A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
Eu sempre soube que você me amava Quando,disso,eu te perguntava Você comigo discordava Sobre o seu amor por mim É porque,você sempre foi tímida Sempre,se escondeu de mim Quando, eu ia te visitar Na sua casa E,quando,me atendia Desviava os seus olhos Dos meus Às vezes,olhava para os lados E também para baixo Mas,nunca para mim Diretamente no meu olhar Que estava fixo no seu rosto Bem ou Mal Querendo ou não Quando,eu conversava com outras mulheres Você me via e não gostava E ficava com ciúmes Eu percebia seu jeito de longe Quando,eu te chamava para sair Você sempre ficava a mentir A me falar que estava ocupada Ou que teria um compromisso Era sempre isso Foi quando,um dia Eu parei de te procurar Até você acabar sentindo minha ausência Acabar sentindo minha falta Enfim,saudade de mim Para você poder ir Até o meu endereço E eu também mentir Que eu estou namorando Que eu estou com outra Que é algo que não tem preço E de você,vir,a se arrepender Por ter me ignorado Por eu sempre ter te procurado E nada de sua parte E,você me dizendo:Que me ama! E sempre me amou Mas só que nunca teve coragem de admitir Que também nunca teve coragem de falar a verdade para mim E de tanto,você chorar ajoelhada aos meus pés Diante da minha porta Eu logo digo e direi O que realmente importa Que eu também te amo! E sempre te amei E que eu aceito ser o seu namorado Apesar de você ter me magoado Mas isso já é passado E após, você ter me perguntado Se,eu quero Se,eu aceito Eu digo que sim Porque,eu sempre soube que você me amava Você só estava se fazendo de difícil Fazendo seu jogo de mulher Seu jogo de amor Para cima de mim Mas só que agora Nós dois estando juntos O nosso amor Não terá fim Será eterno.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
308
Seus olhos-claros
Que olhos-claros Que olhos raros Que você têm Que vão além São olhos seus Que eu nunca vi Será que são olhos de Deus? Ou será que são olhos de Jesus? Porque são olhos que irradiam luz! Olhos seus assim Também podem ser de anjo Querubim! São olhos que não têm fim Eu até me pergunto De onde,será que pode vir Tanta beleza? Senão, de sua própria natureza São olhos que estão a se sobressair Diante de todo e qualquer assunto Olhos-claros e raros De tamanha claridade e raridade Que só quem os vê Não sabe explicar o porquê Só sei que eu vi,vivi e morri Por esses teus olhos-claros Da mais absoluta clareza Que da sua alma Mostram sua franqueza É o que pode ver minha visão calma.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
176
O pênis e a vagina
Era uma vez,um pênis e uma vagina que acabaram,se encontrando,no meio do caminho. Ambos,tanto um quanto outro,não sabiam para que serviam nessa vida. Foi então que o pênis e a vagina,decidiram,se juntar para virem a conversar e se conhecer melhor. O pênis, reclamando,da vida,o mesmo,dizia,eu me sinto,tão sozinho,eu sinto que eu tenho que me colocar em algum lugar,mas,não sei, onde exatamente, enquanto, a vagina,também, estava,a se queixar,da vida,falando de si mesma,eu sinto que algo,de algum lugar,meu instinto, me diz que alguma coisa tem que me preencher por dentro para vir a me completar,só,não sei,de onde,também,ao certo. O pênis e a vagina,começaram a se simpatizar um com o outro em relação as suas conversações de reclamações, mas,também em base de suas dúvidas existenciais. O pênis, de repente,se aproximou,na vagina que envergonhada,se avermelhou,à medida que o pênis, cada vez mais,aproximava-se, da vagina,a ponto de encostar-se e tocar nela com sua cabeça, a vagina,por outro lado,foi,transpirando e ficando lubrificada e o pênis, endurecendo-se,em estado de mole para ereto. Tanto o pênis quanto a vagina,não sabiam,como explicar aquilo que estava acontecendo,era uma espécie de sintonia,uma espécie de combinação natural das coisas que estava havendo,só que,ambos,não sabiam explicar, só sentir. Foi quando, sucedeu,que,naquela sincronia de conversa vai e conversa vem,de tão encostados,um do outro,que ambos estavam,o pênis rígido, acidentalmente e imperceptivelmente, acabou perdendo o equilíbrio e deslizando para dentro do canal da vagina,ou seja,o pênis entrou e acabou por preencher, a vagina que tanto questionava-se em sua vida por falta de preenchimento dentro de si mesma. O pênis, ficou entrando e saindo,de dentro,da vagina que ,ao mesmo tempo,a mesma sentia prazer ao poder sentir,o pênis penetrá-la com seus frenéticos movimentos de entra e sai. O pênis e a vagina,estavam sentindo,um enorme prazer,naquela combinação perfeita que só um ser superior poderia explicar. Só que depois de algum tempo,só naquilo, o pênis e a vagina,ambos,acabaram,soltando um líquido transparente em forma de jatos que foi o êxtase, o clímax do estado de prazer para aquele casal do pênis e a vagina que por um momento,sentiram desejo sexual,sem ao menos,saber e encontrando o verdadeiro amor,porque,o verdadeiro amor,é isso,é a inocência de fazer algo pela primeira vez e gostar e sem saber o motivo disso,ou seja,só foi pelas leis da natureza.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
175
Hoje estamos juntos
Depois de tanto tempo
Hoje estamos juntos
E,eu finalmente,pude te reencontrar
Para te beijar
E meu amor se concretizar
Para além do infinito
Poder te amar com um amor bendito
É assim que eu me sinto
Como se eu estivesse perdido em um labirinto
Onde, eu não consigo encontrar a saída do seu amor
Nesse momento
Cá estou eu ,alegremente a poetizar para ti
Junto contigo
Como bem mais que um amigo
Após eu ter esperado tanto tempo
Para poder te rever
E agora
Nesta exata hora
E eu estou nesse amor a me manter
Tudo por sua pessoa
Que nunca me magoa
Meu amor!
Hoje,eu posso dizer que estamos juntos
Sempre e Para sempre.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
126
Um labirinto sem saída
Eu parei para pensar
E eu sei que eu preciso me encontrar
Encontrar-me em mim mesmo
Dentro do meu ser
Da essência da minha existência
Eu devo tentar procurar na ciência
Alguma explicação para a minha vida
Alguma explicação para mim mesmo
Por eu existir
Mas, no momento, eu me sinto num labirinto
Onde, eu não consigo encontrar a saída
Eu estou perdido nele
Olhando para cima e para baixo
Olhando para a direita e para a esquerda
Olhando para frente e para trás
E nada encontro
Eu não saio do mesmo lugar
Eu fico estático,imóvel
E freneticamente bate meu coração
Mas,eu estou sem direção
Eu estou cego da visão
É uma questão sem solução
É querer ir para onde,não há onde eu chegar
Não há destino
E eu volto a fase de menino
E eu nada vejo, nada sinto
Apenas, encontro-me num labirinto
Um labirinto interior
De mim mesmo
Da qual a única coisa que me resta
É fazer perguntas à esmo sobre tudo e sobre mim mesmo
Sem obter nenhuma resposta
São perguntas que eu faço que a brisa do vento leva
Sem me trazer de volta com as respostas.
É assim que eu vivo
É assim que eu existo.
Nesse meu labirinto de vida
Sem saída.
Wilhans Lima Mickosz
152
Anos de Desenganos
Aos meus 27 anos
Eu tinha tantos planos
Em minha plena juventude
Nessa época, eu tinha atitude
Atitude da vida
Era uma vida querida
Mas depois que passaram-se anos após anos
Eu vi que foram só desenganos
A vida passou voando diante de mim
Que eu nem percebi
Eu mal vi e vivi
Eu só sei que foram anos
Que estão perto de chegarem ao fim
Do fim
Do meu ser e do meu viver
Que tanto por aqui esteve a percorrer
Por esse caminho sozinho
Sem conseguir encontrar nada
Dessa vida desenfreada
A não ser, só sofrimento
Dessa vida de momento
Que um dia irá se acabar
Como o meu pensamento
Para o meu eterno descansar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
533
Palavras Erradas
Quais palavras Eu devo lhe dizer? É o que eu fico a pensar A matutar Na minha cabeça Eu penso em poder lhe falar Palavras certas Mas,quando, eu mal percebo Eu acabo de soltar Da minha boca Que tanto quer te beijar Palavras erradas Palavras mal ditas Mal pronunciadas Mal faladas E mal pensadas Que acabam provocando feridas A quem escutar Sobre o que eu acabo de lhe dizer Foi dito sem querer Mas,o que já foi dito Não tem como esquecer Senão, relevar Sobre o que eu acabei de te falar Que foi sem pensar E que acabou te magoando Sobre o que eu acabei falando Com essa minha mania De todo dia De querer falar Palavras certas Mas que no final sempre acabo falando Palavras erradas E isso acaba me matando Por dentro de mim mesmo.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
163
Alguma razão em mim
Eu ando e desando
Só que para lugar nenhum
Sem destino
Eu sozinho tropeço e caio pelas pedras do caminho
Eu grito
Mas só que ninguém me ouve
Eu olho para todo mundo
Mas só que ninguém me vê
Eu cheiro uma flor
Porém não sinto o seu perfume
Eu vivo
Mas é como se eu não vivesse
Porque ninguém nota a minha presença
É como se eu nem tivesse nascido
Ou melhor é como se eu já estivesse morto
E ninguém fosse visitar o meu túmulo
Eu me sinto assim abandonado
Eu me sinto invisível nesse mundo
Eu faço poesias,mas é como se eu não as fizesse
Porque também ninguém as valoriza
Ninguém reconhece o meu trabalho
E eu acabo as deixando de canto
No canto da minha estante
Onde nela, cabe todo o instante
Da minha vida esquecida
Eu me sinto num labirinto sem saída
Onde eu tento me encontrar em mim mesmo
Tentando encontrar infinitamente alguma razão em mim
Alguma razão de minha própria existência
Sempre indo à procura de alguma ciência
Sem nunca ter uma real razão de eu existir
Sem nunca saber o porquê de eu estar aqui.
Wilhans Lima Mickosz
554
A perereca a pererecar
A perereca Na lagoa Estava a pererecar Nada disso era à toa Ela estava à procura do seu amor Para amar A perereca pererecaria A qualquer dia Com seus pulos,com seus saltos Aonde quer que fosse Ela iria aonde for Para seu companheiro Poder encontrar Enquanto, a perereca Estava a pererecar Pela lagoa Numa boa Foi,quando,a perereca Pôde,finalmente,se deparar Com seu futuro companheiro Ambas,então, as pererecas Viram a se amar por inteiro E também, a pererecar Com seu coaxar Pela lagoa Que é onde,tudo soa.