Lista de Poemas
Eu sei
Eu sei
Sim eu sei
Eu sei
Que nunca serei ninguém
Sim, sei bem
Que eu nunca te terei
Eu sei
Que no teu mundo
Nada sou
Mas quando estou contigo
Deixa-me pensar
Deixa-me sonhar
Que ainda Vivo.
Sim eu sei
Eu sei
Que nunca serei ninguém
Sim, sei bem
Que eu nunca te terei
Eu sei
Que no teu mundo
Nada sou
Mas quando estou contigo
Deixa-me pensar
Deixa-me sonhar
Que ainda Vivo.
432
Desejo
Desejo
Eu sinto a vida chegar
Em cada um dos teus beijos
Fale quem quiser falar
Que a vida só é vivida
Quando se morre em desejos
Eu sinto a vida chegar
Em cada um dos teus beijos
Fale quem quiser falar
Que a vida só é vivida
Quando se morre em desejos
278
Madrugada
Madrugada
É madrugada
E o meu corpo dói...
Dói, de tanto querer o teu.
Mas a meu lado,
Feliz, adormecido
Tu continuas nos braços
De Morfeu.
É madrugada
E o meu corpo dói...
Dói, de tanto querer o teu.
Mas a meu lado,
Feliz, adormecido
Tu continuas nos braços
De Morfeu.
417
Voz do Poeta
Voz do Poeta
Amar é sentir a voz
Consciente da razão
É dar vida ao que há em nós
É viver, é recordar
É preparar o futuro
Ir em frente, dar as mãos
Ao sentimento mais puro
Não basta amar as pessoas
Não basta amar as plantas
Ama o sol e as estrelas
Outras Galáxias que existam...
Um NÃO aos gritos de guerra
Um NÃO aos gritos de dor
Deixem cantar as crianças
Suaves cantos de Amor.
Amar é sentir a voz
Consciente da razão
É dar vida ao que há em nós
É viver, é recordar
É preparar o futuro
Ir em frente, dar as mãos
Ao sentimento mais puro
Não basta amar as pessoas
Não basta amar as plantas
Ama o sol e as estrelas
Outras Galáxias que existam...
Um NÃO aos gritos de guerra
Um NÃO aos gritos de dor
Deixem cantar as crianças
Suaves cantos de Amor.
385
Pára Coração
Pára coração
Sossega coração
Não me atormentes
Pára!
Não me faças mais sofrer
Embora no meu peito
Ainda palpites
Como dizer-te?
De forma que acredites
Teu tempo já passou
Agora o tempo
É tempo de morrer.
Sossega coração
Não me atormentes
Pára!
Não me faças mais sofrer
Embora no meu peito
Ainda palpites
Como dizer-te?
De forma que acredites
Teu tempo já passou
Agora o tempo
É tempo de morrer.
404
A minha pequena janela
A minha Janela pequena
Tenho na minha casinha
Uma pequena janela
Que engana quantos passam
Quando olham para ela!
É que da minha janela
Vejo mais que o horizonte:
Vejo as estrelas do céu,
As árvores, o rio e o monte
Pela minha janelinha
Entra a luz do sol a rodos,
Entra o luar à noitinha
E as canções do vento em sopros
E quando vem o Inverno,
Bate a chuva miudinha
Não entra, porque a não deixa,
A janela pequenina
Tenho na minha casinha
Uma pequena janela
Que engana quantos passam
Quando olham para ela!
É que da minha janela
Vejo mais que o horizonte:
Vejo as estrelas do céu,
As árvores, o rio e o monte
Pela minha janelinha
Entra a luz do sol a rodos,
Entra o luar à noitinha
E as canções do vento em sopros
E quando vem o Inverno,
Bate a chuva miudinha
Não entra, porque a não deixa,
A janela pequenina
540
Chegou num abraço a madrugada
Chegou num abraço a madrugada
Chegou num abraço a madrugada
Envolta em languidez tamanha
Trazendo, vinda não sei de onde
A cadência de uma sinfonia estranha
O brilho das estrelas reluzindo
Desce do céu em doce companhia
Sendo os teus olhos, a luz que alumia
Que aquece e incendeia, a minha poesia
Esta amizade que entre nós flutua
Cúmplices, vivendo de um amor antigo
Eternamente presos a uma só verdade
Embora longe sinto, estás comigo
Quero-te tanto mesmo não sendo tua
Meu terno amor, minha infeliz saudade
Chegou num abraço a madrugada
Envolta em languidez tamanha
Trazendo, vinda não sei de onde
A cadência de uma sinfonia estranha
O brilho das estrelas reluzindo
Desce do céu em doce companhia
Sendo os teus olhos, a luz que alumia
Que aquece e incendeia, a minha poesia
Esta amizade que entre nós flutua
Cúmplices, vivendo de um amor antigo
Eternamente presos a uma só verdade
Embora longe sinto, estás comigo
Quero-te tanto mesmo não sendo tua
Meu terno amor, minha infeliz saudade
492
Epílogo
Epílogo
Julguei que na distância te esquecia...
Sem dor, sem qualquer ressentimento
Mas no tempo que passa dia, a dia
Nunca tu me sais do pensamento.
Não tenho mais prazer, ou alegria
Nem a luz do sol me dá algum alento
E o meu olhar que sempre te sorria
Só tem nos dias de hoje sofrimento
Sempre que lembro o jeito do teu ser
E a ternura que tinhas ao me ver
E o doce reluzir do teu olhar ...
Amargo a minha desventura
Fecharam-se as portas da ventura
Que a vida tem só tristeza p'ra me dar.
Julguei que na distância te esquecia...
Sem dor, sem qualquer ressentimento
Mas no tempo que passa dia, a dia
Nunca tu me sais do pensamento.
Não tenho mais prazer, ou alegria
Nem a luz do sol me dá algum alento
E o meu olhar que sempre te sorria
Só tem nos dias de hoje sofrimento
Sempre que lembro o jeito do teu ser
E a ternura que tinhas ao me ver
E o doce reluzir do teu olhar ...
Amargo a minha desventura
Fecharam-se as portas da ventura
Que a vida tem só tristeza p'ra me dar.
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Comentários (1)
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heteronimo
é enorme e é um monstro<br />