Postpone Defoe
I am going to abandon Defoe
Not Friday, although I hate him.
Maybe I'll cut his throat, one simple cut
Like making a T-bone
Maybe I'll have to postpone.
Anvil
No lover, red wrath,
Kin pushed away, dark path,
Anvil as a chest,
Or anvil over my heart.
Embraceable you.
Empty dirty bed.
Great trash wall
Polluted mind, fetid air, wonderwall.
Your psychology won't succeed, undone deed.
Hard strong feelings, sepulcher,
As consistently coherent as a hill,
Falling over a mountain, not still,
Stronger than carbon steel, mad wheel.
A glacier breaking into the dark blue sea.
A demise, an implosion silenter than thee.
Beyond myself there is certainly me,
Loving prostitute whithout fee.
The translucent sky, the light green sea, life untamed.
Estatuto
Nada fica.
Fica nada.
Pica danada,
Cabeça passada.
Give it a chance!
IF you employ tech to create conditions to telepathy,
Would that be considered as that?
Or facing the fact,
If turned out into a despicable question
As despicable me?
Fascinating words fascinating world
All that I cannot do or understand,
All endeavors succeeded or failed
All sirens of all ambulances and C&
All sirens of the deepest sea, deep and blue
Turned black into pitch black
As we descent, pressures and Grand Polonaise.
Kate Liu, Andante spianato,
It's like Veronika's Napkin,
Tainted with red globules of incomprehension
Although liberating sensation follows
Paradoxal inconsistency
Stuff of creation even if
Monts parturient und nascetur
A ridiculous mouse
If is my mouse and can be taken
Stolen ou used in greater dids,
I really hope the rodent has a dance.
Give it a chance!
Aqui
Eu tenho minha dor e vacuidade de verdade
Olho todos os fantasmas meus parceiros exceptuando tu que és minha componente
Como um olhar sempre ausente e presente
E sem vc o cominho é empedrado,
Sem Canteiros
Sem hidranjas, sem tulipas, sem papoilas vermelhas, ópio sonhado, sem belladonna
Campos, desoladora, destruidora
Não quero.
Nem ver as meninas.
Nem ter filhas
Ou respeitar filhos
Que não respeito nem Satã, tinhoso, ruindade no espelho,
Nem que se Julga caído, fdp como o declarante
Um tratante do bicho, um gestor de lixo,
Quem não existe assim,
Apenas no fundo de um outro assim
Como um defeito perfeito,
Uma distorção de mim.
Esse sim invocará a sua divina proteção,
Esse que caga em Deus é aquele temido
Aquele que querem ver destruido.
Chupa, chupa. Chupa.
Vem que não tem,
Só a minha força, dor louca que não tens como segurar,
Infantil deus ou demônio, eu aqui permaneci,
Após a morte de todos os demónios que vivi.
Após a decadência daqueles que manipulei e comi
Melhor dito devorei por tudo de mim venenoso que de boa fé dei.
Eu vos olho e encaro com alho e a mão nos quilhões,
O que vcs
Cabrões,
Tanto falam entre chouriços em aguardente
Eu sou essa coisa
Candente como mar ardente.
Aquele que consumirá a vossa ideia,
O que trará lider a essa desgarrada alcateia!
Ergam suas vozes (a quatro mestres)
Aos distintos metafísicos cabrões que tornam a vida
Mais complicada, como um permanente teste,
Aqui declaro estar a ouvir quatro mulheres
Como uma cota de malha de Teflon, que me veste,
E o seu escudo, os espíritos de África mãe,
O um, Oxalá Xangô, o vodu da Louisiane, a oração de S. Jorge Guerreiro,
O meu espírito inquebrável,
Norah Jones, Katie Melua, Diana Krall, Melody Gardot,
A Vós vos invoco, em adição,Taylor Momsen, Maria Brink, Lzzi Hale,
Ergam suas vozes e ensurdeçam
Walt Whitman e James Joyce.
Que não quero que ouçam meus devaneios
O Rui Barbosa, Antero de Quental, Joâo de Deus poderia,
Whitman and Joyce despertam uma inquietude
Uma noção de Inferioridade de pretensa servitude,
Not Yeats or Les jeune Rimbaud et Verlaine,
Ni Mallarmé que j'ai eu le plaisir d'écouter
La simplicité de Simone Sophie Ernestine Marie Bertrand de Beauvoir
Son nom une cadence si belle...
Repito que estou em língua portuguesa,
Tal como recriei o que era atuação num filme pornô,
A imagem de que a educação que me deram,
Desci mesmo dela, pelas traseiras da casa,
Uma figura que o poeta usa no S. João dos outros,
Eu derrubei o que a ética a moral o temor paternal reverencial,
O temor maternal,
Bem real e mensurável em colheres de pau e pratos atirados,
A minha inibição é agora só para mim uma teimosia
Pois eu posso dar-me nu sem dúvida nem culpa
Além da culpa de ter culpa que sempre nos consome.
Evolui, tornei-me algo bem humano e todavia atípico
Algo complicado e no mínimo criptico...ossos cansados.
Falo e ouço os que me querem convencer quando quero ou posso
Assisto a todas as lições quando há horizonte e
Essa linha imaginária que separa a terra e os oceanos
E lança no céu todos os enganos destes anos,
E agora, mal ou bem, tenho que fazer mal feito,
Ridícula incompetência, psicológica reverência,
Tudo o que deveria
Vou terminar um dia.
Se eles não desistem
Baixarei os braços cansados?
Como o Piano Concerto N°1, Op.23
The show must go on….
O sentido não é obtido por Dark or bright arts
E as grandes Mozzarella de Bufala, abençoadas,
Sei que começo a saber o que é fome.
Fome e dentes e dentes e mandíbulas
Onde os
Fascistas se
Encontram com
Os Marxistas
Todos cumprindo a sua história como forma de ser humano
Pescador não,
Predador inclemente,
Sino, repinar de silêncio
Mente nem.
Sempre demente.
Mostra a teu amor se o houver
Meses de cais sem vento nas Velas
Ou vento ou desalento
Vilões vestidos nos nossos roupões.
PS
Versos duos, finais do Mar Português...
O que discordo como uma imagem truncada de algo que era temido e ora abrigo,
Como a Lua, onde espelhou a terra, um satélite único em propriedades,
E todavia morto e seco, frio, cratera desenhado, um campo desbaratado de milhões,
De crateras um dia feitas abrigos, quem diria, nossa casa um próximo dia...
Não há relação entre a fecundidade do mar e a beleza vazia e perigosa de uma película,
Que além da troposfera se dilui, que é a magnetosfera a protetora,
Que a ambígua dualidade é sempre uma verdade para os Protágoras do mundo,
Como esse poeta que é, e que hoje na minha admiração confundo
Com aquele amigo do Esteves sem metafísica, nem tanta sapiência da física.
Restam as musas, tágides, nunca saberei, de vossas vozes e pessoas, isso sei.
Obrigado por tudo o que vos tomei.
By your voices...
Something was promised by one that does not matter to noone,
Although he believes and credd, really, that you led him in your lap…
Krall, Jones, Melua and Gardot, by order
Considering all your unique and powerful personal features.
No one of you have provided a rush of harmony, you are It, Real.
I am listening to big boys like Thiel a that Weinstein math brother
And say, men are dangerous, you, asking, are lethal
If I was asked I would choose death.
By your voices.
By your capacity.
MADE Strength...
Not strange to my density,
Not blind to Mandelbrot reality
A “dream.present.in.the.flower”
I would like to Present You,
As earners of a simple promise
As some of the great minds dressed
Within. Bodies.Beautiful like yours...
When it comes to Federova, Lisitva,
I always hear without you having image on
As I made to you all.
Bias are bitches like me, to me…
So I fight Biases endlessly...
La quinte du Loup
I prefer other transcendental numbers
Like those that produced you and by you.
Are into "good, dark" Louisiana arts ?
Your future may be linked in a mysthic way.
A bon. entendeur,
On doit oublier tout peur.
Pardonais l'inarticulé...
https://citations.ouest-france.fr/citation-charles-aznavour/faut-oublier-immigres-apporte-france-125101.html
Everyone brings a tresor within, but some are harder to dig...
All you pretty things
Next
Nexus,
Interwoven interoperability,
You don't allow me to lay
I don't let you decide,
By dark developed arts
You put the dark choice
As a plate where dogs choke,
And die in strange positions.
As I take strange decisions.
All you pretty things
All you sentient beings
All this troposphere, see if it was not there.
0000
Acordei uma vez mais Não quero isto Não vou escrever coisa nenhuma Não quero isto Apenas as penas do pato À vista da negaça, imagético fato Reza pela plumbea chuva Que tarda.
Quem se não cuida e nem sequer é druida
Não sei bem certo se a ilusão é intuição,
Sei que os meus bagos estão mais leves,
O pau não levanta, emburrado, velho,
Sem bedelho onde lhe interesse meter,
E a piscina tá cheia de gente q foi lá ter,
Sem nostalgia, a Foda da concretização,
A cabeça que fode e goza é o lobo frontal,
Mais uns pormenores de anatomia funcional,
O tesão mora cá na cabeça, e é quem dá autorização...
Devia ter errado e aceitado o povo fodido,
Simpático e distraido, com a tristeza incluida,
E transar rolar, rolé, mais mais,
Com a mulher da tuagem fodida na base da coluna, tesuda e banal….
Como uma ex Mulher linda, vejo a Camila finada, coitada.
(ou viva a rir do idiota, só o diabo sabe)
Eu cá que devia ter ficado em nome de tantas e muitos que mereciam mais,
Como uma xoxota, todas iguais,
E todas tão realmente diversas, divergentes diferentes,
Como os caralhos das misóginas gentes.
Ou não, mas a protuberância tão diferente,
O focinho do bichinho como o gansinho.
Como que diz fuck me from behind e não diz,
Plano desertado de vento enrolado de gente que se gosta mas não cuida…
Quem cuida dessa centralidade, dessa sentimental idade de calor dissipado
É aqui o meu amor da minha vida invertida, nesse amor roubado?
A mim Ele não se achaca…
A mim a minha boca não beija,
Acha-me um tesão
Como a carruagem de Tesalónica com Ludlum
Mas é o meu beco sem saída, mais nenhum,
Meu destino em ferida
Meu ferro de golpe de despedida.
Queria ser amado pela minha tesuda, que me fita com olhar lânguido,
E ouvir as palavras que ela joga ao vento enquanto me fala ao ouvido,
Me persegue nos meus sexadelos, nem sempre molhados, sempre molhada, duro
Porque, Foda-se,acordo, e muitas vezes a meio da noite para masturbar o perturbado
Que dorme a meu lado, rebola na cama e mama,
E sempre se esquece, metade dos dias pensa que não vive sozinho.
Há anos, patético, acorda sozinho surpreendido com a solitude que não é virtude
Teimosia e inferioridade da verdade de não saber porquê,
Porque é que algum ser humano o gostaria de ter de manhã na cama,
Divertido, saudosos LBGT+, de bem, povos caninos e caprinos,
Gatos e salamandras, dizem que são malandras….
Todos iguais, vivos e sexuais.
Que tenho eu que quero é não desejo dar o passo,
Homem do leme sem capa no barlavento frio, dança sem compasso.
Como a cabeça já dentro do laço lasso.
Que o ponteiro vai apertando o passo.
Uns mais partidos, outros ainda como quem diz… Vi Vivos.
E Vi em cima da pedra fria,
Desligados, escangalhados no mesmo dia.
PS:
No sei.
Cannot explain...
Tiro pé.
Queria era bala colorida...
Passo sem fé...näo tem até.