vazar
fluía de forma tão fácil e leve
morna e constante
por um breve momento nada me ocorria
o relaxamento era inevitável
toda preocupação se esvaia
rumo ao ralo ela seguia
De longe via meu pai, me esperando no portão da escola, ao me ver suja de terra sorria, logo pensava: hoje é dia de tortinha de morango ou salgadinho? Era um ritual. Minha mãe não comprava nada e dizia que não podia abusar do açúcar.
Subíamos a rua, e perto da estação de metrô aquela doceria me chamava, meu pai dizia:
- Pode escolher...
Nem pensava: tortinha de morango, agora!
O açúcar sempre esteve por aqui, mesmo depois de adulta, continuo usando.
Acho que busco nele algum contentamento, conforto….acho que se tornou meu porto.
Sou editor da Microeditora Press. Se tiver interesse em publicar um livro, conte com minha Editora. Tenho o mesmo pensamento desse portal maravilhosos ESCRITAS.ORG, de difundir o trabalho literário e, sobretudo, sem interesses econômicos. Parabéns pelos seus textos, por nos brindar com a poesia, a emoção. Deixo meu contato pessoal: [email protected] Estou te seguindo lá no MEDIUM também.
espetacular!
Me senti dentro das escritas!