A poesia de JRUnder

A poesia de JRUnder

Natural de São Paulo.
Nascido a 07 de março de 1950.
A poesia não é um potro selvagem que possa ser laçado e domado. Poesia é alma. Alma de passarinho.

1950-03-07 São Paulo
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Um rio que morre

 

As lágrimas afloravam e como as águas de um rio que morre, o pranto lacrimejava seus últimos sentimentos.

Cascatas de mágoas que outrora arrastavam em turbilhões as roliças pedras do desespero, hoje mal se deixavam ver.

Mas precisava sentir, para poder acreditar. E precisava acreditar.

Somente deitando-se sobre o leito da realidade  tocaria o fundo da amargura

 e a tênue luz da sobrevivência se deixaria ver, indicando que o sol ainda brilhava.

E como é difícil a ascensão.

Os segundos se transformam em horas, o ar se rarefaz nos pulmões e a vida parece se esvair aos poucos.

A dor de um adeus, do nunca mais, do fim, do “para sempre”.

A incerteza de que existirá um amanhã e o hoje não será eterno.

Gira mundo...gira...

Chora céu...


 

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lenitahelena
profundo
26/fevereiro/2026
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Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Meu caro poeta JRUnder... as lágrimas jamais deixarão de serem um alivio de nossa alma... elas não serão um rio que morre... este é meu penar... estou contente em te ver escrevendo tal texto tão especial... a incerteza... também é muito realista. boa tarde... este é meu entender.... boa tarde... felicidades.
23/fevereiro/2026

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