Lista de Poemas
UNIVERSO
Um azul que discerne
Emudece
Reluz
Enaltece
Sobre um céu democrático
E teu
Dado por Deus
No qual dispensas todos os dias
Mas ali fica
Contemplando ou não
Querendo ou não
Mesmo sabendo que é teu
E de mais ninguém
Emudece
Reluz
Enaltece
Sobre um céu democrático
E teu
Dado por Deus
No qual dispensas todos os dias
Mas ali fica
Contemplando ou não
Querendo ou não
Mesmo sabendo que é teu
E de mais ninguém
122
CANÇÃO DA MELANCOLIA
Em uma canção te vi
E senti as campinas
Contemplei teu riso em um abraço
E a tristeza da saudade se fez enlace
Eras apoio merecedor dos meus dias
Era apogeu de uma alegria
Volto a te olhar?
E com essa saudade vou ficar?
Por toda vida?!
Pai, que dor que me deixas
Não fosse pelo acalanto dos teus dias, nos meus dias.
Perdoaria jamais essa realidades tão sofrida
Pega Deus o que me deste um dia
E usa como fantasia
Para o sonho de uma alegoria
Vai em paz, Sr. Aires!
Aqui cantamos as tuas historias
Para que se faça verdade
Na eternidade
(Para meu pai)
E senti as campinas
Contemplei teu riso em um abraço
E a tristeza da saudade se fez enlace
Eras apoio merecedor dos meus dias
Era apogeu de uma alegria
Volto a te olhar?
E com essa saudade vou ficar?
Por toda vida?!
Pai, que dor que me deixas
Não fosse pelo acalanto dos teus dias, nos meus dias.
Perdoaria jamais essa realidades tão sofrida
Pega Deus o que me deste um dia
E usa como fantasia
Para o sonho de uma alegoria
Vai em paz, Sr. Aires!
Aqui cantamos as tuas historias
Para que se faça verdade
Na eternidade
(Para meu pai)
182
POEMA
Um tom de poema sobre a mesa e a constante alegria do que ainda não vi...
Retratos tirados de uma pintura da alma, são verso e reverso do ontem...
E a poesia tão fluente se ausenta, se contrai ao temor do que nela nasce...
Escrever é o meu remédio, minha surdez, minha nudez, minha, tão minha...
E ao compartilhar , acrescento, me ausento!
Partilho de ideias e segredos da alma, de cada um que ouve e traduz.
Retratos tirados de uma pintura da alma, são verso e reverso do ontem...
E a poesia tão fluente se ausenta, se contrai ao temor do que nela nasce...
Escrever é o meu remédio, minha surdez, minha nudez, minha, tão minha...
E ao compartilhar , acrescento, me ausento!
Partilho de ideias e segredos da alma, de cada um que ouve e traduz.
144
MINHA
Eu queria tua boca
minha
na lingua solta
e te dizer bobagens, suaves
no contorno do ouvido,
que derrama até o... pescoço...
Tua mão, minha guia
Vai me mostrando a minha alegria
e sou tua como merengue
que dança até o ventre
Me arrumo, me ajeito
para o deleite
Frequente
minha
na lingua solta
e te dizer bobagens, suaves
no contorno do ouvido,
que derrama até o... pescoço...
Tua mão, minha guia
Vai me mostrando a minha alegria
e sou tua como merengue
que dança até o ventre
Me arrumo, me ajeito
para o deleite
Frequente
142
ENCONTRO
Uma rima
Tão constante
Um aconchego, um colo
Já conhecia teu olhar
De um rosto presente
Me apego
Me delicio
Me recordo
Tão constante
Um aconchego, um colo
Já conhecia teu olhar
De um rosto presente
Me apego
Me delicio
Me recordo
176
POESIA
O encanto da poesia encontra-se dentro de si
Na paz escondida da alma
E na aliança dos gestos
Poesia é pensar alto!
É voar sobre telhados abertos
E encantar com palavras
O sonho que não se sabe, ainda...
Mas mora dentro de si!
Na paz escondida da alma
E na aliança dos gestos
Poesia é pensar alto!
É voar sobre telhados abertos
E encantar com palavras
O sonho que não se sabe, ainda...
Mas mora dentro de si!
143
DIAMANTE
Meu querido diamante
Que em volta se desfaz
Em um pensamento logínquo
Que um diário traz
Quem me dera traçar rimas
Em torno, vitral
Que em volta se desfaz
Em um pensamento logínquo
Que um diário traz
Quem me dera traçar rimas
Em torno, vitral
188
SER MÃE
Porque não existe Amor Maior
Porque nada se compara e nada o define
É ver para crer e sentir
É amor retido no útero
Que fecunda no escuro
É desabrochar
É doce orvalho
Recôndita nudez
Sobre a carne travada
É quase um desmaio
Vital
Do ser que se instalou na alma...
Porque nada se compara e nada o define
É ver para crer e sentir
É amor retido no útero
Que fecunda no escuro
É desabrochar
É doce orvalho
Recôndita nudez
Sobre a carne travada
É quase um desmaio
Vital
Do ser que se instalou na alma...
130
SABEDORIA
Na sofreguidão destes dias
Que a consciência fala e se distrai
Vejo a passeio insolente
Uma sombra de verdade
Irrelevante ao discurso
sereno de outrora
Assim me reporto a ausência
Já desconhecida do outro
Mesclar ou viver
Irretocáveis bocas
Insolentes criaturas
do saber e porque
não dizer, PROFUNDO SER!
Que a consciência fala e se distrai
Vejo a passeio insolente
Uma sombra de verdade
Irrelevante ao discurso
sereno de outrora
Assim me reporto a ausência
Já desconhecida do outro
Mesclar ou viver
Irretocáveis bocas
Insolentes criaturas
do saber e porque
não dizer, PROFUNDO SER!
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