A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
O ônibus Em que eu estou Vai e não Vai O motorista pirou Do lugar O ônibus Não sai E quando,sai Do lugar O motorista se põe a acelerar E também dá cada freada brusca Que eu em pé Até cai E reclamei do motorista Que dirige o ônibus Com seu vai e não vai Que do lugar,não sai E,quando, sai do lugar O motorista se põe a acelerar Até os passageiros começarem a falar Do seu modo de dirigir Que faz os mesmos a pensarem Que o motorista as leis de trânsito está a infringir Esse é o meio de transporte da gente ir? Pergunto eu que sou um passageiro esgotado No ônibus lotado Após,eu ter trabalhado o dia inteiro E desse ônibus,enfim,eu poder sair.
Wilhans Lima Mickosz
190
Minha conquista de amor
Quando eu a vi pela primeira vez
E eu disse comigo mesmo
Eu tenho que conversar com ela
Eu tenho que puxar um assunto qualquer
Quem sabe,começando elogiando sua beleza
Porque toda mulher adora um elogio
Eu sei que,um não
Eu já tenho
Pois,eu tinha que lutar pelo sim
Para isso,eu tinha que ir conversar com ela
Com àquela bela donzela
Tentar fazer com que ela me dissesse um sim
Que me desse certeza
Que aceitasse o meu convite para sairmos
Que não me desse,um não
E nem um talvez
Porque essas duas opções
São horríveis
Foi então que eu parei de pensar em que fazer
E eu fui conversar com ela
E logo,me despertou uma paixão
Assim como também, eu despertei-lhe uma paixão
Na verdade,era amor.
Ela gostou de mim
E eu dela.
Foi amor à primeira vista de ambos
E para minha alegria
Ela aceitou o meu convite para sairmos
Quando,eu então lhe perguntei
Você aceita sair comigo?
E ela, me respondeu: Sim,eu aceito!
Dito isto já foi meio caminho andado
Com aquele seu sorriso e aquele seu olhar
Pois bem!Nós,então,saimos,aproveitamos nossos momentos juntos,
Nos beijamos e agora.
Nós dois somos namorados
Um casal de namorados verdadeiramente felizes e apaixonados.
Um pelo outro
Assim como tem que ser.
E para sempre será
Wilhans Lima Mickosz
140
Um menino e seu livro falante
Certa vez,estava um menino em sua casa,sem ter nada para fazer,apenas,se queixando,consigo mesmo,sobre a mesmice de sua vida.
Enquanto,ele estava deitado no sofá,vendo uma vasta coleção de livros de seus pais na estante da sala-de-estar.
E menino,só olhava para os livros e nada dele pensar na hipótese de ler algum livro de seu interesse.
Mas só que,de repente,quando o menino,na maior monotonia,daquele certo dia,quase prestes a dormir de tédio no sofá.
Um livro qualquer,entre muitos dos que tinha ali,na estante,criou vida e lhe chamou atenção,dizendo assim:''Ei!Garoto!Acorda!
O menino,abriu os olhos,repentinamente e não quis acreditar, naquilo que estava lhe acontecendo de um livro lhe falar.
O menino,então,lhe perguntou:Como você pode falar?
O livro lhe respondeu:Eu posso falar da mesma maneira que você pode ler!Simples Assim!
Pois então!Agora,pare de falar você e venha logo ler,o que,eu tenho a lhe oferecer de cultura.
Enfim,leia-me!Afirmou o livro falante!
O menino,um tanto quanto,abismado com a situação,achando que estava louco diante daquilo.
Por que onde, se viu antes,um livro criar vida e começar a falar?Perguntou-se a si mesmo!
Aí,logo em seguida disso,aquele menino entediado de antes,pegou o livro falante e começou a lê-lo,ansiosamente.
Assim que o menino começou a ler o livro falante,este,disse-lhe a seguinte última frase:''Nós livros sempre falamos,mas é só através do folhear da leitura de nossas páginas absorvendo nosso conteúdo proposto para que assim vocês ''Seres Humanos'' possam nos escutar''.
Dito isto,o menino despertou,de vez,o gosto pelos livros e nunca mais deixou de ler em toda sua vida.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
143
Uma mulher perfeita
Eu idealizo uma mulher perfeita
E esta mulher perfeita é você em minha vida
A perfeição está em seu coração contida
Eu olho para os teus olhos
Que brilham e acendem o meu olhar
Seu sorriso de pura graça que me deixa sem graça
Quando eu te falo palavras de amor
Você fica tímida e com vergonha e sua pele branca
Logo se avermelha assim como a cor dos seus lábios de batom
Seus cabelos,sua delicadeza de mulher
Seu narizinho,sua voz de anjo
Sua inteligência
Tudo isso eu idealizo em ti
Eu vejo a perfeição feminina
Na sua beleza de menina
Para mim,você é uma mulher perfeita
A mulher do meu coração eleita.
Wilhans Lima Mickosz
127
Uma voz
Você têm uma voz milagrosa
Divina
Majestosa
De menina
Uma voz vinda de Deus
Vinda dos anjos
Vinda dos céus
Uma voz
Que só você têm
E mais ninguém
E que me tira da solidão
Uma voz
Que foi abençoada por Deus
Para poder proteger-me do perigo
Ao lembrar e ouvir sua voz
Que acalma minha alma
Uma alma minha
Que antes era sozinha
E que sua voz agora
Nesta exata hora
Me faz companhia
Sua voz me acompanha
Dia após dia
Na minha caminhada de vida
Para todos os lados e para todos os cantos
Espalhando os seus encantos
E faz com que o meu coração
Comece a se aquecer e a bater
Cada vez mais por ti
De emoção
A partir do momento
Em que eu pude te ouvir a falar comigo
Com essa sua voz
E a começar a cantar uma canção de amor
Para que o meu dia seja melhor
E você me alegre com sua presença angelical
Uma presença em que prevalece sua voz
Uma presença vocal.
Uma única voz
Que eu quero contigo
Como muito mais que um amigo
É o de poder estar à sós
Wilhans lima Mickosz
145
Um menino ao tocar seu violino
Sobre o que pode me contar o menino
Ao tocar seu violino?
Ele pode me contar sobre suas tristezas passadas
Sobre as lembranças boas que lhe foram guardadas
Em seu coração
Ele também pode me contar
Sobre seu primeiro amor de escola
Era uma garota que também tocava violino
Que lhe deu inspiração
Para que ele pudesse tocar com toda emoção
Este seu violino
Para que ele pudesse tocar seu violino
Em todo lugar
Até mesmo à beira-mar
Mas,o que importa mesmo
É que ele pudesse tocar
Para que,um dia,ambos.
Tanto a menina quanto o menino
Pudessem se reencontrar
Cada um deles tocando seu violino.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
134
Uma jasmim ciumenta
Era uma vez, uma flor que tinha ciúmes de outras flores por causa de seus perfumes,essa flor também era perfumada,mas,ela, queria ser a mais perfumada de todas.
Ela era uma jasmim ciumenta em torno das demais flores do jardim,nesse jardim,nele havia:rosas-vermelhas,margaridas,bromélias,azaléias,violetas,girassóis,e tudo quanto é tipo de espécies de flores a exalar seus odores.
Mas só que essa única jasmim,queria ser a única em questão.
Um dia, de repente,ela quis perguntar para todas as flores o seguinte:''Por que todas vocês só querem exalar seus perfumes?''Enquanto,só eu quero ser a melhor e a mais perfumada flor desse jardim,porque eu sou a melhor flor daqui.
Uma margarida atenta à pergunta daquela jasmim, respondeu-lhe, em nome de todas as flores, o seguinte:''Deixa-te de ciúmes,porque todas nós flores temos os nossos perfumes.''
Dito isto,lhe retrucou,a jasmim,mas,eu não quero saber nem tenho nada a ver com isso,pois, a única coisa que eu quero é ser a única flor perfumada desse jardim e ponto final.
A margarida ficou quieta e aquela discussão acabou.
Aí,consequentemente disso,em certa ocasião,apareceu,um jardineiro daquele jardim,e viu essa jasmim perfumada em questão,ele sentiu o cheiro do seu perfume,se encantou por ela,entre tantas outras flores dali,e ele assim,resolveu pegar,justamente,essa flor,arrancá-la dali da terra florida e isolá-la das demais,sendo assim,colocando-a em um vaso de flores de sua casa.
Aí,então,essa jasmim ciumenta,parou de ter ciúmes dos perfumes de outras flores a exalar seus odores e ela passou a viver sozinha e nunca mais,houve,uma só reclamação sua,em questão.
Wilhans Lima Mickosz
126
Um cliente estrangeiro na livraria
Introdução
Esta é uma peça teatral que eu apresento-lhes que fala sobre uma situação inesperada de improviso de que funcionários brasileiros de uma livraria precisaram enfrentar para poder tentar se comunicar de alguma forma possível com um cliente norte-americano que,de repente,entrou na livraria e então,o mesmo,começou a falar inglês.
Personagens:
O cliente norte-americano Wilhans
O gerente Abner
O vendedor Anderson
A caixa Maria
A narradora Rachel
Narração-Cena Única
Certo dia,inesperadamente,às 5:00 da tarde,a livraria,se encontrava aberta e então,entrou ali,um cliente e se apresentou,dizendo o seguinte:
Wilhans-Hello!Boy!How are you?My name's Wilhans!Please!I'm looking for a book by ''Shakespeare''.
Narração-Rachel
O gerente o viu e foi atendê-lo,mas só que não pôde entender nada do que o cliente norte-americano lhe dissera em inglês.
Então,o gerente diz ao vendedor que na hora estava ao seu lado para que assim,este o atendesse,da sua melhor maneira possível.
Anderson-Mas Senhor!Eu não sei falar Inglês!disse ele
Abner-Muito menos eu!Mas se vire,improvise,afinal de contas,você é o vendedor!E eu sou o gerente!
Narração-Raquel
Lá então foi,o vendedor para atendê-lo,tentando falar inglês,fazendo-lhe gestos e mímicas.
Anderson-The book's on the table!
Wilhans-I want this book!By the way,How much is it?
Narração-Rachel
O vendedor nada entendeu e balança a cabeça negativamente para os lados,então,o cliente lhe fez um gesto,uma mímica com sua mão em direção ao livro,fazendo-lhe sinal de dinheiro.
Anderson- com a mão direita indicou-lhe com seus cinco dedos que custava Cinco reais!
Wilhans-Very Good!Thanks!My friend!
Anderson-Ok!
Abner-E aí?Já conseguiu vender algum livro para o cliente estrangeiro?Este perguntou-lhe
Anderson-Sim!Senhor!
Abner-Pois bem!Bom trabalho!Meus parabéns!
Narração-Rachel
Ao pagar o livro,o cliente vai em direção ao caixa da livraria.
Maria-Boa tarde!Senhor!Como vai você?
Wilhans-I just want this my book!Please!
Maria-O quê?Eu não entendi nada?
Anderson- É só você entregar-lhe este livro que está no seu caixa e receber o valor de Cinco reais e nada mais.Afirmou o vendedor da livraria
Maria-Ah! Tudo bem,então!É porque eu não estava entendendo nada mesmo!
Narração-Rachel
A caixa da livraria,então,lhe entregou o livro e o cliente estrangeiro,lhe pagou o certo valor correspondente pelo mesmo.
Aí,o cliente foi embora dali da livraria,depois de uma baita situação um tanto quanto embaraçosa,daquele dia que causou com todos.
E ainda por cima disso,aquele cliente estrangeiro,despediu-se rindo,com um:''Bye-Bye''!.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
165
Você
Lá vem você
Você vem
Mas de onde você vem?
Será que do além?
Porque quando você vem
Quando vem você em minha direção
Ninguém te vê
A não ser o meu coração
Por que será?
Será por quê?
Será porque eu devo só te amar
Mais profundamente que o azul da cor do céu
E do mar
Assim eternamente
Para que eu possa mergulhar
No azul do teu olhar
Um azul como as águas
Que acaba com as minhas mágoas
É isso que eu tenho que fazer e farei
Assim que você chegar
Aonde eu devo estar
Que não pode ser em qualquer lugar
A não ser em nossos corações.
Cheio de emoções.
Wilhans Lima Mickosz
125
Um menino sem destino
Ele andava sem direção Só a escutar a bater forte seu coração Ele andava sem destino Ele era apenas um pobre menino Com seu violino E a cada esquina Que ele podia parar Ele sua canção,se punha a tocar Para alguma menina Poder impressionar Enfim era essa a vida caminhante Que o menino sem destino levava e levaria Porque,o mesmo sabia que a vida dura só um instante Assim como o mais belo hino que no seu violino Ele ,várias vezes, já tocou E consigo mesmo,chorou.