A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
É saber que nunca mais haverá uma outra oportunidade?
Saudade
É uma doce lembrança?
De quando, você ainda era uma criança?
A respeitar dos seus pais a autoridade?
Saudade
É saber que o ontem já se foi e nunca mais vai voltar?
É viver o hoje e saber que o amanhã está prestes a chegar?
É viver e conviver com todos em irmandade?
Saudade
É querer tocar uma parte escondida de sua memória?
É lá, onde nela vive toda sua história?
Independentemente, dela ser de tristeza ou de felicidade.
Enfim, será que esta é a saudade?
Wilhans Lima Mickosz
144
O óbvio
O que realmente é o óbvio?
O óbvio pode ser 1 +1 que é a soma de dois
Para alguns isso pode ser óbvio
Mas para alguns outros,não.
Alguns podem achar óbvio
O fato de amanhã amanhecer
De chover ou do dia ficar ensolarado
Mas também,não se sabe,necessariamente
O que é explicavelmente óbvio.
O óbvio é muito relativo
Para alguns e para outros
Cada um tem seu modo de pensar,de raciocinar
A respeito do que é óbvio ou não
Tudo gira em torno do coração
A possível verdadeira forma evidente do óbvio
É nascer,crescer,reproduzir,envelhecer e...
Sabendo nós de que,um dia, iremos morrer
Para mim!
O óbvio não tem fim
Isso que é o óbvio!
O óbvio é acabar morrendo
Amando alguém!
Que vai muito além!
Do que é o óbvio!
Sem sequer,eu poder saber claramente explicar
O verdadeiro motivo óbvio disso.
Que é poder te amar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
118
Leve-me!
Leve-me para algum lugar
Leve-me para a brisa do ar
Leve-me com a leveza do meu ser
Para que eu possa me esquecer
De todo o meu ser
De toda a ciência
Da minha existência
Leve-me para onde tenha calor
Leve-me para o seu amor
Leve-me para a mais leve leveza
Que é onde existe a beleza da natureza
Que é onde existe a mais pura paixão
Que é dentro do seu coração
Um coração apaixonado
Que é onde,eu desejo estar
Que é onde eu quero me levar
Na leve leveza do seu ser
Para onde eu possa me manter
Na sutileza,na grandeza
Do meu ser para o seu ser
Que é onde eu quero estar
Para que eu possa respirar
E sentir a brisa da leveza do ar
Que me leva e me eleva
Para algum outro lugar.
Wilhans Lima Mickosz
108
Meu ideal
Eu adoraria poder escrever uma poesia
Que todos que a lessem, a recitassem e a ouvissem
Rissem de alegria
Pela minha poesia
E a espalhassem para todos os cantos da Terra
Principalmente àqueles que agora
Estão sozinhos, desemparados e tristes
Nesta exata hora
Eu também gostaria de poder tocar um instrumento musical
As notas que jamais foram tocadas por alguém
Que quem as ouvisse,logo chorasse de emoção
Por ouvir algo tão angelical
Por ouvir uma música que vai além dos ouvidos
Que vai além da audição humana
Que até os passarinhos nas árvores da natureza
Invejariam a minha canção
Os passarinhos invejariam a minha música
Uma música vinda do meu coração
Tudo através do meu tocar
Que se misturaria ao meu cantar
Ao meu canto
Que seria o mais puro encanto
Que iria encantar e se espalhar
Por todo lugar
E faria cessar o chorar
De qualquer pessoa que estivesse a se lastimar
Ou se arrepender por algo que não fez
E que deveria ter feito
É como isso que eu não fiz e que eu ainda tenho que fazer
Para a minha vida
Para o meu viver
Algo que dure e perdure
Até quando,eu morrer.
Algo que,na verdade seja eterno
Assim como o amor materno.
Wilhans Lima Mickosz
81
Romeu e Julieta
Assim como olhos de águia
Eu pude te observar
Bem de longe
Aproximando-se de mim
Para que eu pudesse logo me apaixonar
Por sua beleza da natureza
Por você
Eu te vi
Tão distante
Mas ao mesmo tempo tão perto
Com o meu olhar de águia
Foi por isso que apaixonado
Eu me senti
A partir do exato momento
Que eu pude estar ao seu lado
E você do meu
Para você poder ser minha Julieta
E eu, o seu Romeu.
Sempre e Para sempre.
Wilhans Lima Mickosz
138
Ser criança
Oh! Como era bom!
Ser criança
Para viver
Só para brincar,brincar e brincar
E nada mais
Ser criança
Era poder viver em paz
Era só a vida aproveitar
Sem sequer,se preocupar
Com nada
Era só pensar
No pega-pega,no esconde-esconde
E no polícia e ladrão
Enfim,esta era a mais pura diversão
Do meu coração
Ser criança
Também era poder viver à toa
Era poder estar deitado na rede numa boa
Á sombra de uma àrvore no parque
Ao redor de uma lagoa
Só à espera do tempo passar
Passando o tempo num piscar de olhos
Para eu poder crescer e amadurecer
Para que assim,um novo olhar do mundo
Pudesse vir a me acontecer
De um jeito sem fim!
Autor: Wilhans Lima Mickosz
108
O resgate de uma princesa
Era uma vez, num reino ,onde um rei e uma rainha, ambos tinham uma linda princesa.
Ela era jovem e ainda nunca tivera um príncipe para chamá-lo de seu amor, pois ainda ,tampouco alguém tivera a oportunidade de poder conquistar seu coração.
Ela vivia no reino de seus pais que também era seu reino,porém ,ela ainda não ,se tornara uma rainha ,só com a morte de seus pais que isso se tornaria realidade.
Entretanto, não era isso que ela queria ou esperava, na verdade ,ela queria e esperava era poder conhecer alguém que fosse capaz de fazer com que a mesma se apaixonasse de corpo e alma.
Mas só que, havia um porém ,seus pais ,não queriam que ela se casasse nem que fosse uma futura rainha, eles não queriam vê-la desposada por ninguém ,pois tinham medo de que nunca mais pudessem vê-la diante de seus olhos egocêntricos.
Ou seja ,os reis temiam que com o casamento ,alguém pudesse levá-la para muito longe dali do seu castelo ,para sempre.
Sendo assim, infelizmente,seus pais, a aprisionaram lá no alto da torre do seu castelo,onde ninguém pudesse , se aproximar ou tentar entrar.
Ela, em plena juventude nunca beijara um só homem sequer em toda sua vida,ela vivia entristecida,aprisionada naquela torre do castelo,apertada,fechada por todos os lados,só havia uma janela do lado de fora, por onde ela podia olhar para o horizonte.
Os serviçais do castelo do rei levavam tudo para ela e deixavam o prato de comida e um copo de água por debaixo da porta trancada,onde ela estava trancafiada.
Não havia como escapar daquela sua situação de total enclausuramento,a segurança do reino era reforçada.
Mas um dia,tudo iria mudar ,ela tinha fé de que algo bom aconteceria,para que sua tão almejada liberdade pudesse chegar.
Foi quando,um dia,chegou a data da festa de aniversário do rei,e este iria comemorar uma tremenda festa e convidar todos do seu reino com muita bebida e comida.
Todos eram bem-vindos à festança,até mesmo,pessoas de outros reinos.
Cartazes foram colados por toda a parte anunciando a festa.
Inclusive,havia muitos boatos de que algo imprevisto aconteceria a festa real,porém,ninguém estava botando fé nisso.Muito menos o aniversariante do dia.Que era o despreocupado e feliz rei.
Pois bem! Na noite que começou a festa,evidentemente,havia nela muita gente,desde os plebeus até os nobres,todos eles e elas misturados e muita bebida e comida, tinha mais bebida ali do que comida.
Tinha vinho para dar e vender,mas só que um princípe disfarçado de servo do rei responsável por servir as bebidas.
Ele acabou indo a festa,carregando consigo, uma certa quantidade de sonífero,um pequeno frasco em seu bolso que se fosse despejado,faria todo o reino cair no sono instantaneamente.
E foi,exatamente isto que ele fez,enquanto todos bêbados estavam tomando seus copos de vinho,então ,disfarçadamente e num piscar de olhos, ele despejou todo o frasco lá no caldeirão de bebida alcoólica e alguns minutos depois todos dormiram,até mesmo os mais fortes,não resistiram àquele sonífero capaz de fazer até mesmo um elefante dormir.
Feito isto,lá estava ele,tranquilo por todo o reino e ele vai à procura da princesa.
E,coincidentemente, ele sobe umas escadas,e acaba chegando ao topo da torre daquele gigante castelo.
Assim que ele chegou lá,ele tentou abrir a porta,mas estava fechada,ele bate a porta com a mão com força e perguntou: tem alguém aí?
Ela,surpresa, lhe respondeu com sua voz angelical:Sim,Eu estou aqui,por favor!tire-me daqui de dentro!
Afaste-se,eu vou derrubar a porta!disse ele.
Ele,forte,como era,derrubou aquela porta com um só chute!
Ai,a porta veio ao chão,e eles dois se viram,foi amor à primeira vista,eles se beijaram,ambos faziam um belíssimo casal.
Logo em seguida disso,eles não tinham tempo a perder,eles,desceram as escadas rápido até o piso terréo do castelo.
E assim conseguiram sair de lá,antes que todos acordassem,tudo isso,em menos de 30 minutos.
Eles sairam do castelo,e lá do lado de fora do muro do portão do castelo,estava parado o cavalo branco do príncipe.
Eles dois então sobem no cavalo branco,e fogem dali daquele reino,onde a maldade e o egoísmo de seus pais reinavam,mas só que nunca mais reinarão.
Pois sua filha,nunca mais a verão.
Assim sendo,a princesa foi resgatada por seu tão esperado príncipe encantado, enfim e assim termina aqui esse conto de fadas.