Poetisa em constante eevolução
Lista de Poemas
Sorriso malevolente
sorriso de serpente
ao qual ousa dirigir a mim
carater de delinquente
sem pena de destruir
em seu ninho quase extinto com outras cobras a rir
de um passaro que trabalha ,e faz agir
no semblante que emcaminha
tentando aluir
não enxergam que logo sera seu proprio fim.
sorriso malevolente que tenta destruir
este ninho de cobras logo vai se extinguir
no ambito caminho continuando a existir
cobra comendo cobra a se auto-destruir.
o passaro alado observa sem agir
com lagrimas nos olhos a partir
as primaveras se passam em fim
observa ao longe as serpentes
destruindo seu ninho
e assim seguindo seu proprio caminho.
(luciana A.Schlei)
escrevi este poema baseado em uma situação real onde funcionarios fazem panelinhas e tentam destruir o novo funcionario que acaba de chegar no ambiente de trabalho,como agem essas pessoas ruins.)
38
𝖆 𝖈𝖆𝖗𝖓𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖆 𝖒𝖆𝖙𝖆
𝕬 𝖈𝖆𝖗𝖓𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖆, 𝖊𝖒 𝖘𝖚𝖆 𝖉𝖊𝖌𝖗𝖆𝖉𝖆𝖓𝖙𝖊 𝖕𝖚𝖙𝖗𝖊𝖋𝖆çã𝖔 𝖎𝖓𝖙𝖊𝖗𝖓𝖆,
𝕹𝖔 á𝖕𝖎𝖈𝖊 𝖉𝖊 𝖚𝖒 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔 𝖊𝖓𝖗𝖊𝖉𝖆𝖉𝖔,
𝕬𝖘𝖘𝖎𝖒 𝖘𝖊 𝖗𝖊𝖛𝖊𝖑𝖆.
𝖋𝖔𝖌𝖔 𝖆𝖗𝖉𝖊𝖓𝖙𝖊 𝖉𝖔 𝖆𝖓𝖘𝖊𝖎𝖔,
𝕭𝖚𝖘𝖈𝖆-𝖘𝖊 𝖆 𝖑𝖔𝖚𝖈𝖚𝖗𝖆 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖓𝖋𝖗𝖊𝖆𝖉𝖆,
𝕬 𝖕𝖗𝖊𝖘𝖊𝖓ç𝖆 𝖉𝖊 𝖚𝖒𝖆 𝖒𝖚𝖑𝖍𝖊𝖗 𝖉𝖊𝖘𝖓𝖚𝖉𝖆
É 𝖈𝖆𝖕𝖆𝖟 𝖉𝖊 𝖋𝖆𝖟𝖊𝖗 𝖖𝖚𝖆𝖑𝖖𝖚𝖊𝖗 𝖍𝖔𝖒𝖊𝖒 𝖘𝖊 𝖕𝖊𝖗𝖉𝖊𝖗.
𝕬 𝖈𝖆𝖗𝖓𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖆 𝖒𝖆𝖙𝖆
𝕹𝖆 𝖆𝖗𝖗𝖔𝖌â𝖓𝖈𝖎𝖆 𝖎𝖓𝖊𝖗𝖊𝖓𝖙𝖊 𝖆𝖔 𝖘𝖊𝖗 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖔,
𝕹𝖆 𝖋𝖆𝖑𝖙𝖆 𝖉𝖊 𝖊𝖒𝖕𝖆𝖙𝖎𝖆 𝖖𝖚𝖊 𝖔 𝖈𝖆𝖗𝖆𝖈𝖙𝖊𝖗𝖎𝖟𝖆,
𝕻𝖔𝖗 𝖆𝖘𝖘𝖎𝖒 𝖉𝖎𝖟𝖊𝖗.
𝕬 𝖈𝖆𝖗𝖓𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖆 𝖒𝖆𝖙𝖆
𝕬𝖔 𝖕𝖗𝖔𝖛𝖔𝖈𝖆𝖗 𝖔 𝖊𝖘𝖖𝖚𝖊𝖈𝖎𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔
𝕰𝖒 𝖘𝖊𝖚𝖘 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔𝖘 𝖉𝖔𝖊𝖓𝖙𝖎𝖔𝖘 𝖊 𝖉𝖊𝖕𝖗𝖆𝖛𝖆𝖉𝖔𝖘
𝕼𝖚𝖊 𝖊𝖓𝖋𝖗𝖆𝖖𝖚𝖊𝖈𝖊𝖒 𝖆 𝖕𝖗ó𝖕𝖗𝖎𝖆 𝖊𝖘𝖘ê𝖓𝖈𝖎𝖆 𝖉𝖆 𝖙𝖊𝖗𝖗𝖆
levando ao esquecimento.
31
꧁•⊹٭𝚙𝚛𝚎𝚜𝚎𝚗ç𝚊 𝚗𝚎𝚏𝚊𝚜𝚝𝚊٭⊹•꧂
𝔓𝔢𝔩𝔞 𝔧𝔞𝔫𝔢𝔩𝔞 𝔳𝔞𝔷𝔦𝔞, 𝔞𝔡𝔢𝔫𝔱𝔯𝔞 𝔬 𝔩𝔲𝔞𝔯 𝔣𝔯𝔦𝔬,
𝔐𝔦𝔫𝔥𝔞 𝔞𝔩𝔪𝔞 𝔫𝔲𝔞 𝔰𝔢𝔫𝔱𝔢 𝔲𝔪 𝔞𝔯𝔯𝔢𝔭𝔦𝔬 𝔰𝔬𝔱𝔲𝔯𝔫𝔬.
𝔘𝔪 𝔰𝔦𝔫𝔦𝔰𝔱𝔯𝔬 𝔢𝔠𝔬 𝔫𝔞𝔰 𝔰𝔬𝔪𝔟𝔯𝔞𝔰 𝔰𝔢 𝔪𝔬𝔳𝔦𝔪𝔢𝔫𝔱𝔞,
𝔈 𝔢𝔪 𝔪𝔢𝔲 𝔮𝔲𝔞𝔯𝔱𝔬 𝔯𝔢𝔰𝔰𝔬𝔞 𝔬 𝔱𝔢𝔪𝔬𝔯 𝔫𝔬𝔱𝔲𝔯𝔫𝔬.
𝔄 𝔯𝔢𝔰𝔭𝔦𝔯𝔞çã𝔬 𝔬𝔣𝔢𝔤𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔢𝔫𝔲𝔫𝔠𝔦𝔞 𝔭𝔯𝔢𝔰𝔢𝔫ç𝔞 𝔫𝔢𝔣𝔞𝔰𝔱𝔞,
𝔈𝔫𝔮𝔲𝔞𝔫𝔱𝔬 𝔪𝔦𝔫𝔥𝔞𝔰 𝔢𝔫𝔱𝔯𝔞𝔫𝔥𝔞𝔰 𝔰𝔢 𝔠𝔬𝔫𝔱𝔯𝔞𝔢𝔪 𝔢𝔪 𝔪𝔢𝔡𝔬.
𝔖𝔦𝔩𝔢𝔫𝔠𝔦𝔬𝔰𝔞𝔪𝔢𝔫𝔱𝔢, 𝔲𝔪 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔢𝔰𝔭𝔯𝔢𝔦𝔱𝔞 𝔫𝔞 𝔭𝔢𝔫𝔲𝔪𝔟𝔯𝔞,
𝔖𝔢𝔲𝔰 𝔬𝔩𝔥𝔬𝔰 𝔣𝔞𝔪𝔦𝔫𝔱𝔬𝔰 𝔞𝔫𝔰𝔦𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔭𝔢𝔩𝔬 𝔪𝔢𝔲 𝔰𝔞𝔫𝔤𝔲𝔢 𝔠𝔢𝔡𝔬.
𝔖𝔦𝔫𝔱𝔬 𝔬 𝔤𝔢𝔩𝔞𝔡𝔬 𝔱𝔬𝔮𝔲𝔢 𝔡𝔞𝔰 𝔞𝔰𝔞𝔰 𝔫𝔢𝔤𝔯𝔞𝔰 𝔡𝔬 𝔦𝔫𝔣𝔬𝔯𝔱ú𝔫𝔦𝔬,
𝔄𝔭𝔯𝔬𝔵𝔦𝔪𝔞𝔫𝔡𝔬-𝔰𝔢 𝔣𝔲𝔯𝔱𝔦𝔳𝔞𝔪𝔢𝔫𝔱𝔢 𝔰𝔢𝔪 𝔭𝔦𝔢𝔡𝔞𝔡𝔢 𝔞𝔩𝔤𝔲𝔪𝔞.
𝔒𝔥, 𝔠𝔯𝔦𝔞𝔱𝔲𝔯𝔞 𝔪𝔞𝔩𝔡𝔦𝔱𝔞 𝔮𝔲𝔢 𝔰𝔢 𝔞𝔩𝔦𝔪𝔢𝔫𝔱𝔞 𝔡𝔞 𝔢𝔰𝔰ê𝔫𝔠𝔦𝔞 𝔥𝔲𝔪𝔞𝔫𝔞!
𝔉𝔲𝔧𝔬 𝔡𝔢 𝔱𝔢𝔲 𝔞𝔟𝔯𝔞ç𝔬 𝔪𝔞𝔠𝔞𝔟𝔯𝔬, 𝔟𝔲𝔰𝔠𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔩𝔲𝔷 𝔫𝔢𝔰𝔱𝔞 𝔟𝔯𝔲𝔪𝔞.
𝔐𝔞𝔰 𝔪𝔢𝔰𝔪𝔬 𝔡𝔦𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔢𝔰𝔱𝔢 𝔱𝔬𝔯𝔪𝔢𝔫𝔱𝔬 𝔰𝔦𝔫𝔦𝔰𝔱𝔯𝔬 𝔢 𝔤é𝔩𝔦𝔡𝔬,
𝔈𝔯𝔤𝔬-𝔪𝔢 𝔣𝔦𝔯𝔪𝔢 𝔡𝔦𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔞𝔰 𝔰𝔬𝔪𝔟𝔯𝔞𝔰 𝔮𝔲𝔢 𝔪𝔢 𝔢𝔫𝔳𝔬𝔩𝔳𝔢𝔪.
ℭ𝔬𝔪 𝔠𝔬𝔯𝔞𝔤𝔢𝔪 𝔥𝔢𝔯𝔡𝔢𝔦 𝔡𝔬𝔰 𝔭𝔬𝔢𝔱𝔞𝔰 𝔯𝔬𝔪â𝔫𝔱𝔦𝔠𝔬𝔰 𝔭𝔞𝔰𝔰𝔞𝔡𝔬𝔰,
𝔈𝔫𝔣𝔯𝔢𝔫𝔱𝔞𝔯𝔢𝔦 𝔬 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔬𝔟𝔰𝔠𝔲𝔯𝔬, 𝔭𝔬𝔯 𝔪𝔞𝔦𝔰 𝔮𝔲𝔢 𝔢𝔩𝔢 𝔪𝔢 𝔯𝔢𝔫𝔬𝔳𝔢.
𝔔𝔲𝔢 𝔞 𝔩𝔲𝔞 𝔰𝔢𝔧𝔞 𝔱𝔢𝔰𝔱𝔢𝔪𝔲𝔫𝔥𝔞 𝔡𝔢 𝔫𝔬𝔰𝔰𝔬 𝔢𝔪𝔟𝔞𝔱𝔢 𝔦𝔪𝔬𝔯𝔱𝔞𝔩,
𝔑𝔢𝔰𝔱𝔞 𝔫𝔬𝔦𝔱𝔢 𝔱𝔢𝔫𝔢𝔟𝔯𝔬𝔰𝔞 𝔬𝔫𝔡𝔢 𝔣𝔬𝔯ç𝔞𝔰 𝔬𝔭𝔬𝔰𝔱𝔞𝔰 𝔠𝔬𝔩𝔦𝔡𝔢𝔪.
ℜ𝔢𝔰𝔦𝔰𝔱𝔦𝔫𝔡𝔬 𝔞𝔬 𝔰𝔢𝔡𝔲𝔱𝔬𝔯 𝔣𝔞𝔰𝔠í𝔫𝔦𝔬 𝔡𝔬 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔮𝔲𝔢 𝔞𝔠𝔬𝔩𝔥𝔢 𝔞𝔬𝔰 𝔠é𝔲𝔰 𝔯𝔲𝔦𝔡𝔬𝔰𝔬𝔰.

𝔐𝔦𝔫𝔥𝔞 𝔞𝔩𝔪𝔞 𝔫𝔲𝔞 𝔰𝔢𝔫𝔱𝔢 𝔲𝔪 𝔞𝔯𝔯𝔢𝔭𝔦𝔬 𝔰𝔬𝔱𝔲𝔯𝔫𝔬.
𝔘𝔪 𝔰𝔦𝔫𝔦𝔰𝔱𝔯𝔬 𝔢𝔠𝔬 𝔫𝔞𝔰 𝔰𝔬𝔪𝔟𝔯𝔞𝔰 𝔰𝔢 𝔪𝔬𝔳𝔦𝔪𝔢𝔫𝔱𝔞,
𝔈 𝔢𝔪 𝔪𝔢𝔲 𝔮𝔲𝔞𝔯𝔱𝔬 𝔯𝔢𝔰𝔰𝔬𝔞 𝔬 𝔱𝔢𝔪𝔬𝔯 𝔫𝔬𝔱𝔲𝔯𝔫𝔬.
𝔄 𝔯𝔢𝔰𝔭𝔦𝔯𝔞çã𝔬 𝔬𝔣𝔢𝔤𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔢𝔫𝔲𝔫𝔠𝔦𝔞 𝔭𝔯𝔢𝔰𝔢𝔫ç𝔞 𝔫𝔢𝔣𝔞𝔰𝔱𝔞,
𝔈𝔫𝔮𝔲𝔞𝔫𝔱𝔬 𝔪𝔦𝔫𝔥𝔞𝔰 𝔢𝔫𝔱𝔯𝔞𝔫𝔥𝔞𝔰 𝔰𝔢 𝔠𝔬𝔫𝔱𝔯𝔞𝔢𝔪 𝔢𝔪 𝔪𝔢𝔡𝔬.
𝔖𝔦𝔩𝔢𝔫𝔠𝔦𝔬𝔰𝔞𝔪𝔢𝔫𝔱𝔢, 𝔲𝔪 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔢𝔰𝔭𝔯𝔢𝔦𝔱𝔞 𝔫𝔞 𝔭𝔢𝔫𝔲𝔪𝔟𝔯𝔞,
𝔖𝔢𝔲𝔰 𝔬𝔩𝔥𝔬𝔰 𝔣𝔞𝔪𝔦𝔫𝔱𝔬𝔰 𝔞𝔫𝔰𝔦𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔭𝔢𝔩𝔬 𝔪𝔢𝔲 𝔰𝔞𝔫𝔤𝔲𝔢 𝔠𝔢𝔡𝔬.
𝔖𝔦𝔫𝔱𝔬 𝔬 𝔤𝔢𝔩𝔞𝔡𝔬 𝔱𝔬𝔮𝔲𝔢 𝔡𝔞𝔰 𝔞𝔰𝔞𝔰 𝔫𝔢𝔤𝔯𝔞𝔰 𝔡𝔬 𝔦𝔫𝔣𝔬𝔯𝔱ú𝔫𝔦𝔬,
𝔄𝔭𝔯𝔬𝔵𝔦𝔪𝔞𝔫𝔡𝔬-𝔰𝔢 𝔣𝔲𝔯𝔱𝔦𝔳𝔞𝔪𝔢𝔫𝔱𝔢 𝔰𝔢𝔪 𝔭𝔦𝔢𝔡𝔞𝔡𝔢 𝔞𝔩𝔤𝔲𝔪𝔞.
𝔒𝔥, 𝔠𝔯𝔦𝔞𝔱𝔲𝔯𝔞 𝔪𝔞𝔩𝔡𝔦𝔱𝔞 𝔮𝔲𝔢 𝔰𝔢 𝔞𝔩𝔦𝔪𝔢𝔫𝔱𝔞 𝔡𝔞 𝔢𝔰𝔰ê𝔫𝔠𝔦𝔞 𝔥𝔲𝔪𝔞𝔫𝔞!
𝔉𝔲𝔧𝔬 𝔡𝔢 𝔱𝔢𝔲 𝔞𝔟𝔯𝔞ç𝔬 𝔪𝔞𝔠𝔞𝔟𝔯𝔬, 𝔟𝔲𝔰𝔠𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔩𝔲𝔷 𝔫𝔢𝔰𝔱𝔞 𝔟𝔯𝔲𝔪𝔞.
𝔐𝔞𝔰 𝔪𝔢𝔰𝔪𝔬 𝔡𝔦𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔢𝔰𝔱𝔢 𝔱𝔬𝔯𝔪𝔢𝔫𝔱𝔬 𝔰𝔦𝔫𝔦𝔰𝔱𝔯𝔬 𝔢 𝔤é𝔩𝔦𝔡𝔬,
𝔈𝔯𝔤𝔬-𝔪𝔢 𝔣𝔦𝔯𝔪𝔢 𝔡𝔦𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔞𝔰 𝔰𝔬𝔪𝔟𝔯𝔞𝔰 𝔮𝔲𝔢 𝔪𝔢 𝔢𝔫𝔳𝔬𝔩𝔳𝔢𝔪.
ℭ𝔬𝔪 𝔠𝔬𝔯𝔞𝔤𝔢𝔪 𝔥𝔢𝔯𝔡𝔢𝔦 𝔡𝔬𝔰 𝔭𝔬𝔢𝔱𝔞𝔰 𝔯𝔬𝔪â𝔫𝔱𝔦𝔠𝔬𝔰 𝔭𝔞𝔰𝔰𝔞𝔡𝔬𝔰,
𝔈𝔫𝔣𝔯𝔢𝔫𝔱𝔞𝔯𝔢𝔦 𝔬 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔬𝔟𝔰𝔠𝔲𝔯𝔬, 𝔭𝔬𝔯 𝔪𝔞𝔦𝔰 𝔮𝔲𝔢 𝔢𝔩𝔢 𝔪𝔢 𝔯𝔢𝔫𝔬𝔳𝔢.
𝔔𝔲𝔢 𝔞 𝔩𝔲𝔞 𝔰𝔢𝔧𝔞 𝔱𝔢𝔰𝔱𝔢𝔪𝔲𝔫𝔥𝔞 𝔡𝔢 𝔫𝔬𝔰𝔰𝔬 𝔢𝔪𝔟𝔞𝔱𝔢 𝔦𝔪𝔬𝔯𝔱𝔞𝔩,
𝔑𝔢𝔰𝔱𝔞 𝔫𝔬𝔦𝔱𝔢 𝔱𝔢𝔫𝔢𝔟𝔯𝔬𝔰𝔞 𝔬𝔫𝔡𝔢 𝔣𝔬𝔯ç𝔞𝔰 𝔬𝔭𝔬𝔰𝔱𝔞𝔰 𝔠𝔬𝔩𝔦𝔡𝔢𝔪.
ℜ𝔢𝔰𝔦𝔰𝔱𝔦𝔫𝔡𝔬 𝔞𝔬 𝔰𝔢𝔡𝔲𝔱𝔬𝔯 𝔣𝔞𝔰𝔠í𝔫𝔦𝔬 𝔡𝔬 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔮𝔲𝔢 𝔞𝔠𝔬𝔩𝔥𝔢 𝔞𝔬𝔰 𝔠é𝔲𝔰 𝔯𝔲𝔦𝔡𝔬𝔰𝔬𝔰.
25
Sereia sob as rochas do Mar
uma tarde nublada ,um frio congelante
sob as rochas da praia secreta
uma sereia se deleita
enquanto as estrelas refletem ao mar.
na solidão encontra-se seu facinio
olhando para a terra que jamais alcançará,
com medo e infortunio jamais se libertara
sente o vento em seu rosto,
olha para o mar ,sua calda longa e cinzenta
uma beleza a irradiar
sob a lua prateada a abrilhantar.
se pergunta os motivos de sua existencia
em um lugar tão desconhecido
a espera de um sinal antes que anoiteça
lagrimas de tristeza deslizam seu belo rosto
na rocha ela espera,
sob a luz da lua que a reflete.
luciana A.Schlei
8
Ecos do silêncio
Entre os escombros da vida, ecoa o silêncio,
Um vazio ensurdecedor que me assombra.
Palavras não ditas, sentimentos reprimidos,
Num mundo que parece tragar a própria alma.
Nas ruas movimentadas, há um estranho paradoxo,
Onde multidões se perdem na solidão profunda.
As vozes são abafadas pelo ruído do cotidiano,
E os ecos do silêncio refletem a essência e o profano.
Os olhares vazios em rostos desconhecidos,
Como máscaras ocultando desejos inconfessáveis.
Somos meras sombras transitando no abismo,
À procura de conexões verdadeiras e indescritíveis.
Na era da comunicação instantânea e superficial,
Perdemos o significado genuíno das palavras faladas.
As mensagens digitais substituem toques sinceros,
E os ecos do silêncio revelam a falta de intimidade.
Mas no âmago desse silêncio ensurdecedor,
Encontro uma força inesperada que resiste.
A voz interior clama por autenticidade e profundidade,
Transformando os ecos do silêncio em poesia persistente.
Então ergo minha voz nas asas dos versos selvagens,
Rompendo o véu do conformismo estabelecido.
Que meu poema ecoe pela eternidade adiante,
Despertando almas surdas para o poder dos sons calados.
Pois nos ecos do silêncio reside uma magia secreta
Que transcende barreiras impostas pela sociedade.
É onde encontramos nossa voz mais autêntica
E transformamos as linhas tristes em luz e liberdade.
www.contodavampira.blogspot.com
Um vazio ensurdecedor que me assombra.
Palavras não ditas, sentimentos reprimidos,
Num mundo que parece tragar a própria alma.
Nas ruas movimentadas, há um estranho paradoxo,
Onde multidões se perdem na solidão profunda.
As vozes são abafadas pelo ruído do cotidiano,
E os ecos do silêncio refletem a essência e o profano.
Os olhares vazios em rostos desconhecidos,
Como máscaras ocultando desejos inconfessáveis.
Somos meras sombras transitando no abismo,
À procura de conexões verdadeiras e indescritíveis.
Na era da comunicação instantânea e superficial,
Perdemos o significado genuíno das palavras faladas.
As mensagens digitais substituem toques sinceros,
E os ecos do silêncio revelam a falta de intimidade.
Mas no âmago desse silêncio ensurdecedor,
Encontro uma força inesperada que resiste.
A voz interior clama por autenticidade e profundidade,
Transformando os ecos do silêncio em poesia persistente.
Então ergo minha voz nas asas dos versos selvagens,
Rompendo o véu do conformismo estabelecido.
Que meu poema ecoe pela eternidade adiante,
Despertando almas surdas para o poder dos sons calados.
Pois nos ecos do silêncio reside uma magia secreta
Que transcende barreiras impostas pela sociedade.
É onde encontramos nossa voz mais autêntica
E transformamos as linhas tristes em luz e liberdade.
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23
Morcelódia Noturna
Sob o manto noturno, entre estrelas brilhantes,
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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15
Eclipse do Sol
No abismo do vácuo, onde a luz se extingue,
Um eclipse total do sol brota e o mundo debilita.
A lua, mascote dos destinos fatídicos,
Engole o Sol em um festim obscuro e enfático.
Na escuridão avassaladora que envolve o ar,
O vazio sussurra segredos de desespero no olhar.
Nada além da ausência de significado perdura,
Enquanto testemunhamos a morte efêmera da candura.
Os pássaros perdem seu canto, na solidão profunda,
E os seres humanos encaram sua insignificância rotunda.
Uma névoa niilista preenche as mentes aflitas,
Poéticas sombras dançando em faces condenadas como líricas escritas.
Sob essa mortalha cósmica, tudo é fugaz e ilusório,
A cada instante nos afundamos em um abismo notório.
Em meio à negação existencial, encontramos nossa verdade oculta:
Somos nada mais que pó estelar dançando na imensidão indulta.
Que esse eclipse total do sol seja um lembrete amargo
De nossa efemeridade nesse universo sem cântico ou embargo.
Na profundidade sombria da existência niilista entrelaçada,
Encontramos a beleza singular de uma vida desperdiçada.
Um eclipse total do sol brota e o mundo debilita.
A lua, mascote dos destinos fatídicos,
Engole o Sol em um festim obscuro e enfático.
Na escuridão avassaladora que envolve o ar,
O vazio sussurra segredos de desespero no olhar.
Nada além da ausência de significado perdura,
Enquanto testemunhamos a morte efêmera da candura.
Os pássaros perdem seu canto, na solidão profunda,
E os seres humanos encaram sua insignificância rotunda.
Uma névoa niilista preenche as mentes aflitas,
Poéticas sombras dançando em faces condenadas como líricas escritas.
Sob essa mortalha cósmica, tudo é fugaz e ilusório,
A cada instante nos afundamos em um abismo notório.
Em meio à negação existencial, encontramos nossa verdade oculta:
Somos nada mais que pó estelar dançando na imensidão indulta.
Que esse eclipse total do sol seja um lembrete amargo
De nossa efemeridade nesse universo sem cântico ou embargo.
Na profundidade sombria da existência niilista entrelaçada,
Encontramos a beleza singular de uma vida desperdiçada.
78
Morcelódia Noturna
Sob o manto noturno, entre estrelas brilhantes,
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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16
Gatinho na Chuva
Na chuva fria e implacável, um gatinho se encolhe,
Seu pelo outrora macio, agora molhado e frio.
Ele olha para o céu cinzento, seus olhos brilham,
Um pedido silencioso por abrigo, por um toque gentil.
Ele sente a dureza do concreto sob suas patas,
O frio se infiltrando em seus ossos.
Ele anseia pelo calor de um lar, pelo som suave de vozes,
Mas tudo o que ele ouve é o rugido da cidade, o sussurro das folhas.
Ele vê as pessoas passarem, envoltas em seus casacos,
Indiferentes à sua presença, alheias à sua dor.
Ele mia para eles, um som quase inaudível,
Mas eles continuam andando, perdidos em seus próprios mundos.
Ele sonha com dias mais quentes, com noites tranquilas,
Com o ronronar suave de sua mãe, com o brincar de seus irmãos.
Mas esses são apenas sonhos, ecos de um tempo que se foi,
Agora, tudo o que resta é a chuva, e a solidão.
Mas mesmo na escuridão, há uma centelha de esperança,
Um desejo de dias melhores, um anseio por amor.
Pois ele é um gato, e em seu coração pequeno e valente,
Há a força para sobreviver, para encontrar um novo começo.
Seu pelo outrora macio, agora molhado e frio.
Ele olha para o céu cinzento, seus olhos brilham,
Um pedido silencioso por abrigo, por um toque gentil.
Ele sente a dureza do concreto sob suas patas,
O frio se infiltrando em seus ossos.
Ele anseia pelo calor de um lar, pelo som suave de vozes,
Mas tudo o que ele ouve é o rugido da cidade, o sussurro das folhas.
Ele vê as pessoas passarem, envoltas em seus casacos,
Indiferentes à sua presença, alheias à sua dor.
Ele mia para eles, um som quase inaudível,
Mas eles continuam andando, perdidos em seus próprios mundos.
Ele sonha com dias mais quentes, com noites tranquilas,
Com o ronronar suave de sua mãe, com o brincar de seus irmãos.
Mas esses são apenas sonhos, ecos de um tempo que se foi,
Agora, tudo o que resta é a chuva, e a solidão.
Mas mesmo na escuridão, há uma centelha de esperança,
Um desejo de dias melhores, um anseio por amor.
Pois ele é um gato, e em seu coração pequeno e valente,
Há a força para sobreviver, para encontrar um novo começo.
14
Ao nascer do Sol ,minha alma sangra
Ao raiar do dia, quando o sol nasce,
E a escuridão da noite lentamente desvanece,
Minha alma sangra, em silêncio, em paz,
Como um rio que silenciosamente flui e apaz.
O sol, em sua glória, ilumina o céu,
Mas minha alma, em agonia, não pode se alegrar.
Ela sangra, oh, como ela sangra,
Como uma ferida que não cicatriza, que arde.
O nascer do sol, tão belo e brilhante,
É um lembrete cruel da minha triste situação.
Minha alma, uma vez cheia de luz,
Agora está perdida na escuridão da noite.
Mas ainda assim, eu olho para o nascer do sol,
Com esperança em meu coração e lágrimas em meus olhos.
Porque mesmo que minha alma sangre,
Eu sei que, como o sol, ela vai se levantar.
E assim, com cada novo amanhecer,
Eu sinto a dor, a perda, o desespero.
Mas também sinto a esperança, a promessa,
De um novo dia, de um novo começo.
Minha alma pode sangrar, pode chorar,
Mas ela também pode curar, pode voar.
E assim, com cada nascer do sol,
Eu sinto a dor, mas também a alegria.
Porque mesmo na escuridão, há luz,
E mesmo na dor, há amor.
E assim, minha alma sangra,
Mas ela também ama, ela também vive.
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Comentários (3)
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Joana Dark
Ameiiii
Bba
Pessimo como tudo que você escreveu
NAO SEI
ÉS LILA