Por ora não interessa quem sou, que entenda a/o ?! Outr/a/o.
Peço desculpa por postar escritas toscas, textos mal editados ou nem revistos.
Parte da minha escrita fora da nuvem., formatei-a num ssd...😂😢🤗 A plataforma é rápida. Sem sequência ou ordem de assunto. A cronologia: nem sempre é clara a data real, por isso a não incluo.
Gente entre gente, que não se pense que se sente o que outro sente, nem que se pressente para além do presente.
Só me retrato por tanta falta de critério e qualidade.
A verdade é que alguns dos que mais prezo não serão incluídos para já.
Uso também um novo repositório para a língua inglesa, idioma que tenho vindo a usar por vários motivos, e.g. (https://www.poeticous.com/m-genth )
Embora quase não escreva em espanhol e francês, uso um site espanhol que considero, entre outros.
Não posso aquilatar exactamente o que perdi, dado que....blá blá blá.
Quando encontrar uma ordem e decidir se quero incluir algo pessoal além das iniciais cruzadas, ou pseudónimo/fotografia.
Atentos cumprimentos a todos os que mantêm, participam e contribuem para este repositório de escritas, as melhores, e todos os que chegaram. Obrigado
Lista de Poemas
Laços de frouxidão, cristalocaligrafia...
Meu segredo não é tal, portanto
Meu segredo não é tanto.
A chave para o ininteligível é o caos.
Minha cabeça é uma espécie de sótão,
Cheira a seca decadência sem amigos
Cheio de prateleiras que não podem ser dobradas.
Cheio de prateleiras que você pode não encontrar,
Minha cabeça é um repositório de conhecimento perdido.
Laços de frouxidão para um mundo oh, tão (ir)real,
O grito da noite de um animal de Tabula não Rasa,
Dor de afastado de um faz de conta a que os inimigos dizem real,
Pois eu nunca serei real nesse mundo do papá
Que queria dormir e não continuar a fazer e refazer,
Raiva de levar os desenhos do paizinho no meu caderno pra escola
Como se fosse um tetraplégico do desenho do topo da cópia,
Além de haver quem pinta com a boca, cobarde que sou,
Criança sem espinha dorsal, um verdadeiro animal mesquinho.
Nunca me perdoarei nem a estes patéticos escritos
Parte do projeto uma vez ridículo, semper ridiculous.
Não ligo para a vossa realidade, hihihi,
Tenho um Fork mais antigo que o Git, Gerrit or SourceForge.
Dragões de todos os fascinantes tons,
Lindas mulheres, pessoas de bons dons,
Miríade de cores, explosão de emoção, odores
E Flores, orquídeas e hidranjas, tantas infindas granjas
Tenho um Elysium de trigo e centeio bravo
Tenho sachê e Courvoisier, Bourbon, Malte, Vodka, Gin
Tenho um bar que vai entroncar no mar
Onde nadam os cetáceos que me cantam
Baleias banidas como eu, e ambos lamentamos.
E assim passamos os anos lá de fora, que aqui apenas,
Que aqui onde eu moro, apenas observamos,
Olhamos o mundo, a Worldtree e seus doentes ramos,
Choramos pelos injustiçados, rimas com os condenados,
Abraçamos as Quimeras os Grifos e as águas onde pescam as águias.
Navegamos pela dor do mundo e sua alegria vadia, casca de felicidade,
Slumber, somos testemunhas da verdade
De que não há idade para partir, apenas assassinato,
E vejo os meus longos cabelos cinzentos
Redemoinhar em ventos, furacões dos meus lamentos.
Pois tudo o que me tiram dão,
Toda a incapacidade é a força
De não voltar nem que tudo torça
Eu e Schwarzschild,
O tempo é o que é
E vivi vidas passadas e futuras.
Olho e vejo destas alturas
O sofrimento dos filhos do meu pai,
Cujo nome vós bem sabeis,
A alegria de o meu único filho
Ter um mundo grande e seu
Donde mira suas rugas, seus membros atrofiados
Seus sonhos e pesadelos,
E Testemunha a falta de importância da sua constância
Raiz da erosão e início da vida de tormentos sem fim
Que os outros subsistem e resistem e
Eu, sem fronteiras, desço o Mississippi, amo o Missouri,
Atravesso de Vila Real de Santo António até ao rochedo de Gibraltar
E morrerei sem coleira nem chip de localização
E viverei sem viver, e ao que assisti nenhum outro poderá dizer eu vivi.
O céu sabe que o mar Aral recuou e morreu, morre um mar inteiro, que importa uma criança imatura,
Um trauma que perdura e sempre viverá longe dos deuses do vil metal e trabalho matinal?
Ò musas mais perigosas que Medusa,
Matai a minha pessoa, acorrentai o esqueleto,
Eu continuarei sentado ao belo som do meu coreto.
Agora que o pano desce sobre a terra desolada
E o gunslinger se prepara para a perdição
Perdoem essa estranha posição,
Sou o prisioneiro que ama a prisão
Sou um pensamento ridicularizado
Um homem escuro e duro, não sei porque perduro
Enquanto tudo cessa, tudo bate a porta e diz, até à minha volta…
Enquanto tudo cessa,
Todos batem a porta,
A vida lá fora continua torta.
149
Do coelho na toca, da raposa no galinheiro
Uma hora de dias, os concertos Promenade,
Subserviência ao Império Anglo-saxónico
Onde querem o mundo eu sou o chão,
Onde querem herói eu sou perdido,
Onde quer que esteja, aí não estou.
É que quando cheguei aqui nada entendi
Alguma coisa de suíno queimado, rançoso
Quando vos encarei por certo duvidoso,
Do coelho na toca, da raposa no galinheiro.
E foi quando soube que não voltarei inteiro,
Meus cornos serrados, meus bagos esmagados,
Meus membros truncados.
Olho presentemente com meu melhor olhar ausente
Em composição surrealista, uma paisagem portuense
A minha presença entra pelos buracos de tantas cabeças
Tantas tetas cheias em contratos Leoninos,
Tanta camaleoa que tive que recusar à toa.
Há tanto tempo que não vejo a corda em Lisboa!
Hit the road jack
Jack of all trades, master of none
Till the end of the week you must be gone
No more, no more, nunca mais vais?
Subserviência ao Império Anglo-saxónico
Onde querem o mundo eu sou o chão,
Onde querem herói eu sou perdido,
Onde quer que esteja, aí não estou.
É que quando cheguei aqui nada entendi
Alguma coisa de suíno queimado, rançoso
Quando vos encarei por certo duvidoso,
Do coelho na toca, da raposa no galinheiro.
E foi quando soube que não voltarei inteiro,
Meus cornos serrados, meus bagos esmagados,
Meus membros truncados.
Olho presentemente com meu melhor olhar ausente
Em composição surrealista, uma paisagem portuense
A minha presença entra pelos buracos de tantas cabeças
Tantas tetas cheias em contratos Leoninos,
Tanta camaleoa que tive que recusar à toa.
Há tanto tempo que não vejo a corda em Lisboa!
Hit the road jack
Jack of all trades, master of none
Till the end of the week you must be gone
No more, no more, nunca mais vais?
137
Cleaning empty dream closets
Nota preliminar sobre um texto achado, sobre um inglerrado e aportu-guisado irreal e esboçado...tomem pelo valor do seu desvalor caótico...or else, tô nem aí...beijos e abraços. Aí vai verguenza.
A ouvir Eminem when Zim, gone, Dr Dre, Cleaning the fucking closet and more,
I peacefully felt asleep as if the real slim shady was to give a fuck about.
Thinking about the launch site at French Guiana, Kourou, I wanted go to 🇸🇷 Suriname also and see the fucking sinked boat florest I used in the novel, un-finished un-threaded, that will never see the fucking daylight.
Suddenly I found myself drunk in Brazil.
So far so good, nothing new, not only a few,
Drinking at a bar with loud music standing over series of skoll and some whiskies talking about nothing and snorting white Brizola a little bit yellow
The best sometimes is due to the process of purification with synthetical cuts like methamphetamine (bad, worst than crystal), whatever, fuck the process, when the pasta as they say that arrives from Colombia or wherever, the cropped setup, transformed in that shit like plasticina or massinha which is malleable I forgot the proper Anglo Saxon word. Base, it's base, or base is the next step, forget that is healthy,
Base for the chemical processing into cocaine to be inhaled or injected, you know.
So there is freebase, that thing that we like and fucks with many, personally, one prefers the 60/70% purity, good to inhale without hemorragies.
Fuck, I was asleep dreaming that was fucking higher that the Condor.
So I decided to retire or could lose it entirely and get a riot like violence scene,
Or end with five ugly/hot/ninpho girls doing imbecile sex or licking them all and drinking and eating and sniffing,
At the same time cursing and laughing, reciting poetry, world politics and economics of cyber industry, the usual devil’s deal.
When I oneirically leave, a missing coat is noted as absent of me, so I turn.
The garçonette, bartender, a nice girl, hands me a jacket
That reveals itself an undersized shirt and, as I have decided to give it back,
Some fucking military police menacing idiots stop me,
And point the dirt fucking corrupt fingers to some white spots that I obviously recognize as dry brizolax,
So I don’t relax and say go fuck yourselves, here everybody is embracing the others,
And there are more empty papers in the bathroom than moths in the garden, you fuckers.
They seem to enjoy because they know they have me nailed at least to a night at a hole in the Delegacia,
Making jokes about getting cold at the stone or about 20 years at Bangu complex on the outskirts of Rio.
And getting their extorsion done with less effort.
Poor got spanked and their girls fuched, tortured and shit.
Richer got the nice, hear this story Senhor, version...
Know, in the dream as I get frightened and at an insane mood, full of rath
In reality I have never been that frightened over those cheap killers,
Extortionists I have seen for years on a daylight and night like basis.
Fuck them.
Fuck them.
Admitting some became even friendlike guys,
Fuck you, I said.
They had the usual automatics like Berettas and third hand Glocks or simple 38 special Taurus with hollow points (oh, so illegal🤣)
AK 47, cheap terror and error proof.
I always looked directly to the blackened hole of the gun,
As dark desire took the wheel, oh so real the smell of gunpowder!
One day a couple of MP and two detectives were driving me,
My translation from Têrê to Bangu penitentiary complex, and they were joking about firing their AKs.
Até nos aproximarmos do Acari.
Então os putos ficaram caladinhos como gambás antes de mijar fedorento...
Havia um amigo do peito, crescido dillando pacoleto para o comando no Acari,
Uma favela de tráfico e relativa qualidade do produto, vendido na sua maior parte em pacote carimbado com proveniências e preço.
A mim ensinaram isso para eu saber que se trabalha muito para empacotar e carimbar aquilo tudo.
Tanto pacote, quantos carimbos....
Entre outras histórias menos claras.
Fodam-se.
Sempre vou ver as AK47 como uma história de adormecer que matou tantos,
Que se intender, agora me foder, vá,
Dispara, atira, coisa velha e passada, sou só mais um a sofrer o teu nefasto, injusto poder.
Sete meia cinco, toma o meu pinto, safado, cobarde, tu que operas sem alarde.
Sou apenas mais um cobarde despachado sem tortura nem fogo, uma sorte, nem arde.
Um dia que ainda viva saberá o que há, o que lá ou cá.
Uma tarde cantará, fica tudo nos entretantos,
Um sonho, um sabor de fodilâncias e perigos tantos…
Quem sonha o que quer nunca o realmente quer///
Ou me tento convencer, iconoclasta, crente, ausente de mim.
Como uma carmesim capa de satin cetin, sentado no pacto pronto para o sim.
A ouvir Eminem when Zim, gone, Dr Dre, Cleaning the fucking closet and more,
I peacefully felt asleep as if the real slim shady was to give a fuck about.
Thinking about the launch site at French Guiana, Kourou, I wanted go to 🇸🇷 Suriname also and see the fucking sinked boat florest I used in the novel, un-finished un-threaded, that will never see the fucking daylight.
Suddenly I found myself drunk in Brazil.
So far so good, nothing new, not only a few,
Drinking at a bar with loud music standing over series of skoll and some whiskies talking about nothing and snorting white Brizola a little bit yellow
The best sometimes is due to the process of purification with synthetical cuts like methamphetamine (bad, worst than crystal), whatever, fuck the process, when the pasta as they say that arrives from Colombia or wherever, the cropped setup, transformed in that shit like plasticina or massinha which is malleable I forgot the proper Anglo Saxon word. Base, it's base, or base is the next step, forget that is healthy,
Base for the chemical processing into cocaine to be inhaled or injected, you know.
So there is freebase, that thing that we like and fucks with many, personally, one prefers the 60/70% purity, good to inhale without hemorragies.
Fuck, I was asleep dreaming that was fucking higher that the Condor.
So I decided to retire or could lose it entirely and get a riot like violence scene,
Or end with five ugly/hot/ninpho girls doing imbecile sex or licking them all and drinking and eating and sniffing,
At the same time cursing and laughing, reciting poetry, world politics and economics of cyber industry, the usual devil’s deal.
When I oneirically leave, a missing coat is noted as absent of me, so I turn.
The garçonette, bartender, a nice girl, hands me a jacket
That reveals itself an undersized shirt and, as I have decided to give it back,
Some fucking military police menacing idiots stop me,
And point the dirt fucking corrupt fingers to some white spots that I obviously recognize as dry brizolax,
So I don’t relax and say go fuck yourselves, here everybody is embracing the others,
And there are more empty papers in the bathroom than moths in the garden, you fuckers.
They seem to enjoy because they know they have me nailed at least to a night at a hole in the Delegacia,
Making jokes about getting cold at the stone or about 20 years at Bangu complex on the outskirts of Rio.
And getting their extorsion done with less effort.
Poor got spanked and their girls fuched, tortured and shit.
Richer got the nice, hear this story Senhor, version...
Know, in the dream as I get frightened and at an insane mood, full of rath
In reality I have never been that frightened over those cheap killers,
Extortionists I have seen for years on a daylight and night like basis.
Fuck them.
Fuck them.
Admitting some became even friendlike guys,
Fuck you, I said.
They had the usual automatics like Berettas and third hand Glocks or simple 38 special Taurus with hollow points (oh, so illegal🤣)
AK 47, cheap terror and error proof.
I always looked directly to the blackened hole of the gun,
As dark desire took the wheel, oh so real the smell of gunpowder!
One day a couple of MP and two detectives were driving me,
My translation from Têrê to Bangu penitentiary complex, and they were joking about firing their AKs.
Até nos aproximarmos do Acari.
Então os putos ficaram caladinhos como gambás antes de mijar fedorento...
Havia um amigo do peito, crescido dillando pacoleto para o comando no Acari,
Uma favela de tráfico e relativa qualidade do produto, vendido na sua maior parte em pacote carimbado com proveniências e preço.
A mim ensinaram isso para eu saber que se trabalha muito para empacotar e carimbar aquilo tudo.
Tanto pacote, quantos carimbos....
Entre outras histórias menos claras.
Fodam-se.
Sempre vou ver as AK47 como uma história de adormecer que matou tantos,
Que se intender, agora me foder, vá,
Dispara, atira, coisa velha e passada, sou só mais um a sofrer o teu nefasto, injusto poder.
Sete meia cinco, toma o meu pinto, safado, cobarde, tu que operas sem alarde.
Sou apenas mais um cobarde despachado sem tortura nem fogo, uma sorte, nem arde.
Um dia que ainda viva saberá o que há, o que lá ou cá.
Uma tarde cantará, fica tudo nos entretantos,
Um sonho, um sabor de fodilâncias e perigos tantos…
Quem sonha o que quer nunca o realmente quer///
Ou me tento convencer, iconoclasta, crente, ausente de mim.
Como uma carmesim capa de satin cetin, sentado no pacto pronto para o sim.
262
Sara's demise
A touch of blood to the head.
A corps in inverted position.
Attraction, ended communication,
All her remains analyzed,
Not a given supposition.
It was a sunny morning,
Sara always went downtown
To catch the ferry to work
Her head already at indexation.
We will never know the cause.
Has she gasped some sense before
The blow cut her off, ended her lore?
Only Devil may know, heard as a whisper.
Sara Denton spoke no more.
Sara laughs vanished.
Sara stays at her tomb.
Sara will never be seen.
Not a wife, nor a next of kin.
A blooming blue tulip she was.
A void where once grew life,
No children, nor husband or wife.
At least she's not Jane Doe,
Most of them treated as a foe.
178
O forno é o calor onde rebolo, por Mgenth.
Ando rodeado de gente, gente empenhada.
Arquitetura A, projeção geomorfológica X,
Bitolar, possuir escultura, calcular inserção,
Registar obra objeto de patente, instantes.
Patenteiam-se as exmas senhoras em repimpos SUV,
Luzidios canídeos passeados por distintos cavalheiros,
Educados, a luva a preceito deixa a relva macia
Para os rápidos, elegantes infantes, bem petulantes.
Outras sobem a escadas e martelam sem parada
O objeto do projeto, após o ato de soldar o esqueleto.
Viaturas avançadas procedem de forma inesperada.
Na calçada de calcário desenhado, anciões rodeiam o coreto.
Certas fêmeas alfa levam para casa jovens adjacentes,
Adónis vomitados pelo paradigma secular atitudinal,
Complemento aos impotentes consortes,
Pristinos e complacentes.
Mortes e funerais, e a estrada atarefada continua.
Em frente, árdua, ladeada de gente alta, tatuada, nua,
Inserida em arena virtual, que o real está fora de moda.
Amores gorados, viverei jamais, reeditados
Com criatura alguma, falta de confiança,
Traição. Desolada alma, personalidade desviante.
(o traidor serei, como me convencem, afinal?)
Amor retificado sem afetos,
Sem conclusão e nem reedição.
Catalogar a emoção como permitida.
Human needs not applicable.
Se útil à identidade social, positiva, Q.Emocional ok.
Desvalor=saudade de gente a ser esquecida, Q.E. negativo
E a nostagia de ter carinho, falso ou verdadeiro
E, ainda, mesmo assim, quiçá, inteiro,
A assunção de que sempre estarei uno,
Sozinho no vento da gente empenhada,
Mostra que o que sei é a orla do ignoro.
Água once tépida carenciada até de travo a cloro.
Update from 2016:
Água gelada, risada, haverá neve derretida,
E nem colo, nem um ombro de mulher,
Nem em sonhos revolvidos lá descanso,
Enquanto este desencontro comigo me couber.
Pobre pauppérrimo, invisível relacional,
Um intocável, sou intocável/ aprisionável.
Q.B. e tout court. Exceptional.
Entretanto as batedeiras, alheias ao que ai se passa,
Assobiam a girar, é bom de saber que haverá massa.
O forno a lenha é o calor onde rebolo,
O que me há-de levar.
Um dia serei uma pizza estragada,
Sem pepperoni, mordida, fria,
Esgotado o calor que aquece o desacordo das palavras inúteis.
E não haverá quem por mim reze, nem sequer uma Ave-Maria.
Arderei enfim candente na pilha dos despojados,
Contente por ser longe da capela dos bem arrumados.
Que os meus filhos me esqueçam e não apareçam,
Nas brincalhonas labaredas a dançar fagulhas,
Que desvaneça em fumaça, livre de qualquer Graça!
(Ò senhor que te não rezo, ò vãs filosofias,
Nestes desabafos anulo o risco de atividade produtiva. Ok)
Não fosse ter comida ou melhorar de vida! Parbleau! Ultraje!
P.S. ao autor
Anterior à decisão de ter o meu corpo imerso em águas habitadas
e nem enterrado, encapsulado ou cremado… Direi de 2015/16
To be posted. The fucked subject.
180
Mind room
All my grieving are my skins,
Cameleon of beautiful leather.
Oh my labyrinthine patterns,
Old skins of detachment and furlough
Oh why I still have a room for you, though?
Short of meaning,
Void of sense.
Cameleon of beautiful leather.
Oh my labyrinthine patterns,
Old skins of detachment and furlough
Oh why I still have a room for you, though?
Short of meaning,
Void of sense.
182
The question rests, will You?
To wash away this pain, carry out the disdain
Don’t come in vain,
I am being mercilessly slain
But that’s OK,
As explicitly was shown, they may.
Hannibal crossing the Alps, winning,
Near the Po and Trebua, Lake Trasamino’s and Cannae
Didn’t save Carthage from the raise of Africanus
Till the total destruction of the Phoenician rooted civilization.
After the disarray of my identity,
On who else this methods will be used, updated and upgraded?
Resources never dreamed at classic antiquity,
Nor in possession of the slayers of Titans.
In disguise as tactics of social harmonization
Even under the Asclepius Wand, terror is at hand.
Remember the structuralism of Michel Foucault
Considering cum granu salis, understand
L’histoire de la Folie et Surveiller et Punir...
O irony, won’t you leave your job siding destiny,
Snarling at thy subjects syncretic misery?
No Ars Amatoria, maybe be sent to a glass shelter,
Making Ovid’s banning a cosmopolitan cozy place.
While the dogs bark the caravan is passing. No,
May all canines in unison and tone ferociously bark!
As Joyce let slip in Ulysses, history is a nightmare,
So one may not forget we are inevitably there.
Be aware, creed is fallacy, no one is going to care.
Statistical analysis, freedom paralysis. Etcetera,
What will you do about Baidu?
The question rests, will You?
Black hole sun won’t you come?
Don’t come in vain,
I am being mercilessly slain
But that’s OK,
As explicitly was shown, they may.
Hannibal crossing the Alps, winning,
Near the Po and Trebua, Lake Trasamino’s and Cannae
Didn’t save Carthage from the raise of Africanus
Till the total destruction of the Phoenician rooted civilization.
After the disarray of my identity,
On who else this methods will be used, updated and upgraded?
Resources never dreamed at classic antiquity,
Nor in possession of the slayers of Titans.
In disguise as tactics of social harmonization
Even under the Asclepius Wand, terror is at hand.
Remember the structuralism of Michel Foucault
Considering cum granu salis, understand
L’histoire de la Folie et Surveiller et Punir...
O irony, won’t you leave your job siding destiny,
Snarling at thy subjects syncretic misery?
No Ars Amatoria, maybe be sent to a glass shelter,
Making Ovid’s banning a cosmopolitan cozy place.
While the dogs bark the caravan is passing. No,
May all canines in unison and tone ferociously bark!
As Joyce let slip in Ulysses, history is a nightmare,
So one may not forget we are inevitably there.
Be aware, creed is fallacy, no one is going to care.
Statistical analysis, freedom paralysis. Etcetera,
What will you do about Baidu?
The question rests, will You?
Black hole sun won’t you come?
220
To cope with Anne Sexton
Anne Sexton felt the need of religion
Oh starry, starry night, I am well with indecision
For that is my nature to gaze at the fork,
To float in a windful sea of waves in a cork,
Seated gazing at that sexton's starry, starry,
Sky that she borrowed from Vincent.
I take from her and pass it on, my intent.
Starry-eyed people that carries our hope,
I carry on, tootling, persisting, I try to cope!
Oh starry, starry night, I am well with indecision
For that is my nature to gaze at the fork,
To float in a windful sea of waves in a cork,
Seated gazing at that sexton's starry, starry,
Sky that she borrowed from Vincent.
I take from her and pass it on, my intent.
Starry-eyed people that carries our hope,
I carry on, tootling, persisting, I try to cope!
203
Contra se vis pacem parabellum
Contra a bomba, metrónomo monótono,
Contra o megalómano que me trauteia
Contra a destruição de qualquer ideia.
Contra a pressão que leva à depressão.
Contra Hiroshima, contra Nagasaki
Tanta beleza não podia recuar perante
Uma bombazina, ragazina de destroyer of worlds,
Worlds are not destroyed by littlenesses
It seems more likely that radiation is bringing caresses
Contra come and see, Alain Resnais, contra Hiroshima mon amour ser tão bom,
Contra ela ter falecido e eu alheio,
Como encantado e fascinado com as meninas mortas de uma colagem de fotos antigas…
Contra as V1, Messerschmitt e Stucka sobre London,
Ò loved imperial city,
Contra a ocupação dos Nórdicos.
Contra os B 29, contra Köln, Stuttgart e Hamburg
Contra o vilipendiado Reichstag, Brandenburg e a arte ofendida
Contra a ocupação de França contra a zanga dos vizinhos
Contra o cerco mudo de Vienna
Contra o rapar do cabelo das mulheres livres de Paris e de toda a França.
Contra ser contra o amor que não conhece fronteiras
Contra a violação e violência sobre todas as Alemãs
Contra o purgante da Wehrmacht na entrada em Berlim
Contra Buchenwald, Dachau e Auschwitz
Contra o cerco da Judiaria de Praga,
Contra Joseph Stalin nos seus assassinatos e Gulags
Contra a frente Russa dos dois lados culpados.
Contra Dien Bien Puh e a França também
Contra Hanoi, contra o Napalm
Contra o desfolhante,
Contra o gás mostarda reeditado,
Conta o neuro agente VX
Contra os Estados Unidos e o Viet Nam
Contra a Guilhotina e os decepados e a morte dos Romanov
Contra a PiDE e otras polícias políticas
Contra a guerra civil Espanhola e seu símbolo Guernica
Contra cortarem as mãos dos cirurgiões pelos republicanos
Contra fuzilarem tantos padres, alguns, não podiam ser todos maus...
Contra todos os abusos e contra abusos, guerras e guerrilhas,
Contra as Ditaduras Argentina e Chilena e o totalitarismo Brasileiro
Contra as barbárie da América Central
Contra todas as minas terrestres plantadas na mãe África,
Contra os assassinos de quem teve um sonho
Martin Luther King e John Fitzgerald Kennedy,
Contra a orelha de Van Gogh,
Contra a demagogia caída sobre Jackie Kennedy Onassis
Contra o FDR não ter lido mais discursos da mulher,
Contra o Scott Fitzgerald ter mimado a Zelda
Contra o machismo do Hemingway
Contra os críticos, quando abusam do poder,
Contra a falta de Henry Millers e Barra não levar La Sodomite além...
Contra a intervenção da Nato, USA com tato, na ex Jugoslávia
Contra os submarinos nucleares e as ogivas múltiplas
Contra os B2B Bombers e americanos com fome.
Contra o Idi Amin Dada
A favor de comer os inimigos,
Mas não por princípio, só quando o ódio nos cegue e afaste da banal culinária...
Contra os coronéis da Argélia,
Contra a dominação da Síria
Contra a intervenção no Panamá
Contra o MI-6, Quai d'Orsay, Mossad, GRU etc
Contra a infiltração nas Filipinas
Contra a Invasão de Timor Leste
Contra as guerras do ópio
Contra Mao Tse Tung e Chiang Kai-Shek
Contra o Lesotho isolado do mar,
Contra a guerra do Kuwait e todas as ladroagens
Contra o lado mau do plano Marshall
Contra os smart bombardment,
Contra o ISIS
Contra a Artificial Intelligence no DOD
Contra a execução de Sadam Hussein no Natal
Contra a pena de morte no Sul ou no Norte.
Contra este eterno sistema que não vale a pena.
Contra a guerra do Afeganistão,
Contra a guerra Irão - Iraque
Contra os Ingleses imperialistas quando saiam dos clubes,
Contra a morte do Trotsky e do Che guevara,
Contra o Jack Kerouac e danos que causou
Contra o Maquiavel e o Sun Tsu
Contra as querelas das cruzadas
Contra as heterodoxias e seitas de todos os tempos e lugares
Contra o que os homens fizeram às mulheres em nome de Deus, da moral dos filhos ou por mero capricho
Contra a inquisição a Reforma e a Contra Reforma
Contra a castração de Pierre d'Abelans e todas as outras.
Contra as terríveis práticas na contraparte feminina, morram seus autores…
Contra as antigas práticas de partir os pés das meninas chinesas.
Contra arrancarem as solas dos pés e a língua para não blasfemar.
Contra o Doutor Angélico que me irrita
Contra a invasão do Iraque de um achaque.
Contra as perdas das torres gémeas.
Contra todos os mortos de guerra,
Exceptuando os Berserkers, que gostariam disso.
Contra a tirania dos Kahns na China
Contra a tortura pelos chineses na China,
Contra o código do Samurai e o admirável período Kendo
Conta os Ronin terem de viver assim
Contra a España ter usado Portugal sem pagar compensações suficientes
Contra España, contra Cortez, contra Pizarro.
Contra todos em Trafalgar, e sobretudo a presença da armada portuguesa
Contra a forma como trataram o Rommel.
Contra o afundamento do Bismark.
Contra a explosão do Arizona.
Contra a morte do Moritz Schlick.
Contra a KristalNacht.
Contra as piores batalhas do Iraque
Contra os 48 países que se vergaram ao American Empire
Contra o tráfico dos opioides dos países ocupados
Contra a monetization de serviços essenciais.
Contra o preço absurdo dos sapatos como Manolo Blahnik, Louboutin whatever
Contra o preço da Informática, inflacionado pela política da Apple
Contra os preços da Apple
Contra os Cartéis serem novas fachadas para operações especiais financiadas,
como foi o coronel no Panamá
Contra a ideia de que desenvolver Cuba no modelo da América é bom.
Contra a teoria cosmológica Standart
Contra a teoria das cordas
Contra todos os ataque e danos a Gaia, O planeta...
Contra o existencialismo francês ter um casal tão bonito que quase nos convenceram que toda a sua argumentação era pertinente.
Contra Maurice Merleau-Ponty por certos pontos dos quais já não lembro.
Contra a mania do Poetic Genius do William Blake
Contra as críticas exageradas de Lollita do Nabokov
Contra os adoradores do Franz Kafka
Contra a extensão das obras de Gustav Mahler.
Contra a hipocrisia da vil metal no rap moderno.
Contra o YouTube estar a migrar contra a Google a limitar o free Android Market.
Contra a desigualdade em todo o planeta a aumentar,
Contra o nepotismo e outros ismos. Sismos. Contra sismos. Bad vibes.
Contra a psicanálise ter hora de tic tac
Contra o Alibaba, o Baidu e o wechat
Contra as patentes na gaveta e toda essa treta
Contra la danse macabre,
Contra o nome do compositor cuja pronúncia é equívoca.
Contra Beth Hart usar o passado de toxicodependencia para se promover.
Contra a perseguição de Julián Assange
Contra os exageros teatrais do #metoo
#metoo e não faço teatro.
Contra as vocalistas que eu penso serem femmes fatales, soft as baby skin, very nice educated ladies, like Lady Gaga, Bebe Rexha, Maria Brink, Rihanna, Mon Laferte, Ariana Grande, Cardi B. etc. (still nice, against not being fatal as black panthers or white tigers…)
Contra todas as atrizes maravilhosas que deixam embotar o seu talento.
Contra o libertarianism of Robert Nozick, it's somewhat fishy...
Contra a mania de fungar do Slavoj Zïzek que parece acabar de cheirar cocaína, não me interessa o que ele faça, para de fungar. Rinite alérgica? Conta outra.
Contra a expulsão de quem revelou as listas da NSA e punição de Eduard Snowden
Contra o Great cyberbully named NSA-CIA-HomeSecurity-DARPA-DOD e todos os motherfuckers
Contra a Rússia na parte em vai além do tit for tat. Hail Russia.
Contra a militarização do espaço.
Contra A China nas suas pretensões imperialistas.
Contra o trabalho escravo na Austrália e Sudeste Asiático.
Contra o hiper sensível exterior da impiedosa mente nipónica.
Contra a complacência da União Europeia relativamente a permitir o Brexit
Contra a decisão do UK de enlouquecer e votar o referendo
Contra o idiota do Bolsonaro pelo mal que faz no Brasil.
Contra a decadência e totalitarismo do Império Americano.
Contra o reinado de Silicon Valley prestes a acabar. HAIL.
Contra Nasdak, Dow Jones, Nikkei, Futse, cac, dax etc
Contra o tráfico de mulheres crianças e trabalhadores
Que nem acredito que ainda exista, cabrões, até na Austrália, vão pagar.
Contra o Bitcoin, proof of Work, and its energy unsustainability.
Contra eu ser contra o Imperador Tiberius atirar escravos da escarpa em Capri,
Contra queimarem as mulheres que exerciam medicina natural,
E contra queimarem as bruxas se as encontrassem, o que raramente aconteceu
Contra a Letra Escarlate,
Contra a Burka, que não me agrada pessoalmente
Contra os que são contra os versos satânicos e os abusos tidos contra o Islão
Contra haver tanta vodka em São Petersburg e eu não a poder beber.
Contra eu estar cansado de estar contra sem saber de que sou a favor.
Seven nation army, give me your power,
All of me and all of you,
We are against so many things,
Beginning by those who look at us without a smile on their faces…
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Presságio de mal
Bate a sombra no pontal lançando um presságio de mal
Cresce em linda barriga de linhas ágeis
Desenvolve ora ora em fetos saudáveis,
Hora a hora encasula em embriões viáveis
Olá ao mundo num parto de dor e temperança,
Há esperança em querer a mudança no gerador da matança
Que falecerá antes que a mãe tropece na calçada,
Ensanguentado, se esvai esgotado,
Morte num momento, presságio agoirento
Vive num dia que se não sabe adiado
Aquele que tudo verá acabado.
Aquele sem pedagogia, o sem melancolia,
Que não seja de olhar o mundo numa polia.
Numa genialidade mecânica, é um desmembrador,
Num maquiavelismo esotérico e tétrico, não basta o mal teatral
Ele exige em sublimação o reconhecimento da solidariedade,
Como se o outro fosse empatia, urge pela saciedade
De exercer o mal, em liberdade celebrado como benfeitor de verdade
Quando assoma na varanda é uma sombra do mal que manda
A assunção da sombra no pontal que confirma um presságio
Uma música negra chorada por outro em forma de adágio.
Porque vive nestas linhas desalinha
Porque existe neste destroço de esboço
Porqe a manga tem seu caroço
Porque hoje faleceu lindo moço
Há quem jogue as armas para lá
Na sagrada festa a Xangô e Oxalá
Porque escrevo isto eu sei lá.
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Comentários (1)
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Contra plágio também é uma maneira de dizer e não dizer. Muito obrigada pelo comentário em meu poema.