Suck me long, suck me deep, intelectuality!!
Why don't I know if I am not duplicating
Wit lost after the fear, erasing induced
By you great mother fiuckers, throw it al to the river,
By you great "pédagogues" of adults
Haha, you great sapience falling at my feet
Poor feet, fucked mal treat prominences
Still capable of picking some asshole sentences
And shove them into your vicious asses,
What can you had, I am the bitch you copy,
Am am the rule to your infantile measure,
That adore when you plagiarized my playgirls
Or reproduced my preferences on takes...
When you monetize the sites were I fucked
Using friends and pros with papys liquidity
Well, I should have monetized that mercifull persons,
Although
I expressly leave, by expess discordance, when father phoned exactly,
When I was being wildly sucked and eating at the same time,
Having to command things better left unchanged
It was nice when The mouth of my woman or else… was filled when talking,
Proof of control and the girls out of the family
They brought warnings,
He puts In our mouth, while speaking to the his family, to test my determination
Sorry it was the family's surveillance that wanted me to fail,
Not to have un unpredictable sucking agenda.
I'll give you my pudenda.
Suck me long, suck me deep
May you stand and throw your comings of cumming...
And fuck the telephote, talk or the sommelier
These are Completely different perspectives, bitches.
Nice lives, best wishes, love you deeply.
Suck me long, suck me deep, intelectuality!!
Cleaning empty dream closets
Nota preliminar sobre um texto achado, sobre um inglerrado e aportu-guisado irreal e esboçado...tomem pelo valor do seu desvalor caótico...or else, tô nem aí...beijos e abraços. Aí vai verguenza.
A ouvir Eminem when Zim, gone, Dr Dre, Cleaning the fucking closet and more,
I peacefully felt asleep as if the real slim shady was to give a fuck about.
Thinking about the launch site at French Guiana, Kourou, I wanted go to 🇸🇷 Suriname also and see the fucking sinked boat florest I used in the novel, un-finished un-threaded, that will never see the fucking daylight.
Suddenly I found myself drunk in Brazil.
So far so good, nothing new, not only a few,
Drinking at a bar with loud music standing over series of skoll and some whiskies talking about nothing and snorting white Brizola a little bit yellow
The best sometimes is due to the process of purification with synthetical cuts like methamphetamine (bad, worst than crystal), whatever, fuck the process, when the pasta as they say that arrives from Colombia or wherever, the cropped setup, transformed in that shit like plasticina or massinha which is malleable I forgot the proper Anglo Saxon word. Base, it's base, or base is the next step, forget that is healthy,
Base for the chemical processing into cocaine to be inhaled or injected, you know.
So there is freebase, that thing that we like and fucks with many, personally, one prefers the 60/70% purity, good to inhale without hemorragies.
Fuck, I was asleep dreaming that was fucking higher that the Condor.
So I decided to retire or could lose it entirely and get a riot like violence scene,
Or end with five ugly/hot/ninpho girls doing imbecile sex or licking them all and drinking and eating and sniffing,
At the same time cursing and laughing, reciting poetry, world politics and economics of cyber industry, the usual devil’s deal.
When I oneirically leave, a missing coat is noted as absent of me, so I turn.
The garçonette, bartender, a nice girl, hands me a jacket
That reveals itself an undersized shirt and, as I have decided to give it back,
Some fucking military police menacing idiots stop me,
And point the dirt fucking corrupt fingers to some white spots that I obviously recognize as dry brizolax,
So I don’t relax and say go fuck yourselves, here everybody is embracing the others,
And there are more empty papers in the bathroom than moths in the garden, you fuckers.
They seem to enjoy because they know they have me nailed at least to a night at a hole in the Delegacia,
Making jokes about getting cold at the stone or about 20 years at Bangu complex on the outskirts of Rio.
And getting their extorsion done with less effort.
Poor got spanked and their girls fuched, tortured and shit.
Richer got the nice, hear this story Senhor, version...
Know, in the dream as I get frightened and at an insane mood, full of rath
In reality I have never been that frightened over those cheap killers,
Extortionists I have seen for years on a daylight and night like basis.
Fuck them.
Fuck them.
Admitting some became even friendlike guys,
Fuck you, I said.
They had the usual automatics like Berettas and third hand Glocks or simple 38 special Taurus with hollow points (oh, so illegal🤣)
AK 47, cheap terror and error proof.
I always looked directly to the blackened hole of the gun,
As dark desire took the wheel, oh so real the smell of gunpowder!
One day a couple of MP and two detectives were driving me,
My translation from Têrê to Bangu penitentiary complex, and they were joking about firing their AKs.
Até nos aproximarmos do Acari.
Então os putos ficaram caladinhos como gambás antes de mijar fedorento...
Havia um amigo do peito, crescido dillando pacoleto para o comando no Acari,
Uma favela de tráfico e relativa qualidade do produto, vendido na sua maior parte em pacote carimbado com proveniências e preço.
A mim ensinaram isso para eu saber que se trabalha muito para empacotar e carimbar aquilo tudo.
Tanto pacote, quantos carimbos....
Entre outras histórias menos claras.
Fodam-se.
Sempre vou ver as AK47 como uma história de adormecer que matou tantos,
Que se intender, agora me foder, vá,
Dispara, atira, coisa velha e passada, sou só mais um a sofrer o teu nefasto, injusto poder.
Sete meia cinco, toma o meu pinto, safado, cobarde, tu que operas sem alarde.
Sou apenas mais um cobarde despachado sem tortura nem fogo, uma sorte, nem arde.
Um dia que ainda viva saberá o que há, o que lá ou cá.
Uma tarde cantará, fica tudo nos entretantos,
Um sonho, um sabor de fodilâncias e perigos tantos…
Quem sonha o que quer nunca o realmente quer///
Ou me tento convencer, iconoclasta, crente, ausente de mim.
Como uma carmesim capa de satin cetin, sentado no pacto pronto para o sim.
Taurino traído, Å esquecido, lua de fel, (750nm/0Å)
Eu que no alheio me suporto, noutros ombros,
Dizem-mee, ora ergue-te dos teus escombros,
Sê o gigante que nos levará de A ao ponto B, dinâmico dos fluidos,
Chegou a hora do ser, Sr. C. BukoWsky, é a hora de ir sem demora,
Superar a perniciosa maldade da inveja comum, apenas um,
Sê apenas o que sempre foste e esqueceste e perdeste,
O que recusaste em teu âmago, o amor que receias
As teias que teces, as paragens que fazes, onde jazes absorto,
Olhando o lindo magnetismo do campo, aceitando seres uma página em branco.
Essa extensa página amarfanhada, tenha já escrita insista,
E, quiça, o teu humilde amigo possa desvendar a dita escrita nunca revista,
Quisera eu poder ajudar e merecer a consideração
Dos que me ordenam a aparecer, me convencem
Me urgem a dizer o que já disse, tessitura declarada,
Eu que tanto prezo a cacofonia do silêncio da minha mente superpopulada,
Eu que sinceramente temo que tudo
Se revolva em simples e tangente não ser,
Como um círculo sem pi, um Hubble inconstante,
Ou 6.626 sem dez elevado a menos 34-muitos?
"Dónde" estaríamos, aonde?
Arquimedes, Leibniz, Isaac, Max, Dirac…
A desaparecer, fading, Esborratado, quão tremida aguarela
Quão an afterimage of a Ferragamo dress a descer da passarela.
Alguém disse, muito bem, que os dólares e euros são o produto ainda autorizado
De um sistema, pensamento superado, obsoleto
Travestido na mente da gente para melhor usado.
E nós que afinal sabemos, fazemos o que podemos?
Não fazemos, quem faz o quê?
Pessoalmente evoluí para uma post ethics
Que admite a inacção, não como omissão,
O não agir como consequência da actividade provocatória,
Uma reversa convocatória
De índole Psico-sociológica.
Dupla psicología reversa, simbolismo.
Ainda hás-de pedir para entrar ou voltar,
Futurologia demente, apenas coação presente, quiçá quiçá
Quem faz o quê, faz o pior dos mundos,
Traz as pessoas para seus privados fundos,
Como um ultra psicótico The Ring, traz traz,
A luz em meia, quarto crescente, Lua Nova
Escuridão, medo primal, pânico animal.
Alexa liga a luz amarelo a 44 por cento.
E as sombras reconstruídas em falsas cores
Que afinal quem faz o vermelho é o Touro,
O produto do ångström por 10 à quarta é o micron
Å esquecido, entre 370nm e 750nm
Violet: 3800 - 4500 Angstrom
Indigo: 4200 - 4500 Angstrom
Blue: 4500 - 4950 Angstrom
Green: 4950 - 5700 Angstrom
Yellow: 5700 - 5900 Angstrom
Orange: 5900 - 6200 Angstrom
Red: 6200 - 7500 Angstrom
O SI prefere nona potência negativa da dezena, o nanómetro,
Quadrúpede abusado, esquece o sistema
Sobrevive à espada ou à ilusão da vacaria,
Que só lá estão para não fazeres ondas,
Que mesmo só com as farpas não rondas,
Vais ser abatido com menos verdade,
Longe da herdade onde terás sido feliz,
Melhor morrer en España espada espetada,
Morte en Granada, aclamada!
Em conclusão tanto o ångström como el Toro
Destino cruel, Lua de fel,
Stars, they come and go,
Como aconteceu com o Aldo Moro.
Brigate Rosse, 7500 Ångströms,
A despedida, morreu o vermelho 7500
Viva o Red 750nm que o vermelho e negro
Fuite de l'ennui pour Mathilde
Necessita que o vermelho seja humilde
E se conforme com a realidade de ter transitado para o Sistema Internacional
Assim como eu me deter de associações
Assim cessando estas elucubrações.
Que triste o Ångström ter de ir, partir,
Deprimente tão nobre animal ser consumido
Pelo gosto de uma arte respeitada e bela,
Que tudo vem a ter no vermelho e negro,
Que são os medos do mar profundo,
A radiação do corpo negro, espectroscopia, olha ela!
Porque o azul da laranja é um Ouroboros
Apenas um arame rodado por uma criança
Uma imagem dantanho,
No tempo em que os putos brincavam à roda na rua enlameada,
Fuite de l'ennui portuguesa com certeza.
E o nosso ångström reinava inquestionado,
Raiva de tantos Touros que marram para seu mal,
Raiva de não mudarmos
E nos conformarmos,
E nos danarmos.
Damned as planned?
No céu já rodou a esfera celeste,
Vénus teria desaparecido, Auriga, Capella,
Castor e Pollux devem estar na cama
A dormir, esses gémeos que posso ver
A qualquer hora, sem provocação.
Pudesse ter amado e perdido e não ficar erodido,
Que posso ter feito tudo isso sem fazer nada do mesmo,
E acabar os meus dias calado e só, outro Ged, num lugar ermo,
O retiro do mago da terra, feiticeiro do mar,
A tratar da magia, da minha alquimia, a vergar as costas,
A cortar capim limão com uma canção que se ouve,
Lá de dentro das cicatrizes do coração
E num moderno instrumento de reprodução.
Cuidado com as psicoses e manias da herbologia, será essa a questão um dia?
Porque não irei gentilmente into that good night.
Porque não sou demente, ou pelo menos essa não é uma questão premente,
Sairá do novelo sem Ariadne,
Sairá do esgar que me ha-de danar
E se manifestará no ar, sem questionar,
Uma decorrência necessária
De mera existência sumária,
Como a dizer ordinária não do valor da acção
Mas da natureza comum e banal, cinzenta e igual,
Um sentido blues sentado na calçada, uma perna alçada
Apenas mirada, sem expectativa de uma outra vida,
Onde o imaginário é o ordinário e o criar mundos e dramas
A expressão de muitas acesas chamas que custam a apagar
Muitas musas que clamas e teimas em não abandonar
Muitas canções do submundo que insistem em chamar vem vem
Vem ver que se o mundo não acabar nós destruímos,
Ou se se desintegra, alegría, era isso mesmo que o team queria.
Vem ver o hipercubo num halo de black star.
Vem ver o dodecaedro ao fundo a rodar,
Deixa as suas minúcias na cama,
Cama vazia já vai muito dia, light the flame
Quit denying the fact, you are not to tame.
If you are not to tame,
To hell who is to blame.
Tão certo como o queimar do fogo
"The Gods of the Copybook Headings"
Com carnificina e terror,
Hão-de nos tirar deste malfadado estupor.
Pau Pinto Peru Piroca, balada da tortura idiota
Era a hora de enterraram no meu cu
A pica entrou fundo
É, pediram para eu sorrir,
Dsseram enquanto te estiverem a enterrar a piroca no cuzão, seu cabrão, não digas que não, sorri, sorri
Eu ri e ri e ri...
E disse, seus cabrõeszitos de merda ,
Filhos de umas putas que não têm culpa
Devem ter vergonha dos degenerados que vos pariram
Num dia fodido, escabroso, vomitante,,
Quem vai ao cu dos outros sem pedir autorização,
Quem come o cu alheio sem ser convidado,
É a merda do fim do mundo das cagadeiras degeneradas,
É um poio de bosta de cagador merdoso,
Enrabador de velhinhas recentemente mortas ainda a chorar de medo,
Cagadas de medo. Una verguenza.
Foda-se fodam-se fodam-se...
Dizia chupem o meu Pau, Pinto, Peru, Piroca
E todavia o puto vomitava merda em vez de porra gostosa na vossa degenerada aleivosa bocarra.
Posso ser enrabado mas não posso ser domado
Posso chorar e pedir perdão,
Mas é mentira cabrão!
É a tua tortura que me obriga a humilhar para respirar um bocadinho
Antes da nova pica entrar fundo no intestino
Antes de sufocar com a tua conversa de tédio odioso
Antes de ter pesadelos por ser tua vítima
Antes de ter uma arma cheia de hollow points para despedaçar os teus joelhos antes de te acabar.
Ou só te cuspir no focinho e te abandonar a rir da miséria da tua vontade de dominar.
Que dominar nem para ajudar é passar no sinal verde
Dominar é no vermelho
De pentelho torturado,
Himmler frustrado, Goebbels cagado
Mengele minúsculo
Psicólogo de crochet, auspícios de Pinochet gorado
Tu que te levantas para trazer conformidade à verdade a que vendeste a merda da tua escabrosa,
deprimente, ignorante progeny, os teus minions desinformados a serem pisados,
Quero que tu te fodas,
Quero que tu te fodas!
Eu que parei de foder e de dar a mão à mão que me belisca e atraiçoa.
E vou encerrar esta estrada de descrença na tua ideologia
Que continuarei um dia.
Fuck you ugly motherfuckers
Fuck you beautiful motherfuckers
Try only having the boldness of really fucking your mammas with cold and evil intentions as you do with others.
Charity begins at home....
Contra se vis pacem parabellum
Contra a bomba, metrónomo monótono,
Contra o megalómano que me trauteia
Contra a destruição de qualquer ideia.
Contra a pressão que leva à depressão.
Contra Hiroshima, contra Nagasaki
Tanta beleza não podia recuar perante
Uma bombazina, ragazina de destroyer of worlds,
Worlds are not destroyed by littlenesses
It seems more likely that radiation is bringing caresses
Contra come and see, Alain Resnais, contra Hiroshima mon amour ser tão bom,
Contra ela ter falecido e eu alheio,
Como encantado e fascinado com as meninas mortas de uma colagem de fotos antigas…
Contra as V1, Messerschmitt e Stucka sobre London,
Ò loved imperial city,
Contra a ocupação dos Nórdicos.
Contra os B 29, contra Köln, Stuttgart e Hamburg
Contra o vilipendiado Reichstag, Brandenburg e a arte ofendida
Contra a ocupação de França contra a zanga dos vizinhos
Contra o cerco mudo de Vienna
Contra o rapar do cabelo das mulheres livres de Paris e de toda a França.
Contra ser contra o amor que não conhece fronteiras
Contra a violação e violência sobre todas as Alemãs
Contra o purgante da Wehrmacht na entrada em Berlim
Contra Buchenwald, Dachau e Auschwitz
Contra o cerco da Judiaria de Praga,
Contra Joseph Stalin nos seus assassinatos e Gulags
Contra a frente Russa dos dois lados culpados.
Contra Dien Bien Puh e a França também
Contra Hanoi, contra o Napalm
Contra o desfolhante,
Contra o gás mostarda reeditado,
Conta o neuro agente VX
Contra os Estados Unidos e o Viet Nam
Contra a Guilhotina e os decepados e a morte dos Romanov
Contra a PiDE e otras polícias políticas
Contra a guerra civil Espanhola e seu símbolo Guernica
Contra cortarem as mãos dos cirurgiões pelos republicanos
Contra fuzilarem tantos padres, alguns, não podiam ser todos maus...
Contra todos os abusos e contra abusos, guerras e guerrilhas,
Contra as Ditaduras Argentina e Chilena e o totalitarismo Brasileiro
Contra as barbárie da América Central
Contra todas as minas terrestres plantadas na mãe África,
Contra os assassinos de quem teve um sonho
Martin Luther King e John Fitzgerald Kennedy,
Contra a orelha de Van Gogh,
Contra a demagogia caída sobre Jackie Kennedy Onassis
Contra o FDR não ter lido mais discursos da mulher,
Contra o Scott Fitzgerald ter mimado a Zelda
Contra o machismo do Hemingway
Contra os críticos, quando abusam do poder,
Contra a falta de Henry Millers e Barra não levar La Sodomite além...
Contra a intervenção da Nato, USA com tato, na ex Jugoslávia
Contra os submarinos nucleares e as ogivas múltiplas
Contra os B2B Bombers e americanos com fome.
Contra o Idi Amin Dada
A favor de comer os inimigos,
Mas não por princípio, só quando o ódio nos cegue e afaste da banal culinária...
Contra os coronéis da Argélia,
Contra a dominação da Síria
Contra a intervenção no Panamá
Contra o MI-6, Quai d'Orsay, Mossad, GRU etc
Contra a infiltração nas Filipinas
Contra a Invasão de Timor Leste
Contra as guerras do ópio
Contra Mao Tse Tung e Chiang Kai-Shek
Contra o Lesotho isolado do mar,
Contra a guerra do Kuwait e todas as ladroagens
Contra o lado mau do plano Marshall
Contra os smart bombardment,
Contra o ISIS
Contra a Artificial Intelligence no DOD
Contra a execução de Sadam Hussein no Natal
Contra a pena de morte no Sul ou no Norte.
Contra este eterno sistema que não vale a pena.
Contra a guerra do Afeganistão,
Contra a guerra Irão - Iraque
Contra os Ingleses imperialistas quando saiam dos clubes,
Contra a morte do Trotsky e do Che guevara,
Contra o Jack Kerouac e danos que causou
Contra o Maquiavel e o Sun Tsu
Contra as querelas das cruzadas
Contra as heterodoxias e seitas de todos os tempos e lugares
Contra o que os homens fizeram às mulheres em nome de Deus, da moral dos filhos ou por mero capricho
Contra a inquisição a Reforma e a Contra Reforma
Contra a castração de Pierre d'Abelans e todas as outras.
Contra as terríveis práticas na contraparte feminina, morram seus autores…
Contra as antigas práticas de partir os pés das meninas chinesas.
Contra arrancarem as solas dos pés e a língua para não blasfemar.
Contra o Doutor Angélico que me irrita
Contra a invasão do Iraque de um achaque.
Contra as perdas das torres gémeas.
Contra todos os mortos de guerra,
Exceptuando os Berserkers, que gostariam disso.
Contra a tirania dos Kahns na China
Contra a tortura pelos chineses na China,
Contra o código do Samurai e o admirável período Kendo
Conta os Ronin terem de viver assim
Contra a España ter usado Portugal sem pagar compensações suficientes
Contra España, contra Cortez, contra Pizarro.
Contra todos em Trafalgar, e sobretudo a presença da armada portuguesa
Contra a forma como trataram o Rommel.
Contra o afundamento do Bismark.
Contra a explosão do Arizona.
Contra a morte do Moritz Schlick.
Contra a KristalNacht.
Contra as piores batalhas do Iraque
Contra os 48 países que se vergaram ao American Empire
Contra o tráfico dos opioides dos países ocupados
Contra a monetization de serviços essenciais.
Contra o preço absurdo dos sapatos como Manolo Blahnik, Louboutin whatever
Contra o preço da Informática, inflacionado pela política da Apple
Contra os preços da Apple
Contra os Cartéis serem novas fachadas para operações especiais financiadas,
como foi o coronel no Panamá
Contra a ideia de que desenvolver Cuba no modelo da América é bom.
Contra a teoria cosmológica Standart
Contra a teoria das cordas
Contra todos os ataque e danos a Gaia, O planeta...
Contra o existencialismo francês ter um casal tão bonito que quase nos convenceram que toda a sua argumentação era pertinente.
Contra Maurice Merleau-Ponty por certos pontos dos quais já não lembro.
Contra a mania do Poetic Genius do William Blake
Contra as críticas exageradas de Lollita do Nabokov
Contra os adoradores do Franz Kafka
Contra a extensão das obras de Gustav Mahler.
Contra a hipocrisia da vil metal no rap moderno.
Contra o YouTube estar a migrar contra a Google a limitar o free Android Market.
Contra a desigualdade em todo o planeta a aumentar,
Contra o nepotismo e outros ismos. Sismos. Contra sismos. Bad vibes.
Contra a psicanálise ter hora de tic tac
Contra o Alibaba, o Baidu e o wechat
Contra as patentes na gaveta e toda essa treta
Contra la danse macabre,
Contra o nome do compositor cuja pronúncia é equívoca.
Contra Beth Hart usar o passado de toxicodependencia para se promover.
Contra a perseguição de Julián Assange
Contra os exageros teatrais do #metoo
#metoo e não faço teatro.
Contra as vocalistas que eu penso serem femmes fatales, soft as baby skin, very nice educated ladies, like Lady Gaga, Bebe Rexha, Maria Brink, Rihanna, Mon Laferte, Ariana Grande, Cardi B. etc. (still nice, against not being fatal as black panthers or white tigers…)
Contra todas as atrizes maravilhosas que deixam embotar o seu talento.
Contra o libertarianism of Robert Nozick, it's somewhat fishy...
Contra a mania de fungar do Slavoj Zïzek que parece acabar de cheirar cocaína, não me interessa o que ele faça, para de fungar. Rinite alérgica? Conta outra.
Contra a expulsão de quem revelou as listas da NSA e punição de Eduard Snowden
Contra o Great cyberbully named NSA-CIA-HomeSecurity-DARPA-DOD e todos os motherfuckers
Contra a Rússia na parte em vai além do tit for tat. Hail Russia.
Contra a militarização do espaço.
Contra A China nas suas pretensões imperialistas.
Contra o trabalho escravo na Austrália e Sudeste Asiático.
Contra o hiper sensível exterior da impiedosa mente nipónica.
Contra a complacência da União Europeia relativamente a permitir o Brexit
Contra a decisão do UK de enlouquecer e votar o referendo
Contra o idiota do Bolsonaro pelo mal que faz no Brasil.
Contra a decadência e totalitarismo do Império Americano.
Contra o reinado de Silicon Valley prestes a acabar. HAIL.
Contra Nasdak, Dow Jones, Nikkei, Futse, cac, dax etc
Contra o tráfico de mulheres crianças e trabalhadores
Que nem acredito que ainda exista, cabrões, até na Austrália, vão pagar.
Contra o Bitcoin, proof of Work, and its energy unsustainability.
Contra eu ser contra o Imperador Tiberius atirar escravos da escarpa em Capri,
Contra queimarem as mulheres que exerciam medicina natural,
E contra queimarem as bruxas se as encontrassem, o que raramente aconteceu
Contra a Letra Escarlate,
Contra a Burka, que não me agrada pessoalmente
Contra os que são contra os versos satânicos e os abusos tidos contra o Islão
Contra haver tanta vodka em São Petersburg e eu não a poder beber.
Contra eu estar cansado de estar contra sem saber de que sou a favor.
Seven nation army, give me your power,
All of me and all of you,
We are against so many things,
Beginning by those who look at us without a smile on their faces…
O forno é o calor onde rebolo, por Mgenth.
Ando rodeado de gente, gente empenhada.
Arquitetura A, projeção geomorfológica X,
Bitolar, possuir escultura, calcular inserção,
Registar obra objeto de patente, instantes.
Patenteiam-se as exmas senhoras em repimpos SUV,
Luzidios canídeos passeados por distintos cavalheiros,
Educados, a luva a preceito deixa a relva macia
Para os rápidos, elegantes infantes, bem petulantes.
Outras sobem a escadas e martelam sem parada
O objeto do projeto, após o ato de soldar o esqueleto.
Viaturas avançadas procedem de forma inesperada.
Na calçada de calcário desenhado, anciões rodeiam o coreto.
Certas fêmeas alfa levam para casa jovens adjacentes,
Adónis vomitados pelo paradigma secular atitudinal,
Complemento aos impotentes consortes,
Pristinos e complacentes.
Mortes e funerais, e a estrada atarefada continua.
Em frente, árdua, ladeada de gente alta, tatuada, nua,
Inserida em arena virtual, que o real está fora de moda.
Amores gorados, viverei jamais, reeditados
Com criatura alguma, falta de confiança,
Traição. Desolada alma, personalidade desviante.
(o traidor serei, como me convencem, afinal?)
Amor retificado sem afetos,
Sem conclusão e nem reedição.
Catalogar a emoção como permitida.
Human needs not applicable.
Se útil à identidade social, positiva, Q.Emocional ok.
Desvalor=saudade de gente a ser esquecida, Q.E. negativo
E a nostagia de ter carinho, falso ou verdadeiro
E, ainda, mesmo assim, quiçá, inteiro,
A assunção de que sempre estarei uno,
Sozinho no vento da gente empenhada,
Mostra que o que sei é a orla do ignoro.
Água once tépida carenciada até de travo a cloro.
Update from 2016:
Água gelada, risada, haverá neve derretida,
E nem colo, nem um ombro de mulher,
Nem em sonhos revolvidos lá descanso,
Enquanto este desencontro comigo me couber.
Pobre pauppérrimo, invisível relacional,
Um intocável, sou intocável/ aprisionável.
Q.B. e tout court. Exceptional.
Entretanto as batedeiras, alheias ao que ai se passa,
Assobiam a girar, é bom de saber que haverá massa.
O forno a lenha é o calor onde rebolo,
O que me há-de levar.
Um dia serei uma pizza estragada,
Sem pepperoni, mordida, fria,
Esgotado o calor que aquece o desacordo das palavras inúteis.
E não haverá quem por mim reze, nem sequer uma Ave-Maria.
Arderei enfim candente na pilha dos despojados,
Contente por ser longe da capela dos bem arrumados.
Que os meus filhos me esqueçam e não apareçam,
Nas brincalhonas labaredas a dançar fagulhas,
Que desvaneça em fumaça, livre de qualquer Graça!
(Ò senhor que te não rezo, ò vãs filosofias,
Nestes desabafos anulo o risco de atividade produtiva. Ok)
Não fosse ter comida ou melhorar de vida! Parbleau! Ultraje!
P.S. ao autor
Anterior à decisão de ter o meu corpo imerso em águas habitadas
e nem enterrado, encapsulado ou cremado… Direi de 2015/16
To be posted. The fucked subject.
Laços de frouxidão, cristalocaligrafia...
Meu segredo não é tal, portanto
Meu segredo não é tanto.
A chave para o ininteligível é o caos.
Minha cabeça é uma espécie de sótão,
Cheira a seca decadência sem amigos
Cheio de prateleiras que não podem ser dobradas.
Cheio de prateleiras que você pode não encontrar,
Minha cabeça é um repositório de conhecimento perdido.
Laços de frouxidão para um mundo oh, tão (ir)real,
O grito da noite de um animal de Tabula não Rasa,
Dor de afastado de um faz de conta a que os inimigos dizem real,
Pois eu nunca serei real nesse mundo do papá
Que queria dormir e não continuar a fazer e refazer,
Raiva de levar os desenhos do paizinho no meu caderno pra escola
Como se fosse um tetraplégico do desenho do topo da cópia,
Além de haver quem pinta com a boca, cobarde que sou,
Criança sem espinha dorsal, um verdadeiro animal mesquinho.
Nunca me perdoarei nem a estes patéticos escritos
Parte do projeto uma vez ridículo, semper ridiculous.
Não ligo para a vossa realidade, hihihi,
Tenho um Fork mais antigo que o Git, Gerrit or SourceForge.
Dragões de todos os fascinantes tons,
Lindas mulheres, pessoas de bons dons,
Miríade de cores, explosão de emoção, odores
E Flores, orquídeas e hidranjas, tantas infindas granjas
Tenho um Elysium de trigo e centeio bravo
Tenho sachê e Courvoisier, Bourbon, Malte, Vodka, Gin
Tenho um bar que vai entroncar no mar
Onde nadam os cetáceos que me cantam
Baleias banidas como eu, e ambos lamentamos.
E assim passamos os anos lá de fora, que aqui apenas,
Que aqui onde eu moro, apenas observamos,
Olhamos o mundo, a Worldtree e seus doentes ramos,
Choramos pelos injustiçados, rimas com os condenados,
Abraçamos as Quimeras os Grifos e as águas onde pescam as águias.
Navegamos pela dor do mundo e sua alegria vadia, casca de felicidade,
Slumber, somos testemunhas da verdade
De que não há idade para partir, apenas assassinato,
E vejo os meus longos cabelos cinzentos
Redemoinhar em ventos, furacões dos meus lamentos.
Pois tudo o que me tiram dão,
Toda a incapacidade é a força
De não voltar nem que tudo torça
Eu e Schwarzschild,
O tempo é o que é
E vivi vidas passadas e futuras.
Olho e vejo destas alturas
O sofrimento dos filhos do meu pai,
Cujo nome vós bem sabeis,
A alegria de o meu único filho
Ter um mundo grande e seu
Donde mira suas rugas, seus membros atrofiados
Seus sonhos e pesadelos,
E Testemunha a falta de importância da sua constância
Raiz da erosão e início da vida de tormentos sem fim
Que os outros subsistem e resistem e
Eu, sem fronteiras, desço o Mississippi, amo o Missouri,
Atravesso de Vila Real de Santo António até ao rochedo de Gibraltar
E morrerei sem coleira nem chip de localização
E viverei sem viver, e ao que assisti nenhum outro poderá dizer eu vivi.
O céu sabe que o mar Aral recuou e morreu, morre um mar inteiro, que importa uma criança imatura,
Um trauma que perdura e sempre viverá longe dos deuses do vil metal e trabalho matinal?
Ò musas mais perigosas que Medusa,
Matai a minha pessoa, acorrentai o esqueleto,
Eu continuarei sentado ao belo som do meu coreto.
Agora que o pano desce sobre a terra desolada
E o gunslinger se prepara para a perdição
Perdoem essa estranha posição,
Sou o prisioneiro que ama a prisão
Sou um pensamento ridicularizado
Um homem escuro e duro, não sei porque perduro
Enquanto tudo cessa, tudo bate a porta e diz, até à minha volta…
Enquanto tudo cessa,
Todos batem a porta,
A vida lá fora continua torta.
quantum chromodynamics reconstitution
We must decide tomorrow, even if game theory says otherwise.
Think of these little people, all death and gone in spite of all that magnificent gadgets,
Put a spell over these pods right here and summon some of the departed in their last moments of exhausted persistence!
Every time I regard quantum chromodynamics reconstitution (QCDR), some ghost walks over my grave.
See that little panel, once connected to the operation triad schism, they were so short and fluffy…so alive…
-at that point Cerleen interrupted, half smiling, a mysterious backlight filling her eyes:
O Mistress of Usefulness, still cranky sore of envy for the triad operators? Or is it a fetish thing?
Uluguanda Melissandre de Melville Ernestine Arrivedere Gefährlichkeit, also known as the Red Back kick of Desolation, Threader of the Black Dawn, chairwoman of the departed technology restoration guild, DTRG, suddenly laugh a LOL, her head high, all body as cheerful as Times were allowing.
You little pervert!
You know how I admire Triad Entanglement Augmentation, even if we only can grasp at its full potential…
You know how Silicon Age Sapiens, how SAS used to talk about Guacamole, my dear orbiting another?
Well Professor, obscure pre-departed references are your forte, not mine.
“That you are here—that life exists and identity,
That the powerful play goes on, and you may contribute a verse”
O me, O life? - said Cerleen all in a whisper
O life, that’s the question, we must opt for our sake
As starlight and filters allowed all that blueish atmosphere to get some Metaphysical out of a standoff, true was that the point was of decision.
On the other side, debating over sore feet and an empty stomach is heavily counterintuitive. Against results-oriented logic.
So, let’s face the game over a nice table of seafood and a château Orsdorf 53…
Agreed. Concerning that Guacamole reference…
O, Shut Up, O young beast, O me, O life, do You know why I am called back kick of Desolation?
I must say I really would love to hear it again, Mistress of…
Shoo!
It was a misty evening after the battle of the centipede stampede, and the yellow glow of Varholyn seemed to paint an obscure anxiety veil over…
Both women walked as if it was an ordinary after turn chat, leaving the scene where science and history would converge once more dealing with forces beyond zeitgeist.
But that, that is another chapter, still to be unraveled.
Carmesim RGPD, Ritual de sacrificio
A cor vermelha do sono inquieto
Sono, diapasão, não se canta uma canção
Não se liga aí o coração que bate.
Vou è levantar para mijar
Mijar em vossas mercês,
As que vês e as que não vês,
E todavia estão lá, presente e...ausente.
Essa dualidade, esse maniqueísmo a la gardére,
esse pseudo niilista, duo centrismo,
Esse querer pertencer, pertença desavença,
Esse objetivo essa orientação
Esse crescer para cima do Phylum,
Troca-lhe a fonte de lux e até faz uma crux
Crux, Calvario,
Quebrada, gamada, cruz de Malta, cruz de amor e dor
Não sei se fazem falta, se estão ou não,
Mas existem,
Ainda que não.
Ambivalência e ambiguidade dá – nos a tua verdade!
Roubada do aperto do respeito, locatário da palma da nossa mão
Ó Fides onde moras fora das nossas palmas?
Cessou o contrato passou a escrito e hoje há o RGPD para nós
Aprovas de novo, são dados, mais dados, smart contracts,
Ambiguidade de não haver sono vermelho para quem o quer,
Sono carmesim, sono de onde vim, olhos de fim
Abstração, Qualia e Coisa Amarela, agora que penso nela.
Amarelo limão dos que espremi e não ingeri,
Que a vida é esquecimento e enterra RGPD,
Do chapéu na cabeça, num dia de vento.
Que se vai sem me importa, sem lamento!
Ah ah ah, há que embarcar no comboio doido
Comboios descarrilados, fora do trilho, inesperado,
O trem do Roger Waters, Stevie Ray, Anna Akhmátova,
That Gravy Train nosso, Os Desca-rrilados.
Titãs sem sapatos, atos e desacatos
So, mother fucker as barras são pesadas
As missões são erradas, de ré, luar escuro,
No fim nada distribuído fica preso ou puro,
O código está corrompido e tá tudo fodido.
O rap é um jogo de matar e rondar,
Ninguém nunca sabe onde vai dar,
Que a loira rola louca e chegou a hora.
Tu pensava? eu, qualquer, não era capaz,
Tu julgavas que era um so-mente rapaz,
Era um rapaz arruinado a chapar no papai
E ninguém pode dizer ou ousará dizer vai
É o nosso amor de chegar, festa, droga e brincadeira!
É, te falo da poeira que que está para vir!
Marés de poeira e zoeira de bebedeira,
Uma onda de areia nos Emiratos,
Ondas, pó, fugues sem dó nem sapatos,
Monhês de triste manhã antecedida
De noite, ainda menos, paus sem riste.
Não me importa quem sejas,
Não sei nem curo onde estejas,
Entende o que queiras, faz asneiras.
Os Titãs aguardam no subfloor
Vai lá e knock out that door,
Arranja uns grandes ombros para caminhar.
Vai e deixa rolar, vê lá onde vai dar.
Vai e deixa rolar, vê lá onde vai dar.
Canta, ode à va-gina na linha da partida.
Despedida do surdo em prol a um absurdo.