Sorriso malevolente
sorriso de serpente
ao qual ousa dirigir a mim
carater de delinquente
sem pena de destruir
em seu ninho quase extinto com outras cobras a rir
de um passaro que trabalha ,e faz agir
no semblante que emcaminha
tentando aluir
não enxergam que logo sera seu proprio fim.
sorriso malevolente que tenta destruir
este ninho de cobras logo vai se extinguir
no ambito caminho continuando a existir
cobra comendo cobra a se auto-destruir.
o passaro alado observa sem agir
com lagrimas nos olhos a partir
as primaveras se passam em fim
observa ao longe as serpentes
destruindo seu ninho
e assim seguindo seu proprio caminho.
(luciana A.Schlei)
escrevi este poema baseado em uma situação real onde funcionarios fazem panelinhas e tentam destruir o novo funcionario que acaba de chegar no ambiente de trabalho,como agem essas pessoas ruins.)
Morcelódia Noturna
Sob o manto noturno, entre estrelas brilhantes,
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
www.contodavampira.blogspot.com
Morcelódia Noturna
Sob o manto noturno, entre estrelas brilhantes,
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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Presença Vampirica
Sob a pálida luz da lua cheia,
Pela janela vazia, noite adentro,
No emaranhado das sombras cintilantes,
Eis que surge, silente e sinistro, o vampiro.
Seus olhos brilham como rubis do inferno,
Numa dança hipnótica de tentação.
Seus lábios vermelhos como sangue negro
Murmuram promessas de eterna perdição.
As garras afiadas tocam minha pele trêmula,
Despertando sensações proibidas e ardentes.
Envolvida na aura caída da escuridão,
Entrego-me ao beijo selvagem desse ser transcendente.
Corpos entrelaçados numa dança macabra,
A paixão profana se espalha pelo quarto.
Entre gemidos sussurrados nas trevas da noite,
Deixo-me levar pelo prazer obscuro e farto.
Nesse enlace noturno, sou sua presa insana,
Dominada pelos desejos vorazes do vampiro.
Na penumbra, lhe ofereço minha alma profunda
E me entrego à sedução deste amor vampiresco.
Ecos do silêncio
Entre os escombros da vida, ecoa o silêncio,
Um vazio ensurdecedor que me assombra.
Palavras não ditas, sentimentos reprimidos,
Num mundo que parece tragar a própria alma.
Nas ruas movimentadas, há um estranho paradoxo,
Onde multidões se perdem na solidão profunda.
As vozes são abafadas pelo ruído do cotidiano,
E os ecos do silêncio refletem a essência e o profano.
Os olhares vazios em rostos desconhecidos,
Como máscaras ocultando desejos inconfessáveis.
Somos meras sombras transitando no abismo,
À procura de conexões verdadeiras e indescritíveis.
Na era da comunicação instantânea e superficial,
Perdemos o significado genuíno das palavras faladas.
As mensagens digitais substituem toques sinceros,
E os ecos do silêncio revelam a falta de intimidade.
Mas no âmago desse silêncio ensurdecedor,
Encontro uma força inesperada que resiste.
A voz interior clama por autenticidade e profundidade,
Transformando os ecos do silêncio em poesia persistente.
Então ergo minha voz nas asas dos versos selvagens,
Rompendo o véu do conformismo estabelecido.
Que meu poema ecoe pela eternidade adiante,
Despertando almas surdas para o poder dos sons calados.
Pois nos ecos do silêncio reside uma magia secreta
Que transcende barreiras impostas pela sociedade.
É onde encontramos nossa voz mais autêntica
E transformamos as linhas tristes em luz e liberdade.
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Ecos do silêncio
Entre os escombros da vida, ecoa o silêncio,
Um vazio ensurdecedor que me assombra.
Palavras não ditas, sentimentos reprimidos,
Num mundo que parece tragar a própria alma.
Nas ruas movimentadas, há um estranho paradoxo,
Onde multidões se perdem na solidão profunda.
As vozes são abafadas pelo ruído do cotidiano,
E os ecos do silêncio refletem a essência e o profano.
Os olhares vazios em rostos desconhecidos,
Como máscaras ocultando desejos inconfessáveis.
Somos meras sombras transitando no abismo,
À procura de conexões verdadeiras e indescritíveis.
Na era da comunicação instantânea e superficial,
Perdemos o significado genuíno das palavras faladas.
As mensagens digitais substituem toques sinceros,
E os ecos do silêncio revelam a falta de intimidade.
Mas no âmago desse silêncio ensurdecedor,
Encontro uma força inesperada que resiste.
A voz interior clama por autenticidade e profundidade,
Transformando os ecos do silêncio em poesia persistente.
Então ergo minha voz nas asas dos versos selvagens,
Rompendo o véu do conformismo estabelecido.
Que meu poema ecoe pela eternidade adiante,
Despertando almas surdas para o poder dos sons calados.
Pois nos ecos do silêncio reside uma magia secreta
Que transcende barreiras impostas pela sociedade.
É onde encontramos nossa voz mais autêntica
E transformamos as linhas tristes em luz e liberdade.
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pensamentos 011
Triste melodia
Guia perdido
Aves em grito
Na desilusão que crio
Vai esvaindo as lágrimas
Cansadas e serenas
Pelo rosto condenado.
Tenta ir em frente
Por dentro descontente
A lagrima escorre no coração
A morte ,a canção.
Luciana A.Schlei
06/05/19 -praia grande SP
Dança dos Fantasmas
Nas sombras dançantes da noite profunda,
Surgem os fantasmas de alma imunda.
Suas silhuetas pálidas em movimento,
Numa dança macabra, cheia de tormento.
Os passos etéreos ecoam pelo ar,
Enlaçados numa coreografia singular.
Espectros sem face, rostos ocultos,
Dançam na penumbra, como seres indultos.
Seus vestidos rasgados flutuam ao vento,
Em meio às ruínas e ao lamento.
Fantasmas perdidos, condenados a vagar,
Pelas trevas eternas, sem jamais descansar.
Essa dança sinistra, um espetáculo funesto,
Encanta e aterroriza quem observa do cesto.
Os mortais curiosos que ousam espiar
Essa dança maldita, jamais irão escapar.
E assim eles seguem nessa dança insana,
Com olhos vazios e almas que se enganam.
A Dança dos Fantasmas é uma sinfonia fúnebre,
Que nos lembra das agruras da vida celebres.
Então cuidado ao testemunhar tal encanto,
Pois aos olhos humanos pode ser um tanto espanto.
Respeite os espectros da noite infindável
E deixe-os seguir sua dança imperturbável.
Paixão na Escuridão
Meu amor, nas noites, você está presente, Me beijando com calor intenso e ardente, Seus longos cabelos castanhos ao vento, Sua alma feita de fogo, um sentimento.
Adoro o seu jogo, seus olhos sob as estrelas, Seus lábios que me cerram com centelhas, Seu abraço, seu toque em que me desmancho, Vive tão encantado em meus sonhos, tão manso.
Você aparece como um demônio, um ser solitário, Mas em meu coração, você é o único necessário, Deixa-me apaixonada, em pleno mal, com doçura, Me fazendo sentir uma felicidade pura.
Há males que vêm para o bem, é o que dizem, E com você ao meu lado, eu me sinto segura, sem medo ou temor, Doce vampiro, mistério que me contém, Você é o meu amor, minha paixão, meu amor.
Sinto a sua saudade imensa, mas eu sempre estarei aqui, A sua alma fria eu abraçarei eternamente, sem temor ou receio, Pois o meu amor por você é intenso, verdadeiro e sem fim, E com você eu quero passar a eternidade, em um abraço tão aconchegante e cheio.
Abraçarei eternamente.
Solidão em minha alma
Sobre a solidão, minha alma se debruça Em meio às sombras, que me cercam com garras Não há consolo, nem alento, nem luz Nada além do vazio, que me dilacera
Mas olho para o céu, e vejo as estrelas brilhando Elas são como luzes, que guiam o meu caminho E em meio à escuridão, eu sinto o amor pulsando Em meu peito, como uma chama que não se extingue
Oh, amor que me consome, como um fogo eterno És a minha companhia, nesta jornada solitária Tu me guias, com teu brilho intenso e superno E me enches de esperança, em meio à desesperança
Porém, mesmo com o teu amor, a solidão persiste Ela é como uma sombra, que me acompanha a cada passo E as estrelas, que me inspiram, parecem tão distantes Mas ainda assim, eu sigo em frente, com o coração em frangalhos
Pois sei que a solidão é apenas passageira E as estrelas sempre estarão lá, a me iluminar E o amor, mesmo nas horas mais derradeiras Será a minha bússola, a me guiar até o fim dos dias.