A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
Eu sou o coração que bate desenfreadamente em seu peito
Fazendo o seu sangue irrigar por todo o seu corpo feminino
Sua boca,eu beijo
Como o mais breve e simples desejo
De um menino
Ao sonhar em logo poder crescer
Para poder fazer coisas de gente grande
E é isso que eu me tornei, atualmente
Ou seja, num adulto!
Para eu poder te amar
Nas areias do mar
Assim,eternamente
Te amando,como,só eu sei te amar
De um jeito inocente.
Wilhans Lima Mickosz
107
Um Aluno Exemplar
Era uma vez,um certo aluno exemplar que não tinha comparação,ele era o melhor aluno da sala,ou melhor,ele era o melhor aluno de toda a escola.
Todos os professores o adoravam,ele tirava notas máximas em todas as disciplinas,ele também era um tanto quanto perfeccionista em relação a tudo,sobretudo à sua vida escolar de aluno exemplar.
Os outros alunos e alunas da sala,decerto que o invejavam por sua inteligência,mas, o que havia de se fazer,se ele era um excelente aluno de se ter.
Esse aluno era filho único e seus pais eram pobres e ele estudava em uma escola pública,portanto,ele não havia nascido em um berço de ouro,como muitos outros nascem por aí.
Ele tinha de se esforçar para conseguir ser alguém na vida que era algo que ele ainda não era,porém,haveria de ser,um dia.
Seu sonho era o de poder ser médico-pediatra,cuidar e tratar de doenças infantis,ele ainda estava no terceiro ano do ensino médio, estava prestes a se formar no colégio.
Ainda faltava só um mês para ele concluir o ensino médio,ao chegar o mês seguinte,ele se formou no ensino médio.
E a partir do ano seguinte,ele ainda ia estudar ainda mais,como sempre estudou para poder passar e entrar numa boa faculdade pública de medicina.
Ele então fez tudo que tinha para se fazer,e felizmente,conforme o esperado,por seus pais,ele conseguiu passar no vestibular para medicina.
Ele então,estudou todos os anos da faculdade de medicina,se formou e por fim,se especializou em pediatria.
E ele, de aluno exemplar de uma escola pública,filho de pais pobres,acabou, tornando-se,o orgulho da família e daquela escola de onde ele estudou.
Como sendo chamado e conhecido agora ,por todos,como um médico exemplar,exemplo para todos os médicos do hospital,no qual,ele clinicava em questão.
Wilhans Lima Mickosz
122
O resgate de uma princesa
Era uma vez, num reino ,onde um rei e uma rainha, ambos tinham uma linda princesa.
Ela era jovem e ainda nunca tivera um príncipe para chamá-lo de seu amor, pois ainda ,tampouco alguém tivera a oportunidade de poder conquistar seu coração.
Ela vivia no reino de seus pais que também era seu reino,porém ,ela ainda não ,se tornara uma rainha ,só com a morte de seus pais que isso se tornaria realidade.
Entretanto, não era isso que ela queria ou esperava, na verdade ,ela queria e esperava era poder conhecer alguém que fosse capaz de fazer com que a mesma se apaixonasse de corpo e alma.
Mas só que, havia um porém ,seus pais ,não queriam que ela se casasse nem que fosse uma futura rainha, eles não queriam vê-la desposada por ninguém ,pois tinham medo de que nunca mais pudessem vê-la diante de seus olhos egocêntricos.
Ou seja ,os reis temiam que com o casamento ,alguém pudesse levá-la para muito longe dali do seu castelo ,para sempre.
Sendo assim, infelizmente,seus pais, a aprisionaram lá no alto da torre do seu castelo,onde ninguém pudesse , se aproximar ou tentar entrar.
Ela, em plena juventude nunca beijara um só homem sequer em toda sua vida,ela vivia entristecida,aprisionada naquela torre do castelo,apertada,fechada por todos os lados,só havia uma janela do lado de fora, por onde ela podia olhar para o horizonte.
Os serviçais do castelo do rei levavam tudo para ela e deixavam o prato de comida e um copo de água por debaixo da porta trancada,onde ela estava trancafiada.
Não havia como escapar daquela sua situação de total enclausuramento,a segurança do reino era reforçada.
Mas um dia,tudo iria mudar ,ela tinha fé de que algo bom aconteceria,para que sua tão almejada liberdade pudesse chegar.
Foi quando,um dia,chegou a data da festa de aniversário do rei,e este iria comemorar uma tremenda festa e convidar todos do seu reino com muita bebida e comida.
Todos eram bem-vindos à festança,até mesmo,pessoas de outros reinos.
Cartazes foram colados por toda a parte anunciando a festa.
Inclusive,havia muitos boatos de que algo imprevisto aconteceria a festa real,porém,ninguém estava botando fé nisso.Muito menos o aniversariante do dia.Que era o despreocupado e feliz rei.
Pois bem! Na noite que começou a festa,evidentemente,havia nela muita gente,desde os plebeus até os nobres,todos eles e elas misturados e muita bebida e comida, tinha mais bebida ali do que comida.
Tinha vinho para dar e vender,mas só que um princípe disfarçado de servo do rei responsável por servir as bebidas.
Ele acabou indo a festa,carregando consigo, uma certa quantidade de sonífero,um pequeno frasco em seu bolso que se fosse despejado,faria todo o reino cair no sono instantaneamente.
E foi,exatamente isto que ele fez,enquanto todos bêbados estavam tomando seus copos de vinho,então ,disfarçadamente e num piscar de olhos, ele despejou todo o frasco lá no caldeirão de bebida alcoólica e alguns minutos depois todos dormiram,até mesmo os mais fortes,não resistiram àquele sonífero capaz de fazer até mesmo um elefante dormir.
Feito isto,lá estava ele,tranquilo por todo o reino e ele vai à procura da princesa.
E,coincidentemente, ele sobe umas escadas,e acaba chegando ao topo da torre daquele gigante castelo.
Assim que ele chegou lá,ele tentou abrir a porta,mas estava fechada,ele bate a porta com a mão com força e perguntou: tem alguém aí?
Ela,surpresa, lhe respondeu com sua voz angelical:Sim,Eu estou aqui,por favor!tire-me daqui de dentro!
Afaste-se,eu vou derrubar a porta!disse ele.
Ele,forte,como era,derrubou aquela porta com um só chute!
Ai,a porta veio ao chão,e eles dois se viram,foi amor à primeira vista,eles se beijaram,ambos faziam um belíssimo casal.
Logo em seguida disso,eles não tinham tempo a perder,eles,desceram as escadas rápido até o piso terréo do castelo.
E assim conseguiram sair de lá,antes que todos acordassem,tudo isso,em menos de 30 minutos.
Eles sairam do castelo,e lá do lado de fora do muro do portão do castelo,estava parado o cavalo branco do príncipe.
Eles dois então sobem no cavalo branco,e fogem dali daquele reino,onde a maldade e o egoísmo de seus pais reinavam,mas só que nunca mais reinarão.
Pois sua filha,nunca mais a verão.
Assim sendo,a princesa foi resgatada por seu tão esperado príncipe encantado, enfim e assim termina aqui esse conto de fadas.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
152
Palavras tão doces como o mel
A única coisa coisa que eu posso te dar
São as palavras doces
Que eu tenho a te falar
São palavras tão doces como o mel
Prontas para você poder ouvi-las e saboreá-las
Como se fossem colhidas direto da colmeia
Essa é a minha ideia
E dadas para você na colher
Para você poder sentir o gosto delas
Um mel que foi produzido por milhares de abelhas
Por meio do polén de flor em flor
Das flores de todas as cores
Mas em que nelas contém
O mais puro amor
E nisso que vai além
Do que só palavras doces
São palavras que mais ninguém
A não ser alguém,assim como eu
Para poder me expressar
E através das palavras
Poder te amar
Mais profundamente
Que o azul da cor do céu e do mar
Assim,eternamente.
Wilhans Lima Mickosz
272
Um anjo recém-chegado aos céus
Eu vejo um anjo divino
Que é um anjo menino
Ao tocar seu violino
Anunciando a todos os demais anjos celestiais
Que um novo anjo acaba de chegar aos céus
Para que Deus possa lhe dar uma boa recepção
De todo seu coração
Porque é sempre bem-vindo
Um anjo que possa trazer a santa paz
Ao reino celestial de Deus
Que Deus sempre acolhe os filhos seus
Este novo anjo recém-chegado é um Querubim
Que já entrou nos céus
Que já está nas nuvens
A tocar seu clarim
Para Deus e seus tantos outros anjos Querubins e Serafins
Que entre eles, há os que tocam vários outros tipos de instrumentos musicais
E coisas afins.
Wilhans Lima Mickosz
131
O violino
Quem inventou o violino!
Certamente na hora estava imaginando o momento
Do grande nascimento
Do Jesus menino
O inventor desse instrumento de som estridente
Imaginou o menino Jesus de olhos-azuis
Derramando suas lágrimas lentamente
Vertendo lágrimas santas pelos seus filhos pecadores
Que ao mesmo tempo que pecam
Também são capazes de provocar amores
Como os sons do violino
E das pessoas que o cercam
Este é o violino
Um instrumento pequenino
Mas com um som divino
Capaz de trazer paz
Tanto para quem o toca
Quanto para quem o escuta
Um instrumento musical
Totalmente celestial
Que quem conhece
Jamais se esquece!
Wilhans Lima Mickosz
130
Poema
Será que alguém poderia me dizer
Por que eu não paro de pensar em você?
Por que você não sai da minha cabeça?
Que eu estou no tempo presente de agora
Mas, eu não deixo de viver o tempo passado a toda hora
Tudo por sua causa
Que é o motivo pelo qual eu não paro de pensar
De tentar voltar ao antes
Porém,eu sei que isso é impossível
A única opção é de eu viver
Mas, eu não consigo
É Porque você vive dentro de mim
Desde, o primeiro momento
Que eu pude te ver
Para que eu nunca mais pudesse me esquecer
E também para que eu ficasse em estado de sofrimento
E é isso que vai prevalecer
A saudade de você em mim
Do começo ao fim.
Wilhans Lima Mickosz
102
Me leve
Me leve
Leve-me como a brisa leve
Como a leve brisa
Do meu ser
Do meu viver
Que por ti
Eu jamais pude nem poderei me esquecer
Só de te ver
Por isso,você pode me levar
Você pode levar-me
Aonde quer que você acha que eu devo ir
Aonde quer que você acha que eu devo voar
Assim que eu partir
Para nas nuvens
Onde eu possa descansar
E lá em cima,no alto dos céus
No juízo final
Junto aos réus
Eu finalmente,te encontrar
Para que o nosso amor
Possa se concretizar
E dure sempre e para sempre
Eternamente.
Wilhans Lima Mickosz
115
O que é saudade?
Saudade
É lembrar-se de alguém sem parar?
É uma lágrima dos seus olhos derramar?
É um sintoma de bondade?
Saudade
É saber que alguém não está mais contigo?
Seja ou não seu amigo?
É saber que nunca mais haverá uma outra oportunidade?
Saudade
É uma doce lembrança?
De quando, você ainda era uma criança?
A respeitar dos seus pais a autoridade?
Saudade
É saber que o ontem já se foi e nunca mais vai voltar?
É viver o hoje e saber que o amanhã está prestes a chegar?
É viver e conviver com todos em irmandade?
Saudade
É querer tocar uma parte escondida de sua memória?
É lá, onde nela vive toda sua história?
Independentemente, dela ser de tristeza ou de felicidade.
Enfim, será que esta é a saudade?
Wilhans Lima Mickosz
146
Minha outra metade!
Eu sinto tanta saudade!
Da minha outra metade!
Por que tiveste que partir?
Para que as minhas lágrimas pudessem cair!
Pois, eu já não sei responder essa penosa questão!
Que perdura em meu coração.
Meu anjo idolatrado!
Se tu soubesses que eu te amo tanto!
Não me deixarias aos prantos
Nem tampouco terias me abandonado.
Mas como agora, que já partiste.
O que me resta é este estado em que me encontro triste
Por causa dessas minhas memórias
Que me deixaram histórias
De um passado que ainda parece que foi ontem que aconteceu
Porém ,eu sei, que isso tudo já morreu.
E , eu tenho e terei que passar a viver forçadamente ,o hoje, pensando no que fazer no amanhã.