A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
Ele era um gramático que era um tanto quanto perfeccionista,ele não admitia inadequações de gramática nem de si mesmo nem dos outros.
Ele mesmo se corrigia,o tempo todo,frequentemente,tanto na fala quanto na escrita e ele também corrigia as demais pessoas do seu convívio no dia-a-dia.
Sua vida era tudo,conforme, a gramática normativa que é a gramática que visa a norma entre o modo adequado e inadequado de se escrever e de se falar numa língua,nesse caso, a gramática normativa da nossa Língua Portuguesa em questão.
Ele era um intelectual,tinha muitos diplomas à respeito de seu formação acadêmica,mas o que,o deixava, de certo modo, nervoso ou incorformado era quando,alguém,aparentemente ignorante, cometia algum uso inadequado de gramática perto de si.
Ele,imediatamente,corrigia,quem quer que fosse,e se,por acaso,alguém lhe dissesse ,quem você pensa que é para querer vir me corrigir?
Ele,logo ,respondia,eu sou um gramático impecável que não admito palavras agramáticais,tudo que não for gramática, aborrece-me profundamente, de tal maneira que você jamais me entenderá, nem sequer mesmo:'' Ferdinand Saussure,me entenderia,o que eu passo, dentro do meu coração,sobre querer fazer com que as pessoas,aprendam a falar e a escrever adequadamente,respeitando o idioma de:'' Luís Vaz de Camões''.
Porque,para os gramáticos, assim como eu,é de suma importância respeitar o que é certo.
É por isso,cá estou eu,para poder ensinar a quem queira aprender, o que deve ser escrito ou dito,conforme, o uso do Português na norma Padrão.
Quer queiram ou não.
Dito isto,o gramático perfeccionista que,naquele momento estava ali de conversação com um transeunte na calçada do bairro, ele,então,despediu-se do mesmo e foi, recolher-se ,em direção à sua casa.
Para poder ir dormir um pouco,depois de um dia deveras cansativo de trabalho na faculdade,onde,este lecionava, sobre tudo,o que já aprendera,em tempos antigos da época em que fizera seu curso na faculdade de Letras.
Um curso do qual ele admirava demais,porém,sabia ele que teria que morrer,sabendo que não seria nada fácil adotar essa sua medida de gramático perfeccionista.
Enfim e assim,termina aqui esse conto sobre: Um Gramático Perfeccionista que não admitia imperfeições gramaticais,porque sua gramática era,digamos assim, definitivamente perfeita em detalhes.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
151
Uma jasmim ciumenta
Era uma vez, uma flor que tinha ciúmes de outras flores por causa de seus perfumes,essa flor também era perfumada,mas,ela, queria ser a mais perfumada de todas.
Ela era uma jasmim ciumenta em torno das demais flores do jardim,nesse jardim,nele havia:rosas-vermelhas,margaridas,bromélias,azaléias,violetas,girassóis,e tudo quanto é tipo de espécies de flores a exalar seus odores.
Mas só que essa única jasmim,queria ser a única em questão.
Um dia, de repente,ela quis perguntar para todas as flores o seguinte:''Por que todas vocês só querem exalar seus perfumes?''Enquanto,só eu quero ser a melhor e a mais perfumada flor desse jardim,porque eu sou a melhor flor daqui.
Uma margarida atenta à pergunta daquela jasmim, respondeu-lhe, em nome de todas as flores, o seguinte:''Deixa-te de ciúmes,porque todas nós flores temos os nossos perfumes.''
Dito isto,lhe retrucou,a jasmim,mas,eu não quero saber nem tenho nada a ver com isso,pois, a única coisa que eu quero é ser a única flor perfumada desse jardim e ponto final.
A margarida ficou quieta e aquela discussão acabou.
Aí,consequentemente disso,em certa ocasião,apareceu,um jardineiro daquele jardim,e viu essa jasmim perfumada em questão,ele sentiu o cheiro do seu perfume,se encantou por ela,entre tantas outras flores dali,e ele assim,resolveu pegar,justamente,essa flor,arrancá-la dali da terra florida e isolá-la das demais,sendo assim,colocando-a em um vaso de flores de sua casa.
Aí,então,essa jasmim ciumenta,parou de ter ciúmes dos perfumes de outras flores a exalar seus odores e ela passou a viver sozinha e nunca mais,houve,uma só reclamação sua,em questão.
Wilhans Lima Mickosz
129
Uma pomba doente
Ela era uma pomba doente a mancar
Que não podia mais voar
Que não voar mais podia
Como ela costumava-se antes
Ela entristecida vivia
E por algum motivo inexplicável
Ela já sabia que morreria
Em instantes
Foi então,que certo dia
Ela estava parada no meio da rua
Com uma tristeza toda sua
E,de repente,um carro veio
E lhe atropelou
Sendo assim,matando-a
Consequentemente disso
O motorista do carro,fez-lhe o favor
De libertá-la da prisão
Do seu coração
Nesse mundo de sofrimento
E assim,sua alma de pomba
Finalmente pôde voar
Para o firmamento
Autor: Wilhans Lima Mickosz
134
Minha conquista de amor
Quando eu a vi pela primeira vez
E eu disse comigo mesmo
Eu tenho que conversar com ela
Eu tenho que puxar um assunto qualquer
Quem sabe,começando elogiando sua beleza
Porque toda mulher adora um elogio
Eu sei que,um não
Eu já tenho
Pois,eu tinha que lutar pelo sim
Para isso,eu tinha que ir conversar com ela
Com àquela bela donzela
Tentar fazer com que ela me dissesse um sim
Que me desse certeza
Que aceitasse o meu convite para sairmos
Que não me desse,um não
E nem um talvez
Porque essas duas opções
São horríveis
Foi então que eu parei de pensar em que fazer
E eu fui conversar com ela
E logo,me despertou uma paixão
Assim como também, eu despertei-lhe uma paixão
Na verdade,era amor.
Ela gostou de mim
E eu dela.
Foi amor à primeira vista de ambos
E para minha alegria
Ela aceitou o meu convite para sairmos
Quando,eu então lhe perguntei
Você aceita sair comigo?
E ela, me respondeu: Sim,eu aceito!
Dito isto já foi meio caminho andado
Com aquele seu sorriso e aquele seu olhar
Pois bem!Nós,então,saimos,aproveitamos nossos momentos juntos,
Nos beijamos e agora.
Nós dois somos namorados
Um casal de namorados verdadeiramente felizes e apaixonados.
Um pelo outro
Assim como tem que ser.
E para sempre será
Wilhans Lima Mickosz
141
Uma Professora e seu Aluno
Certa professora e seu certo aluno,viam-se e reviam-se,em sala-de-aula,uma vez por semana,em todas as semanas do mês,junto com outros alunos.
E este,seu aluno,especificamente,a admirava,com seus olhos de uma forma indescritível.
Ele a amava,ele estava apaixonado por sua professora secretamente,ninguém sabia disso,muito menos,ela própria e mesmo assim,caso,se ela soubesse,não se sabe,ao certo,de sua parte,se a mesma poderia retribuir esse seu tamanho amor estudantil.
Ele sabia que ela falava:Inglês,Espanhol,inclusive,o nosso Português,é óbvio!
Ela tinha 31 anos de idade,mas, parecia ter 25 ,com seu rosto e corpo de princesa,ela era lindíssima,formosíssima,chamava-se:''Ana Terra''.
Ela também tinha uma tatuagem no seu pé direito,ela já havia ido aos Estados Unidos da América em Nova York com sua mãe e irmã.
Enfim,ele procurava saber de tudo sobre ela,tim tim por tim tim,detalhadamente,a respeito de tudo que ela falava,ele procurava saber e decorar em sua cabeça atentamente,porque ele estava interessado por sua pessoa de corpo e alma.
Mas só que,ele não sabia,como aproximar-se dela,afinal de contas,ela era sua professora.
O que ele perguntaria a ela?Assim que todos os demais alunos,saíssem da sala-de-aula.
Professora!Você têm namorado?
Essa seria uma pergunta,um tanto quanto ousada,talvez,feita por um aluno à sua professora.Assim imaginava ele.
E ela poderia lhe responder,isso não lhe diz respeito,com toda sua razão,porque,ela estava ali em sala-de-aula para poder lecionar e esclarecer possíveis dúvidas relacionadas à sua disciplina e não sobre sua vida pessoal,íntima.
No entanto,ele não conseguiu resistir a tentação da oportunidade e este,resolveu lhe perguntar,algo à respeito.
E lá foi ele,numa certa ocasião propícia e então,lhe perguntou,no fim de uma de suas aulas,quando todos os outros alunos,já haviam saído da sala-de-aula.
E estavam,eles dois,ali,à sós.
Sua pergunta,foi da seguinte maneira:''Com sua licensa,Professora!
Esta,lhe respondeu:Pois não?
Ele continuou dizendo:Eu poderia saber,se você está solteira?
Ela,então,surpreendeu-se com sua pergunta inesperada e logo em seguida disso,lhe respondeu:
''Eu deixarei você descobrir por si só!''
Dito isto, por ela,ele já sabia que naquele certo dia,à noite,ela iria embora para o seu apartamento ,no mesmo horário de saída de seus alunos.
E ele,despediu-se,da mesma,respeitosamente,com um beijo no rosto,porque, ela ainda era sua Professora Universitária e não sua namorada,assim como ele almejava.
E ela,acabou deixando-lhe esse seu mistério no ar e por outro lado,ele tinha ficado enlouquecidamente interessado para que assim pudesse desvendar esse seu mistério,ou seja,o mistério sobre a vida particular de sua professora de:''Morfossíntaxe da Língua Portuguesa''.
Naquela mesma noite,esse seu certo aluno, ele foi se deitar,encostando sua cabeça curiosa no travesseiro,só pensando assim,da seguinte maneira:''Será que a professora está sozinha?
Pois é isso que eu vou tentar descobrir por mim mesmo!Pode deixar!
Ou eu não me chamo:Fulano de Tal! Disse convicto ele!
Isso era a única coisa que ele ainda não sabia sobre sua professora,porque,sua amada e desejada:''Aninha''.
Assim como ele passou a chamá-la mentalmente,não deixara-se saber nada a esse respeito,desde então.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
138
Um milagre musical
Era uma vez,um menino que havia nascido surdo,portanto,ele não podia escutar nem falar,ou seja,ele era um surdo-mudo.
Ele tinha 10 anos de idade e a partir dessa sua idade,ele havia descoberto algo mágico em sua vida que era a música,ele não podia ouvir a música,mas ele podia sentir as vibrações sonoras dos instrumentos musicais que ele havia aprendido a tocar sozinho,isso mesmo,ele era auto-didata.
Ele era muito inteligente,ele havia aprendido a tocar piano e violino por sua conta própria,ele tocava: Bach,Beethoven,Mozart e toda a gama de compositores eruditos de primeira linha.
Ele sabia que não podia ouvir sua música,mas,ao mesmo tempo,sabia que tocava bem,e surpreendia,porque todos que passavam por perto dele a tocar pelas ruas da cidade em suas apresentações se alegravam e se fascinavam com sua superação de poder tocar ,sem nunca ter aprendido com um professor e principalmente,pelo fato de nunca ter escutado uma só nota.
Era um verdadeiro milagre musical!
Assim como Beethoven,ele se superou,mas tem um porém,Beethoven não nasceu surdo e sim ficou surdo e esse menino já havia nascido surdo,ele era surdo e ainda mudo de nascença e sua única linguagem era a linguagem musical.
Que é a linguagem universal que todos os povos entendem,basta querer e tocar para que todos possam se impressionar.
Mas só que nem todo mundo,nasce com um dom divino que é a capacidade de fazer música intuitiva,assim como esse menino surdo-mudo fazia.
Que nasceu com um poder musical inigualável,inexplícavel e inegável.
Mas só que houve um dia,que de tanto tocar,esse menino,de repente,pôde começar a escutar suas músicas,as músicas que ele tocava,ele conseguiu ouvir a primeira nota musical de tantas notas musicais por ele já tocadas e espalhadas aos arredores da cidade.
Assim que o menino ouviu o primeiro som de música,o primeiro som do canto de um passarinho,ele não quis acreditar em tal fato e começou a chorar,e achou estar louco ou sonhando.
Ele ainda não podia falar,porque,nunca tinha ouvido antes,mas logo aprenderia a falar conforme o passar dos anos,mas podia escutar,a partir daquele exato instante,ele se emocionou e continuou a tocar seu violino e depois seu piano pelas ruas da cidade.
Suas lágrimas de menino primeiro foram derramadas pelas cordas do violino e depois,por último pelas teclas do piano ao serem tocadas pelos seus dedos escorregadios e ligeiros.
E,finalmente,esse menino,tornou-se um músico de corpo e alma,capaz de tocar ainda mais e de ouvir as músicas que ele encantava e se espalhava pelo mundo.
Realmente,foi um verdadeiro milagre musical ocorrido na vida desse menino em questão.
Wilhans Lima Mickosz
136
Um menino e seu livro falante
Certa vez,estava um menino em sua casa,sem ter nada para fazer,apenas,se queixando,consigo mesmo,sobre a mesmice de sua vida.
Enquanto,ele estava deitado no sofá,vendo uma vasta coleção de livros de seus pais na estante da sala-de-estar.
E menino,só olhava para os livros e nada dele pensar na hipótese de ler algum livro de seu interesse.
Mas só que,de repente,quando o menino,na maior monotonia,daquele certo dia,quase prestes a dormir de tédio no sofá.
Um livro qualquer,entre muitos dos que tinha ali,na estante,criou vida e lhe chamou atenção,dizendo assim:''Ei!Garoto!Acorda!
O menino,abriu os olhos,repentinamente e não quis acreditar, naquilo que estava lhe acontecendo de um livro lhe falar.
O menino,então,lhe perguntou:Como você pode falar?
O livro lhe respondeu:Eu posso falar da mesma maneira que você pode ler!Simples Assim!
Pois então!Agora,pare de falar você e venha logo ler,o que,eu tenho a lhe oferecer de cultura.
Enfim,leia-me!Afirmou o livro falante!
O menino,um tanto quanto,abismado com a situação,achando que estava louco diante daquilo.
Por que onde, se viu antes,um livro criar vida e começar a falar?Perguntou-se a si mesmo!
Aí,logo em seguida disso,aquele menino entediado de antes,pegou o livro falante e começou a lê-lo,ansiosamente.
Assim que o menino começou a ler o livro falante,este,disse-lhe a seguinte última frase:''Nós livros sempre falamos,mas é só através do folhear da leitura de nossas páginas absorvendo nosso conteúdo proposto para que assim vocês ''Seres Humanos'' possam nos escutar''.
Dito isto,o menino despertou,de vez,o gosto pelos livros e nunca mais deixou de ler em toda sua vida.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
147
Um cliente estrangeiro na livraria
Introdução
Esta é uma peça teatral que eu apresento-lhes que fala sobre uma situação inesperada de improviso de que funcionários brasileiros de uma livraria precisaram enfrentar para poder tentar se comunicar de alguma forma possível com um cliente norte-americano que,de repente,entrou na livraria e então,o mesmo,começou a falar inglês.
Personagens:
O cliente norte-americano Wilhans
O gerente Abner
O vendedor Anderson
A caixa Maria
A narradora Rachel
Narração-Cena Única
Certo dia,inesperadamente,às 5:00 da tarde,a livraria,se encontrava aberta e então,entrou ali,um cliente e se apresentou,dizendo o seguinte:
Wilhans-Hello!Boy!How are you?My name's Wilhans!Please!I'm looking for a book by ''Shakespeare''.
Narração-Rachel
O gerente o viu e foi atendê-lo,mas só que não pôde entender nada do que o cliente norte-americano lhe dissera em inglês.
Então,o gerente diz ao vendedor que na hora estava ao seu lado para que assim,este o atendesse,da sua melhor maneira possível.
Anderson-Mas Senhor!Eu não sei falar Inglês!disse ele
Abner-Muito menos eu!Mas se vire,improvise,afinal de contas,você é o vendedor!E eu sou o gerente!
Narração-Raquel
Lá então foi,o vendedor para atendê-lo,tentando falar inglês,fazendo-lhe gestos e mímicas.
Anderson-The book's on the table!
Wilhans-I want this book!By the way,How much is it?
Narração-Rachel
O vendedor nada entendeu e balança a cabeça negativamente para os lados,então,o cliente lhe fez um gesto,uma mímica com sua mão em direção ao livro,fazendo-lhe sinal de dinheiro.
Anderson- com a mão direita indicou-lhe com seus cinco dedos que custava Cinco reais!
Wilhans-Very Good!Thanks!My friend!
Anderson-Ok!
Abner-E aí?Já conseguiu vender algum livro para o cliente estrangeiro?Este perguntou-lhe
Anderson-Sim!Senhor!
Abner-Pois bem!Bom trabalho!Meus parabéns!
Narração-Rachel
Ao pagar o livro,o cliente vai em direção ao caixa da livraria.
Maria-Boa tarde!Senhor!Como vai você?
Wilhans-I just want this my book!Please!
Maria-O quê?Eu não entendi nada?
Anderson- É só você entregar-lhe este livro que está no seu caixa e receber o valor de Cinco reais e nada mais.Afirmou o vendedor da livraria
Maria-Ah! Tudo bem,então!É porque eu não estava entendendo nada mesmo!
Narração-Rachel
A caixa da livraria,então,lhe entregou o livro e o cliente estrangeiro,lhe pagou o certo valor correspondente pelo mesmo.
Aí,o cliente foi embora dali da livraria,depois de uma baita situação um tanto quanto embaraçosa,daquele dia que causou com todos.
E ainda por cima disso,aquele cliente estrangeiro,despediu-se rindo,com um:''Bye-Bye''!.