rafaeldasilva

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🔵 O doutrinador

O ditado foi interrompido para mais um vendedor apresentar seu fantástico produto na sala de aula. Já sabia que meus pais ignorariam lousinhas mágicas, livros para colorir e demais bugigangas educativas. Meus argumentos seriam as facilidades de pagamento; porém, meus pais achariam aquilo caro e saberiam que aquele meu “coração de estudante” era falso, portanto, arrefeceria antes do pôr do sol.




Entretanto, agora era diferente. O sujeito que entrou na sala era figurinha conhecida na escola.  Sempre sorridente, ele distribuiu um panfleto: Fundação do Partido Verde. Faz tempo, descobri que a causa ambientalista era só um chamariz para atrair e capturar “almas e corações” juvenis para o sempre anacrônico marxismo. Sem saber, eu estava diante do “diabo” querendo “comprar” algumas almas, representando um “partido melancia” (verde por fora, vermelho por dentro).




No final, confiante na cooptação e contente, ele disse: “Depois eu pago uma paçoquinha”. A fala, perigosamente infantilizada, me remeteu à tática usada pelos traficantes. Sabendo da doutrinação ideológica e manjando o “modus operandi”, se eu entrasse naquela, teria xingado meus pais, trabalhadores, de “porcos capitalistas” e, hoje, estaria vagando numa “cracolândia ideológica”.




A abordagem do “amigão” lembrou tudo o que meus pais (visionários) sempre disseram para evitar. Nesse momento, eu acionei o alarme interno. Aquele “aviãozinho a serviço do tráfico de almas” estava perdendo tempo comigo e, espero, com o restante daqueles aluninhos. Comecei a ouvir o blá, blá, blá disfarçado, fazendo o que eu já sabia: deixando “entrar por um ouvido e sair por outro”. 




Demorou para eu descobrir, mas a imprensa que manipula a informação, continua tentando me convencer a destruir a minha e outras existências. Certamente, vitimas, seduzidas por militantes que  ofertam doces a crianças, insistem, com um método mais abrangente, em fazer o mesmo.




Há muito tempo, percebi que o meio ambiente era apenas um chamariz “bonitinho”. Se eu caísse nessa armadilha, possivelmente faria o “L”, botaria um boné do MST, vestiria uma camiseta do Che Guevara, tremularia uma bandeira do Hamas, leria Foucault, cantaria a Internacional Socialista...
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Poemas

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🔴 A bruxa está solta




Vendo a realidade (quem quer ver) é óbvio qual é o candidato que ganha a eleição para a Presidência da República. Entretanto, como existe muita força contrária, lamento, mas é muito difícil. Forças terríveis estão à solta.




Consórcio de jornalistas, políticos e instituições com abstinência de cargos e verbas.  Incrivelmente, populares estão torcendo pelo “establishment” que sempre quis o brasileiro alienado com os mantras paralisantes: Brasil, o país do futuro e Brasil, o país do futebol.




Desmonetização, pesquisas “errando” intenções de votos, censura prévia, muitas inserções políticas boicotadas nas rádios do Norte e Nordeste, números artificialmente inflados no podcast Flow (fraude reconhecida pelo dono do Flow) etc.




A palavra “higidez” foi repetida, pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), quase como um mantra. A insistência em defender o processo eleitoral, apesar dos acontecimentos, já despertou a desconfiança. Foram muitas movimentações escusas e obscuras. Tudo isso corrobora com a máxima dita por José Dirceu, e repetida pelo outro ministro do STF, Luíz Roberto Barroso: eleição não se ganha, toma-se.




Estão forçando a barra para favorecer um lado, claramente o PT (Partido dos Trabalhadores). Essas eleições vão elencar episódios lamentáveis como o voto censitário e o voto de cabresto. Certamente, Alexandre de Moraes é um incompetente presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que fez da democracia uma lambança.




O “Streisand Effect” (quando algo que foi ocultado, removido, proibido ou censurado, viraliza, porque atiça a curiosidade) funciona que é uma beleza! Tudo que foi ocultado, proibido e censurado gerou curiosidade e propaganda involuntária gratuita. O efeito da tentativa de esconder fatos e materiais, disseminou e tornou conhecido o que jamais seria tão replicado.




A Jovem Pan está proibida de dizer Lula ladrão, corrupto, ex-presidiário, descondenado e chefe de organização criminosa. Ops! O TSE afirmou que não censurou a Jovem Pan. Então, o Jornalista Augusto Nunes falou as palavras mágicas e foi retirado do ar no dia seguinte (censurado). Simples assim.




A lagosta do cardápio supremo deve ter liberado um ser vivo (alienígena) que assumiu a autonomia do cérebro do ministro, por isso, sem freio moral, Alexandre de Moraes toma atitudes arbitrárias. Ele só acelera, sem envergar o precipício.
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🔴 Ofensa bárbara




Quando critico o atual nível do Jornalismo, estou falando da militância. Contudo, não acho que o Jornalista não deve assumir o seu viés político, pelo contrário, só não deve fingir isenção, imparcialidade.




Jornais que foram referências estão publicando quaisquer coisas que os colunistas resolvem escrever (ou melhor, cometer). Ódio por quem pensa diferente, ameaça de morte etc. Porém, a Barbara Gancia acordou mal-humorada... Não, pela frequência dos absurdos que escreve, corrijo, nasceu mal-humorada e despejou no Twitter o seguinte (ipsis litteris):




“Pra bolsonarista imbrochável feito o nosso presidente, quando a filha do Bolsonaro se arruma, ela parece uma puta”




Sim, uma jornalista da Folha de São Paulo escreveu isto. Foi no Twitter, mas trata-se da mesma pessoa. Além de pessimamente redigido, o texto exala mágoa e rancor que até pinga. A Laura (filha do Bolsonaro) completou segunda-feira 12 anos de idade! Se a Barbara Gancia não se arrepende, ou pior, queria e se diverte com a repercussão negativa do caso, aí estamos lidando com uma psicopata. Nesse caso, a literatura e a ajuda médica são mais aconselháveis. Como o estágio da doença parece pouco grave, o tratamento pode recuperar uma alma da podridão, e devolver uma pessoa ressocializada.




O Twitter surgiu como uma ferramenta tecnológica excelente para exercitar a concisão. Com textos limitados, o autor tinha que exprimir toda a ideia em poucas palavras. Esta prática já revelou sacadas geniais. No entanto, o enganoso anonimato deu coragem para se esconderem atrás de nomes falsos e textos mal escritos e ofensivos. Conclusão: o Twitter virou o esgoto da internet.




Desde que o Twitter se tornou um depositório de coisas impublicáveis, penso que jornalistas devem economizar e não franquear seus pensamentos na “Cracolândia” das redes sociais, que virou o aplicativo do “passarinho”. 




O comportamento antissocial da Barbara Gancia vai de encontro com o propósito das redes sociais. O teor do que ela escreve serve para ilustrar o Jornalismo: carece de credibilidade e a imprensa amarga baixos níveis de audiência e vendas. Não bastasse a concorrência amadora da internet.
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🔴 A sacrossanta urna eletrônica

Desde que começaram a utilizar as urnas eletrônicas, observadores de vários países democráticos vieram testemunhar a novidade. Impossível não recordar como era rudimentar a cédula, que permitia rasuras e pequenas fraudes. Mais que isso, como na porta de banheiro de restaurante de beira de estrada, as cédulas de papel permitiam que se escrevessem bobagens ou que se votassem em quaisquer figuras. Animais eram eleitos, e políticos manifestamente xingados.




Comparado o voto em papel com a urna eletrônica, dava até um certo orgulho. Quando vinham observadores estrangeiros, como do Japão, eu tinha a impressão de que havíamos, enfim, ingressado no Primeiro Mundo. Nada mais enganoso. Há 26 anos, países muito mais desenvolvidos não adotaram nossa incrível maquininha. Excetuando-se Butão e Bangladesh, a tecnologia está a serviço do que parece democracia. Como o Imposto de Renda, a apuração funciona que é uma beleza!




Este ano, as comitivas internacionais estão..., digamos, observando nossas eleições. Fora balançar a cabeça afirmativamente e falar (em Português) “Bom, muito bom”, os turistas internacionais comerão,  durmirão e conhecerão as maravilhas do Brasil “na faixa”.




A atriz Maria Flor exaltou as urnas eletrônicas de maneira, diferentemente da santificação habitual, sexual. A abordagem é inédita e muito estranha. Tão estranha e surpreendente, que a exaltação das urnas por Maria Flor merece um dedicado estudo neurológico ou a catalogação como uma, até então, nova modalidade de parafilia. A abordagem erótica, embora aparentemente seja o apogeu da democracia, assusta.




A votação em cédulas está para a urna eletrônica, como o batedor de carteira está para o “hacker”. Aquele é a fraude no varejo, este é a fraude no atacado.




O sistema eleitoral poucas vezes levantou tantas suspeitas. Repito: dava até um certo orgulho. Contudo, o desespero dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), a resistência e as providencias para não aumentar a transparência das urnas sim, despertou a desconfiança. 




Na escola onde eu estudava, o sistema de escrutínio do Líder de Classe era muito rudimentar, embora mais confiável.
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🔴 Censura livre




Barbra Streisand, atriz e cantora americana, resolveu processar um fotógrafo que registrou sua mansão. Ela quis a retirada da fotografia e um punhado de dólares. Resultado: a notícia propagou a curiosidade, e a foto bombou.




Desse episódio surgiu a expressão “Streisand Effect”, que significa quando tentam remover, ocultar ou censurar uma informação. Efeito: esta tentativa gera o efeito contrário, disseminando muito mais o que se tentava esconder. Com a internet e o destemor da “molecada” a replicação do que seria proibido é certa.




Livros, exposições, vídeos, imagens etc, quando foram proibidos, mesmo que de qualidade ruim, ganharam muita repercussão. A simples notícia da proibição tornou-se propaganda gratuita e viralizou devido à curiosidade.




As sucessivas censuras a tudo o que é de um específico espectro político levantou quem é simpático a esse mesmo lado político, tornando as medidas ditatoriais, mais que sem efeito, de efeito contrário. Uma prova disto: eu, que nem assino a ‘Gazeta do Povo”, jamais saberia que o jornal foi proibido de chamar o Lula de ladrão.




Proibiram noticiarem as “cabulosas” relações do PT (Partido dos Trabalhadores) com o PCC (Primeiro Comando da Capital) e a declaração de voto do Marcola em Lula. Logo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) irá proibir o que muita gente supôs: que o PT do Lula transitou livremente pelo Complexo do Alemão devido autorização e simpatia. Só falta a proibição para a notícia correr até onde nunca chegaria.




Alexandre de Moraes passa vergonha ao fingir que o peso de sua caneta é respeitado. Quando vêm quaisquer determinações, a vítima cumpre sabendo que a censura perderá a força e o objeto ganhará o mundo. Conclusão: Alexandre de Moraes finge que cumpre a lei, a vítima finge que acata a determinação.




Todo o esquema perpetrado para reconduzir o “L” de ladrão ao poder mostra que a ditadura já existe, vem do Judiciário e é executada pela caneta. O TSE trabalha firme por sua candidatura de estimação, quase sem disfarçar. As longas filas comprovaram que a TSE largou à própria sorte sua principal atribuição (realizar as eleições) e se dedicou a prejudicar um candidato. É a democracia sem povo.
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⚫️ Churrasco Grego







Caminhando pelo Centro de São Paulo, tinha o trabalho de desviar do lixo. Dizem que Nova York também é assim. Mas lá não tem o Churrasco Grego. Assim como o beijo, o iogurte e o presente, são coisas que, apesar do nome, não são típicas ou facilmente encontradas na Grécia.




Aquela traquitana, apesar de inexplorada, era familiar. O comerciante com o desbotado avental azul — avental ostentando um logotipo referente a algum bar inexistente. O tal churrasquinho era uma pilha de gordura, algo indecifrável e algum tipo de carne girando. 




Não sei se pela fome ou pela determinação do desafio autoimposto, mas o conjunto comestível me hipnotizou. Li o aviso da promoção que parecia pouco atraente, embora eterna: lanche suco. A carne tinha um aspecto atraente, mas os sucos amarelo e vermelho, eram demasiado artificiais.




Disputei espaço com desocupados, transeuntes, motoboys e demais trabalhadores com “ticket” de vale-refeição insuficiente para um prato-feito. De fato, o baixo preço era compatível com os piores cortes que giravam incessantemente no carrinho/churrasqueira.




O sujeito abriu um pão francês e esfarelou a carne que girava no carrinho e hipnotizava a ralé esfomeada. Pronto, estava construída a mítica iguaria. Pensei: com esse nome europeu, só pode ser coisa fina. Para completar esse exemplar da baixa gastronomia “Jesus me chama”, o suco: pedi, e, disputando a torneirinha com abelhas urbanas, o atendente colocou em metade do copinho de plástico, o suco artificial amarelo.




Quem consegue digerir e absorver nutrientes desse sanduíche mitológico da culinária paulistana, ingere qualquer item da região mais remota do Planeta. Larvas, insetos e raízes são fontes de proteínas palatáveis para quem consegue engolir o Churrasco Grego do Centro da Cidade.




Obs: Esta é uma obra de ficção. Eu já passei da época de me atirar a experiências insalubres. No entanto, na falta de consumir tal comida de rua paulistana, resolvi reproduzir como seria o episódio. Talvez eu tenha exagerado. Ou não.
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🔴 O encantador de serpentes




Em agosto, Natuza Neri, da GloboNews, relatou como Lula circulava nos salões republicanos sendo tratado como um verdadeiro presidente, ao contrário de um Jair Bolsonaro sisudo e escanteado. É fácil imaginar a plausibilidade da cena, pois Lula franqueou facilmente o acesso aos cofres públicos a qualquer espectro político. Além de tudo, é fácil imaginá-lo circulando com desenvoltura como um mafioso pelos salões de Brasília.




Natuza Neri, ao contrário de preocupada, parecia deslumbrada a ponto de chamar Lula de mito. Sim, ela não chama Bolsonaro de mito porque, para a jornalista, mito e futuro presidente é o petista. Fica óbvio que a moça está sofrendo da Síndrome de Estocolmo em estágio avançado e irreversível ou é uma dedicada funcionária das Organizações Globo, para a qual ela dedica todo o seu empenho, acima até de sua própria honestidade e moral. 




Nas andanças do petista, não houve a participação orgânica do povo. Para Lula, com mais uma demonstração de que não está interessado no que o povo necessita, basta o beneplácito de juristas, empresários, políticos e “amigos” aliados. Depois, ficamos assistindo, bestificados, o trânsito frenético de dinheiro.




Aliás, durante esta campanha eleitoral ficou muito claro como Lula domina a arte da demagogia; ou seja, ele ajusta o teor do discurso, de acordo com a composição da audiência. O resultado deste comportamento: contradições. Se o palavrório é para empresários, economistas, juristas etc, o discurso é responsável, edulcorado para agradar aos ouvidos pró-mercado; para uma audiência sindicalista, aparentemente excluída, majoritariamente sedenta por sangue e querendo seguir lideranças explosivas, o papo é incendiário, inflamando uma turba ensandecida para pegar em armas e fazer a eternamente prometida revolução. Esse é o Lula. 




Ciro Gomes chamou Lula de “encantador de serpentes”. Mesmo não sendo literalmente uma serpente, Merval Pereira, também da GloboNews, ficou encantado com as coxas do ex-presidiário. Essa observação anatômica não qualifica ninguém para um cargo público, mas talvez aos olhos e preferências do jornalista, foram as qualidades encontradas. Definitivamente, para agradar o chefe e garantir o emprego, esse é o subterfúgio do Merval Pereira.






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🔴 Os surfistinhas




O que Dayane Pimentel, Joyce Hasselmann, Alexandre Frota, os “Irmãos Weintraub e Soraya Thronicke têm em comum? Todos surfaram na onda bolsonarista de 2018, o sucesso subiu à cabeça, desgarraram do Capitão, aderiram ao “antibolsonarismo psicótico” (expressão de Ana Paula Henkel), se candidataram,  porém  não se elegeram.




Supostamente, por não serem contemplados numa esperada distribuição de cargos, passaram a exercer uma oposição raivosa, ou seja, o “antibolsonarismo psicótico”. Alguns, como Joice Hasselmann e Alexandre Frota acreditaram, inocentemente, no próprio capital político e não no herdado de Bolsonaro. Se deslumbraram com as festas de Brasília e, com alguns tapinhas nas costas, achavam que poderiam confiar em alguém, articulavam alianças e estavam costurando ótimos acordos. Foram enganados.




Soraya Thronicke não fugiu do “script”, achou que chegou ao Senado por forças próprias e bastava fazer cara de má para galgar cargos maiores. O engano se materializou em forma de “memes” 




Os “Irmãos Weintraub” (Abraham e Arthur) quebraram a cara. O ex-ministro Abraham, esquecendo-se que Jair indicaria o candidato ao governo de São Paulo (e não o contrário), “queimou a largada”. Não deu outra: foi infectado pelo “antibolsonarismo psicótico” e arrastou seu fiel escudeiro, seu irmão Arthur.




Sérgio Moro viu a desconstrução política dos ex-bolsonaristas e voltou pro barco do Capitão. O antigo ministro da Justiça pesou na balança, lembrou-se dos tempos de herói da “Lava Jato”, comparou com os dias de traidor e pária, voltou  para os braços do povo. Foi eleito senador e resgatou o “lavajatismo”.




Absolutamente, todos surfaram na “onda Bolsonaro”. Como declarar-se “de direita” era incipiente, bastava fazer o “símbolo da arminha”, dizer umas três palavras gatilho, como Deus, pátria e família e abominar o aborto, que estaria praticamente eleito. Neste embalo vieram todos estes citados aqui, e até desconhecidos como Dayane Pimentel.




É muito provável que o fenômeno ocorra novamente, pois choveram pessoas sem o menor perfil bolsonarista, mas que rezaram a cartilha do conservadorismo. Outro detalhe, esses neoconservadores sabem que se traírem o Capitão a marcação será implacável e o futuro político, inexistente.
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🔴 Rodrigo Pacheco, o Covarde




O adjetivo substantivado histórico não é à toa. Com postura e discurso pretensamente de líder, o presidente do Congresso só está lá para se evitar um mal maior e, a princípio, estava alinhado com o chefe do Executivo. Engano.




O senador, que foi eleito para evitar a volta de Dilma Rousseff, chegou a cogitar sua candidatura à Presidência da República. O Covarde só chegou a esse nível de megalomania porque a velha imprensa lhe estende o microfone.




Ele é conhecido como covarde porque, logo no início, desativou suas redes sociais para não ser cobrado de um megapedido de “impeachment” de Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Após esse, outros pedidos para cessar o ativismo judicial do Supremo. No entanto, apesar de protocolados e bem embasados, Rodrigo Pacheco empilhou e engavetou os pedidos. O mineiro é, também, um advogado altamente interessado nas decisões que vêm do STF. Apenas isso já inibe qualquer movimento e “algema” suas mãos. O “rabo preso” também impede que o senador exerça sua função como presidente do Senado. O sistema de freios e contrapesos (Teoria da Separação dois Poderes) foi interrompido.




Pacheco, caiu em seus braços uma oportunidade que hipertrofiaria sua vaidade; no entanto, ele preferiu utilizar um alto cargo da República para agir como um despachante malandro. Assim, conseguiu apenas apelidos desairosos usando o sobrenome Pacheco no diminutivo e aumentativo. Ele, literalmente, advoga em causa própria.




A robusta tropa de conservadores eleitos para a Senado, chega com a proposta de frear o ativismo judicial e suas arbitrariedades. Isto põe medo no STF. Se a bancada bolsonarista não se revelar traidora (isto custa muito caro), os ministros do Supremo, ironicamente, começarão a temer a lei. 




O presidente do Congresso, que se comparava a Juscelino Kubitschek, poderia ser um bom presidente do Senado, já que a tarefa era fácil, pois sucedeu o pusilânime Davi Alcolumbre. No entanto, ele aceitou o atropelo do ativismo judicial.
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🔴 Vicky Vanilla, o satanista camarada




Candidatos do PT (Partido dos Trabalhadores) já prometeram “fazer o diabo” para ganhar as eleições. A conta chegou. A conta veio, inconvenientemente, próxima do segundo turno da eleição presidencial. O Cramulhão surgiu numa figura andrógina, parecido com um vocalista de banda de tecno-brega baiana. Exercendo um satanismo tão ameaçador quanto feitiço “Wicca” de bruxinha de faculdade, o bruxo Vicky Vanilla é engraçado. A maior desmoralização para alguém que se apresenta como um enviado do Capeta é causar gargalhadas. E é essa a reação gerada pelo esforçado satanista de penteadeira.




O ocultista “gourmet”, “Vic Vaporub”, recita palavras macabras com uma doçura desconcertante. Nosso bravo herói roga suas pragas como o meigo bruxinho Harry Potter espalharia suas travessuras com a varinha mágica. 




Apesar de invocar forças ocultas, após a primeira manifestação do Mal o “Vic Varicela” tornar-se-á cristão. Eu imagino a cena: depois de proferir palavras satânicas, “Vic Vigarista” lambe um potinho de Danoninho. É isso aí, as Forças do Mal, com a tecnologia, são invocadas no escuro do quarto.




A maior ameaça ao equilíbrio das forças são as “tatoo fails” (tatuagens falhadas) na face do garoto. A tiete de Aleister Crowley, no auge da rebeldia existencial, viu, gostou e comprou numa livraria de rodoviária um manual com as 10 lições do satanismo para iniciantes.




Pois bem, o adorador de butique do Coisa-ruim é — não imaginaria outra coisa — petista. Lógico, tentando conquistar o eleitor cristão, o PT recusou o apoio. Concordo com ambos: Vicky Vanilla, o demônio de trem-fantasma, é coerente quando monta seu pacote de maldades incluindo o PT; o PT está correto  quando desconfia que o vídeo é bolsonarista. Um desastre na forma e no conteúdo, o vídeo, certamente, favorece o candidato que não mereceu a “ajuda” do pequeno mago.




Com menos poderes que um mágico de shopping center, “Vicky Gasparzinho” decepcionou-se com o PT. Ainda há tempo para Vicky ser avisado de que foi longe demais. Pacto com o Lula!



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🔴 A voz rouca das ruas




As manifestações pacíficas não significam a aceitação de atos arbitrários. O que o  STF (Supremo Tribunal Federal) vem fazendo já passou há muito tempo do aceitável. Há muito tempo, perdeu o efeito (de “agora chega”) dizer que “esticaram a corda” ou “arrebentaram a corda”. 




A dita elite deixou patente o que sempre foi latente, nossos governantes eram escolhidos por eles. O “voto de cabresto” era uma manipulação muito regional, coisa miúda. O direcionamento de votos é mais eficaz com pesquisas tendenciosas, telejornalismo tendencioso, jornais e revistas tendenciosos e STF e TSE muito tendenciosos.




Eu até confiava nos resultados das urnas e sentia um inocente orgulho, perante o mundo, da agilidade na apuração. A desconfiança surgiu com a resistência dos ministros não querendo adotar medidas de transparência. Depois da contraofensiva do STF, lembrei-me da “sala secreta ” de onde surgiu, por exemplo, o ex-advogado do PT (Partido dos Trabalhadores), Dias Toffoli, anunciando Dilma Rousseff vencedora. Suspeito?




Alguém realmente acredita que o Lula vai assumir a Presidência? Lula executou um aparelhamento no Judiciário que vem surtindo efeito. Ministros fiéis vêm tomando decisões que favorecem Lula e prejudicam seu principal adversário. O candidato petista vem fazendo campanha sem povo, mas contando com forte apoio da imprensa militante e da elite que ele sempre criticou. Contrariando as pesquisas, o ex-presidente não atrai engajamento;  Bolsonaro, ao contrário, reúne um público “beatlemaníaco”, jamais visto, de maneira   expontânea. O popular chamado “DataPovo” (pesquisa baseada no que os olhos veem) revela o direcionamento artificial do que foi apelidado de “intenções de voto”. A única coisa que se depreende dessas pesquisas esquisitas é que realmente há uma intenção.




Foi tolerado todo o casuísmo que soltou, “descondenou”, tornou elegível e calou os adversários do petista histórico, entretanto, acredito que o brasileiro não aceitará o ex-presidiário como presidente.
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