Lista de Poemas
El poeta
El poeta con su lira invisible
Es aquel que sabe cantar
Las melodías de su corazón
Y las esencias de las cosas que contempla
Con hermosas palabras que exprimen
Una profusión de secretos inefables.
El poeta es quien sabe vivir intensamente
Los dolores, las vicisitudes, las victórias
Y las alegrías de la existencia
En todos sus matices y tonalidades
Hasta descubrir el mejor de cada experiencia
Y hacer arte sobre cada lección aprendida.
El poeta siempre busca penetrar
Los camiños de sentidos a través
De su imaginación inquietante y dinámica.
Él pinta de buenos colores sus versos
Fortificados por un implacable lirismo
Y sembrados por una fuerte pasión interior.
El poeta siente el mundo alrededor
Como alguien que siempre está listo
Para ir al fondo del abismo y sondear
Su realidad que alberga tantos males y peligros.
Es su misión a de alumbrar el dolor del mundo
Con su sensibilidad a clamar por redención.
Es aquel que sabe cantar
Las melodías de su corazón
Y las esencias de las cosas que contempla
Con hermosas palabras que exprimen
Una profusión de secretos inefables.
El poeta es quien sabe vivir intensamente
Los dolores, las vicisitudes, las victórias
Y las alegrías de la existencia
En todos sus matices y tonalidades
Hasta descubrir el mejor de cada experiencia
Y hacer arte sobre cada lección aprendida.
El poeta siempre busca penetrar
Los camiños de sentidos a través
De su imaginación inquietante y dinámica.
Él pinta de buenos colores sus versos
Fortificados por un implacable lirismo
Y sembrados por una fuerte pasión interior.
El poeta siente el mundo alrededor
Como alguien que siempre está listo
Para ir al fondo del abismo y sondear
Su realidad que alberga tantos males y peligros.
Es su misión a de alumbrar el dolor del mundo
Con su sensibilidad a clamar por redención.
236
Viagem para o distante
No mundo paira sempre um grande mistério...
Andamos como cegos, buscando a luz nas trevas,
E sem sabermos perfeiramente
Sobre o que está para além
De toda imensidão fantástica dos céus,
Das profundezas surreais dos oceanos,
Dos abismos vertiginosos, dos desertos inóspitos
E dos subterrâneos mais recónditos da terra.
E o que dizermos de nossa ignorância a respeito
Dos segredos dos corações solitários
De nossos mais próximos e achegados
Às vezes tão impenetráveis e inacessíveis?
A vida é viagem para o distante
E um sonho cheio de realidades insólitas...
Há uma batalha que travamos todos os dias
E pouco sabemos a respeito
De como será nossas vidas
Num futuro que nos promete surpresas
Enquanto vivemos de sonhos e esperanças
E com a candeia da fé em nossos corações.
Somos sedentos por um viver pleno e perene,
Mas hoje a única coisa que podemos saber
É que desse mundo certamente partiremos
Para cruzarmos as fronteiras do desconhecido.
Somos como um navio mercante
Que, em meio as águas turbulentas da existência,
Ruma para um belo destino
Que ainda é inacessível e longínquo;
Misterioso, fantástico e inescrutável.
De forma perseverante, sonhamos atracar
Ao cais da boa nova e da redenção,
E assim sentirmos o abraço da verdade
Tão ocultada pelos véus do engano!
E também aspiramos descobrir um porto seguro
Onde possamos descansar das turbulências
Que intentam diariamente iimpedir a nossa chegada.
Andamos como cegos, buscando a luz nas trevas,
E sem sabermos perfeiramente
Sobre o que está para além
De toda imensidão fantástica dos céus,
Das profundezas surreais dos oceanos,
Dos abismos vertiginosos, dos desertos inóspitos
E dos subterrâneos mais recónditos da terra.
E o que dizermos de nossa ignorância a respeito
Dos segredos dos corações solitários
De nossos mais próximos e achegados
Às vezes tão impenetráveis e inacessíveis?
A vida é viagem para o distante
E um sonho cheio de realidades insólitas...
Há uma batalha que travamos todos os dias
E pouco sabemos a respeito
De como será nossas vidas
Num futuro que nos promete surpresas
Enquanto vivemos de sonhos e esperanças
E com a candeia da fé em nossos corações.
Somos sedentos por um viver pleno e perene,
Mas hoje a única coisa que podemos saber
É que desse mundo certamente partiremos
Para cruzarmos as fronteiras do desconhecido.
Somos como um navio mercante
Que, em meio as águas turbulentas da existência,
Ruma para um belo destino
Que ainda é inacessível e longínquo;
Misterioso, fantástico e inescrutável.
De forma perseverante, sonhamos atracar
Ao cais da boa nova e da redenção,
E assim sentirmos o abraço da verdade
Tão ocultada pelos véus do engano!
E também aspiramos descobrir um porto seguro
Onde possamos descansar das turbulências
Que intentam diariamente iimpedir a nossa chegada.
99
En una tierra estraña
Vivo en una tierra extraña,
Una tierra llena de tanta gente
Inalcanzable y incomunicable
Que ya intenté con más fuerza acercarme.
¿Es posible romper las líneas divisorias
Que separan a los hombres
Cuando casi todos duermen
En una agitación desenfrenada?
Vivo un sueño a más para no morir
En las tenieblas de las desilusiones
En eses días tan oscuros
Poblados de miradas vacias.
Vivo una peregrinación casi interminable
En ese desierto cuyas olas extremas
De frío y calor son indiferentes
A un corazón sensible y oceánico.
Vivo mis mejores alegrias y divagaciones
En los cielos cenizas de una ciudad grande
Para sentir el gusto de nuevas emociones
Y el sabor de las dulces passiones.
Hay días floridos que encuentro ganas para luchar...
Al despertar en sueños hermosos, empiezo
A perseverar con más fuerzas y sin temores
Para alcanzar un nuevo aliento de vida.
Soy un estranjero que, en ese exilio,
Ya no habla la lengua
De la mayoría de los hombres
En sus preocupaciones más frívolas.
Mis bellas alegrías y mis profundos amores
¡Son tan intensos en mi corazón!
En un último sorbo de vino, siento
La soledad en mis largos entusiasmos.
Así es como tengo levantado
Mis cimientos de esperanza
En esta tierra extraña que está llena
De tanta gente inaccesible y incomunicable.
Una tierra llena de tanta gente
Inalcanzable y incomunicable
Que ya intenté con más fuerza acercarme.
¿Es posible romper las líneas divisorias
Que separan a los hombres
Cuando casi todos duermen
En una agitación desenfrenada?
Vivo un sueño a más para no morir
En las tenieblas de las desilusiones
En eses días tan oscuros
Poblados de miradas vacias.
Vivo una peregrinación casi interminable
En ese desierto cuyas olas extremas
De frío y calor son indiferentes
A un corazón sensible y oceánico.
Vivo mis mejores alegrias y divagaciones
En los cielos cenizas de una ciudad grande
Para sentir el gusto de nuevas emociones
Y el sabor de las dulces passiones.
Hay días floridos que encuentro ganas para luchar...
Al despertar en sueños hermosos, empiezo
A perseverar con más fuerzas y sin temores
Para alcanzar un nuevo aliento de vida.
Soy un estranjero que, en ese exilio,
Ya no habla la lengua
De la mayoría de los hombres
En sus preocupaciones más frívolas.
Mis bellas alegrías y mis profundos amores
¡Son tan intensos en mi corazón!
En un último sorbo de vino, siento
La soledad en mis largos entusiasmos.
Así es como tengo levantado
Mis cimientos de esperanza
En esta tierra extraña que está llena
De tanta gente inaccesible y incomunicable.
208
Paradoxos
O meu coração é um túmulo aberto de segredos...
As saudades, as memórias e as antigos sonhos
São revisitados enquanto bebo na nascente
Das mais perfeitos devaneios e inspirações.
Num turbilhão de sentimentos contrastantes,
Aprendo a cada dia conviver com tantos paradoxos...
Em meio a esse caos, navego sem pestanejar
Pelos mares ignotos do meu ser...
Como permanecer com as antigas certezas
Quando descubro profundamente quem eu sou?
Como ainda posso me manter indevassável
Quando me deparo com os abismos da minh'alma?
Eu sou como o mar sereno que, mesmo na sua calmaria,
Repentinamente se transforma em colossal tormenta.
Percebo que em mim a paz e a guerra se mescam,
Formando uma totalidade estranha e complexa.
Eu sou como o azul do céu que, mesmo azulado,
Pode se revelar estranho, soturno e acinzentado.
Em mim, há exultação, onirismo e paixão pela vida;
Mas também melancolia, lutos e angústias no coração.
Eu sinto despertar em mim um ímpeto de lucidez
Que me faz ter uma desconcertante percepção
Dos tesouros enterrados no meu coração
E das minhas aspirações em incansáveis renovações...
Eu vivo com a certeza das minhas incertezas
E em tranquilidade com as minhas terríveis inquietudes.
Eu sou uma profusão de paradoxos apenas admissíveis
Para quem sabe degustar o vinho inspirador da poesia.
As saudades, as memórias e as antigos sonhos
São revisitados enquanto bebo na nascente
Das mais perfeitos devaneios e inspirações.
Num turbilhão de sentimentos contrastantes,
Aprendo a cada dia conviver com tantos paradoxos...
Em meio a esse caos, navego sem pestanejar
Pelos mares ignotos do meu ser...
Como permanecer com as antigas certezas
Quando descubro profundamente quem eu sou?
Como ainda posso me manter indevassável
Quando me deparo com os abismos da minh'alma?
Eu sou como o mar sereno que, mesmo na sua calmaria,
Repentinamente se transforma em colossal tormenta.
Percebo que em mim a paz e a guerra se mescam,
Formando uma totalidade estranha e complexa.
Eu sou como o azul do céu que, mesmo azulado,
Pode se revelar estranho, soturno e acinzentado.
Em mim, há exultação, onirismo e paixão pela vida;
Mas também melancolia, lutos e angústias no coração.
Eu sinto despertar em mim um ímpeto de lucidez
Que me faz ter uma desconcertante percepção
Dos tesouros enterrados no meu coração
E das minhas aspirações em incansáveis renovações...
Eu vivo com a certeza das minhas incertezas
E em tranquilidade com as minhas terríveis inquietudes.
Eu sou uma profusão de paradoxos apenas admissíveis
Para quem sabe degustar o vinho inspirador da poesia.
123
Lágrimas
Os meus versos revelam melancolicamente
As angústias de alma que sempre vivenciei
E todas as lágrimas que um dia já derramei
Aos voos de minha sensibilidade ardente.
A minha poesia nasce dos prantos inesperados
De desespero, de luto, de saudades e de tristezas;
Mas também dá frutos com as lágrimas das certezas
De que os belos sonhos nunca serão arruinados.
Guardo em mim o ímpeto de tantas perseveranças
Em meio a uma torrente densa de adversidades.
E de emoção choro com o raiar de um sol de esperanças.
Revisto o meu coração de contrastantes tonalidades.
Ao mesmo tempo em que aspiro por futuras mudanças,
Persigo lacrimoso memórias de inocentes verdades.
As angústias de alma que sempre vivenciei
E todas as lágrimas que um dia já derramei
Aos voos de minha sensibilidade ardente.
A minha poesia nasce dos prantos inesperados
De desespero, de luto, de saudades e de tristezas;
Mas também dá frutos com as lágrimas das certezas
De que os belos sonhos nunca serão arruinados.
Guardo em mim o ímpeto de tantas perseveranças
Em meio a uma torrente densa de adversidades.
E de emoção choro com o raiar de um sol de esperanças.
Revisto o meu coração de contrastantes tonalidades.
Ao mesmo tempo em que aspiro por futuras mudanças,
Persigo lacrimoso memórias de inocentes verdades.
197
A minha vida hoje
Eu perdi para saber ganhar,
Eu já fui incauto para ser mais sábio,
Eu já duvidei para aceitar o desafio de crer,
Eu cai para então me erguer,
Eu chorei para depois rir,
Eu desisti para chegar ao fim.
Eu me frustei para desfrutar,
Eu fracassei para conquistar,
Eu me fiz pequeno para ser grande,
Eu já fui desajeitado para ser elegante,
Eu me envergonhei nas trevas
Para resplandecer a verdade do meu ser
E o valor que brota da minh'alma.
Tudo o que eu fiz,
Tudo o que eu desejei,
Foram essenciais para ser o que sou hoje.
Muito do que já fui, apenas me ensinou
A ser o que eu não quero ser
Como nos invernos de outrora;
E tudo o que eu serei amanhã
É o meu de desejo de hoje
Que levar-me-á a ser o ser
Que ainda não se configurou agora.
Mas tudo o que eu sou hoje
É um sinal na minha vida
De que eu sou responsável
Por ser quem eu sou.
Hoje eu dou valor na minha própria liberdade,
Pois já ansiei voar nos seus cumes
Para então ser como hoje:
Mais livre na tomada de boas decisões
E no vivenciar de sonhos altaneiros
Que me motivam incansavelmente
A caminhar na perseverança.
Eu já fui incauto para ser mais sábio,
Eu já duvidei para aceitar o desafio de crer,
Eu cai para então me erguer,
Eu chorei para depois rir,
Eu desisti para chegar ao fim.
Eu me frustei para desfrutar,
Eu fracassei para conquistar,
Eu me fiz pequeno para ser grande,
Eu já fui desajeitado para ser elegante,
Eu me envergonhei nas trevas
Para resplandecer a verdade do meu ser
E o valor que brota da minh'alma.
Tudo o que eu fiz,
Tudo o que eu desejei,
Foram essenciais para ser o que sou hoje.
Muito do que já fui, apenas me ensinou
A ser o que eu não quero ser
Como nos invernos de outrora;
E tudo o que eu serei amanhã
É o meu de desejo de hoje
Que levar-me-á a ser o ser
Que ainda não se configurou agora.
Mas tudo o que eu sou hoje
É um sinal na minha vida
De que eu sou responsável
Por ser quem eu sou.
Hoje eu dou valor na minha própria liberdade,
Pois já ansiei voar nos seus cumes
Para então ser como hoje:
Mais livre na tomada de boas decisões
E no vivenciar de sonhos altaneiros
Que me motivam incansavelmente
A caminhar na perseverança.
254
Um choro de esperança
Hoje o meu coração transbordou de exultação
E de uma esperança que me fez prantear
Ao estímulo de um alento de grande inspiração,
Abrindo uma clareira para que eu possa me orientar.
Hoje eu contemplei o céu de uma verdade libertadora
Na minh'alma esburacada por um imenso vazio;
É como se fosse germinado a flor encantadora
De um milagre no deserto do meu ser sombrio.
A esperança brota nos lugares mais áridos
Para fazer todo coração singelo e enamorado sorrir
Com a entoação de louvores sinceramente cálidos
Movidos por uma fé trasbordante que o faz progredir.
A esperança é a glória das almas abatidas
Por uma tribulação terrivelmente desafiadora.
A esperança é o consolo das almas feridas
E o sol que refulge em toda vida sonhadora.
E enquanto eu for sensível para chorar de esperança
Disseminada pela graça do amor divinal,
Serei forte para triunfar sobre qualquer insegurança
Que queira me desviar da fonte de todo amor perenal.
E de uma esperança que me fez prantear
Ao estímulo de um alento de grande inspiração,
Abrindo uma clareira para que eu possa me orientar.
Hoje eu contemplei o céu de uma verdade libertadora
Na minh'alma esburacada por um imenso vazio;
É como se fosse germinado a flor encantadora
De um milagre no deserto do meu ser sombrio.
A esperança brota nos lugares mais áridos
Para fazer todo coração singelo e enamorado sorrir
Com a entoação de louvores sinceramente cálidos
Movidos por uma fé trasbordante que o faz progredir.
A esperança é a glória das almas abatidas
Por uma tribulação terrivelmente desafiadora.
A esperança é o consolo das almas feridas
E o sol que refulge em toda vida sonhadora.
E enquanto eu for sensível para chorar de esperança
Disseminada pela graça do amor divinal,
Serei forte para triunfar sobre qualquer insegurança
Que queira me desviar da fonte de todo amor perenal.
98
Na torrente do devir
Outrora eu era de tal forma, e hoje já não sou mais...
E o que sou hoje, amanhã enfim deixarei de ser...
Embalde eu vivo para amanhã evanescer
Na torrente do devir sob seus instantes finais.
Às vezes, bebo um fel de insatisfações quase fatais
E todos os dias me consumo em desejos de viver
Eternamente sob a verdade que me ajuda a fortalecer
Como uma nau ancorado num seguro cais.
Vivo em mm sensações de despedidas frequentes
Dos que me cativam com as suas auras envolventes
E também dos momentos prodigando doces emoções.
Meu existir nesse mundo é uma estranha passagem
Como a de um peregrino em sua inaudita viagem,
Ávido de descobertas, respostas e transmutações.
E o que sou hoje, amanhã enfim deixarei de ser...
Embalde eu vivo para amanhã evanescer
Na torrente do devir sob seus instantes finais.
Às vezes, bebo um fel de insatisfações quase fatais
E todos os dias me consumo em desejos de viver
Eternamente sob a verdade que me ajuda a fortalecer
Como uma nau ancorado num seguro cais.
Vivo em mm sensações de despedidas frequentes
Dos que me cativam com as suas auras envolventes
E também dos momentos prodigando doces emoções.
Meu existir nesse mundo é uma estranha passagem
Como a de um peregrino em sua inaudita viagem,
Ávido de descobertas, respostas e transmutações.
124
En el amanecer
Siento soplar en mi rostro el viento de la libertad
Para no dejar moriir las llamas de la esperanza,
De la fe, de la inspiración y de la serenidad
Que ahora me ayudan a camiñar en bonanza.
Hoy quiero vivir sin los viejos temores
Como una aquila volando por los cielos
Y que viaja victoriosa sobre sus dolores
Que siempre arrestan el alma con pesados hierros.
Un nuevo sueño en un hermoso amanecer
Me hace fuerte para no caer
En las tenieblas de la desesperación.
Una nueva historia para contar
Es lo que me hace de los frutos probar
De la alegria y del placer sembrados en el corazón.
Para no dejar moriir las llamas de la esperanza,
De la fe, de la inspiración y de la serenidad
Que ahora me ayudan a camiñar en bonanza.
Hoy quiero vivir sin los viejos temores
Como una aquila volando por los cielos
Y que viaja victoriosa sobre sus dolores
Que siempre arrestan el alma con pesados hierros.
Un nuevo sueño en un hermoso amanecer
Me hace fuerte para no caer
En las tenieblas de la desesperación.
Una nueva historia para contar
Es lo que me hace de los frutos probar
De la alegria y del placer sembrados en el corazón.
129
Flores da inocência
Nesse mundo caótico e decaído,
As flores da pureza e da inocência fenecem;
Mas ainda assim há um manancial renascido
No íntimo dos que pela fé em Deus se fortalecem.
Nessa era sombria, anuviada pelo engano,
As flores escassas da inocência
Sempre brilham como jóias no triste quotidiano
A fim de irradiarem uma doce cadência.
Quanta pureza e inocência há no brincar
De um gatinho serenamente despreocupado,
Sempre impulsionado pela ânsia de durar!
Quão francamente singelo é o homem habitado
Pela pureza de uma criança com o seu imaginar
Ao ser sempre guiado pela inspiração do elevado!
As flores da pureza e da inocência fenecem;
Mas ainda assim há um manancial renascido
No íntimo dos que pela fé em Deus se fortalecem.
Nessa era sombria, anuviada pelo engano,
As flores escassas da inocência
Sempre brilham como jóias no triste quotidiano
A fim de irradiarem uma doce cadência.
Quanta pureza e inocência há no brincar
De um gatinho serenamente despreocupado,
Sempre impulsionado pela ânsia de durar!
Quão francamente singelo é o homem habitado
Pela pureza de uma criança com o seu imaginar
Ao ser sempre guiado pela inspiração do elevado!
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