António Cobeira

Poeta que se destaca pela sua lírica introspectiva e pela exploração de temas como a memória, a identidade e a passagem do tempo. A sua escrita é marcada por uma aparente simplicidade que esconde uma profunda complexidade emocional e filosófica. Os seus versos convidam a uma contemplação serena sobre a condição humana, a fugacidade dos momentos e a busca por sentido na existência, deixando uma marca de autenticidade e sensibilidade.

1867-02-19 Lisboa
1949-12-28 Lisboa
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Prémios e Movimentos

Barroco português e brasileiro

Alguns Poemas

Segundo Urbano Tavares Rodrigues no Dicionário de Literatura de J. Prado Coelho, António Cobeira (não Cobreira, como vem na aliás inestimável biografia pessoana de J. Gaspar Simões) foi, com Afonso Duarte e outros, um dos poetas tangenciais à tendência saudosista-nacionalista de A Águia. Nesta revista colaborou episodicamente, e por empenhada intercessão de F. Pessoa junto de Álvaro Pinto, a quem, depois de «Elegia da alma» (1912), talvez, por sinal, a primeira poesia dedicada ao poeta então «renascente», este recomendara a «Romaria das árvores», considerando-a um «poema magnífico» (1913). Colaborou com assiduidade, em verso e prosa, na última fase da antiga revista Ocidente (1878-1915), que chegou a dirigir. Licenciado em Filologia Românica pelo Curso Superior do Letras, onde foi condiscípulo de Armando Côrtes-Rodrigues e Hernâni Cidade, leccionou durante alguns anos na capital e, depois, em Santarém, radicando-se finalmente no Porto, como professor do Liceu de Alexandre Herculano. Quando jovem, em Lisboa, os poetas de Orpheu (Pessoa, Sá-Carneiro, Côrtes-Rodrigues...) tinham-no como um dos seus, não tendo embora colaborado na revista. Dentre os textos em prosa que publicou, avulta, muito posterior, a página de memórias «Fernando Pessoa, vulgo "o Pessoa", e a sua ironia transcendente», no suplemento literário de O Comércio do Porto, e na antologia Estrada Larga - I (1958). Colaborou também na Lusíada - Revista Ilustrada de Cultura (nº. 10, Porto, 1957). Desprendido, ou decepcionado das ilusões juvenis, não chegou a publicar em livro a sua produção poética, a que deve acrescentar-se, pelo menos, o referido texto em prosa. Hernâni Cidade, a concluir o estudo sobre Tendências do Lirismo Contemporâneo (1939), cita «dois foragidos do Parnaso [...] em cuja camaradagem [fez] boa parte da [sua] educação artística: António Cobeira e Américo Cortez Pinto». Por seu turno, o poeta Manuel Alegre, em O Homem do País Azul (1989, p. 119: «Pessoa e Nenhum»), evoca e enaltece, em forma de conto o velho mestre liceal que certo dia lhe revelou Pessoa.
Fogo
Praia da Quebrada
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