Ambrosia no poder
Ambrosia no poder
O Brasil é um pedaço de ambrosia
Para políticos e para quem o regência
Para os pobres... futebol e carnaval
A classe média, finge bem, mas passa mal
Participam, à sua custa do manjar
Aqueles que souberam no trabalho granjear
E os filhos destes, que já ricos nasceram
Mas que na verdade, o manjar não mereceram
A ambrosia no poder tem divinal sabor
Para reproduzir o encanto e a cor
Do gosto do bem e do mal, e mais que tudo
Usam máscara com disfarce de veludo
Do inferno ao paraíso, entre o céu e a terra
Nada, além de luxúrias... ninguém se ferra
Na farra com dinheiro público, sem moral
Sem honra, sem dignidade, anjos do mal
Que com falsas verdades enganam o povo
Esse povo humilde que come pão e ovo
E cheio de esperança, continua esperando
Melhorias sociais que vão ambicionando
E ao longo do caminho nada acontece
O pobre do pobre, chora, se aborrece
Vê os mensaleiros cheios de dinheiro
E a nenhum deles, vê ir pro cativeiro
Porangaba, 05/05/2013
Armando A. C. Garcia
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A Menor Idade Penal
A Menor Idade Penal
Se o menor de idade tem discernimento
Aos dezesseis anos, para decidir eleição
Na escolha do mais alto chefe da nação
Não terá, para seus atos, o mesmo entendimento?
Se assim não for, quero crer que deputados
Senadores e até mesmo nosso presidente
Não podem considerar legítimos dessa gente
Os votos que por eles foram sufragados
Presume-se insensata conquista política
Que só absorve do menor, o que lhe interessa
Incutindo ideais em sua cabeça
Para depois, do mesmo inda fazer crítica
O menor aos dezesseis anos está maduro
Mais do que antigamente aos vinte e um
É que a televisão, a internet e o cartum
Despertaram o menor de antes inseguro
Não se diga que não têm conhecimento
Muito menos critério, tino, juízo
Senão quem fica é você no prejuízo
Pois talvez tenha menos discernimento
Quantos deles aos dezesseis anos são pais
Morando na companhia de mulheres
Assumindo de verdade os seus deveres
Enquanto outros por caminhos desiguais
Envoltos na crista do crime e na droga
Roubando e matando impiedosamente
Ainda troçam na TV acintosamente
Rindo das façanhas e de tal se esnoba
Tem ainda quem defenda suas proezas
Indecorosas, cruéis e insublimadas
Até que um dia sejam por eles vitimadas
Quando passarão a condená-los, com certeza
A lei protege o menor com a impunidade
Por isso ele rouba e mata celeremente
Sabe que não vai pagar, a lei é benevolente
É considerado infrator, pela menoridade
Assim, não se compraz só em roubar objetos
Para sua auto afirmação; rouba a vida
Da vítima do roubo, para logo em seguida
Adquirir o craque imundo e abjeto
Aquele que o leva a cometer novos crimes
Podendo estuprar, traficar e roubar
Sua conduta, a lei não a vai parar
E ele, ciente da impunidade, joga no time
O time da maldade, da perversidade
Onde o ódio o impele à execração
Ao rancor, à violência, e à aversão
Animosidade que define a crueldade
Mata, como se abate uma rês e dá risada
Pela ciência que tem da impunidade
O Congresso nada faz pra mudar a idade
Idade penal que só no Brasil é avançada
Vejamos o que ocorre ao redor do mundo
Sobre a ótica da ilicitude do menor de idade
Aos quinze na Dinamarca paga incivilidade
Menos um, Itália e Alemanha, prendem imundo
Aos treze na França sofre a imputabilidade
Na Holanda e Escócia com doze é punido
Na Inglaterra, aos dez, também, não é excluído
Nos Estados Unidos entre seis e doze anos
Veja o Mapa Múndi anexo:
América do Norte
- Estados Unidos – entre 6 e
18 anos, conforme legislação
Estadual.
- México -11 e 12 anos, na
maioria dos estados
África
- África do Sul – 7 anos
- Argélia – 13 anos
- Egito – 15 anos
- Etiópia – 9 anos
- Marrocos – 12 anos
- Nigéria – 7 anos
- Quênia – 8 anos
- Sudão – 7 anos
- Tanzânia – 7 anos
- Uganda – 12 anos-
Àsia
- Bangladesh – 7 anos
- China – 14
- Coréia do Sul – 12 anos
- Filipinas – 9 anos
- Índia – 7 anos
- Indonésia – 8 anos
- Japão- 14 anos
- Myanmar – 7 anos
- Nepal - -10 anos
- Paquistão – 7 anos
- Tailândia – 7anos
- Uzbequistão – 13 anos
- Vietnã – 14 anos
América do Sul
- Argentina – 14 anos
- Brasil – 18 anos
- Chile- 16 anos
- Colômbia – 18 anos
- Peru – 18 anos
Europa
-Alemanha - 14 anos
-Dinamarca – 15 anos
-Finlândia – 15 anos
-França – 13 anos
-Itália 14 anos
- Noruega – 15 anos
- Escócia – 8 anos
- Inglaterra -10 anos
- Suécia – 15 anos
- Ucrânia – 10 anos
Como se vê, só parcialmente na América do Sul
A menor idade penal ocorre aos dezoito anos
Parece que estamos no país dos desenganos
Incapazes de arcar o fato neste país taful
Deixo a vocês leitores o sofrido arremate
Nós somos eleitores, sem representação
Sei que é difícil a prudente conclusão
Nossa delegação de poderes, foi um disparate !
São Paulo, 14/05/2013
Armando A. C. Garcia
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Caminhos do desalento
Caminhos do desalento
As profundezas da depressão sem trégua.
Se ultrapassadas perturbam a razão
Com teu amor, estarei liberto delas
E da solidão afastada a mais de légua
Regatei a plenitude de meu ser
Senti a sensação de felicidade
Longas as possibilidades de viver
Sem retornar a sentir necessidade
De calmantes pra controlar a ansiedade
Com teu amor,voltarei a ser o eu
Que sempre fui, na pura serenidade
Num sentimento de afeto que é só teu
Porangaba, 28/05/2013
Armando A. C. Garcia
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É diferente - I e II
É diferente - I e II
I
É diferente nosso gênio e opinião
Como ridicula é tua presunção
Qu’estabelece como verdade a mentira
E esta, é tua verdade, que ninguém tira
É diferente a nossa reputação
Diferente o amor de nosso coração
Nossa diferença é tamanha e tanta
Quão grande o muro que se levanta
Como diferente nosso rumo de amar
Nossa maneira de sorrir, de beijar
Diferente ainda, o mundo que nos cerca
És diferente, desigual, do que se merca
Diferente na aparência de teu visual
Em tudo e na intensidade emocional
Tamanhas são as diferenças entre nós
Que acabamos ficando longe e a sós
Por sermos tão diferentes, o desconhecido
Será o fim de nosso louco amor perdido
Sem um sorriso fugaz ou um lamento
Ponho ponto final no relacionamento.
II
É tão diferente aquilo que a gente sente
Quando gosta de alguém sinceramente,
É contundente, é real, é decisivo
É o amor castiço, vero, primitivo
Diferente é do sensual, voluptuoso.
Aquele amor franco, cordial, afetuoso
O coração que ama é qual sacrário
Não pode ser apenas um relicário
Onde se guardam somente as lembranças
Deve guardar, antes de tudo esperanças
De um futuro promissor, até morrer.
Quando já velhos e cansados de viver,
Quando as noites ficam escuras, tenebrosas
Com o breu da solidão, tão pavorosa
Que nos cerceia ao avançarmos na idade
O oposto do que foi nossa mocidade
É diferente o conceito do pensamento
Que à alma e matéria, dá discernimento
Diferente é ser diverso, é ser desigual
E o é, a onda de emoção cerebral
É diferente o critério da razão
O sentimento de amor no coração
Ao do ódio, que só causa animosidade
Como o é, a verdade da falsidade
Diferente o moderado do radical
Como é, o concreto do imaterial
Também, diferente o amor à ilusão
A hostilidade à racial integração
É diferente o legal ao ilegal
Como é dessemelhante o bem do mal
É diferente que eu não possa te dizer
Da gratidão por você me estar a ler.
Porangaba, 25/04/2013
Armando A. C. Garcia
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Homenagens ao dia da Mãe
Homenagens ao dia da Mãe
MÃE !
Mãe, é palavra Divina
No seio da humanidade
Na vida traz a alegria
Na morte deixa a saudade !
São Paulo, 07 de maio de 2009
Armando A. C. Garcia
Mãe I
Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade
Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe
Não lhe meças os erros se é que ela os tem
Tampouco a enobreças se for cheia de bondade.
Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma
E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu!
Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu...
Tornas-te indigno de ser filho dela mesma.
Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos
Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado
E aquele que o fizer, será eternamente condenado.
Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos.
Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas
E em cada fio de cabelo argenteado
Deposita um beijo e perdoa seu pecado
Assim como ela em criança perdoava tuas fugas.
Mas se assim não for, redobra então teus carinhos
Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança,
A certeza de que na terra deixou uma esperança!...
A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos.
São Paulo, 04/04/1964
Armando A. C. Garcia
Mãe II
A palavra pequenina
Que maior carinho tem
É a palavra Divina
Que tem a expressão de Mãe !
Mãe é palavra sagrada
Cheia de amor e amizade
Mãe... é a expressão mais amada
Sinônimo de Felicidade.
São Paulo, 21/04/2004
Armando A. C. Garcia
Mãe III
Presta a justa homenagem
À mãe, rainha do lar
Que reflita sua imagem
Como santa no altar
Lembra-te dos seus carinhos
E dos desvelos sem fim
Orientando teus caminhos
Qual lâmpada de Aladim !
E nesta data festiva
Enche de paz e alegria
E leva a tua rogativa
Aos pés da virgem Maria
Só em ter-te concebido
Carregando-te no ventre
Deves ser agradecido
E louvá-la eternamente
São Paulo, 04/05/2004
Armando A. C. Garcia
MÃE (IV)
I
Carinhos quantos me deste
Ó minha mãe tão querida
Mil afagos, tu soubeste
Colocar em minha vida
II
Velaste noites a fio
Quase sempre, sem dormir
Quer no calor, quer no frio.
- De dia, alegre a sorrir
III
Em teu regaço ó mãe
Aprendi sempre o melhor
Ensinaste-me, também
Quem foi do mundo o Feitor !
IV
Bendita seja a mãe
Que na palavra interpela
Fazendo do filho alguém
Na expressão lúcida e bela
V
Com o tempo fui crescendo
- Sempre tu a orientar-me
E em teus conselhos, aprendo
A do mal, sempre afastar-me
VI
Em minha alma gravaste
Princípios de honestidade
E quantas noites passaste
Velando minha mocidade
VII
Eu, fui crescendo na vida
Tu, prateando os cabelos
Ias ficando envelhecida
Mantendo os mesmos desvelos
VIII
Oh! Se eu pudesse voltar
Aos tempos de minha infância
Teu rosto iria beijar
Com ternura e *jactância
IX
O tempo nada perdoa
Consome até a esperança
- Mas deixa uma coisa boa
Que é, a eterna lembrança !
* orgulho - altivez
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...
I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p'ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !
São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM !
Às mães, que Deus já lá tem
Que glorificadas sejam
Amor de todos amores. Mãe
Oh! Quanta falta tu fazes
Aos meus anseios de vida
Sem teus conselhos querida
Meus desejos incapazes
De trilhar todo caminho
Só temores atormentando.
A casa, não é mais ninho
Como o foi, no teu passado...[
Ò se pudesses voltar
Ao convívio novamente,
Como iria te amar
Numa ternura envolvente
Mas se assim não pode ser
Eu sei que o Criador
Do Universo, se quiser
Com seu Dom inspirador
Pode levar até ti
Amostra do meu amor
Para saberes que senti
Com tua falta, grande dor!
São Paulo, 28/04/2005
Armando A. C. Garcia
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Os cabras da peste
Os cabras da peste !
Precisamos mostrar ao mundo
O desconsolo profundo
Deste povo sofredor
Que tem por pai, Nosso Senhor
Falta água no nordeste
O gado morre de sede
Enquanto o cabra da peste
Ar condicionado e rede
O dinheirão que se gasta
Sem utilidade alguma,
Pois nada que satisfaça
Para o povo ele arruma
Mentiram tanto e quanto
Do quanto, nada fizeram
Os que mentem, mentem tanto
Que da mentira, se esqueceram
Verdadeiro estelionato
Em cada eleição praticado
Repetem o mesmo ato
De *focinho deslavado
Peçamos ao Senhor do Bonfim
Que esclareça nossa mente
- É força chegar ao fim
Rejeitando essa gente !
•No Aurélio: pop. rosto do homem; face; cara
São Paulo, 20/05/2013
Armando A. C. Garcia
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Delindo tua fúria (soneto)
Delindo tua fúria
*Delindo a rigidez da tua fúria
Abrandando o ânimo de tua exaltação
Dilui a discórdia sem causar injúria
Por fim beijei tua alma e coração
Cuidando melhorar-te mais, ainda
Fingi, não ouvir tuas imprecações
Se caminhasses nessa saga infinda
Despida de esperança, sem emoções
Certamente, cairias no abismo
Exaurida, seca completamente
Na tendência do totalitarismo
Hoje, vejo-te suavizada, moderada
És outra pessoa, vives contente
Diferente da mulher obstinada
•apagar;desvanecer
Porangaba, 27/04/2013
Armando A. C. Garcia
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A Túnica de Nesso
A túnica de Nesso
Pedi ao *Nume para vestir
A túnica do sacrifício
Sem dela puder desistir
Quer por renúncia ou vício
Ele deu-me a túnica de **Nesso
Relutei contra o oráculo
Vesti a túnica pelo avesso
Livrei-me de ir pro buraco
O talismã do oráculo
Para minha vestimenta
Foi na verdade o pináculo
De natureza sangrenta
É que o sangue envenenado
Que dita túnica continha
Teria sim, arruinado
Minha pobre figurinha
Dejanira o deu de presente
Sem intenção de maldade
El, do mal está ausente
Inocente de verdade !
*divindade
** paixão que punge a alma
Porangaba, 22/05/2013
Armando A. C. Garcia
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Esboço duma reflexão
Esboço duma reflexão
I
Há quem não ache bem que o satisfaça
E percorra infeliz o mundo afora
Encontra o ludíbrio e a desgraça
E por cada lugar que passa, chora.
Foi vendo um agricultor venturoso;
Que perguntou a razão dessa alegria
Voltando-se, respondeu todo orgulhoso
Planto, semeio e crio, todo o dia
Ao contrário de você, que nada faz
Nem vê florescer a natureza
Por isso, ignora dela a sua paz
Se exaspera nos meandros da tristeza
Ao invés de como eu, contemplar os céus
Olhar a imensidão deste mundo de Deus !
II
Foi refletindo nas rudes palavras
Do venturoso matuto camponês,
Que, o finório filosofar deu abas
A elucidar a cega ambição de vez
E de um sujeito rude, ignorante
Recebeu ensinamentos de valor
Despertando sua alma dissonante
Volveu o olhar ao grande Criador
A ingrata e dura vida que levava
Passou a ser gratidão e brandura
Vendo a felicidade e a formosura
Nos lugares que anteriormente
O enfadavam de tédio e fastio
Passando a viver feliz e contente !
Porangaba, 07/04/2013
Armando A. C. Garcia
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Homenagem ao dia do Índio (replay)
Homenagem ao dia do Índio (replay)
Sua identidade perdida,
Suas terras circunscritas
Sem encanto, sua vida
Ao tempo dos Jesuítas.
Sendo o índio guerreiro
Domesticado qual gato
Como um galo no poleiro
É sombra do seu retrato
Numa extensão de elite
Montavam as suas ocas
Quando a caça no limite
Mudavam todas as tocas
Felizes, aqueles nativos,
Cuja terra era só sua
Homens brancos, atrevidos
Na verdade, nua e crua
Tomaram conta das terras
Afastando-os para longe.
Dizimados nessas guerras
Os índios aceitam o monge
Aos poucos catequizados
Da cultura, separados
E, assim, foram dizimados
Cada vez mais empurrados
De seus cantos e encantos
Perdendo a caça e a pesca
A floresta tem seus mantos
Com fontes de água fresca
Dia após dia empurrados
Cada vez para mais longe
Mesmo já catequizados
Passam a duvidar do monge
Esse choque cultural
Prejudicou todas as tribos
Desde a vinda do Cabral
Fizeram do índio um chibo
Os poucos que ainda restam
Perderam a organização
Da raça não manifestam
O senso duma nação
Do jeito que Deus criou
Na santa mãe natureza
Dela o homem te desviou
Devolva-te à singeleza
Nesta homenagem singela
Meu preito e admiração
À nação mais pura e bela
Vítima da espoliação !
São Paulo, 19/04/2012
Armando A. C. Garcia
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