Lista de Poemas
A inexorável certeza da morte
A morte desfaz nossas ilusões mais evidentes
E diante dela todas as inseguranças evanescem;
Vivemos, enquanto os sinais do tempo aparecem,
Em despedidas irreversíveis e frequentes.
A vida é uma chama tremulante e incerta,
Enquanto a morte: inevitável é a sua aparição!
E ao olharmos lacrimosos à imensa constelação,
Ínfimos nos sentimos com a nossa alma desperta.
Amar é o objetivo mais elevado da existência,
E a maneira de sermos guiados pela luz da eternidade
É enfrentando a morte com esperança e sapiência.
Sem a consciência plena de nossa mortalidade
E sem o sonho de uma vida em perene permanência,
Quão absurda é uma vida resignada na fatalidade!
E diante dela todas as inseguranças evanescem;
Vivemos, enquanto os sinais do tempo aparecem,
Em despedidas irreversíveis e frequentes.
A vida é uma chama tremulante e incerta,
Enquanto a morte: inevitável é a sua aparição!
E ao olharmos lacrimosos à imensa constelação,
Ínfimos nos sentimos com a nossa alma desperta.
Amar é o objetivo mais elevado da existência,
E a maneira de sermos guiados pela luz da eternidade
É enfrentando a morte com esperança e sapiência.
Sem a consciência plena de nossa mortalidade
E sem o sonho de uma vida em perene permanência,
Quão absurda é uma vida resignada na fatalidade!
143
La poésie d´un rêveur
Une belle chanson
Touche les cordes de mon âme
Presque tous les matins.
C'est à ces moments que je peux rêver
En regardant un ciel bleur clair.
Je suis une vie qui cherche
La libération pour le chemin de la contemplation
Des manifestations artistiques,
De la nature, d'amour et de tout ce qui peut
Sensibiliser mon être lyrique.
Tous les jours j'aime vivre
Comme un homme que sait contempler
La beauté de la vie et les tons de la joie perdue.
Aujourd'hui, j'ai apprecié les delicieux parfums
Et j'ai composé la poésie d'une âme passionée.
Chansons, parfums, livres et rivières de poésie
Dans un jour qui invite à la tranquillité d'esprit:
C'est l'environnement parfait
Où je peux trouver, avec ma sensibilité,
Une lumière d'inspiration pour ma vie.
Je suis une âme rêveur que aussi sait
Vivre de prières pour ne laisser pas mourir
Mon amour pour la lumière de la verité.
Ainsi je vis: d'espoir dans espoirs
Et de gratitude jusqu'à la fin de mes jours.
252
Recomeços
I
O meu destino é viver de recomeços,
Indo em busca do que vale a pena lutar e viver,
Ainda que tenha que muitas vezes sofrer
Para superar os grandes empeços
E para me erguer entre tantos tropeços.
O meu ponto de partida
É sempre a esperança na vitória da vida
Que me faz sonhar com a liberdade
E com o raiar da suprema felicidade
Na minh'alma que hoje soluça tão abatida!
II
O meu destino é viver de recomeços,
Levando comigo as angustiantes incertezas
E na minha existência as marés das tristezas
Que surgiram com os altos preços
Que paguei com os ilusórios apreços
Por tudo aquilo que nunca me enobreceu,
Pois apenas no vazio me enlanguesceu
Quando eu acreditava que poderia voar
Com asas cortadas o meu sonho de amar,
Vivendo numa ilusão que nunca me fortaleceu!
III
Só pude recomeçar porque tive humildade
Para reconhecer que precisava mudar
Os meus caminhos que só podiam me levar
Para uma infrutífera impessoalidade
Capaz de esconder qualquer luz de verdade.
Só pude recomeçar porque tive bravura
Para sair das sombras da desventura
E das armadilhas de toda forma de engano
Que pudesse me tornar insano
Em pensamentos que me levariam à amargura.
IV
Só pude recomeçar porque sou um sonhador
Que ama escrever novas histórias
Tão indispensáveis para uma vida de glórias!
Só pude recomeçar porque sou um desbravador
De esperanças contra qualquer desamor
E de discernimentos que me ajudam a pensar
Na verdade que nunca há de me desamparar.
Só pude recomeçar porque sou perseverante
Como uma estrela que, mesmo titubeante,
Nunca desiste na sua fragilidade de fulgurar.
O meu destino é viver de recomeços,
Indo em busca do que vale a pena lutar e viver,
Ainda que tenha que muitas vezes sofrer
Para superar os grandes empeços
E para me erguer entre tantos tropeços.
O meu ponto de partida
É sempre a esperança na vitória da vida
Que me faz sonhar com a liberdade
E com o raiar da suprema felicidade
Na minh'alma que hoje soluça tão abatida!
II
O meu destino é viver de recomeços,
Levando comigo as angustiantes incertezas
E na minha existência as marés das tristezas
Que surgiram com os altos preços
Que paguei com os ilusórios apreços
Por tudo aquilo que nunca me enobreceu,
Pois apenas no vazio me enlanguesceu
Quando eu acreditava que poderia voar
Com asas cortadas o meu sonho de amar,
Vivendo numa ilusão que nunca me fortaleceu!
III
Só pude recomeçar porque tive humildade
Para reconhecer que precisava mudar
Os meus caminhos que só podiam me levar
Para uma infrutífera impessoalidade
Capaz de esconder qualquer luz de verdade.
Só pude recomeçar porque tive bravura
Para sair das sombras da desventura
E das armadilhas de toda forma de engano
Que pudesse me tornar insano
Em pensamentos que me levariam à amargura.
IV
Só pude recomeçar porque sou um sonhador
Que ama escrever novas histórias
Tão indispensáveis para uma vida de glórias!
Só pude recomeçar porque sou um desbravador
De esperanças contra qualquer desamor
E de discernimentos que me ajudam a pensar
Na verdade que nunca há de me desamparar.
Só pude recomeçar porque sou perseverante
Como uma estrela que, mesmo titubeante,
Nunca desiste na sua fragilidade de fulgurar.
84
Nostalgia
Há lembranças marcantes e remotas
Que produzem ecos no mais abissal do ser,
Ecos que fazem uma alma nostálgica reviver
Enquanto expressa as mais inusitadas anedotas.
Há experiências intensas que não esperamos
Mais dar cores e vida às suas fragrâncias inebriantes;
A não ser que em devaneios melancólicos e sussurrantes
Redescobrimos os arcaícos valores do que silenciamos.
Reacendo pela fantasia tudo o que foi por mim semeado,
Assim reencontro o tênue cintilar daqueles tempos idos,
Ressoando boas lembranças para o meu ser apaixonado.
Todos os momentos foram por mim colhidos,
Tal como uma colheita de flores do que jaz guardado
Pela memória a fazer despertar dias adormecidos.
Que produzem ecos no mais abissal do ser,
Ecos que fazem uma alma nostálgica reviver
Enquanto expressa as mais inusitadas anedotas.
Há experiências intensas que não esperamos
Mais dar cores e vida às suas fragrâncias inebriantes;
A não ser que em devaneios melancólicos e sussurrantes
Redescobrimos os arcaícos valores do que silenciamos.
Reacendo pela fantasia tudo o que foi por mim semeado,
Assim reencontro o tênue cintilar daqueles tempos idos,
Ressoando boas lembranças para o meu ser apaixonado.
Todos os momentos foram por mim colhidos,
Tal como uma colheita de flores do que jaz guardado
Pela memória a fazer despertar dias adormecidos.
91
Recantos secretos
No interior das almas, há um mundo de segredos,
Um mundo inflamado por sonhos,
Memórias e sentimentos, ora aceitáveis,
Ora intensamente conflitantes...
Como num mar soturno e misterioso,
Em cada ser humano reina um mundo secreto:
Inacessível a uma concepção superficial e antecipada.
Como então saber quem é o nosso semelhante
Se apenas o julgamos de maneira precipitada,
Como se já o conhecêssemos ''perfeitamente''?
Em cada alma há abismos escondidos,
Mas apenas acessíveis
Aos verdadeiramente íntimos.
Subjaz em cada ser uma constelação de enigmas,
Cuja tonalidade das experiências mais secretas
São impróprias e perigosas para serem partilhadas
Nas entediantes rodas de convivência social.
Como então podemos dizer que,
De antemão e sem qualquer intimidade,
Conhecemos o que se passa no interior de outrem?
Por que agir como se já estivéssemos ciência
Sobre a vida de cada ser humano
Se não temos paciência para descer com ele
Nos recintos mais escuros
De sua precária e limitada condição?
Como podemos compreender
O nosso próximo (que é sempre tão distante!),
Se já formamos as nossas próprias ideias
Impermeáveis a qualquer teor de flexibilidade
Nos recantos de cada ser há portas, chaves,
Escadarias, aposentos para confortar esperanças,
Cadeados, retratos e um paraíso de anseios e memórias
Esperando para serem desvelados apenas
Para uma verdadeira e sincera entrega
Que sempre requer a cumplicidade de duas almas.
O coração é um tesouro
Onde estão guardadas as grandes
Verdades de cada ser humano,
As suas verdades mais inescrutáveis e recônditas.
Um mundo inflamado por sonhos,
Memórias e sentimentos, ora aceitáveis,
Ora intensamente conflitantes...
Como num mar soturno e misterioso,
Em cada ser humano reina um mundo secreto:
Inacessível a uma concepção superficial e antecipada.
Como então saber quem é o nosso semelhante
Se apenas o julgamos de maneira precipitada,
Como se já o conhecêssemos ''perfeitamente''?
Em cada alma há abismos escondidos,
Mas apenas acessíveis
Aos verdadeiramente íntimos.
Subjaz em cada ser uma constelação de enigmas,
Cuja tonalidade das experiências mais secretas
São impróprias e perigosas para serem partilhadas
Nas entediantes rodas de convivência social.
Como então podemos dizer que,
De antemão e sem qualquer intimidade,
Conhecemos o que se passa no interior de outrem?
Por que agir como se já estivéssemos ciência
Sobre a vida de cada ser humano
Se não temos paciência para descer com ele
Nos recintos mais escuros
De sua precária e limitada condição?
Como podemos compreender
O nosso próximo (que é sempre tão distante!),
Se já formamos as nossas próprias ideias
Impermeáveis a qualquer teor de flexibilidade
E inférteis até para o cultivo da sabedoria?
Nos recantos de cada ser há portas, chaves,
Escadarias, aposentos para confortar esperanças,
Cadeados, retratos e um paraíso de anseios e memórias
Esperando para serem desvelados apenas
Para uma verdadeira e sincera entrega
Que sempre requer a cumplicidade de duas almas.
O coração é um tesouro
Onde estão guardadas as grandes
Verdades de cada ser humano,
As suas verdades mais inescrutáveis e recônditas.
134
Metrópole convulsa
Nas calçadas de uma selva fervilhante
De multidões sufocadas pela inquietude,
Descortina-se a indiferença aprisionante
Da empatia, da sensibilidade e da plenitude.
Um mendigo caminha solitário
E poucos são os que notam o seu triste perambular...
Quão desumano há nesse descaso involuntário
Que cresce diariamente e sem cessar!?
Carros e transeuntes correm enlouquecidamente
Sem que haja qualquer resquício de serenidade
Nos semblantes envoltos por uma aura displicente.
Os ruídos ecoam pelos céus turvos da cidade,
Enquanto a violência de maneira veemente
Mostra a face mais deformada da iniquidade.
De multidões sufocadas pela inquietude,
Descortina-se a indiferença aprisionante
Da empatia, da sensibilidade e da plenitude.
Um mendigo caminha solitário
E poucos são os que notam o seu triste perambular...
Quão desumano há nesse descaso involuntário
Que cresce diariamente e sem cessar!?
Carros e transeuntes correm enlouquecidamente
Sem que haja qualquer resquício de serenidade
Nos semblantes envoltos por uma aura displicente.
Os ruídos ecoam pelos céus turvos da cidade,
Enquanto a violência de maneira veemente
Mostra a face mais deformada da iniquidade.
163
Alvorada
O dia mostra o seu sublime esplendor
E a vida com todo o seu perfume e cor
Ressurge em cânticos diáfanos de alegria,
Anunciando uma paz que tão bem contagia.
Uma revoada aplaude sem esmorecer
A beleza de um glorioso amanhecer
Com o seu louvor doce e harmonioso,
Semeando gratidão num tom majestoso.
No oceano, desponta o azul em sua calmaria...
No horizonte, já se vê um clima de nostalgia:
Um fascinante convite à liberdade de sonhar!
É nesse panorama idílico que a alvorada
Vem então reinar numa alma entuasiasmada
Que sai de uma longa noite para se renovar.
E a vida com todo o seu perfume e cor
Ressurge em cânticos diáfanos de alegria,
Anunciando uma paz que tão bem contagia.
Uma revoada aplaude sem esmorecer
A beleza de um glorioso amanhecer
Com o seu louvor doce e harmonioso,
Semeando gratidão num tom majestoso.
No oceano, desponta o azul em sua calmaria...
No horizonte, já se vê um clima de nostalgia:
Um fascinante convite à liberdade de sonhar!
É nesse panorama idílico que a alvorada
Vem então reinar numa alma entuasiasmada
Que sai de uma longa noite para se renovar.
142
Possibilidades
Poderia em átimos de segundo tecer mudanças,
Dessas que marcariam para sempre a minha história...
E assim, semearia as flores noturnas das lembranças
E a consciência sobre uma consequência peremptória.
Poderia cair rapidamente nas encruzilhadas do engano
Através de uma decisão terrivelmente precipitada;
Em seguida, sentiria o remorso mais profano
Como quem se envergonha de sua vida desvairada.
Poderia viver de profundas mágoas em vez de perdoar;
Poderia então resolver com gesto de altivez não abraçar
Aquele que eu deveria plantar sementes de amor.
Poderia optar pela morte e não pela plenitude da vida,
Acreditando que toda a minha dor sentida
Também pudesse ser aniquilada sem qualquer temor.
Dessas que marcariam para sempre a minha história...
E assim, semearia as flores noturnas das lembranças
E a consciência sobre uma consequência peremptória.
Poderia cair rapidamente nas encruzilhadas do engano
Através de uma decisão terrivelmente precipitada;
Em seguida, sentiria o remorso mais profano
Como quem se envergonha de sua vida desvairada.
Poderia viver de profundas mágoas em vez de perdoar;
Poderia então resolver com gesto de altivez não abraçar
Aquele que eu deveria plantar sementes de amor.
Poderia optar pela morte e não pela plenitude da vida,
Acreditando que toda a minha dor sentida
Também pudesse ser aniquilada sem qualquer temor.
80
Oração de uma alma exultante
Digno és tu, Ó Deus Altíssimo,
Dos meus melhores louvores
E das minhas sinceras orações,
As quais são entoadas com um fervor
Que provém de minha alma exulltante
E ao mesmo tempo fascinada
Pelos teus grandes mistérios
Apenas reveláveis e acessíveis
Aos mais humildes de coração!
Só tu, Ó Deus bendito e eterno;
Só tu, Ó Deus Soberano e majestoso,
Podes, perfeita e incrivelmente,
Mudar a minha história de dores,
Fazendo da minha vida
Um milagre de grandes renovações internas
E também uma aurora de alegrias
Alcançadas mediante a tua misericórdia
Que é sempre infinita e sublime!
Hoje, nesse novo dia que se inicia,
Quero louvar-te de todo o meu coração,
Pois só tu és merecedor
Dos meus elogios e agradecimentos;
Das minhas melhores preces
E ofertas de amor!
Só tu, Ó Pai Eternal e Criador do universo,
Mereces ser exaltado
Por toda a tua rica criação!
Amar-te-ei dia após dia, Ó principe da paz,
Que nunca esquece de fazer justiça
A todos os oprimidos e orfãos da terra!
Amar-te-ei nas dificuldades, Ó amado redentor!
Tu estás sempre alerta ao espargir
O orvalho de tua graça maravilhosa
Para exaltar aqueles que o ama
Enquanto dobram os seus joelhos
Em sinal de incessante reverência!
Dos meus melhores louvores
E das minhas sinceras orações,
As quais são entoadas com um fervor
Que provém de minha alma exulltante
E ao mesmo tempo fascinada
Pelos teus grandes mistérios
Apenas reveláveis e acessíveis
Aos mais humildes de coração!
Só tu, Ó Deus bendito e eterno;
Só tu, Ó Deus Soberano e majestoso,
Podes, perfeita e incrivelmente,
Mudar a minha história de dores,
Fazendo da minha vida
Um milagre de grandes renovações internas
E também uma aurora de alegrias
Alcançadas mediante a tua misericórdia
Que é sempre infinita e sublime!
Hoje, nesse novo dia que se inicia,
Quero louvar-te de todo o meu coração,
Pois só tu és merecedor
Dos meus elogios e agradecimentos;
Das minhas melhores preces
E ofertas de amor!
Só tu, Ó Pai Eternal e Criador do universo,
Mereces ser exaltado
Por toda a tua rica criação!
Amar-te-ei dia após dia, Ó principe da paz,
Que nunca esquece de fazer justiça
A todos os oprimidos e orfãos da terra!
Amar-te-ei nas dificuldades, Ó amado redentor!
Tu estás sempre alerta ao espargir
O orvalho de tua graça maravilhosa
Para exaltar aqueles que o ama
Enquanto dobram os seus joelhos
Em sinal de incessante reverência!
144
Oración de Alabanza
¡Yo te alabo, excelso redentor, fortaleza de mi vida!
¡Yo te alabo, estrella de la mañana, rey de la equidad!
Tú eres hoy y para siempre serás la luz que prodiga
¡La esperanza para un ardiente sueño de libertad!
Todo lo que existe, lleva tu esplendor;
Todo lo que existe, surge a través de tus ordenanzas
Que de la nada produce bellas creaciones con amor
Y en nuestras almas una lluvia de bienaventuranzas.
Quiero que tú seas todos los días mi guía,
Quiero que tú me enseñas a tener lecciones de sabiduría
Para refulgir en mi ser tu gracia preciosa.
Quiero que tú seas, cuando yo viniere a desfallecer,
Una firme fundación que siempre me has de fortalecer,
¡Sembrando en mi ser tu verdad maravillosa!
¡Yo te alabo, estrella de la mañana, rey de la equidad!
Tú eres hoy y para siempre serás la luz que prodiga
¡La esperanza para un ardiente sueño de libertad!
Todo lo que existe, lleva tu esplendor;
Todo lo que existe, surge a través de tus ordenanzas
Que de la nada produce bellas creaciones con amor
Y en nuestras almas una lluvia de bienaventuranzas.
Quiero que tú seas todos los días mi guía,
Quiero que tú me enseñas a tener lecciones de sabiduría
Para refulgir en mi ser tu gracia preciosa.
Quiero que tú seas, cuando yo viniere a desfallecer,
Una firme fundación que siempre me has de fortalecer,
¡Sembrando en mi ser tu verdad maravillosa!
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