êxtase da alma enlouquecida
No caos profundo, a alma inebria,
Sem olhar, nem pensar, nem ver.
No escuro, ela grita e delira,
Preso em seu próprio enlouquecer.
Os pássaros cantam ao dia,
Livremente sem medo de julgar.
Enquanto a alma se perdia
Numa mente limitada ao quasar.
Grita pela liberdade sem hesitar,
No suspiro profundo renascendo.
Na chuva, a luva faz estremecer,
E o sorriso do orador maldizendo.
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𝖆 𝖈𝖆𝖗𝖓𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖆 𝖒𝖆𝖙𝖆
𝕬 𝖈𝖆𝖗𝖓𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖆, 𝖊𝖒 𝖘𝖚𝖆 𝖉𝖊𝖌𝖗𝖆𝖉𝖆𝖓𝖙𝖊 𝖕𝖚𝖙𝖗𝖊𝖋𝖆çã𝖔 𝖎𝖓𝖙𝖊𝖗𝖓𝖆,
𝕹𝖔 á𝖕𝖎𝖈𝖊 𝖉𝖊 𝖚𝖒 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔 𝖊𝖓𝖗𝖊𝖉𝖆𝖉𝖔,
𝕬𝖘𝖘𝖎𝖒 𝖘𝖊 𝖗𝖊𝖛𝖊𝖑𝖆.
𝖋𝖔𝖌𝖔 𝖆𝖗𝖉𝖊𝖓𝖙𝖊 𝖉𝖔 𝖆𝖓𝖘𝖊𝖎𝖔,
𝕭𝖚𝖘𝖈𝖆-𝖘𝖊 𝖆 𝖑𝖔𝖚𝖈𝖚𝖗𝖆 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖓𝖋𝖗𝖊𝖆𝖉𝖆,
𝕬 𝖕𝖗𝖊𝖘𝖊𝖓ç𝖆 𝖉𝖊 𝖚𝖒𝖆 𝖒𝖚𝖑𝖍𝖊𝖗 𝖉𝖊𝖘𝖓𝖚𝖉𝖆
É 𝖈𝖆𝖕𝖆𝖟 𝖉𝖊 𝖋𝖆𝖟𝖊𝖗 𝖖𝖚𝖆𝖑𝖖𝖚𝖊𝖗 𝖍𝖔𝖒𝖊𝖒 𝖘𝖊 𝖕𝖊𝖗𝖉𝖊𝖗.
𝕬 𝖈𝖆𝖗𝖓𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖆 𝖒𝖆𝖙𝖆
𝕹𝖆 𝖆𝖗𝖗𝖔𝖌â𝖓𝖈𝖎𝖆 𝖎𝖓𝖊𝖗𝖊𝖓𝖙𝖊 𝖆𝖔 𝖘𝖊𝖗 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖔,
𝕹𝖆 𝖋𝖆𝖑𝖙𝖆 𝖉𝖊 𝖊𝖒𝖕𝖆𝖙𝖎𝖆 𝖖𝖚𝖊 𝖔 𝖈𝖆𝖗𝖆𝖈𝖙𝖊𝖗𝖎𝖟𝖆,
𝕻𝖔𝖗 𝖆𝖘𝖘𝖎𝖒 𝖉𝖎𝖟𝖊𝖗.
𝕬 𝖈𝖆𝖗𝖓𝖊 𝖍𝖚𝖒𝖆𝖓𝖆 𝖒𝖆𝖙𝖆
𝕬𝖔 𝖕𝖗𝖔𝖛𝖔𝖈𝖆𝖗 𝖔 𝖊𝖘𝖖𝖚𝖊𝖈𝖎𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔
𝕰𝖒 𝖘𝖊𝖚𝖘 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔𝖘 𝖉𝖔𝖊𝖓𝖙𝖎𝖔𝖘 𝖊 𝖉𝖊𝖕𝖗𝖆𝖛𝖆𝖉𝖔𝖘
𝕼𝖚𝖊 𝖊𝖓𝖋𝖗𝖆𝖖𝖚𝖊𝖈𝖊𝖒 𝖆 𝖕𝖗ó𝖕𝖗𝖎𝖆 𝖊𝖘𝖘ê𝖓𝖈𝖎𝖆 𝖉𝖆 𝖙𝖊𝖗𝖗𝖆
levando ao esquecimento.
Sereia sob as rochas do Mar
uma tarde nublada ,um frio congelante
sob as rochas da praia secreta
uma sereia se deleita
enquanto as estrelas refletem ao mar.
na solidão encontra-se seu facinio
olhando para a terra que jamais alcançará,
com medo e infortunio jamais se libertara
sente o vento em seu rosto,
olha para o mar ,sua calda longa e cinzenta
uma beleza a irradiar
sob a lua prateada a abrilhantar.
se pergunta os motivos de sua existencia
em um lugar tão desconhecido
a espera de um sinal antes que anoiteça
lagrimas de tristeza deslizam seu belo rosto
na rocha ela espera,
sob a luz da lua que a reflete.
luciana A.Schlei
꧁•⊹٭𝚙𝚛𝚎𝚜𝚎𝚗ç𝚊 𝚗𝚎𝚏𝚊𝚜𝚝𝚊٭⊹•꧂
𝔓𝔢𝔩𝔞 𝔧𝔞𝔫𝔢𝔩𝔞 𝔳𝔞𝔷𝔦𝔞, 𝔞𝔡𝔢𝔫𝔱𝔯𝔞 𝔬 𝔩𝔲𝔞𝔯 𝔣𝔯𝔦𝔬,
𝔐𝔦𝔫𝔥𝔞 𝔞𝔩𝔪𝔞 𝔫𝔲𝔞 𝔰𝔢𝔫𝔱𝔢 𝔲𝔪 𝔞𝔯𝔯𝔢𝔭𝔦𝔬 𝔰𝔬𝔱𝔲𝔯𝔫𝔬.
𝔘𝔪 𝔰𝔦𝔫𝔦𝔰𝔱𝔯𝔬 𝔢𝔠𝔬 𝔫𝔞𝔰 𝔰𝔬𝔪𝔟𝔯𝔞𝔰 𝔰𝔢 𝔪𝔬𝔳𝔦𝔪𝔢𝔫𝔱𝔞,
𝔈 𝔢𝔪 𝔪𝔢𝔲 𝔮𝔲𝔞𝔯𝔱𝔬 𝔯𝔢𝔰𝔰𝔬𝔞 𝔬 𝔱𝔢𝔪𝔬𝔯 𝔫𝔬𝔱𝔲𝔯𝔫𝔬.
𝔄 𝔯𝔢𝔰𝔭𝔦𝔯𝔞çã𝔬 𝔬𝔣𝔢𝔤𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔢𝔫𝔲𝔫𝔠𝔦𝔞 𝔭𝔯𝔢𝔰𝔢𝔫ç𝔞 𝔫𝔢𝔣𝔞𝔰𝔱𝔞,
𝔈𝔫𝔮𝔲𝔞𝔫𝔱𝔬 𝔪𝔦𝔫𝔥𝔞𝔰 𝔢𝔫𝔱𝔯𝔞𝔫𝔥𝔞𝔰 𝔰𝔢 𝔠𝔬𝔫𝔱𝔯𝔞𝔢𝔪 𝔢𝔪 𝔪𝔢𝔡𝔬.
𝔖𝔦𝔩𝔢𝔫𝔠𝔦𝔬𝔰𝔞𝔪𝔢𝔫𝔱𝔢, 𝔲𝔪 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔢𝔰𝔭𝔯𝔢𝔦𝔱𝔞 𝔫𝔞 𝔭𝔢𝔫𝔲𝔪𝔟𝔯𝔞,
𝔖𝔢𝔲𝔰 𝔬𝔩𝔥𝔬𝔰 𝔣𝔞𝔪𝔦𝔫𝔱𝔬𝔰 𝔞𝔫𝔰𝔦𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔭𝔢𝔩𝔬 𝔪𝔢𝔲 𝔰𝔞𝔫𝔤𝔲𝔢 𝔠𝔢𝔡𝔬.
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𝔒𝔥, 𝔠𝔯𝔦𝔞𝔱𝔲𝔯𝔞 𝔪𝔞𝔩𝔡𝔦𝔱𝔞 𝔮𝔲𝔢 𝔰𝔢 𝔞𝔩𝔦𝔪𝔢𝔫𝔱𝔞 𝔡𝔞 𝔢𝔰𝔰ê𝔫𝔠𝔦𝔞 𝔥𝔲𝔪𝔞𝔫𝔞!
𝔉𝔲𝔧𝔬 𝔡𝔢 𝔱𝔢𝔲 𝔞𝔟𝔯𝔞ç𝔬 𝔪𝔞𝔠𝔞𝔟𝔯𝔬, 𝔟𝔲𝔰𝔠𝔞𝔫𝔡𝔬 𝔩𝔲𝔷 𝔫𝔢𝔰𝔱𝔞 𝔟𝔯𝔲𝔪𝔞.
𝔐𝔞𝔰 𝔪𝔢𝔰𝔪𝔬 𝔡𝔦𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔢𝔰𝔱𝔢 𝔱𝔬𝔯𝔪𝔢𝔫𝔱𝔬 𝔰𝔦𝔫𝔦𝔰𝔱𝔯𝔬 𝔢 𝔤é𝔩𝔦𝔡𝔬,
𝔈𝔯𝔤𝔬-𝔪𝔢 𝔣𝔦𝔯𝔪𝔢 𝔡𝔦𝔞𝔫𝔱𝔢 𝔡𝔞𝔰 𝔰𝔬𝔪𝔟𝔯𝔞𝔰 𝔮𝔲𝔢 𝔪𝔢 𝔢𝔫𝔳𝔬𝔩𝔳𝔢𝔪.
ℭ𝔬𝔪 𝔠𝔬𝔯𝔞𝔤𝔢𝔪 𝔥𝔢𝔯𝔡𝔢𝔦 𝔡𝔬𝔰 𝔭𝔬𝔢𝔱𝔞𝔰 𝔯𝔬𝔪â𝔫𝔱𝔦𝔠𝔬𝔰 𝔭𝔞𝔰𝔰𝔞𝔡𝔬𝔰,
𝔈𝔫𝔣𝔯𝔢𝔫𝔱𝔞𝔯𝔢𝔦 𝔬 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔬𝔟𝔰𝔠𝔲𝔯𝔬, 𝔭𝔬𝔯 𝔪𝔞𝔦𝔰 𝔮𝔲𝔢 𝔢𝔩𝔢 𝔪𝔢 𝔯𝔢𝔫𝔬𝔳𝔢.
𝔔𝔲𝔢 𝔞 𝔩𝔲𝔞 𝔰𝔢𝔧𝔞 𝔱𝔢𝔰𝔱𝔢𝔪𝔲𝔫𝔥𝔞 𝔡𝔢 𝔫𝔬𝔰𝔰𝔬 𝔢𝔪𝔟𝔞𝔱𝔢 𝔦𝔪𝔬𝔯𝔱𝔞𝔩,
𝔑𝔢𝔰𝔱𝔞 𝔫𝔬𝔦𝔱𝔢 𝔱𝔢𝔫𝔢𝔟𝔯𝔬𝔰𝔞 𝔬𝔫𝔡𝔢 𝔣𝔬𝔯ç𝔞𝔰 𝔬𝔭𝔬𝔰𝔱𝔞𝔰 𝔠𝔬𝔩𝔦𝔡𝔢𝔪.
ℜ𝔢𝔰𝔦𝔰𝔱𝔦𝔫𝔡𝔬 𝔞𝔬 𝔰𝔢𝔡𝔲𝔱𝔬𝔯 𝔣𝔞𝔰𝔠í𝔫𝔦𝔬 𝔡𝔬 𝔳𝔞𝔪𝔭𝔦𝔯𝔬 𝔮𝔲𝔢 𝔞𝔠𝔬𝔩𝔥𝔢 𝔞𝔬𝔰 𝔠é𝔲𝔰 𝔯𝔲𝔦𝔡𝔬𝔰𝔬𝔰.

Gatinho na Chuva
Na chuva fria e implacável, um gatinho se encolhe,
Seu pelo outrora macio, agora molhado e frio.
Ele olha para o céu cinzento, seus olhos brilham,
Um pedido silencioso por abrigo, por um toque gentil.
Ele sente a dureza do concreto sob suas patas,
O frio se infiltrando em seus ossos.
Ele anseia pelo calor de um lar, pelo som suave de vozes,
Mas tudo o que ele ouve é o rugido da cidade, o sussurro das folhas.
Ele vê as pessoas passarem, envoltas em seus casacos,
Indiferentes à sua presença, alheias à sua dor.
Ele mia para eles, um som quase inaudível,
Mas eles continuam andando, perdidos em seus próprios mundos.
Ele sonha com dias mais quentes, com noites tranquilas,
Com o ronronar suave de sua mãe, com o brincar de seus irmãos.
Mas esses são apenas sonhos, ecos de um tempo que se foi,
Agora, tudo o que resta é a chuva, e a solidão.
Mas mesmo na escuridão, há uma centelha de esperança,
Um desejo de dias melhores, um anseio por amor.
Pois ele é um gato, e em seu coração pequeno e valente,
Há a força para sobreviver, para encontrar um novo começo.
Gatinho na Chuva
Na chuva fria e implacável, um gatinho se encolhe,
Seu pelo outrora macio, agora molhado e frio.
Ele olha para o céu cinzento, seus olhos brilham,
Um pedido silencioso por abrigo, por um toque gentil.
Ele sente a dureza do concreto sob suas patas,
O frio se infiltrando em seus ossos.
Ele anseia pelo calor de um lar, pelo som suave de vozes,
Mas tudo o que ele ouve é o rugido da cidade, o sussurro das folhas.
Ele vê as pessoas passarem, envoltas em seus casacos,
Indiferentes à sua presença, alheias à sua dor.
Ele mia para eles, um som quase inaudível,
Mas eles continuam andando, perdidos em seus próprios mundos.
Ele sonha com dias mais quentes, com noites tranquilas,
Com o ronronar suave de sua mãe, com o brincar de seus irmãos.
Mas esses são apenas sonhos, ecos de um tempo que se foi,
Agora, tudo o que resta é a chuva, e a solidão.
Mas mesmo na escuridão, há uma centelha de esperança,
Um desejo de dias melhores, um anseio por amor.
Pois ele é um gato, e em seu coração pequeno e valente,
Há a força para sobreviver, para encontrar um novo começo.
Contraste de duas almas
No reino do Amor, sob o céu cinzento,
Duas almas opostas dançam em tormento.
Uma, a luz, brilha com ardor divino,
A outra, a sombra, trilha um caminho sombrio.
A luz, com seu brilho, busca a sombra amar,
Mas a sombra, em seu mistério, teme se revelar.
No entanto, na dança do destino, elas se encontram,
E em um abraço etéreo, suas diferenças se encantam.
A luz vê na sombra uma beleza profunda,
A sombra vê na luz uma paixão sem segunda.
E assim, no palco do universo, elas se unem,
Em um amor que, apesar das diferenças, não se desune.
Opostas em essência, mas unidas pelo coração,
Elas dançam juntas, numa eterna canção.
Amor, esse é o nome de sua dança,
Um balé de almas, uma esperança.
Eclipse do Sol
No abismo do vácuo, onde a luz se extingue,
Um eclipse total do sol brota e o mundo debilita.
A lua, mascote dos destinos fatídicos,
Engole o Sol em um festim obscuro e enfático.
Na escuridão avassaladora que envolve o ar,
O vazio sussurra segredos de desespero no olhar.
Nada além da ausência de significado perdura,
Enquanto testemunhamos a morte efêmera da candura.
Os pássaros perdem seu canto, na solidão profunda,
E os seres humanos encaram sua insignificância rotunda.
Uma névoa niilista preenche as mentes aflitas,
Poéticas sombras dançando em faces condenadas como líricas escritas.
Sob essa mortalha cósmica, tudo é fugaz e ilusório,
A cada instante nos afundamos em um abismo notório.
Em meio à negação existencial, encontramos nossa verdade oculta:
Somos nada mais que pó estelar dançando na imensidão indulta.
Que esse eclipse total do sol seja um lembrete amargo
De nossa efemeridade nesse universo sem cântico ou embargo.
Na profundidade sombria da existência niilista entrelaçada,
Encontramos a beleza singular de uma vida desperdiçada.
Sereia sob as rochas do Mar
uma tarde nublada ,um frio congelante
sob as rochas da praia secreta
uma sereia se deleita
enquanto as estrelas refletem ao mar.
na solidão encontra-se seu facinio
olhando para a terra que jamais alcançará,
com medo e infortunio jamais se libertara
sente o vento em seu rosto,
olha para o mar ,sua calda longa e cinzenta
uma beleza a irradiar
sob a lua prateada a abrilhantar.
se pergunta os motivos de sua existencia
em um lugar tão desconhecido
a espera de um sinal antes que anoiteça
lagrimas de tristeza deslizam seu belo rosto
na rocha ela espera,
sob a luz da lua que a reflete.
luciana A.Schlei
Ao nascer do Sol ,minha alma sangra
Ao raiar do dia, quando o sol nasce,
E a escuridão da noite lentamente desvanece,
Minha alma sangra, em silêncio, em paz,
Como um rio que silenciosamente flui e apaz.
O sol, em sua glória, ilumina o céu,
Mas minha alma, em agonia, não pode se alegrar.
Ela sangra, oh, como ela sangra,
Como uma ferida que não cicatriza, que arde.
O nascer do sol, tão belo e brilhante,
É um lembrete cruel da minha triste situação.
Minha alma, uma vez cheia de luz,
Agora está perdida na escuridão da noite.
Mas ainda assim, eu olho para o nascer do sol,
Com esperança em meu coração e lágrimas em meus olhos.
Porque mesmo que minha alma sangre,
Eu sei que, como o sol, ela vai se levantar.
E assim, com cada novo amanhecer,
Eu sinto a dor, a perda, o desespero.
Mas também sinto a esperança, a promessa,
De um novo dia, de um novo começo.
Minha alma pode sangrar, pode chorar,
Mas ela também pode curar, pode voar.
E assim, com cada nascer do sol,
Eu sinto a dor, mas também a alegria.
Porque mesmo na escuridão, há luz,
E mesmo na dor, há amor.
E assim, minha alma sangra,
Mas ela também ama, ela também vive.
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