Lista de Poemas

🔴 Rodrigo Pacheco, o Covarde




O adjetivo substantivado histórico não é à toa. Com postura e discurso pretensamente de líder, o presidente do Congresso só está lá para se evitar um mal maior e, a princípio, estava alinhado com o chefe do Executivo. Engano.




O senador, que foi eleito para evitar a volta de Dilma Rousseff, chegou a cogitar sua candidatura à Presidência da República. O Covarde só chegou a esse nível de megalomania porque a velha imprensa lhe estende o microfone.




Ele é conhecido como covarde porque, logo no início, desativou suas redes sociais para não ser cobrado de um megapedido de “impeachment” de Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Após esse, outros pedidos para cessar o ativismo judicial do Supremo. No entanto, apesar de protocolados e bem embasados, Rodrigo Pacheco empilhou e engavetou os pedidos. O mineiro é, também, um advogado altamente interessado nas decisões que vêm do STF. Apenas isso já inibe qualquer movimento e “algema” suas mãos. O “rabo preso” também impede que o senador exerça sua função como presidente do Senado. O sistema de freios e contrapesos (Teoria da Separação dois Poderes) foi interrompido.




Pacheco, caiu em seus braços uma oportunidade que hipertrofiaria sua vaidade; no entanto, ele preferiu utilizar um alto cargo da República para agir como um despachante malandro. Assim, conseguiu apenas apelidos desairosos usando o sobrenome Pacheco no diminutivo e aumentativo. Ele, literalmente, advoga em causa própria.




A robusta tropa de conservadores eleitos para a Senado, chega com a proposta de frear o ativismo judicial e suas arbitrariedades. Isto põe medo no STF. Se a bancada bolsonarista não se revelar traidora (isto custa muito caro), os ministros do Supremo, ironicamente, começarão a temer a lei. 




O presidente do Congresso, que se comparava a Juscelino Kubitschek, poderia ser um bom presidente do Senado, já que a tarefa era fácil, pois sucedeu o pusilânime Davi Alcolumbre. No entanto, ele aceitou o atropelo do ativismo judicial.
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🔴 Vicky Vanilla, o satanista camarada




Candidatos do PT (Partido dos Trabalhadores) já prometeram “fazer o diabo” para ganhar as eleições. A conta chegou. A conta veio, inconvenientemente, próxima do segundo turno da eleição presidencial. O Cramulhão surgiu numa figura andrógina, parecido com um vocalista de banda de tecno-brega baiana. Exercendo um satanismo tão ameaçador quanto feitiço “Wicca” de bruxinha de faculdade, o bruxo Vicky Vanilla é engraçado. A maior desmoralização para alguém que se apresenta como um enviado do Capeta é causar gargalhadas. E é essa a reação gerada pelo esforçado satanista de penteadeira.




O ocultista “gourmet”, “Vic Vaporub”, recita palavras macabras com uma doçura desconcertante. Nosso bravo herói roga suas pragas como o meigo bruxinho Harry Potter espalharia suas travessuras com a varinha mágica. 




Apesar de invocar forças ocultas, após a primeira manifestação do Mal o “Vic Varicela” tornar-se-á cristão. Eu imagino a cena: depois de proferir palavras satânicas, “Vic Vigarista” lambe um potinho de Danoninho. É isso aí, as Forças do Mal, com a tecnologia, são invocadas no escuro do quarto.




A maior ameaça ao equilíbrio das forças são as “tatoo fails” (tatuagens falhadas) na face do garoto. A tiete de Aleister Crowley, no auge da rebeldia existencial, viu, gostou e comprou numa livraria de rodoviária um manual com as 10 lições do satanismo para iniciantes.




Pois bem, o adorador de butique do Coisa-ruim é — não imaginaria outra coisa — petista. Lógico, tentando conquistar o eleitor cristão, o PT recusou o apoio. Concordo com ambos: Vicky Vanilla, o demônio de trem-fantasma, é coerente quando monta seu pacote de maldades incluindo o PT; o PT está correto  quando desconfia que o vídeo é bolsonarista. Um desastre na forma e no conteúdo, o vídeo, certamente, favorece o candidato que não mereceu a “ajuda” do pequeno mago.




Com menos poderes que um mágico de shopping center, “Vicky Gasparzinho” decepcionou-se com o PT. Ainda há tempo para Vicky ser avisado de que foi longe demais. Pacto com o Lula!



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🔴 O hábito não faz o monge




O clérigo parece recortado de um episódio do ‘South Park’. Apesar de coadjuvante nos debates, ele não se contentou com o papel secundário e ganhou o protagonismo. O “Cabo Daciolo” da vez foi escalado para fazer uma “tabelinha” com o presidente Jair Bolsonaro, de  troco está tornando as disputas mais divertidas.




Soraya Thronicke teve uma excelente sacada quando chamou o Padre Kelmon de “padre de festa junina”. No entanto, ela deveria ter guardado a tirada, esquecendo-se que corria o risco de ofender, de fato, um padre. Soraya foi mal assessorada. Confundiram maquiagem ameaçadora, cara de poucos amigos, postura arrogante e falta de educação com mulher forte. Errou. Nem apelar para “mulher que vira onça” surtiu efeito. “Colar” na popularidade da novela ‘Pantanal’ revelou a estratégia de quem vampirizou a “onda Bolsonaro” para garantir uma cadeira no Senado em 2018.




O que aconteceu? Alguns candidatos, inadvertidamente, ofenderam um sacerdote (mesmo que folclórico), desperdiçando os dividendos eleitorais angariados junto à comunidade cristã. Fazendo um paralelo às festas juninas, lembradas por Soraya: faltou apontar o integrante da quadrilha. 




A presença do sacerdote foi conveniente à eleição que é considerada “uma guerra espiritual”. Guerra espiritual, além da guerra cultural, porque valores morais estão em xeque perante ideias macabras. Entretanto, havia um padre no meu do caminho.




A irrelevância de Simone Tebet, Soraya Thronicke e Luiz Felipe d’Avila foi ofuscada pela assertividade de um padre ortodoxo que, diante da resistência de Tebet em confessar seus pecados, exorcizou os enfadonhos debates. Definitivamente, o Padre Kelmon veio para confundir, não para explicar.




Enviado à Terra por Deus e ao debate por Roberto Jefferson, o padre petebista desestabilizou vários participantes do certame (alguns já torcem pelo Lula), inclusive o apresentador (que até absolveu Lula), políticos (que torcem desesperadamente pelo Lula), jornalistas (que, mesmo fingindo isenção, sempre torceram pelo Lula) e, certamente, amigos (que torciam, sempre à disposição) pelo Lula.




Estatística é a arte de torturar os números até que eles digam o que você quer. E no debate da Globo não foi diferente. Assim, segundo Soraya, o Brasil abriga 130 milhões de órtãos, blábláblá...




Padre Kelmon não precisou nem de água benta, nem alho, bastou uma cruz pendurada no pescoço para exaltar ânimos e libertar almas atormentadas.
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🔴 Um tapinha não dói




Lula parece ter um ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para chamar de seu. Tapinhas na cara, é com essa intimidade que Lula cumprimenta quem só aceita ser chamado de Vossa Excelência. Somente meu cachorro aceitaria tão bovinamente ser tratado assim sem revidar. O cão, mesmo com o gesto humilhante, ainda aplicaria algumas lambidas no meu rosto; o magistrado não se rebaixou nesse nível, mas entendeu o gesto como uma demonstração de poder e tranquilizou Lula: “Tá tudo em casa, tá tudo em casa...”.




Com decisões prejudiciais ao principal adversário do petista, o ministro Benedito Gonçalves aceitou a ostentação de intimidade, demonstrando, assim, o grau de subserviência. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.




O TSE, com a decisão do ministro de estimação do Lula, proibiu Jair Bolsonaro de usar as imagens do Sete de Setembro. O presidente também não pode utilizar imagens suas no discurso da ONU (Organização das Nações Unidas), entre brasileiros em Londres, entre populares em Nova York... Para evitar a propagação dos flagras de popularidade e apoio explícito, que contradizem “pesquisas” encomendadas, seria mais eficaz proibir a veiculação de imagens do próprio Bolsonaro. Os tapinhas íntimos revelam que valeu o esforço de Benedito Gonçalves. Este faz um bom serviço, agradando aquele. Está tudo bem encaminhado.




O Tribunal agiu mediante provocação da oposição do candidato à reeleição. Essas ações são uma clara movimentação para sabotar a candidatura de um forte concorrente. O que ajuda para a aceitação das decisões e confirmação, é que se a oposição se apressa para esconder essas imagens, significa que são excelentes. E agora já é tarde, pois as imagens são de conhecimento público. É o “Streisand effect” (quando a proibição gera a curiosidade, causando o efeito contrário).




O STF (Superior Tribunal Federal) tem um famoso advogado que frequenta a Corte de bermuda; agora, o TSE cultiva seu candidato próprio. A volta da democracia está encaminhada, de qualquer jeito.




O ministro teve que tolerar apenas alguns tapinhas mafiosos, entretanto, esse gesto representa um tapa na cara da sociedade. Todos são iguais perante a lei; uns são mais iguais que outros.




Mas será o Benedito!
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🔴 Posicionamento polÍtico, desde que...




Casagrande: “Jogador tem relevância social importante, por isso tem que se posicionar politicamente”. Só que quando Felipe Melo se posicionou, ele não gostou; quando Raí se posicionou, ele gostou; quando Neymar se posicionou, ele odiou... o Neymar. É, é essa a democracia do Casào.




Neymar, Rivaldo, Renato Gaúcho, Gustavo Lima etc, etc, etc. O curioso é que a maioria dos apoiadores do Capitão assumiram uma postura contestadora. Sabendo que a patrulha é vigilante e cruel, quem assume o lado político controverso, já o faz em tom de provocação. A coragem demonstrada é própria de quem sabe que a metralhadora giratória da ofensa será disparada. Parentes, amigos e colegas de profissão passarão a tratá-lo como inimigo. Desconhecidos descarregarão toda a raiva no ‘Twitter’. Nessa, quem inocentemente declarou voto em Bolsonaro passa a ser nazista, fascista, misógino, homofóbico, racista etc. Se o bolsonarista for negro, será tachado de “capitão do mato”. Se não aderir à patota, após à pressão, será cancelado.




Os adeptos do “Vira-voto” apelaram para um vídeo constrangedor, mas perigoso nas suas palavras e intenções. Não tenho a menor simpatia por Ciro Gomes, entretanto, fiquei com dó do “coroné dono de Sobral/CE” quando fizeram uma campanha para transferirem os poucos votos que ele suou para conquistar. Para os “Artistas”, o motoboy trazendo a pizza quentinha é mais importante que a transposição do Rio São Francisco. A agenda oculta do Partido dos Trabalhadores (PT) é, lógico, muito mais nefasta que as ameaças porcamente disfarçadas de propostas. Querem que você eleja Lula, entretanto, se der ruim, os “Artistas” apenas dizem “foi mal” e vão morar em Paris. 




É péssimo negócio para cantores, posicionar-se politicamente. A Anitta, que lutava por uma carreira internacional, cedeu às pressões para apoiar uma candidatura extremamente imoral. Conclusão: relegou-se a uma cantora de nicho. Agora, é mais capaz que ela continue fazendo shows restritos à comunidade brasileira pelo mundo e continue impulsionando artificialmente seus números no ‘Spotify’.




Quem lacra não lucra.
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🔴 A sacrossanta urna eletrônica

Desde que começaram a utilizar as urnas eletrônicas, observadores de vários países democráticos vieram testemunhar a novidade. Impossível não recordar como era rudimentar a cédula, que permitia rasuras e pequenas fraudes. Mais que isso, como na porta de banheiro de restaurante de beira de estrada, as cédulas de papel permitiam que se escrevessem bobagens ou que se votassem em quaisquer figuras. Animais eram eleitos, e políticos manifestamente xingados.




Comparado o voto em papel com a urna eletrônica, dava até um certo orgulho. Quando vinham observadores estrangeiros, como do Japão, eu tinha a impressão de que havíamos, enfim, ingressado no Primeiro Mundo. Nada mais enganoso. Há 26 anos, países muito mais desenvolvidos não adotaram nossa incrível maquininha. Excetuando-se Butão e Bangladesh, a tecnologia está a serviço do que parece democracia. Como o Imposto de Renda, a apuração funciona que é uma beleza!




Este ano, as comitivas internacionais estão..., digamos, observando nossas eleições. Fora balançar a cabeça afirmativamente e falar (em Português) “Bom, muito bom”, os turistas internacionais comerão,  durmirão e conhecerão as maravilhas do Brasil “na faixa”.




A atriz Maria Flor exaltou as urnas eletrônicas de maneira, diferentemente da santificação habitual, sexual. A abordagem é inédita e muito estranha. Tão estranha e surpreendente, que a exaltação das urnas por Maria Flor merece um dedicado estudo neurológico ou a catalogação como uma, até então, nova modalidade de parafilia. A abordagem erótica, embora aparentemente seja o apogeu da democracia, assusta.




A votação em cédulas está para a urna eletrônica, como o batedor de carteira está para o “hacker”. Aquele é a fraude no varejo, este é a fraude no atacado.




O sistema eleitoral poucas vezes levantou tantas suspeitas. Repito: dava até um certo orgulho. Contudo, o desespero dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), a resistência e as providencias para não aumentar a transparência das urnas sim, despertou a desconfiança. 




Na escola onde eu estudava, o sistema de escrutínio do Líder de Classe era muito rudimentar, embora mais confiável.
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🔵 A cidade oculta




Quando se resolve voltar para casa de uma fria, tudo parece normal; se o trajeto for de madrugada, em São Paulo (Jardins até Guarulhos), quatro horas de caminhada, muitas cenas heterodoxas serão presenciadas. Aqueles que se esconderam durante o dia, encontram um ambiente favorável para exercerem suas bizarrices a céu aberto, longe de olhares horrorizados. É a fauna urbana.




Pois bem, resolvi ir embora do ‘Armagedom’ (balada) de madrugada, porque percebi que aquela noite não iria render. O problema é que, àquela hora, não havia ônibus circulando. Embora distante, resolvi ir caminhando e ver diferentes aspectos da noite paulistana. 




Cruzar a rua Augusta, quase toda, foi uma experiência antropológica. É sempre surpreendente como essa rua se transforma à noite. Chamarizes luminosos anunciam grandes e permissivas oportunidades de espantar a solidão urbana.




Passei por alguns logradouros mais curtos e menos icônicos, contudo mais surpreendentes que a famosa rua onde o proibido se torna permitido ao pôr do sol e ao acender das luzes artificiais. Nas “quebradas”, onde é mais fácil a dissolução do caráter é onde convém prestar mais atenção.




Algumas avenidas e becos mais degradados abrigam o que é mal visto, inclusive na noite e em esquinas mal iluminadas. Em meio a enormes muros de fábricas, lixos, ratos e baratas, o que é considerado a escória da sociedade briga pelos melhores pontos para caçar os hipócritas que saem para satisfazer suas vontades mais inconfessáveis.




Relativamente perto de casa, entretanto prestes a lutar com uma subida íngreme, dei informação a um sujeito que estava perdido. Resolvi pegar uma carona, com a finalidade de vencer a montanha transformada em avenida. Péssima ideia, pois o sujeito estava em pleno voo noturno. Não compactuando das ideias liberais do “pavão misterioso”, saltei do carro proibido e continuei a pé a extenuante subida. O fulano do automóvel, mais do que nas ruas e avenidas, estava perdido na vida.




Com ossos deslocados e com dores pelo corpo de tanto caminhar inacreditáveis quatro horas, eu vi cenas que só pude vê-las reunidas em documentários e reportagens. A madrugada de São Paulo revela o que nem a luz do Sol consegue.
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🔴 Jornalistas em fúria




Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, assumiu a inveja ao reclamar da alta audiência da Jovem Pan News. A jornalista colabora com o recrudescimento da polarização quando divide e entende o Jornalismo como competição.




Os algoritmos do YouTube sugerem os vídeos com maior audiência, por isso, a programação da Pan aparece entre as mais recomendadas. O programa “Os Pingos nos Is” ganhou o maior destaque simplesmente porque diz a verdade. A jornalista da Folha, Mônica Bergamo, sempre querendo controlar o mundo, reclamou da competência da concorrência, expondo tudo o que tem para disseminar.




Jornalismo só concorre em competência, estranho é a moça tentando puxar o tapete da emissora paulistana. Contrariando o discurso antipolarização, a imprensa tem candidato e se incomoda com quem não segue a sua cartilha. A Jovem Pan, apesar de também ser imprensa, dá voz ao cidadão comum, representando-o; promove o real debate de ideias e diz a verdade.




William Bonner (“Você não deve nada à Justiça”), Renata Vasconcellos (“Fique em casa, se puder”) e Mônica Bergamo (implorando por regulação do YouTube) formam a tríade do desespero. A imprensa já tem candidato próprio, entretanto, estes jornalistas não se encorajaram a admitir e assumir o posicionamento, jogando no lixo o resto de credibilidade que poderia existir. Respectivamente, Lula não é inocente, apesar de William Bonner afirmar; Renata Vasconcellos ordenou o famigerado “Fique em casa”, entretanto, não ponderou “se puder” e Mônica Bergamo precisa entender como funcionam os algoritmos, para depois arriscar a reputação no Twitter.




Contrariando o DataPovo (preferência baseada no que os olhos veem), as “pesquisas” indicam Lula vencedor da “saidinha eleitoral”. Jornalistas militantes não ruborizam ao anunciar o apoio de, acreditem, banqueiros, empresários, e, inclusive, a tão odiada classe média.




Resta saber se a “forcinha” é autodefesa empregatícia, doutrinação escolar ou falta de caráter. Convicção política está na cara que não é.
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🔴 Campos Elíseos?







O ex-ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, é o candidato do Bolsonaro ao Governo de São Paulo. Ser bolsonarista  não é credencial para ninguém. A legião bolsonarista não pensa assim. A turma fiel votará em quem o presidente indicar. Entretanto, mesmo assim, a probabilidade de erro é pequena.




Assisti a um debate e algumas sabatinas e notei que a inteligência e a sinceridade são os   melhores preparos que alguém pode possuir para um debate. Isso evita cair em “pegadinhas”, perguntas “espinhosas” e, pior, ficar sem resposta. Uma sabatina chamou mais minha atenção pela “agressividade”: Estadão/FAAP, mediado por Eliane Cantanhêde.




O candidato do Partido Republicanos possui ambas as qualidades, sendo que a sua inteligência emocional evita que altere o tom de voz: algo muito útil para enfrentar jornalistas que tentam atingir o presidente através dele.




Eliane Cantanhêde evidenciou porque o Jornalismo precisa se reinventar. Quando a mediadora da sabatina (Estadão) achava que havia encurralado o candidato, tomava uma resposta (educada) “no contra-pé. Um outro jornalista esteve entre os entrevistadores, entretanto ficou claro que o único intuito do sujeito era “destruir” o Tarcísio. Quando este distribuiu  “invertidas” (respostas inteligentes e constrangedoras) em sequência, espalhou o medo de tentar desqualificar o candidato que pretende transferir o Palácio do Governo para o bairro central de Campos Elíseos.




O concorrente, Fernando Haddad, sabe que é uma alma peessedebista no corpo de um petista. O Haddad está num partido e compartilha ideias que não são a “cara dele”. O resultado: o petista herda enorme rejeição do partido vermelho. Essa rejeição é maior no interior, o que sempre protegeu o estado paulista da sanha da quadrilha esquerdista.




O Rodrigo Garcia ainda é um desconhecido. Trazê-lo à luz pode ser pior quando associado a João Doria, o eterno BolsoDoria. 




Os outros postulantes são tão relevantes quanto assistir a uma partida da fase de grupos da Copa do Mundo, às 11 horas da manhã. 




Virou piada a tentativa de jornalistas “derrubarem” o candidato dos Patriotas; no entanto, este, em alusão a sua especialidade, vem “asfaltando” concorrentes e a imprensa militante.
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🔴 A voz rouca das ruas




As manifestações pacíficas não significam a aceitação de atos arbitrários. O que o  STF (Supremo Tribunal Federal) vem fazendo já passou há muito tempo do aceitável. Há muito tempo, perdeu o efeito (de “agora chega”) dizer que “esticaram a corda” ou “arrebentaram a corda”. 




A dita elite deixou patente o que sempre foi latente, nossos governantes eram escolhidos por eles. O “voto de cabresto” era uma manipulação muito regional, coisa miúda. O direcionamento de votos é mais eficaz com pesquisas tendenciosas, telejornalismo tendencioso, jornais e revistas tendenciosos e STF e TSE muito tendenciosos.




Eu até confiava nos resultados das urnas e sentia um inocente orgulho, perante o mundo, da agilidade na apuração. A desconfiança surgiu com a resistência dos ministros não querendo adotar medidas de transparência. Depois da contraofensiva do STF, lembrei-me da “sala secreta ” de onde surgiu, por exemplo, o ex-advogado do PT (Partido dos Trabalhadores), Dias Toffoli, anunciando Dilma Rousseff vencedora. Suspeito?




Alguém realmente acredita que o Lula vai assumir a Presidência? Lula executou um aparelhamento no Judiciário que vem surtindo efeito. Ministros fiéis vêm tomando decisões que favorecem Lula e prejudicam seu principal adversário. O candidato petista vem fazendo campanha sem povo, mas contando com forte apoio da imprensa militante e da elite que ele sempre criticou. Contrariando as pesquisas, o ex-presidente não atrai engajamento;  Bolsonaro, ao contrário, reúne um público “beatlemaníaco”, jamais visto, de maneira   expontânea. O popular chamado “DataPovo” (pesquisa baseada no que os olhos veem) revela o direcionamento artificial do que foi apelidado de “intenções de voto”. A única coisa que se depreende dessas pesquisas esquisitas é que realmente há uma intenção.




Foi tolerado todo o casuísmo que soltou, “descondenou”, tornou elegível e calou os adversários do petista histórico, entretanto, acredito que o brasileiro não aceitará o ex-presidiário como presidente.
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