Armando A. C. Garcia

Armando A. C. Garcia

n. 1937 BR BR

n. 1937-11-12, São Paulo

Perfil
321 144 Visualizações

A cupidez !

A cupidez !



Só se emprega o pensamento na ambição

A cupidez tomou conta deste mundo

O homem não pensa mais no amor profundo

Que do imo da alma chega ao coração


Na cega ambição, só valoriza o cifrão

Já não teme mais a eterna Divindade

Descansando, no berço da insanidade

Está a um passo da mental alienação


Dependurado na simultaneidade

De sempre levar vantagem a qualquer custo

Sem esforço, sem fadiga, salário injusto

Persuade no esquecimento a veleidade


Injustos, injustos seus procedimentos

Não tivesse por berço a materialidade.

Sem a prodigiosa luz da imaterialidade

Cai na ausência de puros sentimentos


Nessa ambição desmedida da riqueza

Perde o homem o sentimento e a razão

Vivendo encantado na escada da ilusão

Não percebe estar a um passo da avareza


Porangaba, 14/06/2014 (data da criação)

Armando A. C. Garcia


Visite meu Blog: brisadapoesia.blogspot.com


Ler poema completo
Biografia
Sou Poeta !

E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !

São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia 

Visite meu blog://http://brisadapoesia.blogspot.com

Poemas

1120

𝕹𝖆 𝖎𝖓𝖙𝖗𝖔𝖘𝖕𝖊𝖈𝖙𝖎𝖛𝖆 𝖉𝖊 𝖚𝖒 𝖒𝖔𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔!

𝕹𝖆 𝖎𝖓𝖙𝖗𝖔𝖘𝖕𝖊𝖈𝖙𝖎𝖛𝖆 𝖉𝖊 𝖚𝖒 𝖒𝖔𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔! – ❗𝟕-❗❗-𝟐𝟎𝟐𝟓

𝕲𝖗𝖆ç𝖆𝖘 𝖆 𝕯𝖊𝖚𝖘, 𝖖𝖚𝖊 𝖒𝖊 𝖑𝖊𝖒𝖇𝖗𝖊𝖎 𝖖𝖚𝖊 𝖊𝖝𝖎𝖘𝖙𝖎𝖆𝖘...
- 𝕹ã𝖔 𝖘ó 𝖓𝖔 𝖆𝖒𝖆𝖌𝖔 𝖉𝖊 𝖒𝖊𝖚 𝖕𝖔𝖇𝖗𝖊 𝖕𝖊𝖓𝖘𝖆𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔,
𝕸𝖆𝖘 𝖓𝖆 𝖗𝖊𝖆𝖑𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊 𝖓𝖊𝖘𝖙𝖆 𝖛𝖎𝖉𝖆, 𝖙𝖊𝖓𝖘 𝖒𝖔𝖗𝖆𝖉𝖎𝖆,
𝕸𝖆𝖑𝖌𝖗𝖆𝖉𝖔 𝖆 𝖎𝖓𝖙𝖗𝖔𝖘𝖕𝖊𝖈𝖙𝖎𝖛𝖆 𝖉𝖊 𝖚𝖒 𝖒𝖔𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔!

𝕹𝖆 𝖛𝖊𝖗𝖉𝖆𝖉𝖊, 𝖕𝖊𝖗𝖒𝖆𝖓𝖊𝖈𝖊𝖘 𝖓𝖆 𝖊𝖝𝖎𝖘𝖙ê𝖓𝖈𝖎𝖆,
𝕰𝖒𝖇𝖔𝖗𝖆 𝖑𝖔𝖓𝖌𝖊 𝖉𝖔 𝖒𝖊𝖚 𝖈𝖆𝖗𝖊𝖓𝖙𝖊 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔.
𝕵𝖔𝖌𝖆𝖘𝖙𝖊 𝖓𝖔 𝖑𝖎𝖝𝖔 𝖆 𝖒𝖎𝖓𝖍𝖆 𝖈𝖔𝖓𝖛𝖎𝖛ê𝖓𝖈𝖎𝖆,
𝕱𝖎𝖖𝖚𝖊𝖎 ó𝖗𝖋ã𝖔, 𝖓𝖊𝖘𝖙𝖆 𝖘𝖔𝖒𝖇𝖗𝖎𝖆 𝖘𝖔𝖑𝖎𝖉ã𝖔.

𝕾𝖊𝖒 𝖗𝖊𝖒é𝖉𝖎𝖔 𝖕𝖗𝖆 𝖊𝖘𝖙𝖊 𝖒𝖆𝖑 𝖖𝖚𝖊 𝖒𝖊 𝖆𝖛𝖆𝖘𝖘𝖆𝖑𝖆,
𝕹𝖊𝖘𝖙𝖆 𝖛𝖎𝖉𝖆, 𝖓𝖊𝖒 𝖆 𝖒𝖊𝖒ó𝖗𝖎𝖆 é 𝖎𝖓𝖆𝖇𝖆𝖑á𝖛𝖊𝖑,
𝕸𝖚𝖎𝖙𝖔 𝖘𝖔𝖋𝖗𝖊 𝖙𝖔𝖉𝖔 𝖆𝖖𝖚𝖊𝖑𝖊 𝖖𝖚𝖊 𝖘𝖊 𝖈𝖆𝖑𝖆,
- 𝕸𝖆𝖘 𝖉𝖎𝖟𝖊𝖗 𝖖𝖚𝖊 𝖓ã𝖔 𝖙𝖊 𝖆𝖒𝖊𝖎, é 𝖎𝖓𝖊𝖌á𝖛𝖊𝖑!


𝕾ã𝖔 𝕻𝖆𝖚𝖑𝖔, ❗𝟕/❗❗/𝟐𝟎𝟐𝟓 (𝖉𝖆𝖙𝖆 𝖉𝖆 𝖈𝖗𝖎𝖆çã𝖔)    
𝕬𝖗𝖒𝖆𝖓𝖉𝖔 𝕬. 𝕮. 𝕲𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆

𝕹𝖔 𝕱𝖆𝖈𝖊𝖇𝖔𝖔𝖐 𝖔𝖚 𝖁𝖎𝖘𝖎𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚𝖘 𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘:
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖇𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖈𝖗𝖎𝖆𝖓𝖈𝖆𝖘𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖕𝖗𝖊𝖑𝖚𝖉𝖎𝖔𝖉𝖊𝖘𝖔𝖓𝖊𝖙𝖔𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝕰𝖘𝖈𝖗𝖎𝖙𝖆𝖘.𝖔𝖗𝖌
𝕰 𝕮𝖆𝖓𝖆𝖑 𝖓𝖔 𝖂𝖍𝖆𝖙𝖘𝕬𝖕𝖕: 𝕭𝖗𝖎𝖘𝖆 𝖉𝖆 𝕻𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆

𝕯𝖎𝖗𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖆𝖎𝖘 𝖗𝖊𝖌𝖎𝖘𝖙𝖗𝖆𝖉𝖔𝖘
𝕸𝖆𝖓𝖙𝖊𝖓𝖉𝖔 𝖆 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖎𝖆 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖊𝖒𝖆 – 𝕻𝖔𝖉𝖊 𝖈𝖔𝖒𝖕𝖆𝖗𝖙𝖎𝖑𝖍𝖆𝖗

 

21

𝓝𝓾𝓶 𝓹𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸 𝓭𝓮 𝓰𝓻𝓪𝓽𝓲𝓭ã𝓸 ❗

𝓝𝓾𝓶 𝓹𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸 𝓭𝓮 𝓰𝓻𝓪𝓽𝓲𝓭ã𝓸 ❗  -  𝟐𝟐-𝟏𝟏-𝟐𝟎𝟐𝟓

𝓝𝓾𝓶 𝓹𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸 𝓭𝓮 𝓰𝓻𝓪𝓽𝓲𝓭ã𝓸 
𝓺𝓾𝓮 𝓪 𝓮𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓪 𝓹𝓮𝓻𝓯𝓾𝓶𝓸𝓾,
𝓐𝓵𝓮𝓷𝓽𝓸𝓾 𝓶𝓮𝓾 𝓬𝓸𝓻𝓪çã𝓸
𝓜𝓲𝓷𝓱𝓪 𝓪𝓵𝓶𝓪 𝓼𝓮 𝓪𝓹𝓸𝓲𝓸𝓾,

𝓝𝓮𝓼𝓼𝓮 𝓪𝓶𝓸𝓻 𝓲𝓶𝓪𝓬𝓾𝓵𝓪𝓭𝓸,
𝓢𝓮𝓶 𝓶𝓲𝓼𝓽é𝓻𝓲𝓸, 𝓸𝓾 𝓼𝓮𝓰𝓻𝓮𝓭𝓸,
𝓢𝓮𝓶 𝓫𝓻𝓮𝓷𝓱𝓪 𝓮 𝓼𝓮𝓶 𝓹𝓮𝓬𝓪𝓭𝓸, 
𝓔𝓾 𝓼𝓮𝓷𝓽𝓲 𝓺𝓾𝓮 𝓮𝓻𝓪 𝓪𝓶𝓪𝓭𝓸.

𝓓𝓮 𝓽𝓮𝓾𝓼 𝓸𝓵𝓱𝓸𝓼 𝓺𝓾𝓮 𝓯𝓾𝓵𝓰𝓾𝓻𝓪
𝓐 𝓵𝓾𝔃 𝓺𝓾𝓮 𝓓𝓮𝓾𝓼 𝓷𝓸𝓼 𝓭𝓮𝓾;
𝓢𝓮𝓷𝓽𝓲 𝓷ã𝓸 𝓮𝓼𝓽𝓪𝓻 à 𝓮𝓼𝓬𝓾𝓻𝓪 
𝓣𝓾𝓪 𝓵𝓾𝔃, 𝓷𝓸𝓼 𝓶𝓮𝓾𝓼, 𝓷𝓪𝓼𝓬𝓮𝓾.

𝓔 𝓮𝓼𝓽𝓪 𝓪𝓻𝓭𝓮𝓷𝓽𝓮 𝓹𝓪𝓲𝔁ã𝓸
𝓞 𝓯𝓪𝓬𝓱𝓸 𝓮𝓶 𝓶𝓲𝓶 𝓹𝓻𝓸𝓳𝓮𝓽𝓪,
𝓟𝓮𝓷𝓮𝓽𝓻𝓪 𝓶𝓮𝓾 𝓬𝓸𝓻𝓪çã𝓸.
𝓔 𝓯𝓪í𝓼𝓬𝓪, 𝓾𝓶𝓪 𝓵𝓾𝔃 𝓭𝓲𝓼𝓬𝓻𝓮𝓽𝓪.

𝓢ã𝓸 𝓟𝓪𝓾𝓵𝓸, 𝟐𝟐/𝟏𝟏/𝟐𝟎𝟐𝟓 (𝓭𝓪𝓽𝓪 𝓭𝓪 𝓬𝓻𝓲𝓪çã𝓸)    
𝓐𝓻𝓶𝓪𝓷𝓭𝓸 𝓐. 𝓒. 𝓖𝓪𝓻𝓬𝓲𝓪

𝓝𝓸 𝓕𝓪𝓬𝓮𝓫𝓸𝓸𝓴 𝓸𝓾 𝓥𝓲𝓼𝓲𝓽𝓮 𝓶𝓮𝓾𝓼 𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼:
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓫𝓻𝓲𝓼𝓪𝓭𝓪𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓬𝓻𝓲𝓪𝓷𝓬𝓪𝓼𝓹𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓱𝓽𝓽𝓹://𝓹𝓻𝓮𝓵𝓾𝓭𝓲𝓸𝓭𝓮𝓼𝓸𝓷𝓮𝓽𝓸𝓼.𝓫𝓵𝓸𝓰𝓼𝓹𝓸𝓽.𝓬𝓸𝓶
𝓔𝓼𝓬𝓻𝓲𝓽𝓪𝓼.𝓸𝓻𝓰
𝓔 𝓒𝓪𝓷𝓪𝓵 𝓷𝓸 𝓦𝓱𝓪𝓽𝓼𝓐𝓹𝓹: 𝓑𝓻𝓲𝓼𝓪 𝓭𝓪 𝓟𝓸𝓮𝓼𝓲𝓪

𝓓𝓲𝓻𝓮𝓲𝓽𝓸𝓼 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓪𝓲𝓼 𝓻𝓮𝓰𝓲𝓼𝓽𝓻𝓪𝓭𝓸𝓼 
𝓜𝓪𝓷𝓽𝓮𝓷𝓭𝓸 𝓪 𝓪𝓾𝓽𝓸𝓻𝓲𝓪 𝓭𝓸 𝓹𝓸𝓮𝓶𝓪 – 𝓟𝓸𝓭𝓮 𝓬𝓸𝓶𝓹𝓪𝓻𝓽𝓲𝓵𝓱𝓪r

26

𝕬𝖑𝖆𝖈𝖗𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊 !

𝕬𝖑𝖆𝖈𝖗𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊 ! - ❗𝟗-❗❗-𝟐𝟎𝟐𝟓

𝕬 𝖆𝖑𝖊𝖌𝖗𝖎𝖆 é 𝕯𝖔𝖒 𝖘𝖔𝖇𝖗𝖊𝖓𝖆𝖙𝖚𝖗𝖆𝖑
𝕮𝖆𝖕𝖆𝖟 𝖉𝖊 𝖆𝖙𝖎𝖓𝖌𝖎𝖗 𝖔 𝖈𝖊𝖑𝖊𝖘𝖙𝖎𝖆𝖑.
𝕹𝖆 𝖋𝖚𝖓𝖉𝖆𝖒𝖊𝖓𝖙𝖆𝖑 𝖋𝖊𝖑𝖎𝖈𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊
𝕮𝖆𝖗𝖆𝖈𝖙𝖊𝖗í𝖘𝖙𝖎𝖈𝖆 𝖉𝖆 𝖊𝖋𝖊𝖙𝖎𝖛𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊.

𝕬 𝖆𝖑𝖊𝖌𝖗𝖎𝖆 𝖊𝖝𝖕𝖗𝖎𝖒𝖊 𝖔 𝖎𝖓𝖉𝖎𝖟í𝖛𝖊𝖑
É 𝖚𝖒𝖆 𝖘𝖊𝖓𝖘𝖆çã𝖔 𝖎𝖓𝖉𝖊𝖘𝖈𝖗𝖎𝖙í𝖛𝖊𝖑,
𝕴𝖒𝖕𝖔𝖘𝖘í𝖛𝖊𝖑 𝖖𝖚𝖆𝖘𝖊 𝖉𝖊𝖘𝖈𝖗𝖊𝖛𝖊𝖗
𝕻𝖔𝖗 𝖘𝖊𝖗 𝖘𝖊𝖓𝖘𝖆çã𝖔 𝖓𝖆𝖙𝖆 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖉𝖊𝖗.

𝕬𝖑𝖊𝖌𝖗𝖎𝖆 é 𝖛𝖎𝖛𝖊𝖗, 𝖋𝖊𝖑𝖎𝖟 𝖊 𝖆𝖒𝖆𝖉𝖔
𝕺 𝖒𝖔𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔 𝖉𝖔 𝖕𝖗𝖆𝖟𝖊𝖗, é 𝖉𝖊𝖑𝖎𝖈𝖆𝖉𝖔,
𝕬 𝖑𝖚𝖟 𝖉𝖆 𝖛𝖎𝖉𝖆 é 𝖆 𝖓𝖆𝖙𝖚𝖗𝖊𝖟𝖆,
𝕰𝖑𝖆 𝖓𝖔𝖘 𝖉á 𝖆𝖑𝖊𝖌𝖗𝖎𝖆 𝖈𝖔𝖒 𝖈𝖊𝖗𝖙𝖊𝖟𝖆,

𝕴𝖑𝖚𝖒𝖎𝖓𝖆 𝖆 𝖆𝖑𝖒𝖆, é 𝖔 𝖘𝖔𝖑 𝖉𝖔 𝖉𝖎𝖆
𝕾𝖚𝖆𝖛𝖊 𝖈𝖔𝖒𝖔 𝖆 𝖇𝖗𝖎𝖘𝖆 𝖘𝖆𝖉𝖎𝖆,
𝕬 𝖆𝖑𝖊𝖌𝖗𝖎𝖆 𝖓𝖔𝖘 𝖘𝖆𝖈𝖎𝖆 𝖆 𝖆𝖑𝖒𝖆, 
𝕯á-𝖓𝖔𝖘 𝖆𝖑𝖆𝖈𝖗𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊 𝖊 𝖈𝖆𝖑𝖒𝖆.

𝕾ã𝖔 𝕻𝖆𝖚𝖑𝖔, ❗𝟗/❗❗/𝟐𝟎𝟐𝟓 (𝖉𝖆𝖙𝖆 𝖉𝖆 𝖈𝖗𝖎𝖆çã𝖔)    
𝕬𝖗𝖒𝖆𝖓𝖉𝖔 𝕬. 𝕮. 𝕲𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆

𝕹𝖔 𝕱𝖆𝖈𝖊𝖇𝖔𝖔𝖐 𝖔𝖚 𝖁𝖎𝖘𝖎𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚𝖘 𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘:
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖇𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖈𝖗𝖎𝖆𝖓𝖈𝖆𝖘𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖕𝖗𝖊𝖑𝖚𝖉𝖎𝖔𝖉𝖊𝖘𝖔𝖓𝖊𝖙𝖔𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝕰𝖘𝖈𝖗𝖎𝖙𝖆𝖘-𝖔𝖗𝖌
𝕰 𝕮𝖆𝖓𝖆𝖑 𝖓𝖔 𝖂𝖍𝖆𝖙𝖘𝕬𝖕𝖕: 𝕭𝖗𝖎𝖘𝖆 𝖉𝖆 𝕻𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆

𝕯𝖎𝖗𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖆𝖎𝖘 𝖗𝖊𝖌𝖎𝖘𝖙𝖗𝖆𝖉𝖔𝖘
𝕸𝖆𝖓𝖙𝖊𝖓𝖉𝖔 𝖆 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖎𝖆 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖊𝖒𝖆 – 𝕻𝖔𝖉𝖊 𝖈𝖔𝖒𝖕𝖆𝖗𝖙𝖎𝖑𝖍𝖆𝖗

32

𝕹𝖊𝖘𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚 𝖎𝖒𝖆𝖌𝖎𝖓á𝖗𝖎𝖔!

𝕹𝖊𝖘𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚 𝖎𝖒𝖆𝖌𝖎𝖓á𝖗𝖎𝖔! - ❗𝟗-❗❗-𝟐𝟎𝟐𝟓

𝕼𝖚𝖆𝖓𝖉𝖔 𝖔𝖘 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔𝖘 𝖊𝖘𝖛𝖔𝖆ç𝖆𝖒 𝖘𝖊𝖒 𝖋𝖎𝖒
𝕹𝖆 𝖛𝖆𝖘𝖙𝖊𝖟𝖆 𝖉𝖊𝖘𝖘𝖆 𝖎𝖒𝖊𝖓𝖘𝖆 𝖘𝖚𝖙𝖎𝖑𝖊𝖟𝖆,
𝕰𝖓𝖈𝖔𝖓𝖙𝖗𝖆𝖗á𝖘 𝖑á 𝖙𝖔𝖉𝖆 𝖘𝖎𝖓𝖌𝖊𝖑𝖊𝖟𝖆
𝕯𝖔𝖘 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔𝖘 𝖖𝖚𝖊 𝖓𝖚𝖓𝖈𝖆 𝖙ê𝖒 𝖋𝖎𝖒.

𝕾𝖚𝖕𝖗𝖎𝖗𝖊𝖎 𝖙𝖔𝖉𝖆𝖘 𝖆𝖘 𝖙𝖚𝖆𝖘 𝖛𝖔𝖓𝖙𝖆𝖉𝖊𝖘,
𝕮𝖔𝖇𝖗𝖎𝖗𝖊𝖎 𝖉𝖊 𝖆𝖒𝖔𝖗 𝖙𝖊𝖚𝖘 𝖕𝖊𝖓𝖘𝖆𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔𝖘,
𝕿𝖊𝖚𝖘 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔𝖘, 𝖊 𝖔𝖘 𝖓𝖔𝖇𝖗𝖊𝖘 𝖘𝖊𝖓𝖙𝖎𝖒𝖊𝖓𝖙𝖔𝖘,
- 𝕮𝖍𝖊𝖎𝖆 𝖉𝖊 𝖛𝖊𝖓𝖙𝖚𝖗𝖆 𝖊 𝖉𝖊 𝖋𝖊𝖑𝖎𝖈𝖎𝖉𝖆𝖉𝖊𝖘.

𝕹𝖊𝖘𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚 𝖎𝖒𝖆𝖌𝖎𝖓á𝖗𝖎𝖔 𝖉𝖊 𝖉𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔𝖘,
𝕯𝖊𝖘𝖊𝖏𝖔 𝖆 𝖙𝖔𝖉𝖔𝖘 𝖖𝖚𝖊 𝖑𝖊𝖗𝖊𝖒 𝖔 𝖕𝖔𝖊𝖒𝖆,
𝕼𝖚𝖊 𝖓ã𝖔 𝖊𝖘𝖖𝖚𝖊ç𝖆𝖒 𝖉𝖔 𝖙𝖊𝖔𝖗𝖊𝖒𝖆,
𝕰 𝖒𝖚𝖎𝖙𝖔 𝖒𝖊𝖓𝖔𝖘, 𝖉𝖔 𝖗𝖊𝖑𝖆𝖙𝖎𝖛𝖔 𝖈𝖔𝖙𝖊𝖏𝖔!

𝕾ã𝖔 𝕻𝖆𝖚𝖑𝖔, ❗𝟗/❗❗/𝟐𝟎𝟐𝟓 (𝖉𝖆𝖙𝖆 𝖉𝖆 𝖈𝖗𝖎𝖆çã𝖔)    
𝕬𝖗𝖒𝖆𝖓𝖉𝖔 𝕬. 𝕮. 𝕲𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆

𝕹𝖔 𝕱𝖆𝖈𝖊𝖇𝖔𝖔𝖐 𝖔𝖚 𝖁𝖎𝖘𝖎𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚𝖘 𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘:
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖇𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖈𝖗𝖎𝖆𝖓𝖈𝖆𝖘𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖕𝖗𝖊𝖑𝖚𝖉𝖎𝖔𝖉𝖊𝖘𝖔𝖓𝖊𝖙𝖔𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝕰𝖘𝖈𝖗𝖎𝖙𝖆𝖘.𝖔𝖗𝖌
𝕰 𝕮𝖆𝖓𝖆𝖑 𝖓𝖔 𝖂𝖍𝖆𝖙𝖘𝕬𝖕𝖕: 𝕭𝖗𝖎𝖘𝖆 𝖉𝖆 𝕻𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆

𝕯𝖎𝖗𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖆𝖎𝖘 𝖗𝖊𝖌𝖎𝖘𝖙𝖗𝖆𝖉𝖔𝖘
𝕸𝖆𝖓𝖙𝖊𝖓𝖉𝖔 𝖆 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖎𝖆 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖊𝖒𝖆 – 𝕻𝖔𝖉𝖊 𝖈𝖔𝖒𝖕𝖆𝖗𝖙𝖎𝖑𝖍𝖆𝖗

 

 

 

 

 

33

𝔼𝕟𝕔𝕙𝕒𝕟ç𝕒𝕤 !

𝔼𝕟𝕔𝕙𝕒𝕟ç𝕒𝕤 !  -  𝟚𝟙-𝟙𝟙-𝟚𝟘𝟚𝟝

𝔸 𝕞𝕒𝕝𝕕𝕒𝕕𝕖, 𝕤𝕖𝕞𝕡𝕣𝕖 𝕒𝕟𝕕𝕒 𝕒𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕟𝕙𝕒𝕕𝕒
𝔻𝕖𝕤𝕤𝕖 𝕥𝕒𝕝 𝕕𝕖 ó𝕕𝕚𝕠, 𝕖 𝕒𝕞𝕡𝕝𝕒 𝕚𝕟𝕗𝕖𝕝𝕚𝕔𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖,
ℕã𝕠 𝕕𝕖𝕚𝕩𝕖𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕗𝕒ç𝕒 𝕖𝕞 𝕥𝕚 𝕤𝕦𝕒 𝕞𝕠𝕣𝕒𝕕𝕒,
𝔻𝕖𝕟𝕥𝕣𝕠 𝕕𝕒 𝕥𝕦𝕒 𝕒𝕝𝕞𝕒 𝕖 𝕡𝕝𝕖𝕟𝕒 𝕥𝕣𝕒𝕟𝕢𝕦𝕚𝕝𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖.

𝔻𝕖𝕥é𝕞 𝕖𝕤𝕤𝕒 𝕗𝕒𝕘𝕦𝕝𝕙𝕒, 𝕕𝕠 𝕥𝕖𝕦 𝕤𝕠𝕤𝕤𝕖𝕘𝕠 𝕖 𝕡𝕒𝕫,
ℕã𝕠 𝕕𝕖𝕚𝕩𝕖𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕟𝕖𝕤𝕤𝕒 𝕓𝕦𝕝𝕙𝕒, 𝕖𝕝𝕒 𝕤𝕖𝕛𝕒 𝕔𝕒𝕡𝕒𝕫,
𝔻𝕖 𝕥𝕚𝕣𝕒𝕣 𝕒 𝕓𝕖𝕟𝕕𝕚𝕥𝕒 𝕔𝕒𝕝𝕞𝕒, 𝕡𝕠𝕣𝕢𝕦𝕖 𝕖𝕝𝕒 é 𝕧𝕠𝕣𝕒𝕫
𝔻𝕖 𝕧𝕚𝕝 𝕡𝕖𝕣𝕤𝕡𝕚𝕔á𝕔𝕚𝕒, 𝕖 𝕕𝕖 𝕒𝕤𝕥ú𝕔𝕚𝕒 𝕒𝕦𝕕𝕒𝕫.

𝕊ó 𝕒 𝕓𝕖𝕟𝕚𝕘𝕟𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕖 𝕠 𝕒𝕞𝕠𝕣 𝕒 𝕕𝕖𝕥ê𝕞
ℕã𝕠 𝕕ê𝕤 𝕠𝕡𝕠𝕣𝕥𝕦𝕟𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖 𝕟𝕖𝕞 𝕖𝕟𝕔𝕙𝕒𝕟ç𝕒𝕤,
ℙ𝕠𝕚𝕤 𝕒𝕤 𝕚𝕟𝕚𝕢𝕦𝕚𝕕𝕒𝕕𝕖𝕤 𝕖 𝕞𝕒𝕝𝕕𝕒𝕕𝕖𝕤 𝕤ó 𝕧ê𝕞,
ℚ𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕤𝕖 𝕡𝕖𝕣𝕕𝕖𝕞... 𝕥𝕠𝕕𝕒𝕤 𝕒𝕤 𝕖𝕤𝕡𝕖𝕣𝕒𝕟ç𝕒𝕤!

𝕊ã𝕠 ℙ𝕒𝕦𝕝𝕠, 𝟚𝟙/𝟙𝟙/𝟚𝟘𝟚𝟝 (𝕕𝕒𝕥𝕒 𝕕𝕒 𝕔𝕣𝕚𝕒çã𝕠)    
𝔸𝕣𝕞𝕒𝕟𝕕𝕠 𝔸. ℂ. 𝔾𝕒𝕣𝕔𝕚𝕒

ℕ𝕠 𝔽𝕒𝕔𝕖𝕓𝕠𝕠𝕜 𝕠𝕦 𝕍𝕚𝕤𝕚𝕥𝕖 𝕞𝕖𝕦𝕤 𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤:
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕓𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕔𝕣𝕚𝕒𝕟𝕔𝕒𝕤𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕡𝕣𝕖𝕝𝕦𝕕𝕚𝕠𝕕𝕖𝕤𝕠𝕟𝕖𝕥𝕠𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝔼𝕤𝕔𝕣𝕚𝕥𝕒𝕤.𝕠𝕣𝕘
𝔼 ℂ𝕒𝕟𝕒𝕝 𝕟𝕠 𝕎𝕙𝕒𝕥𝕤𝔸𝕡𝕡: 𝔹𝕣𝕚𝕤𝕒 𝕕𝕒 ℙ𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒

𝔻𝕚𝕣𝕖𝕚𝕥𝕠𝕤 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕒𝕚𝕤 𝕣𝕖𝕘𝕚𝕤𝕥𝕣𝕒𝕕𝕠𝕤 
𝕄𝕒𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕖𝕞𝕒 – ℙ𝕠𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕝𝕙𝕒𝕣

 

 

44

NATAL 2019

Natal 2019  -  Feliz NATAL com votos de BOAS FESTAS

Senhor, Eis-me aqui novamente neste Natal.

Nesta estrada imensa, feliz, radiosa
Ergue-se a alma, sob a luz frondosa
Cada coração, é repleto de alegria
Nasceu o Messias, filho de Maria

E que a mão Divina seja projetada,
E toda a criatura, seja iluminada
Na bendita escola da Fé e verdade
E que cada coração, sinta a caridade

Entendimento que alivia e consola
O indigente que precisa de esmola
E leva a cada coração a Esperança
Que anseia a alma, que na luz avança

A caridade é o clarão desta vida
O amparo à esperança da penúria
A estrada que ajuda a desventura
E dá expectativa a toda criatura

Socorrendo de amor ao desvalido
Com palavras de carinho ao oprimido
Renascerá em ti a caridade verdadeira
À luz de Deus, serás sempre mensageira

Abençoado sejas tu, meu irmão
Ao abrir as portas de teu coração
Servindo e ajudando o que tem fome,
À presença de Jesus, irá teu nome.

Senhor, protege e ampara a humanidade
Teus símbolos são a prece e a caridade
Para alcançar a paz, a luz e o amor
Resgata teu povo; Oh! Grande Criador .

São Paulo, 04/09/2019 (data da criação)
Armando A. C. Garcia   -  Visite meus blogs:

http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com           
http://criancaspoesias.blogspot.com

Direitos autorais registrados                                                                 
Mantenha a autoria do poema

Aos leitores e amigos desejo um
Feliz Natal -2019 e 
Alvissareiros sucessos de
Próspero Ano Novo – 2020   
57

Mãe ! Coletânea de Poesias em homenagem às Mães

Mãe !

 

Coletânea de Poesias 

em Homenagem às Mães

           ------------

  I

O valor que a Mãe tem

 

Senhor, Deus do Universo

Deste à vida o verso

Deste o verso, a mim, também

Para mostrar ao mundo

O valor que a Mãe tem

 

Até Jesus, o Salvador

Teu filho amado, Senhor

Foi gerado pela Mãe

Para mostrar o valor

E o exemplo de Belém

 

Nem todos devotam amor

Do preito que são devedores

Disperso o pendor na idade

Filhos esquecem da Mãe

Cometendo iniquidade 

 

Afastam-se como apogeu

Daquela que o protegeu

Não lembram quando criança

Os desvelos que lhe deu

Dimensão de desesperança

 

Outros com serenidade

Amam a Mãe de verdade

São filhos probos, corretos

Trazem Deus no coração

Filhos do Grande Arquiteto.

 

 

São Paulo, 04/05/2011

Armando A. C. Garcia

 

  II

 

ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...

 

I

Vai ser mãe não tem receio

A espera é um anseio

É esperança, é alegria

De fecundar sua cria

II

O amor em si, canta e vibra

Ela é força que equilibra

Aurora cheia de brilho

É mulher. Espera um filho

III

Ao seu filho tão amado

Sempre estará a seu lado

Cuidando e dando carinho

Tal como a ave em seu ninho

IV

Será amável dedicada

Alma em sonhos perfumada

Da rosa pétala flor

Magia dum amor maior

V

Como rocha, firme e forte

Enfrentas até a morte

Pela primorosa flor

Fruto de um grande amor!

VI

Vais ser mãe. Bendita sejas

E em minha prece singela

Peço a Deus p’ra que não sejas

A mãe de outra Isabella !

 

 

São Paulo, 26/04/2008

Armando A. C. Garcia

 

------------

  III

EXALTAÇÃO À MÃE MARIA

 

 

Como poeta, peço a Deus inspiração

Para puder falar sobre a mãe de Jesus

Maria, a única virgem que deu à luz

E seu filho trouxe ao mundo a redenção

 

Mostrou na grandeza de sua humildade

O sofrimento atroz, cruel e desumano

Quão perversa foi, e é a humanidade

Pregando na cruz, seu filho *messiano

 

Não professo os princípios da Santa Sé

Mas tenho que admitir que a Mãe Maria

É Mãe de todos, e até de quem não crê.

 

Descrente de religiões e fantasias

Os louvores que hoje vos rendo, Mãe Maria

São a prece pelos meus últimos dias.

 

* messiânico

São Paulo, 01/05/2008

Armando A. C. Garcia

 

-------------

        IV 

M ã e I 

 

 

Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade 

Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe 

Não lhe meças os erros se é que ela os tem 

Tampouco a enobreças se for cheia de bondade. 

 

Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma 

E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu! 

Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu... 

Tornas-te indigno de ser filho dela mesma. 

 

Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos 

Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado 

E aquele que o fizer, será eternamente condenado. 

Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos. 

 

Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas 

E em cada fio de cabelo argenteado 

Deposita um beijo e perdoa seu pecado 

Assim como ela em criança perdoava tuas fugas. 

 

Mas se assim não for, redobra então teus carinhos 

Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança, 

A certeza de que na terra deixou uma esperança!... 

A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos. 

 

São Paulo, 04/04/1964 

Armando A. C. Garcia 

-----------------

                 V

Mãe 

 

A palavra pequenina 

Que maior carinho tem 

É a palavra Divina 

Que tem a expressão de Mãe ! 

 

Mãe é palavra sagrada 

Cheia de amor e amizade 

Mãe... é a expressão mais amada 

Sinônimo de Felicidade. 

 

21/04/2004 

Armando A. C. Garcia 

 ------------

     VI

Mãe III 

 

Presta a justa homenagem 

À mãe, rainha do lar 

Que reflita sua imagem 

Como santa no altar 

 

Lembra-te dos seus carinhos 

E dos desvelos sem fim 

Orientando teus caminhos 

Qual lâmpada de Aladim ! 

 

E nesta data festiva 

Enche de paz e alegria 

E leva a tua rogativa 

Aos pés da virgem Maria 

 

Só em ter-te concebido 

Carregando-te no ventre 

Deves ser agradecido 

E louvá-la eternamente 

 

04/05/2004 

Armando A. C. Garcia 

-----------

 VII

 

MÃE (IV)

I

Carinhos quantos me deste

Ó minha mãe tão querida

Mil afagos, tu soubeste

Colocar em minha vida

II

Velaste noites a fio

Quase sempre, sem dormir

Quer no calor, quer no frio.

- De dia, alegre a sorrir

III

Em teu regaço ó mãe

Aprendi sempre o melhor

Ensinaste-me, também

Quem foi do mundo o Feitor !

IV

Bendita seja a mãe

Que na palavra interpela

Fazendo do filho alguém

Na expressão lúcida e bela

V

Com o tempo fui crescendo

- Sempre tu a orientar-me

E em teus conselhos, aprendo

A do mal, sempre afastar-me

VI

Em minha alma gravaste

Princípios de honestidade

E quantas noites passaste

Velando minha mocidade

VII

Eu, fui crescendo na vida

Tu, prateando os cabelos

Ias ficando envelhecida

Mantendo os mesmos desvelos

VIII

Oh! Se eu pudesse voltar

Aos tempos de minha infância

Teu rosto iria beijar

Com ternura e *jactância

IX

O tempo nada perdoa

Consome até a esperança

- Mas deixa uma coisa boa

Que é, a eterna lembrança !

 

* orgulho - altivez

 

São Paulo, 26/04/2008

Armando A. C. Garcia

-----------------

      VIII

 

 

Nasci sem ter ninguém ! 

 

 

Quisera ter uma mãe 

Como todo mundo tem 

A minha partiu pro além !... 

Eu... nasci sem ter ninguém. 

 

Não conheci seu carinho 

Deus, não me deu a ventura 

Que seus dedos de mansinho 

Tocassem minha figura 

 

Fui semente pequenina 

Tirada da terra boa 

Esta aflição me domina 

Mas do alto me abençoa 

 

Na morte serena e pura 

Deu sua vida na minha 

Hoje, no alto fulgura 

Com o brilho de rainha 

 

Só quem o amor sente 

Vê que o orfão foi privado 

Da mão bela e reluzente 

Do amor mais delicado 

 

Por que somos desiguais 

Na alegria e na tristeza 

A uns, tudo a vida oferece 

E a outros, só desmerece. 

 

São Paulo 05/05/2004 

Armando A. C. Garcia

-------------- 

     IX

 

 

ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM ! 

 

Às mães, que Deus já lá tem 

Que glorificadas sejam 

Amor de todos amores. Mãe 

 

 

Oh! Quanta falta tu fazes 

Aos meus anseios de vida 

Sem teus conselhos querida 

Meus desejos incapazes 

 

De trilhar todo caminho 

Só temores atormentando. 

A casa, não é mais ninho 

Como o foi, no teu passado...[ 

 

Ò se pudesses voltar 

Ao convívio novamente, 

Como iria te amar 

Numa ternura envolvente 

 

Mas se assim não pode ser 

Eu sei que o Criador 

Do Universo, se quiser 

Com seu Dom inspirador 

 

Pode levar até ti 

Amostra do meu amor 

Para saberes que senti 

Com tua falta, grande dor! 

 

São Paulo, 28/04/2005 

Armando A. C. Garcia 

 

Visite meus blogs: 
http://brisadapoesia.blogspot.com 
http://preludiodesonetos.blogspot.com 
http://criancaspoesias.blogspot.com 

 

Direitos autorais registrados 
Mantenha a autoria do poema 

120

NATAL - 2018

Natal 2018
Senhor,          
Eis-me aqui novamente neste Natal.  
            
Feliz Natal 2018
                                                       
 Com votos de BOAS FESTAS

Em cada lar e em cada coração
Transborde o espírito Natalino
E a paz de Jesus, o Deus-menino
Se expanda repleta de emoção,
                                                                                               
E faça sentir amor, ao que não sente
Dê a esperança ao desventurado
Consolação pra que seja abençoado
De alegria e exultação o descontente.
 
Faz tu, de tuas mãos a ferramenta
Não negues a dádiva, nem o carinho
Porque elas serão a luz de teu caminho
O esplendor que redime e acalenta
 
É a luz que resplandece lá dos céus.
Mitiga a fome daquele que é desvalido
Dá ternura e amor ao decaído
Muito mais quer que tu faças – nosso Deus
 
Leva um pouco de ventura e caridade
Aos lares que padecem sem comida
Enxuga-lhes o pranto e dá guarida
Suaviza-os com o advento da felicidade
 
Na doce migalha por ti derramada
Verás surgir em ti outra figura
Jesus, ungirá teus dias de amargura
E a mão Divina, em ti será projetada!
 
   
Feliz Natal – 2018    e                              
Alvissareiros sucessos de                            
Próspero Ano Novo – 2019                                            
 
São Paulo, 14/08/2018 (data da criação)                        
Armando A. C. Garcia 
      
Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com           
http://criancaspoesias.blogspot.com
  
Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
102

Reminiscências...

Reminiscências... 


O amor há muito tempo, posto em esquecimento 
Não soube o coração dissimular a dor cruenta, 
Não por faltar-lhe lembrança ou discernimento 
Mas, num misto de medo e alegria que atormenta 

Pálido, instrumento do próprio desatino 
A causa de não sentir a perda da grande estima 
Sua natureza ferida, reluta tal destino 
Sendo mais numerosas que suas forças ... 

Seu propósito mudado, está-o confundido, 
Na mais profunda retaguarda do coração 
Por anos a fio foste tu, perdida estima ! 
Desagrado pesar, que em mim recordo em vão ... 

A causa de sentir é grande, extraordinária 
Maior na amara desventura do amor perdido, 
Deitada em outro leito.; a si contrária... 
A alma cheia de dúvida, coração oprimido. 

Cheio de saudade, feroz descontentamento 
Qual mansa ovelha, ao duro sacrifício, oferecida... 
Liberta, finalmente, de mil juras ao vento... 
Eterno esquecimento, do que fui na sua vida ! 

Armando A. C. Garcia 
São Paulo, 08/12/2001 (data da criação)

Visite meus blogs: 
http://brisadapoesia.blogspot.com 
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com

Direitos autorais registrados 
Mantenha a autoria do poema
111

TU !... (soneto)

TU !... (soneto)

Foste meu prêmio e meu primeiro castigo
Encheste meu peito de glória e de tormento
Anseio delirante, que morreu contigo
Deste imaturo amor; hoje, me alimento

Se fui feliz um instante, deixei de sê-lo
Ainda geme, ainda chora, minha alma
O afastamento penoso de flagelo
Que nem o terror da morte acalma

O amargor que tamanho castigo impõe
Ao objeto encantador de minha vida
A sorte que a comanda se antepõe

Cortando como vento os meus sentidos
Os sonhos, a ventura e sem guarida
Tu carregas sentimentos escondidos

São Paulo, 10/01/2008 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com 

Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema 
93

Comentários (1)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Muito belo... harmonioso - e viva a natureza....