Lista de Poemas
o Tao... do silêncio
mas me desarmo
fechando as asas
diante de um dia lúcido
me aventuraria
ao guiar-me
pelos lógicos
enevoados
mais que
absurdos
escutaria seus gritos
reclames inconformados
sem quem os veja
escute ou perceba
senão eu!
e te perguntaria...
Alguma vez
escutas-te
o tao...
do silêncio?
que há em você?
e esperaria
silenciosamente...
A explosão
isso é absurdo!!!
você
quer
é
me
enlouquecer!
flores suspiram by Ella de Castro
assim como você
é o meu segredo
revelado só
por Deus
Os ventos são para Ella
assim como você
brisa
ventania
tufão
aragem que arrepia
Ella
atua nas esferas
do sol
teu calor
encantado que dá sentido
de amor
que as flores em ti
reconhecem
e
suspiram ao ver-te
passar
aromas de cores
floráis de amores
que te alinham
a cada passo
alegras o mundo
que Ella
te consagra
com as asas
da arte
enquanto
imaginas
qual gesto
composto por beijos
darão o tom certeiro
aquela flor de abril
no céu despontado em anil
telas e enquadros
são pétalas insurgentes
dos ares
soprados dos mares distantes
no seu remar
no seu nado aquarela
esgrimas no ar
como pirata na paleta de cores
sentimentos a trotar
seu cavalgar
envonvido por Ella... Dulcinéia!
eterna e jovem dama
dos seus sonhos delirantes...
Quixotescos
rédeas viram pincéis
em suas mãos
seus sonhos
gestam
você
é
no
seu
cavalete
um quadro a galope
uma aventura estética
em busca da pincelada
alada...
climax
de numa
cena
marcante
nas asas da imaginação
divagas protegida
pelo
escudo vigoroso
o amor almejado
e inspirador
amor que
areja
e
tudo
renova
e
revela
Amar semelhante
nem teu corpo mais... quero
é meu limite terreno
de amor tão imenso
quase total
num mortal
imortal é tudo que te penso
imaginar
ao amar semelhante
ao que em mim há
chegas a duvidar
crendo-se menos
que o proprio amor
a derivar
do
céu aberto
esferas se atraem
para nos
dar prazer
estrelas se rendem silentes
diante dos lábios inocentes
criando gotas de águas e brilhos
brotamo águas
em jorro
nas fonte de amor corporais
outrora sedentos
do vivo
hidrogenio
nossa química
é física
força poética
como saberes
com sabores
de
filosofia
e
ética
Voltamos a unidade
sem a adversa
idade
saimos do tempo/espaço
nos braços
de um cometa
cometes um erro divino
se achas que te amo ao menos
Na curva
reta e correta
me faltam palavras
dizer o que sinto
é difícil
omito
minto
sem querer
ao tentar fazer
digo
sem
dizer
me faltam
palavras
para ser exata
literalmente
Me pego
na curva
só não sei
como
te encontro
nem como
nem em que ponto
te conto mentiras
de me tirar
o folego
és fogo
eu?
Apenas avento
em silêncio
sei que falho
mas não calo
enCUrraladus
A sina da ANTA
Com tinta de lula
quer assinar
camuflar
com artimanha
toda a
CONSTITUIÇÃO
NATURAL
QUE
AFLORA
esconde
do polvo
a verdadeira
lavagem
intencional
intestinal
de um quase preso
efezado
CONSTIPAÇÃO
que ATA
que alimenta
porcos com
ministério
Digo, MISTÉRIO
COMO TRUNFO
NA MANGA
AVANTE PAÍS!
"LAXANTE NELES"
composição
Tocar seu instrumento
Me convida a buscar
Sem tensão a melodia
Vinda de outras esferas
Ouvir os sons sem forma
Criar a letra...
Comungar em orações
Vestindo o corpo
véus nos olhos
Vendo com a alma nua
as nupcias
Com toda a sua nudez inocente
Compondo exponho-me
ao sair da fôrma
expando-me
Vejo
o que não capta
os sentidos revestidos
Sou
muito mais e além
independente das minhas
varias memórias
SOU
Não faz sentido o que digo
dependo do corpo
aqui nesta terra
Por isso SOU
Lá e cá
Falo e escrevo
por força do puro vício
de linguagem
Sinto calada
A mentira arquitetada
por saber
que não se sente
sem corpo
DEUS
Não sou humana
Meu corpo não é ateu
meu corpo é templo
pagão
iluminado
vagão
que me leva
pelos trilhos
abrindo todo caminho
Estar na terra
O que nos mantém aqui
É uma vaga... ideia
Iniciada em outras esferas eternas
Não tenho ideia
do fim
Apenas aspirei
o poder que cria
vida
E me ilumina o pensar...
em co-criar
uma bela melodia
que possa ser
ouvida
e
aliviar
toda dor
Pedra no sapato
Sentidos
longe do publico
na minha cama
fazendo minhas
suas palavras
atenta busco saberes
que vão além
de toda a beleza
que este corpo de letras desterra
a cada palavra
formada
esculpida por sentidos
vivos
lapido em lascas
retiro as cascas
até encontrar
seu brilho faceiro
no olho
Seu corpo de ideias
penetram os meus sentidos
me convidando a vir a ser
com você
co-autora
de
uma historia de amor
sem motivo
impressões físicas
marcadas com asteristicos
característicos dos amantes
contemplativos
Molhar o dedo
tocar e mudar
sem pressa
sem falar
espero em estase
a próxima frase
vir a ser
concebida
sem marcas
nem vincos
sem vicios antigos
gerando algo original
virginal
apenas um farfalhar
se ouve no ar
ruído sem nexo
sem forma definitiva
em plena gestação
paginas passadas a limpo
provocam lagrimas ou risos
soluços...
suspiros...
eventuais
destilam gotas
de puro mel
na alquimia
visível...
Expressa à vácuo
como um gozo
sem hora
para acabar
poemas emergentes
com sentidos diversos
subjacentes
mesclam
nossas falas
destiladas
expondo-nos
a riscos calculados
como pode ser?
amar sem embebedar-se
como é amar
com moderação?
amar sem poder
amar sem ter
amar o ser
ao ser
desapegado...
nu
folhas em branco
amores não revelados
enchem o peito
me alimento
sorvendo
com sentimento
concentindo a troca
de emoção sem volta
Leio vendo
o meu deleite
expresso
em você
a
cada palavra
que escorre
brota um silencio
sagrado
orgasmos inacabados
indiziveis
verbalmente
Certezas
Não as quero mais
Talvez, apenas queira...
Talvez....
Vezes mais
Certezas!
que nunca sejam...
Capazes
de me tirarem a PAZ
Talvez algum dia eu mude
com certeza
Talvez...
para sempre mais
Com certeza
mudo
demais
Guardo um segredo
Compreendi claramente
Carrego um segredo indizível comigo
Não porque é algo de que me envergonhe
Carrego comigo
Um segredo inato
Que preciso contar para o mundo
Mas me faltam palavras
Meu segredo é infalável...
Impensável...
apenas
sensível
E como isso é possível?
Me sinto incapaz de guardá-lo para sempre
Por isso tento observá-lo
escutar o que ele me
cochicha
ao pé do ouvido
E que ressoa
dentro do meu coração
Guardo um segredo no peito
e em todo corpo
Através dele
eu sinto que AMO
Mas quando digo que AMO
Sinto lá dentro na ALMA
O SEGREDO SORRINDO
Não é que ele zomba de mim
Ele ri é para mim
Como se agradecesse
Que eu o expressasse
O traduzisse para os outros
Quero contar um segredo
Mas ele nunca se expõe
só atiça
Quardo um segredo por dentro
Mas não é defeito de fabricação
Mais uma vez vou tentar te contar
não tenho medo do seu julgamento
nem que chames de louca
O segredo é simples de falar
Talves por isso
ninguém me... credita
Carrego DEUS
Já faz tempo
Meu corpo é um templo
Onde canto à capela
Ele é regente de toda a harmonia
E eu a letrista
Que dá voz
A luz
de
suas
ideias
Que
Ele
Abençoando
faz
OM
No coração
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