Já, a tatear falazes esperanças Como quem semeia palavras mansas Vê-los-emos em breve empenhados Os que ora, ainda vemos enredados
Prometendo o mais, do que alcança O seu poder e o de sua liderança Tirando o chapéu na mão, reverência Do político astuto em decadência.
Embrenhados nas falsas que tropeçam Com mente artificial, disfarçam Das ignomínias desprezíveis feitas Dizendo-as d’partidários doutras seitas
E que irão compensar a inoperância Cobrarão do governo a intolerância Na saúde, segurança e educação Dirão mais, de controlar a inflação
Falarão, também, sobre a aposentadoria Que a previdência terá grande melhoria A aposentadoria será igual ao salário Assim, acabarão de vez, com o calvário
As imoralidades ditas cometidas São falácias dos jornais, improcedidas Que não tendo notícias levam ao ar Para audiência de seu canal aumentar
Dizendo militarem por causa nobre Eles visitam casa rica e de pobre E na TV com discursos sedutores Metalúrgicos até parecem doutores
Assim enganam o povo, que certamente Acredita na promessa inconsistente E sem noção aceita os argumentos Afastando deles os maus pensamentos
Que o progresso da nação é exaltado E que mundo afora, ele é admirado Que nunca antes à saúde os recursos Se igualaram, em números de concursos
Na educação a mesma persuasão Nos quadros da sala e da reunião E com bons professores em profusão Será pra valer uma super educação
Irão, também, prometer mais segurança, Com nefasta ladainha, sem tardança Dirão que lugar de ladrão é na cadeia Justiça e dignidade, também permeia
Na promessa para ganhar a eleição Cheios de carinho, de plena mansidão Eles, vão assim, tecendo a sua teia De seus enganos, a história está cheia
Em tudo, o que causa mais repugnância É degradar do povo, a santa ignorância Vão assim se perpetuando no poder Enquanto o povo, a esperança vê perder
Até quando nos vão tirar o chapéu ! Só época de eleição, quando tiram o véu A chave de nossa porta está em suas mãos. Não elejam delinqüentes; sejamos cidadãos !
Mal o sol debandava em retirada A lua despontava em novilúnio No silêncio só uma aragem soprava. No seu peito profundo infortúnio
No pobre casebre de pau a pique Onde há mais de cinqüenta anos vivia Sua companheira teve um chilique E entrega a alma, a quem o mundo cria
O intenso golpe da separação Mutilou-lha a esperança de vida Só angústia em seu pobre coração Solidão, a cada dia mais sentida
E no lúgubre casebre miserando Onde de dia entrava a luz do sol E à noite o luar, o iluminando É hoje negrume, sem o arrebol
A doce e amada esposa que partiu Era a intensa luz do sol, era a lua. A dor lancinante que ele sentiu Mesmo que viver possa, continua
Não esquece a afeição tão meiga e doce Dum amor que foi puro contentamento, Alegria, e mesmo que assim não fosse Foi um raio de sol no firmamento!
Porangaba, 15/08/2013 Armando A. C. Garcia
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Senhores Políticos
Senhores Políticos
Vós que tendes na mão o destino da nação Acordai, não durmam no ninho da esperança A senda é tortuosa e a viagem trabalhosa Cuidais ver a luz, vossa cegueira em vão Falta-vos a terra sob os pés e confiança Para fazer esta nação, mais grandiosa
Irmãos do norte vitimados pela seca Outros no sul, massacrados futilmente Caindo ao chão, pela mão da crueldade O tenebroso véu do mal, corre ceca e meca E vós, que poderíeis conter essa corrente Deixais aumentá-la pela impunidade.
O fogo que abrasa, o nordeste dizima Pela incúria nas obras interminadas Os canais do velho Chico adormecidos Aos pés da seca, rio abaixo, rio acima Fruto de negras ilusões inexplicadas Mistérios não revelados e conhecidos
O nordeste segue a viagem dos desertos Na senda tortuosa do árido chão em fogo Apenas cáctus sobrevivem à cálida seca Os gados morrem, da fome não são libertos Inanimados, sem água e alimento, mais logo Não haverá sequer uma rés no sertão do jeca
Ao invés de ser perdida inutilmente A esperança desse povo nordestino Velho conto dos canais do São Francisco, Fazei correr água no árido chão. Ó gente ! Haverá sombras de arvoredo, novo destino E de novo o gado voltará ao aprisco !
No sul é preciso acabar com a bandidagem Que tornou-se um poder paralelo ao estado Fazendo justiça de verdade e não lorota. Diz que se condena, pura libertinagem Sem cumprir a pena, decreto negado E a impunidade gera novo pecado.
Que do sangue pelas ruas, em vão espalhado Não fique impune, o que o pranto derramou Os parentes das vítimas vertem lágrimas Que o olho humano não se ofusque ao lado E seja firme para com o degenerado Pelo seu destempero nas horas *agrimas
Ele não tem a menor comiseração Com a vítima que teve o azar de com ele cruzar E expelindo sua raiva, seu ódio e rancor No seio de sua ignorância indomável Torna-se bruto capaz de sua mãe matar Justiça! É o termo certo ao desamor !
Está em vossas mãos o povo fazer-se ouvir Seu clamor nas ruas bem o demonstrou Quebre-se a fronte, sem que caia o homem Tendes a lei em vossas mãos, podeis bulir A inércia far-vos-á retrato que sobrou Duma nação que os políticos consomem.
•Ódio; raiva Porangaba, 18/08/2013 Armando A. C. Garcia
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Médicos Cubanos
Médicos Cubanos Ou implantação da Ideologia Comunista ?
Atenção povo brasileiro... Eles, começaram a chegar Para as células comunistas Em nossa Pátria implantar
A medicina importada Tem o ranço da ideologia Comuna voraz malvada Põe fim à democracia
Idéias revolucionárias Pra enganar o povo doente Com suas receituárias Vão plantando a semente
Fruto do mal, da injustiça De embusteiros desonestos A espada, é a ponta da liça Na peleja, sem contestos
Lutemos pela democracia. Querem excluir os símbolos Da fé, que deles se distancia Pelos das foices e dos martelos
Essa gente mentirosa Quer assim nos enganar A história, é rigorosa Vamos contra eles lutar !
Coragem pra defender Nossa querida liberdade, Deixaremos de ser um ser Pra ser do estado em verdade
Se pensam que falo lorota Vejam bem que o salário Desses médicos é uma cota Paga ao país originário
É dinheiro governamental Eles, são propriedade do estado Que lhes repassará ao final Parcela mínima do ajustado
Verdadeiro trabalho escravo Ou de brigada militar E o Ministério Público, ignavo Não irá se manifestar ?
Não se engane minha gente Escondem atrás do ajuste O principal e evidente Motivo ... que é o embuste
Trazer médicos comunistas Para assim implantar Quatro mil células ativistas Pra na malha nos lançar
Engodo, onde perderemos A nossa personalidade Passando a ser patrimônio Do estado, essa, a verdade
Tudo será do estado Até a própria vontade Tudo nos será negado Nesse regime de maldade
Entretanto prós cartolas Nunca, nada faltará Seremos pássaros nas gaiolas Vivendo ao Deus dará...
Fui falar em Deus, pecado Na deles, tal não existe, Do comunismo erradicado Pra eles, Deus inexiste
É uma ideologia política Em que tudo é do estado Sem liberdade, sem crítica Tudo nos é emprestado
É da honra a negação A remuneração dos doutores Que a Cuba cabe o quinhão A eles, restos dos gestores
Proselitismo político Vêm aqui disseminar Dum regime tão crítico Neste mundo sem lugar
Ademais em meu parecer Seu trabalho infringe a lei Sem o CRM, clinicar É exercício ilegal da profissão
Não passam de curandeiros Mas tudo foi previamente A favor dos embusteiros Sancionando a lei 12.842 de 10/06/13
Para assim descriminalizar Os que ora estão chegando Por isso eu posso afirmar Que tudo foi-se adaptando
Estratégia comunista Que seu cerco está montando Devagar preparam a lista Após, estão nos ferrando !