A judia Foi judiada Pobre coitada! Pelo seu namorado Após com ele ter transado Seu namorado a judiou Assim que com ela,transou Ele chamou a judia De vadia Ele só a maltratou E ela desgostou De ser tratada desse jeito Totalmente imperfeito Por seu namorado também judeu Que,certamente,a cabeça perdeu E este lhe bateu E,no motel, um funcionário Escutando no exato horário Quando as agressões aconteciam Ouvia-se gritos e gemidos Lá do quarto E então,a testemunha do fato Decidiu a polícia chamar Para vir lhe algemar E assim que a polícia chegou Ele logo parou Mas em nada adiantou Ela já estava toda avermelhada E esmurrada Com hematomas No semblante E o policial prendeu o judeu No exato instante Que viu a judia Naquele dia Toda fria E envergonhada Por ter sido vista pelada Na madrugada E por outro lado,o judeu Na prisão amanheceu Quem sabe, ele aprende a lição De nunca, jamais,dever em uma mulher encostar a mão Não importa qual seja, a razão.
Era uma vez,um pênis e uma vagina que acabaram,se encontrando,no meio do caminho. Ambos,tanto um quanto outro,não sabiam para que serviam nessa vida. Foi então que o pênis e a vagina,decidiram,se juntar para virem a conversar e se conhecer melhor. O pênis, reclamando,da vida,o mesmo,dizia,eu me sinto,tão sozinho,eu sinto que eu tenho que me colocar em algum lugar,mas,não sei, onde exatamente, enquanto, a vagina,também, estava,a se queixar,da vida,falando de si mesma,eu sinto que algo,de algum lugar,meu instinto, me diz que alguma coisa tem que me preencher por dentro para vir a me completar,só,não sei,de onde,também,ao certo. O pênis e a vagina,começaram a se simpatizar um com o outro em relação as suas conversações de reclamações, mas,também em base de suas dúvidas existenciais. O pênis, de repente,se aproximou,na vagina que envergonhada,se avermelhou,à medida que o pênis, cada vez mais,aproximava-se, da vagina,a ponto de encostar-se e tocar nela com sua cabeça, a vagina,por outro lado,foi,transpirando e ficando lubrificada e o pênis, endurecendo-se,em estado de mole para ereto. Tanto o pênis quanto a vagina,não sabiam,como explicar aquilo que estava acontecendo,era uma espécie de sintonia,uma espécie de combinação natural das coisas que estava havendo,só que,ambos,não sabiam explicar, só sentir. Foi quando, sucedeu,que,naquela sincronia de conversa vai e conversa vem,de tão encostados,um do outro,que ambos estavam,o pênis rígido, acidentalmente e imperceptivelmente, acabou perdendo o equilíbrio e deslizando para dentro do canal da vagina,ou seja,o pênis entrou e acabou por preencher, a vagina que tanto questionava-se em sua vida por falta de preenchimento dentro de si mesma. O pênis, ficou entrando e saindo,de dentro,da vagina que ,ao mesmo tempo,a mesma sentia prazer ao poder sentir,o pênis penetrá-la com seus frenéticos movimentos de entra e sai. O pênis e a vagina,estavam sentindo,um enorme prazer,naquela combinação perfeita que só um ser superior poderia explicar. Só que depois de algum tempo,só naquilo, o pênis e a vagina,ambos,acabaram,soltando um líquido transparente em forma de jatos que foi o êxtase, o clímax do estado de prazer para aquele casal do pênis e a vagina que por um momento,sentiram desejo sexual,sem ao menos,saber e encontrando o verdadeiro amor,porque,o verdadeiro amor,é isso,é a inocência de fazer algo pela primeira vez e gostar e sem saber o motivo disso,ou seja,só foi pelas leis da natureza.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
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A janela dos seus olhos
Do seu olhar Eu vejo uma janela Que eu posso ver tudo por ela Nos teus olhos é onde,eu quero poder estar Você nem precisa me falar Sobre o seu olhar É nítido! É claro! O que seus olhos Têm a me dizer Eu já estou a ver Eu já estou a enxergar É que você quer ser minha mulher É isso que seu olhar Assim me diz Que junto comigo,você quer ser feliz Como nunca foi na sua vida E que agora Nesta exata hora Poderá ser E tudo,começou A partir do momento Que eu pude te ver Para o meu contentamento Na rua Que você diante de mim De repente,atravessou E eu fiquei todo na sua De um jeito sem fim.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
554
Eu sempre soube que você me amava
Eu sempre soube que você me amava Quando,disso,eu te perguntava Você comigo discordava Sobre o seu amor por mim É porque,você sempre foi tímida Sempre,se escondeu de mim Quando, eu ia te visitar Na sua casa E,quando,me atendia Desviava os seus olhos Dos meus Às vezes,olhava para os lados E também para baixo Mas,nunca para mim Diretamente no meu olhar Que estava fixo no seu rosto Bem ou Mal Querendo ou não Quando,eu conversava com outras mulheres Você me via e não gostava E ficava com ciúmes Eu percebia seu jeito de longe Quando,eu te chamava para sair Você sempre ficava a mentir A me falar que estava ocupada Ou que teria um compromisso Era sempre isso Foi quando,um dia Eu parei de te procurar Até você acabar sentindo minha ausência Acabar sentindo minha falta Enfim,saudade de mim Para você poder ir Até o meu endereço E eu também mentir Que eu estou namorando Que eu estou com outra Que é algo que não tem preço E de você,vir,a se arrepender Por ter me ignorado Por eu sempre ter te procurado E nada de sua parte E,você me dizendo:Que me ama! E sempre me amou Mas só que nunca teve coragem de admitir Que também nunca teve coragem de falar a verdade para mim E de tanto,você chorar ajoelhada aos meus pés Diante da minha porta Eu logo digo e direi O que realmente importa Que eu também te amo! E sempre te amei E que eu aceito ser o seu namorado Apesar de você ter me magoado Mas isso já é passado E após, você ter me perguntado Se,eu quero Se,eu aceito Eu digo que sim Porque,eu sempre soube que você me amava Você só estava se fazendo de difícil Fazendo seu jogo de mulher Seu jogo de amor Para cima de mim Mas só que agora Nós dois estando juntos O nosso amor Não terá fim Será eterno.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
308
Luana
Luana,Lua,Luar É junto contigo Com quem,eu quero poder estar Como bem mais que um amigo Seu nome é um conjunto É um par Entre Lua e Ana Que juntando ambos,soma-se,o nome: Luana Que tens a beleza da lua Uma beleza toda sua Luana,Lua,Luar Essas três palavras de derivação Em que em ti,se assemelha Você, Luana,na beleza da lua,se espelha Eu sempre a vejo,Luana a olhar para a lua Isso,também, me chama atenção Que faz bater forte o meu coração Quando para você Eu estou a olhar Sem sequer saber explicar, ao certo,o porquê Só sei que a luz Que me seduz Do luar Se reflete no seu olhar Luana,Lua,Luar Essa é a mais pura derivação Do meu coração Inclusive, esta poesia Que eu te fiz Assim,bem feliz Em um só dia Que eu estou a te recitar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
158
Palavras Erradas
Quais palavras Eu devo lhe dizer? É o que eu fico a pensar A matutar Na minha cabeça Eu penso em poder lhe falar Palavras certas Mas,quando, eu mal percebo Eu acabo de soltar Da minha boca Que tanto quer te beijar Palavras erradas Palavras mal ditas Mal pronunciadas Mal faladas E mal pensadas Que acabam provocando feridas A quem escutar Sobre o que eu acabo de lhe dizer Foi dito sem querer Mas,o que já foi dito Não tem como esquecer Senão, relevar Sobre o que eu acabei de te falar Que foi sem pensar E que acabou te magoando Sobre o que eu acabei falando Com essa minha mania De todo dia De querer falar Palavras certas Mas que no final sempre acabo falando Palavras erradas E isso acaba me matando Por dentro de mim mesmo.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
164
Fulano,Sicrano e Beltrano
Havia uma moça Que ficava com um Gostava de outro Mas,amava o terceiro Sua vida era um desespero Ela nem comentava sua vida amorosa com ninguém Mas nem precisava também Porque seus amigos viam isso além Era um caso complicado para ela Ela não se entendia Não havia entendimento nem explicação da parte dela Ela era incompreensível e inexplicável Ela simplesmente não quebrava a cabeça E fazia o que lhe dava vontade à beça O que lhe dava na telha Enfim,ela fazia o que a deixava feliz Como costumava falar Mas,afinal,com quem,realmente, ela ia se casar? Com Fulano,Sicrano ou Beltrano? Eu acho que ela vai acabar ficando com os três,simultaneamente Esse vai ser o fato do ano Assim,inacreditavelmente.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
181
A lunática luana
Luana era lunática Luana vivia no mundo da lua Quando,ela nasceu O nome que o pai lhe deu Foi Ana Mas,a medida que o tempo foi passando E ela crescendo Seu pai foi aos poucos percebendo que ela à noite adorava olhar Para a luz do luar E de tanto dele observar Isso nela Ele resolveu mudar E juntar o nome de batismo dela De lua com Ana Que deu Luana E aí ficou ,sendo assim, Luana Luana a olhar para a luz do luar E com a beleza da lua Se igualar Com a sua Essa era a Luana Que todos achavam que ela era lunática Com sua maneira fanática De olhar para a luz do luar Com seu belo olhar.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
530
A luz dos teus olhos
A luz do sol são teus olhos
Que iluminam o meu caminho
Com seus olhos
Eu nunca me sinto sozinho
Seu olhar
Que fica a todo tempo a me olhar
A intensa luz dos teus olhos
Que chegam a cegar a minha visão
Com toda sua iluminação
Que vem do seu coração para o meu coração
Eu sempre me confundo
Quando eu te olho
De um jeito profundo
Se essa luz
Vem de ti ou vem de Jesus?
Eis o que eu me pergunto
Ao olhar para o teu olhar
Que chega a me cegar.
Wilhans Lima Mickosz
575
Sua boca
Eu olho para a sua boca E imagino que você deve saber beijar bem Com esses lábios carnudos Que Deus lhe deu Eu só fico a imaginar Como deve ser um beijo seu Como deve ser esplendoroso seu beijar Nisso,eu não consigo parar de pensar Essa sua boca silenciosamente Assim me chama Para eu poder te dar um beijo Na sua cama Que é a maior fonte do meu desejo Essa sua boca com o mais belo tom De vermelho forte de batom Que realça a cor Dos seus lábios E quem for com amor Para poder te beijar Aumentará o sabor Da sua boca E você deixará sua marca de batom Nos lábios De quem te beijou E que esse alguém Queria ser eu Para te beijar além Como um beijo Que Julieta recebeu de seu eterno Romeu.