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Prisioneiro em Mim - Janeiro 2014
Escrever é algo que me acalma
Embora exponha vulnerável,
a minha alma
Contando ao mundo alvissaras de mim
Triste Jomad,
aprisionado a um sado sem fim
Um rio que salgado chora por mim
maculando suas águas de azul marfim
pesaroso pelo fardo do meu desdém
eu que mal sobrevivo e porém…
Sei que o sou o que sei
Sei apenas que nada sobre vive sobre nada que apenas sei
Tudo dói-me exaspera-me, dói tudo
Mas…
Se a corda apenas a alma a a_cordá-se
Se fica só_ mente completa_mente só fica_se
Eu ainda assim seria assim ainda eu
Pobre sado do Jomad do sado, pobre
Mas ao escrever sinto ser maior
que tudo soa bem melhor
Que elevado por algo superior
Contribuo para acalmar a dor
E que afinal não sou sofredor
Sou sim, um simples sonhador
Que cria em linhas cruzadas
Histórias de vidas encantadas
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