mgenthbjpafa21

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n. 1965 PT PT

Gente entre gente, que não se pense que se sente o que outro sente, nem que se pressente para além do presente.

n. 1965-05-01, Vitória, Porto

Perfil
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Truism


Vós bronzeados como eu, mais, por vinte ou  trinta anos,
Vós malhados de piscina, praia eu objecto de atos, danos.
Nós na mesma mata por diferentes trilhas
Eu certo do abismo no cumprir da milhas.
Eu celebrando o torpe destino
Vós abordando a coisa com tino,
A hora incerta, a morte certa.
Oh my, it is a fucked up, eluded world... 

Called a truism.
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Biografia
Por ora não interessa quem sou, que entenda a/o ?! Outr/a/o. Peço desculpa por postar escritas toscas, textos mal editados ou nem revistos. Parte da minha escrita fora da nuvem., formatei-a num ssd...😂😢🤗 A plataforma é rápida. Sem sequência ou ordem de assunto. A cronologia: nem sempre é clara a data real, por isso a não incluo. Gente entre gente, que não se pense que se sente o que outro sente, nem que se pressente para além do presente. Só me retrato por tanta falta de critério e qualidade. A verdade é que alguns dos que mais prezo não serão incluídos para já. Uso também um novo repositório para a língua inglesa, idioma que tenho vindo a usar por vários motivos, e.g. (https://www.poeticous.com/m-genth ) Embora quase não escreva em espanhol e francês, uso um site espanhol que considero, entre outros. Não posso aquilatar exactamente o que perdi, dado que....blá blá blá. Quando encontrar uma ordem e decidir se quero incluir algo pessoal além das iniciais cruzadas, ou pseudónimo/fotografia. Atentos cumprimentos a todos os que mantêm, participam e contribuem para este repositório de escritas, as melhores, e todos os que chegaram. Obrigado

Poemas

245

Suck me long, suck me deep, intelectuality!!

Why don't I know if I am not duplicating
Wit lost after the fear, erasing induced
By you great mother fiuckers, throw it al to the river,
By you great "pédagogues" of adults
Haha, you great sapience falling at my feet
Poor feet, fucked mal treat prominences
Still capable of picking some asshole sentences
And shove them into your vicious asses,

What can you had, I am the bitch you copy,
Am am the rule to your infantile measure,
That  adore when you plagiarized my playgirls
Or reproduced my preferences on takes...

When you monetize the sites were I fucked
Using friends and pros with papys liquidity
Well, I should have monetized that mercifull persons,
Although
I expressly leave, by expess discordance, when father phoned exactly,
When I was being wildly sucked and eating at the same time,
Having to command things better left unchanged

It was nice when The mouth of my woman or else… was filled when talking,

Proof of control and the girls out of the family 

They brought warnings,

He puts In our mouth, while speaking  to the his family, to test my determination

Sorry it was the family's surveillance that wanted me to fail,
Not to have un unpredictable sucking agenda.
I'll give you my pudenda.
Suck me long, suck me deep


May you stand and throw your comings of cumming...
And fuck the telephote, talk or the sommelier
These are Completely different perspectives, bitches.
Nice lives, best wishes, love you deeply.

Suck me long, suck me deep, intelectuality!!
212

Unpublished and still alive.

Putanita de álcoo,l venom, depressor do SNC...

Quem pensa nâo, uma antiga depressão, é cego ou nâo quer ver nâo.

Fuck my old things passed, water under that many bridges

As lágrimas da barragem eventualmente arrumam passagem, canto de etílico,

Choros sepultados, guardados, reprimidos, soluços partidos sempre retidos. 

And Anne Sexton makes my healthy tears fall and fall relentless and unafraid.

And Departure makes me doubt if Plath has not conceaded to the erudition temptation,

The utmost fringe of a mundane vision was accepted by my crazy criticism. 

Ghosts of beautiful voices.

You are successful and death,

Am I inconsequent, unpublished and still alive. Alterar texto

But we three still anyway thrive, what a trio.

Oh such keepers of of Profane Grail could we be….

Reinvent yourself and never became a prisoner of academic institutions,
Never give your ass to potential powerful corporations,
Your ass is an asset of the greatest value is you don't accept low bids for it…
The fucking market says it will plumb, or Rise LIke HELL
Wait, stay hungry and homeless if you have too, wait for fucking History to TELL!



204

Menina brincando


Dijo hace lo que haces con el corazón
No embarques en un corsario negro
Respecta los sueños de las antepasadas
Inspira a la primera idea hermosa o catártica
 No me gustaría de me quedar a antártica
Más la poesía de los pingüinos Imperador
Deberá ser más alta que el dolor

Lo que nada consta contra la sospecha
Que sou una menina brincando na Praia
Escoada de areia na playa fugida de mar cansado...

133

Eu rolo sem rumo, tabuleiro estragado

Desalento empurrado, dado viciado, caído na orla do ser, 

Vazio na hora de ter, 

Eu rolo sem rumo, tabuleiro estragado, 

Destino ignorado, sem planta para ver.

Ofereceram pilhas de livros e razões sem nunca interiorizar o que aí achei, palavras polissilábicas,
Estruturas, só palha seca, cinzas e agruras.
Seco só e sem palavras ardidas, 
A casa antiga de mim enfim desabou,
Os saltos altos das mulheres na rua, choque, ruído e o nada que sobrou
Só a dor traz sentido ao meu desalento.
Só a teimosia provem ao meu sustento.

O vento quente com sabor a chamas,  a cinzas, afinal como me chamas?
Cinzas de nós, chondrites aspiradas, afinal nadas, nada do macroscosmo,
O soluço da solitude no planeta mãe, só esta noite, nâo ficas,

Pois a tua personalidade é fria e eu sou quente e grande e tolerante,
Mesmo à minha incompletude expressa no sangue e gemidos que levo,
Nâo te pego amor mesmo que a alma desespere e repetidamente sem trevo.


Três ou quadrifold, fuck what is about to be told, i am sold to boldnesss.
So i cannot falter, no more alter, and my song is in A plus full of disarray.
A song of  lost love, of having to cut your limbs, of sung nothingness.
190

A opção

A vida está a acabar e já dei o que tinha para dar, 
E foi a nada dar que nada recebi pela psicologia das putas que pari...
As que amei, enrabei, as que fodi. 
As que embalei, ajudei, paguei e todas as que abracei. 
Pari mulheres, minhas filhas, dei à luz enteadas, 
Amigas e amantes, fiz cesariana de coisas semblantes, 
Travestidas de mulher ou outras quaisquer. 

Sou mãe de gente que me odeia, inveja, despreza, 
Pessoas que cativo, sou famoso em ser ignorado,
Ser amado sendo maltratado. 

Sou mãe parida das minhas outradas mulheres. 

Acredita tu se puderes ou quiseres. 
Não digas que queres ser como eu. 
O tinhoso pode conceder o desejo, meu. 
E a tua vida uma novela que não queres ver decorrida. 

Um pesadelo onde vagueias nu e sem guarida. 
Um vento te fustiga e te leva a pele, sabor a fel, 
Longe do caís, da calma, longe do mel.

Minha escolha, pedra pisada, meu sangue nas minhas mãos, 
Sangue das vítimas, vermelho dos cães, resultado de atos sãos. 
Pari mulheres minhas que partiram como senhoras embaixadoras.

Tanto direito caligrafado em linhas infames,
Mulher, nunca esperei que um dia me ames.
249

Laços de frouxidão, cristalocaligrafia...


Meu segredo não é tal, portanto
Meu segredo não é tanto.

A chave para o ininteligível é o caos.

Minha cabeça é uma espécie de sótão,
Cheira a seca decadência sem amigos
Cheio de prateleiras que não podem ser dobradas.
Cheio de prateleiras que você pode não encontrar,

Minha cabeça é um repositório de conhecimento perdido.

Laços de frouxidão para um mundo oh, tão (ir)real,
O grito da noite de um animal de Tabula não Rasa, 

Dor de afastado de um faz de conta a que os inimigos dizem real,

Pois eu nunca serei real nesse mundo do papá
Que queria dormir e não continuar a fazer e refazer, 
Raiva de levar os desenhos do paizinho no meu caderno pra escola 
Como se fosse um tetraplégico do desenho do topo da cópia, 
Além de haver quem pinta com a boca, cobarde que sou, 
Criança sem espinha dorsal, um verdadeiro animal mesquinho. 

Nunca me perdoarei nem a estes patéticos escritos 
Parte do projeto uma vez ridículo, semper ridiculous. 
Não ligo para a vossa realidade, hihihi,
Tenho um Fork mais antigo que o Git, Gerrit or SourceForge. 

Dragões de todos os fascinantes tons, 
Lindas mulheres, pessoas de bons dons, 
Miríade de cores, explosão de emoção, odores 
E Flores, orquídeas e hidranjas, tantas infindas granjas
Tenho um Elysium de trigo e centeio bravo 
Tenho sachê e Courvoisier, Bourbon, Malte, Vodka, Gin 
Tenho um bar que vai entroncar no mar 
Onde nadam os cetáceos que me cantam 
Baleias banidas como eu, e ambos lamentamos.

E assim passamos os anos lá de fora, que aqui apenas, 
Que aqui onde eu moro, apenas observamos, 
Olhamos o mundo, a Worldtree e seus doentes ramos, 
Choramos pelos injustiçados, rimas com os condenados, 
Abraçamos as Quimeras os Grifos e as águas onde pescam as águias. 

Navegamos pela dor do mundo e sua alegria vadia, casca de felicidade, 
Slumber, somos testemunhas da verdade
De que não há idade para partir, apenas assassinato, 
E vejo os meus longos cabelos cinzentos
Redemoinhar em ventos, furacões dos meus lamentos. 

Pois tudo o que me tiram dão, 
Toda a incapacidade é a força 
De não voltar nem que tudo torça 
Eu e Schwarzschild, 
O tempo é o que é 
E vivi vidas passadas e futuras.

Olho e vejo destas alturas 
O sofrimento dos filhos do meu pai, 
Cujo nome vós bem sabeis, 
A alegria de o meu único filho
Ter um mundo grande e seu
Donde mira suas rugas, seus membros atrofiados
Seus sonhos e pesadelos, 

E Testemunha a falta de importância da sua constância
Raiz da erosão e início da vida de tormentos sem fim
Que os outros subsistem e resistem e 
Eu, sem fronteiras, desço o Mississippi, amo o Missouri, 
Atravesso de Vila Real de Santo António até ao rochedo de Gibraltar 
E morrerei sem coleira nem chip de localização 
E viverei sem viver, e ao que assisti nenhum outro poderá dizer eu vivi. 

O céu sabe que o mar Aral recuou e morreu, morre um mar inteiro, que importa uma criança imatura, 
Um trauma que perdura e sempre viverá longe dos deuses do vil metal e trabalho matinal?

Ò musas mais perigosas que Medusa, 
Matai a minha pessoa, acorrentai o esqueleto, 
Eu continuarei sentado ao belo som do meu coreto. 
Agora que o pano desce sobre a terra desolada 
E o gunslinger se prepara para a perdição 
Perdoem essa estranha posição, 
Sou o prisioneiro que ama a prisão 
Sou um pensamento ridicularizado 
Um homem escuro e duro, não sei porque perduro
Enquanto tudo cessa, tudo bate a porta e diz, até à minha volta…

Enquanto tudo cessa, 
Todos batem a porta, 
A vida lá fora continua torta. 



157

Do coelho na toca, da raposa no galinheiro

Uma hora de dias, os concertos Promenade, 
Subserviência ao Império Anglo-saxónico
Onde querem o mundo eu sou o chão, 
Onde querem herói eu sou perdido, 
Onde quer que esteja, aí não estou. 

É que quando cheguei aqui nada entendi 

Alguma coisa de suíno queimado, rançoso

Quando vos encarei por certo duvidoso, 

Do coelho na toca, da raposa no galinheiro. 

E foi quando soube que não voltarei inteiro, 
Meus cornos serrados, meus bagos esmagados,
Meus membros truncados. 

Olho presentemente com meu melhor olhar ausente
Em composição surrealista, uma paisagem portuense 
A minha presença entra pelos buracos de tantas cabeças 
Tantas tetas cheias em contratos Leoninos,
Tanta camaleoa que tive que recusar à toa. 
Há tanto tempo que não vejo a corda em Lisboa!

Hit the road jack 
Jack of all trades, master of none 
Till the end of the week you must be gone
No more, no more, nunca mais vais?
146

Neo slaves (Out of Human Clay)


Seems to be a fascination,
In a time of Brazilian Wax
And shinning Cunni exposé
Legs open far, allegoric dorsum
As an Inventiveness of Self
Body Art categorically Alluring
 
Cohabitation, Tenderness
 
Seems to endure a spread taste
For bargains involving the Anima
Especially when almost nobody
Really believes having one anymore.
 
Maybe our grandparents had one
People think to ease
The restlessness
Of the acceptance,
The weak not conforming
With the loss of the traditional
Afterlife, whatever the form
It may reveal
It is
After all
Some place of rest to the worthy.
 
One of the great dangers
Of the nascent century
Is
(And now when gaining adulthood)
And
Still remains
The Revival of Faith.
(Are people gone collectively insane?)
(Embrace your eccentricities)
 
Sailing a Sea of Tolerance,
Could I Dearly ask of you
More wax less faith?
Avoid the latter.
 
Faith is a dangerous motivator.
Faith has been killing since the Dawn
Of Sentient consciousness
Made Glorious Shrine by a son
Of somebody
Sometimes believing being
The Son of Something,
Light, Fire, Morning, Gaia
Or Not the Owner but its Son.
 
Usually with Capitals like Lord, Prophet,
Or even the Arian Race,
Or the Masters of Disgrace.
 
Yes, don’t fool yourself
This is all a Faustian Bargain.
 
Be proper, don’t disdain
But how not to
When organized
Religion
Mutates into the same Conglomerate
Logic that transverse society?
 
TED talks are more “religious”
In a sad way
That the politically correct sermon
Of Sunday
(Hail to Theology & Epiphany)
 
Why are people so fond of exorcisms, vampire or werewolves?
Are those sects more accessible than health care?
(In an Extensive meaning which includes aesthetic
And genetic treatments to say the least)
Well, I’d rather become a Vampire.
It seems a relatively open and functional group...
 
Don’t give up on Caustic words to an Acid world.
 
Is it related to the plutocratic society
That dictates how the workforce
Will be like in ten, twenty or thirty years?
 
Like as in predicting 117th Tenessine?
“”Island of stability”
 
Are there enough similarities
To invoke fundamental questions?
 
Shame upon myself if I would ever give up
To your manipulative delusional promises
Shaped to get the compliance of an idiot.
 
Being an idiot doesn’t make
A complete weird stupid wacko.
So much was apparently given, but...
NOT.
 
Neolution Fringe?
As in Netflix?
Don’t make me laugh.
Rather have a deserted epitaph
 
Humanity is improving skills with 10% of science
And 90% of resilience
The neo slaves, indoctrination in action.
We map ourselves and (who?)
Choose the buttons to pull.
 
A truce could be called to reflect
But only Acceleration is at the table
Solving the problems created
By
“Those who came before”
Sacrifice now, protect
“Generations to Come”
Blindfolded to reality, misty shore
On the edge of a world not only uncertain
 
But planned by an elite smaller than ever
Controlling a network powerful and new,
Fast pace always telling tales about education
 
Teaching us emotional control to stand after suffering.
 
Who really stands over the death bodies
Of wars and revolutions fought
Of unjustified disease, of countries turned to ashes?
How many times we had to rebuild over a century?
Just say who won the contracts
Tell whose benefit all that pain has become
 
Tell it
If your man made character
If your growth personality still allows it.
You tool, you fool,
Come and see.
 
A believer Golem was manufactured
Out of Human Clay,
Only to dissolve anyway.
189

Detachment, Angular Momentum

Someone should stand to someone’s convictions,
The Falcon should go respectfully on its prey.
There should be axiological principles to obey,
Pigs or henhouses should have better living conditions.

Cows should not die by the hammer or other means,
Parents should relate well after deciding to raise children.
Movie directors would have to embrace their fine art;
People who want to be together should not stand apart.

Life should not be a prima Donna,
No one must, therefore, die from glioblastoma,
Or anywhere in biology be found a granuloma.

And I, being idle,
Should not have rotational inertia,
Or angular momentum.
Instead, immobility is spinning faster...
Conservation of angular momentum,
And I, falling into myself,
should open my arms as a valediction,
Take a stand, rise to a better condition.
192

Uns de mármore, outros de mel


Tanto é o ódio que nos cobre como manto
Quanto é a vontade de ajudar, para nosso espanto
Queremos sangue de quem nos magoa
e assim boa vontade por aquele ferido,
como nós ferímos, assim salvamos.

Ou diga-se: alguns.
Uns de mármore, outros de mel
uns de fel, de basalto, de olhos no alto
seus sensores medem adentro terra
Aqueles que viram o telescópio para a vizinha, 
os que preparam os filtros para o eclipse do Sol, total, que se avizinha.

Os crescidos e os grandes,
Especialmente as meninas.
Alguns já nascem grandes e destacam-se,
A sua presença com uma única qualidade
Que assusta, dá arrepios, aperto no peito,
Vontade de sorrir, ensejo de fugir,
Uns nem estão lá e estão, como um tufão.
195

Comentários (1)

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nilza_azzi

Contra plágio também é uma maneira de dizer e não dizer. Muito obrigada pelo comentário em meu poema.