada.
Sou eternamente tua, diria com compaixão.
Compaixão de um nada que se revela com total parcialidade dos dias que não são eternos.
Pergunto-me?
Do que seria o sol sem está sombra?
O que seria dos peixes sem alimentação rara?
Aquela natureza tímida já não existe...
O que nos resta é mata sobre mata.
Quando te vejo,
Caminho pelo inexistente e não sou eu.
Sou apenas o que se deriva ao mar...
Mar existente em uma memória já esquecida pela sofreguidão dos dias...
Corrida é o que se dirige e se pede que se complete, para que esta existência se repita com exatidão.
Eu que sozinha te procuro para que mais tarde não sejamos dois em um, no universo único.
Trago-te para o que chamamos de ninho da superficialidade que se adquire com esses dias.
Dias eternos de uma mágica caminhada.
Sou eternamente tua, diria com compaixão.
Compaixão de um nada que se revela com total parcialidade dos dias que não são eternos.
221
LEITURA
Quando a linguagem liberta.
A leitura discerne.
O indivíduo interpreta.
O mundo habitado!
Dando liberdade de pensamento e fazendo do aprendizado
O retorno de si mesmo.
A leitura discerne.
O indivíduo interpreta.
O mundo habitado!
Dando liberdade de pensamento e fazendo do aprendizado
O retorno de si mesmo.
145
FOTOGRAFIA
EU AMO
A IMAGEM QUE SALTA
DA LENTE
E RETRATA
O IMAGINÁVEL PRESENTE
CONDUZINDO A AMÁVEL PRESENÇA
DO MOMENTO
PASSADO
GUARDADO
AGORA
AUSENTE!
A IMAGEM QUE SALTA
DA LENTE
E RETRATA
O IMAGINÁVEL PRESENTE
CONDUZINDO A AMÁVEL PRESENÇA
DO MOMENTO
PASSADO
GUARDADO
AGORA
AUSENTE!
123
SAUDADE DE 12 ANOS
Saudade de 12 anos
É uma saudade amadurecida
Mas não esquecida!
É ainda vento cortante
Na carne doída!
É víscera que abre
Para não fechar...
e no contAr desse tempo
Sofrer e contEr
É a mesma coisa...
Saudade de 12 anos
É uma saudade que teima em ficar
É uma saudade amadurecida
Mas não esquecida!
É ainda vento cortante
Na carne doída!
É víscera que abre
Para não fechar...
e no contAr desse tempo
Sofrer e contEr
É a mesma coisa...
Saudade de 12 anos
É uma saudade que teima em ficar
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