A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
Essas horas do relógio Não querem logo passar Para minha namorada Eu vir a beijar Eu mal consegui dormir essa madrugada Por causa do tique-taque do relógio A me incomodar E, também,as horas do relógio Eu fiquei a esperar Para logo,chegar o momento certo Em que eu estou bem desperto Para o meu amor,eu poder namorar Mas,o relógio nunca foi meu amigo Ele nunca foi gentil comigo Ele sempre foi do contra Ou seja,quando,eu quero que passem as horas do tempo rápido Elas demoram a passar E,quando,eu quero que passem as horas do tempo demorado Elas passam rápido Quem vai entender? Esse relógio louco Que de mim,faz pouco Com seu mistério,sem fim.
Wilhans Lima Mickosz
260
Um anjo recém-chegado aos céus
Eu vejo um anjo divino
Que é um anjo menino
Ao tocar seu violino
Anunciando a todos os demais anjos celestiais
Que um novo anjo acaba de chegar aos céus
Para que Deus possa lhe dar uma boa recepção
De todo seu coração
Porque é sempre bem-vindo
Um anjo que possa trazer a santa paz
Ao reino celestial de Deus
Que Deus sempre acolhe os filhos seus
Este novo anjo recém-chegado é um Querubim
Que já entrou nos céus
Que já está nas nuvens
A tocar seu clarim
Para Deus e seus tantos outros anjos Querubins e Serafins
Que entre eles, há os que tocam vários outros tipos de instrumentos musicais
E coisas afins.
Wilhans Lima Mickosz
132
Se eu tivesse você
Se eu tivesse você
Eu seria o homem mais feliz do mundo
Se eu tivesse você
Para eu poder tê-la toda em meus braços
Você se perderia no meu abraço
Se eu tivesse você
Para eu poder beijar sua boca
Para eu sentir sua boca junto a minha
Se eu tivesse você
Você jamais estaria sozinha
Se eu tivesse você
Você seria toda minha
Você viveria para mim
E eu viveria para você
Um viveria para o outro
Nós seríamos um só
Nós dois juntos voltaríamos ao pó
Nós seríamos uma só carne
Eu e Você
Você e Eu
Sempre e Para Sempre.
Wilhans Lima Mickosz
137
Poesia
Se você diz que eu sou sua vida
Eu também digo que você é minha vida
Que você vive nela
Minha querida
Em Todos os dias
Do meu caminho
Eu nunca estou sozinho
Porque,eu tenho sempre você aqui comigo
Fazendo-me companhia
E trazendo-me alegria
Seja de noite ou de dia
Tirando-me, assim da melancolia
Você conheceu-me, de repente, como um amigo
E agora,eu sou sua vida!
Não é mesmo?
Minha querida!
Eu sou o coração que bate desenfreadamente em seu peito
Fazendo o seu sangue irrigar por todo o seu corpo feminino
Sua boca,eu beijo
Como o mais breve e simples desejo
De um menino
Ao sonhar em logo poder crescer
Para poder fazer coisas de gente grande
E é isso que eu me tornei, atualmente
Ou seja, num adulto!
Para eu poder te amar
Nas areias do mar
Assim,eternamente
Te amando,como,só eu sei te amar
De um jeito inocente.
Wilhans Lima Mickosz
108
Uma mulher perfeita
Eu idealizo uma mulher perfeita
E esta mulher perfeita é você em minha vida
A perfeição está em seu coração contida
Eu olho para os teus olhos
Que brilham e acendem o meu olhar
Seu sorriso de pura graça que me deixa sem graça
Quando eu te falo palavras de amor
Você fica tímida e com vergonha e sua pele branca
Logo se avermelha assim como a cor dos seus lábios de batom
Seus cabelos,sua delicadeza de mulher
Seu narizinho,sua voz de anjo
Sua inteligência
Tudo isso eu idealizo em ti
Eu vejo a perfeição feminina
Na sua beleza de menina
Para mim,você é uma mulher perfeita
A mulher do meu coração eleita.
Wilhans Lima Mickosz
130
Um cliente estrangeiro na livraria
Introdução
Esta é uma peça teatral que eu apresento-lhes que fala sobre uma situação inesperada de improviso de que funcionários brasileiros de uma livraria precisaram enfrentar para poder tentar se comunicar de alguma forma possível com um cliente norte-americano que,de repente,entrou na livraria e então,o mesmo,começou a falar inglês.
Personagens:
O cliente norte-americano Wilhans
O gerente Abner
O vendedor Anderson
A caixa Maria
A narradora Rachel
Narração-Cena Única
Certo dia,inesperadamente,às 5:00 da tarde,a livraria,se encontrava aberta e então,entrou ali,um cliente e se apresentou,dizendo o seguinte:
Wilhans-Hello!Boy!How are you?My name's Wilhans!Please!I'm looking for a book by ''Shakespeare''.
Narração-Rachel
O gerente o viu e foi atendê-lo,mas só que não pôde entender nada do que o cliente norte-americano lhe dissera em inglês.
Então,o gerente diz ao vendedor que na hora estava ao seu lado para que assim,este o atendesse,da sua melhor maneira possível.
Anderson-Mas Senhor!Eu não sei falar Inglês!disse ele
Abner-Muito menos eu!Mas se vire,improvise,afinal de contas,você é o vendedor!E eu sou o gerente!
Narração-Raquel
Lá então foi,o vendedor para atendê-lo,tentando falar inglês,fazendo-lhe gestos e mímicas.
Anderson-The book's on the table!
Wilhans-I want this book!By the way,How much is it?
Narração-Rachel
O vendedor nada entendeu e balança a cabeça negativamente para os lados,então,o cliente lhe fez um gesto,uma mímica com sua mão em direção ao livro,fazendo-lhe sinal de dinheiro.
Anderson- com a mão direita indicou-lhe com seus cinco dedos que custava Cinco reais!
Wilhans-Very Good!Thanks!My friend!
Anderson-Ok!
Abner-E aí?Já conseguiu vender algum livro para o cliente estrangeiro?Este perguntou-lhe
Anderson-Sim!Senhor!
Abner-Pois bem!Bom trabalho!Meus parabéns!
Narração-Rachel
Ao pagar o livro,o cliente vai em direção ao caixa da livraria.
Maria-Boa tarde!Senhor!Como vai você?
Wilhans-I just want this my book!Please!
Maria-O quê?Eu não entendi nada?
Anderson- É só você entregar-lhe este livro que está no seu caixa e receber o valor de Cinco reais e nada mais.Afirmou o vendedor da livraria
Maria-Ah! Tudo bem,então!É porque eu não estava entendendo nada mesmo!
Narração-Rachel
A caixa da livraria,então,lhe entregou o livro e o cliente estrangeiro,lhe pagou o certo valor correspondente pelo mesmo.
Aí,o cliente foi embora dali da livraria,depois de uma baita situação um tanto quanto embaraçosa,daquele dia que causou com todos.
E ainda por cima disso,aquele cliente estrangeiro,despediu-se rindo,com um:''Bye-Bye''!.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
168
Se amanhã o mundo fosse acabar
Se amanhã o mundo fosse acabar
A primeira coisa que eu faria hoje
Seria poder te amar
Te amar tão profundamente
Quanto o azul da cor do céu e do mar
Te amar até o ar em meus pulmões faltar
E de mim nada restar
A não ser o amor
Que eu tenho em meu coração
Para poder te dar
É isso que eu faria
E não hesitaria
Se amanhã o mundo fosse acabar.
Do início ao fim
Eu te amaria.
Wilhans Lima Mickosz
145
Uma Professora e seu Aluno
Certa professora e seu certo aluno,viam-se e reviam-se,em sala-de-aula,uma vez por semana,em todas as semanas do mês,junto com outros alunos.
E este,seu aluno,especificamente,a admirava,com seus olhos de uma forma indescritível.
Ele a amava,ele estava apaixonado por sua professora secretamente,ninguém sabia disso,muito menos,ela própria e mesmo assim,caso,se ela soubesse,não se sabe,ao certo,de sua parte,se a mesma poderia retribuir esse seu tamanho amor estudantil.
Ele sabia que ela falava:Inglês,Espanhol,inclusive,o nosso Português,é óbvio!
Ela tinha 31 anos de idade,mas, parecia ter 25 ,com seu rosto e corpo de princesa,ela era lindíssima,formosíssima,chamava-se:''Ana Terra''.
Ela também tinha uma tatuagem no seu pé direito,ela já havia ido aos Estados Unidos da América em Nova York com sua mãe e irmã.
Enfim,ele procurava saber de tudo sobre ela,tim tim por tim tim,detalhadamente,a respeito de tudo que ela falava,ele procurava saber e decorar em sua cabeça atentamente,porque ele estava interessado por sua pessoa de corpo e alma.
Mas só que,ele não sabia,como aproximar-se dela,afinal de contas,ela era sua professora.
O que ele perguntaria a ela?Assim que todos os demais alunos,saíssem da sala-de-aula.
Professora!Você têm namorado?
Essa seria uma pergunta,um tanto quanto ousada,talvez,feita por um aluno à sua professora.Assim imaginava ele.
E ela poderia lhe responder,isso não lhe diz respeito,com toda sua razão,porque,ela estava ali em sala-de-aula para poder lecionar e esclarecer possíveis dúvidas relacionadas à sua disciplina e não sobre sua vida pessoal,íntima.
No entanto,ele não conseguiu resistir a tentação da oportunidade e este,resolveu lhe perguntar,algo à respeito.
E lá foi ele,numa certa ocasião propícia e então,lhe perguntou,no fim de uma de suas aulas,quando todos os outros alunos,já haviam saído da sala-de-aula.
E estavam,eles dois,ali,à sós.
Sua pergunta,foi da seguinte maneira:''Com sua licensa,Professora!
Esta,lhe respondeu:Pois não?
Ele continuou dizendo:Eu poderia saber,se você está solteira?
Ela,então,surpreendeu-se com sua pergunta inesperada e logo em seguida disso,lhe respondeu:
''Eu deixarei você descobrir por si só!''
Dito isto, por ela,ele já sabia que naquele certo dia,à noite,ela iria embora para o seu apartamento ,no mesmo horário de saída de seus alunos.
E ele,despediu-se,da mesma,respeitosamente,com um beijo no rosto,porque, ela ainda era sua Professora Universitária e não sua namorada,assim como ele almejava.
E ela,acabou deixando-lhe esse seu mistério no ar e por outro lado,ele tinha ficado enlouquecidamente interessado para que assim pudesse desvendar esse seu mistério,ou seja,o mistério sobre a vida particular de sua professora de:''Morfossíntaxe da Língua Portuguesa''.
Naquela mesma noite,esse seu certo aluno, ele foi se deitar,encostando sua cabeça curiosa no travesseiro,só pensando assim,da seguinte maneira:''Será que a professora está sozinha?
Pois é isso que eu vou tentar descobrir por mim mesmo!Pode deixar!
Ou eu não me chamo:Fulano de Tal! Disse convicto ele!
Isso era a única coisa que ele ainda não sabia sobre sua professora,porque,sua amada e desejada:''Aninha''.
Assim como ele passou a chamá-la mentalmente,não deixara-se saber nada a esse respeito,desde então.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
138
Um gramático perfeccionista
Ele era um gramático que era um tanto quanto perfeccionista,ele não admitia inadequações de gramática nem de si mesmo nem dos outros.
Ele mesmo se corrigia,o tempo todo,frequentemente,tanto na fala quanto na escrita e ele também corrigia as demais pessoas do seu convívio no dia-a-dia.
Sua vida era tudo,conforme, a gramática normativa que é a gramática que visa a norma entre o modo adequado e inadequado de se escrever e de se falar numa língua,nesse caso, a gramática normativa da nossa Língua Portuguesa em questão.
Ele era um intelectual,tinha muitos diplomas à respeito de seu formação acadêmica,mas o que,o deixava, de certo modo, nervoso ou incorformado era quando,alguém,aparentemente ignorante, cometia algum uso inadequado de gramática perto de si.
Ele,imediatamente,corrigia,quem quer que fosse,e se,por acaso,alguém lhe dissesse ,quem você pensa que é para querer vir me corrigir?
Ele,logo ,respondia,eu sou um gramático impecável que não admito palavras agramáticais,tudo que não for gramática, aborrece-me profundamente, de tal maneira que você jamais me entenderá, nem sequer mesmo:'' Ferdinand Saussure,me entenderia,o que eu passo, dentro do meu coração,sobre querer fazer com que as pessoas,aprendam a falar e a escrever adequadamente,respeitando o idioma de:'' Luís Vaz de Camões''.
Porque,para os gramáticos, assim como eu,é de suma importância respeitar o que é certo.
É por isso,cá estou eu,para poder ensinar a quem queira aprender, o que deve ser escrito ou dito,conforme, o uso do Português na norma Padrão.
Quer queiram ou não.
Dito isto,o gramático perfeccionista que,naquele momento estava ali de conversação com um transeunte na calçada do bairro, ele,então,despediu-se do mesmo e foi, recolher-se ,em direção à sua casa.
Para poder ir dormir um pouco,depois de um dia deveras cansativo de trabalho na faculdade,onde,este lecionava, sobre tudo,o que já aprendera,em tempos antigos da época em que fizera seu curso na faculdade de Letras.
Um curso do qual ele admirava demais,porém,sabia ele que teria que morrer,sabendo que não seria nada fácil adotar essa sua medida de gramático perfeccionista.
Enfim e assim,termina aqui esse conto sobre: Um Gramático Perfeccionista que não admitia imperfeições gramaticais,porque sua gramática era,digamos assim, definitivamente perfeita em detalhes.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
152
Poesia
Quando eu tenho um sentimento
Que mal cabe em meu peito
Eu sempre costumo transformar tal sentimento
Que vem do momento
Em uma bela poesia
Seja ela de alegria ou de melancolia
O que me importa mesmo
É que essa minha poesia
Ela possa alegrar o meu dia
Tudo através do meu olhar
Que olha para o seu olhar
Porque os olhos são o espelho da alma
Suas palavras ditas podem até tentar me enganar
Mas,teus olhos,não
Porque jamais pode se esconder algo
Vindo do coração
É por isso que sua boca mente
Mas seu olhar,não
É só ter um pouco de percepção
Para poder perceber
Sobre o que os teus olhos tem a me dizer
Que eles me contam que você é capaz de me amar
Tão profundamente quanto o azul da cor do céu e do mar