Lista de Poemas

Eloquência



Descobri que na vida passageira
tudo posso; desde sentir, avaliar
se morri e ainda não renasci para amar,
reflito que a morte é segura mensageira .

No trajeto do amor belo esfuziante
e na eloquência dos homens de bem
e na hoste do mal que também vem
pouco descobri , ou tive amor enebriante

Descobri ainda ,que o amor se ajusta ,
que as flores também são rosas, entretanto
a vida é mais que bela, e a morte injusta

E nesta eloquência também do mal
antes da morte, descobri portanto
que a vida além de bela será perene afinal
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Sobreviver




Amor: primeiro e ultimo insano ato
Tanto faz se é belo ou triste o retrato
Este sentimento não é abstrato
Apenas o desejo justifica o fato

Temor : e que decepa o juizo desanimar
Em particulas partes sempre amar amar!
Não é bom ter ilusão, ou doce eterno degustar
Exemplos de amor do passado,  irão funcionar?

Pai e Mãe: viveram o amor tão bem!
Parabéns! para quem o vive também!
Viver: é o amor nunca aprisionar !

Percorrer, sempre a melhor aventura
Viver é sempre buscar pela grande ternura...
Mesmo não querendo de dores participar.
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Melancolia



Num mundo de intranquilidades

Muitas ilusões
Sonhos diminutos não são realizados
Vida melancolica
Na linha de partida
Ser ou não
Demais solidão?
Solidão que também
É nossa inimiga
Mundo esse confinado
E sem rumos...
É preciso lacrimejar até
A lágrima não derramada
Para não ser consumado
Na linha de chegada
Pois é necessario continuar
Nas andanças desta vida
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Do mundo ainda



Hoje não se engana ninguém.

nem criança ou neném
Elas são verdadeiras
Dizem com sinceridade e de primeira.
E difícil desviar os ouvidos
Frases e balbucios de amor
O olhar frágil, dor e gemidos
Os homens esquecem da primeira e única lição:
O céu não é o limite nem aliado partidário
O chão não é feito de algodão
Peguemos sim, e calcemos todos
As sandálias dos humilhados
Não aos rifles nem as cruzadas !
Muito menos as medalhas
De puro plástico,
Pouco se vive com o salário
Que vida é essa que muitos não querem viver?
Mas, com a grata flor do destino vim pertencer:
E no mundo ainda o primeiro ato
Consideremos poesia com fino trato
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Da construção humana



Todo dia, sai coração afora alguma coisa:

Para a edificação ainda é diminuto o amor,

Mas se esvai algo

Como detritos insalubres

Que passa como por canais

Não de águas límpidas, nem transparentes

Todo dia sai algo de um coração adulterado,

Porque o orgulho é como um esgoto imprestável,

Que deve passar por nossa visão rapidamente.

Saiu de nós há poucos segundos palavras ferinas

Que anulam sonhos de outros!

A muitas horas saiu também, morna brandura

Que quase não atingiu ninguém

A instantes paramos no mar das inconstantes alegrias,

De maldades planejadas pelo poder enganador,

De vez em quando, sai alguma coisa produtiva de nós

A ganancia não permite que sai mais ...

Talvez, meio pronunciamento benévolo e até meio perdão.

Para estancar sangramentos, ferimentos emocionais

De vez em quando sai de nós ensaio para a humildade.
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Para Augusto dos Anjos



Qual dia a humana carne não sente medo ?
é o pecado original, uma sordida vingança?
sofrendo o homem trevas, a luz não avança!
assiste tão calmo a morte às vezes cedo

Momentos de paz ,ou vida que finaliza!
homem observado no patio como um bicho
um numeral fraco, costela sem capricho
Vive ainda, mas de perto a morte sinaliza?


Quando Deus, homem a sua imagem o ajustará ?
quanto de fé ao homem, a perfeição o santificará?
qual vida fértil e purificada humana se mostrará ,

Quando pois, saberá, o que é não sofrer ?
decerto nenhum homem consegue entender
todos mistérios da vida, antes de morrer
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O tempo




Qual tempo promove entendimento?
Qual melhor tempo para se viver ?
Doravante
Sejamos
De uma ultilidade anonimata
Pequenos e de grande serventia
Sejamos simples
Lavemos aos poucos
Nossas vestes angustiantes
E façamos aos poucos
A purificação de nossas desordens.
e perfeitos continuemos nossa jornada.
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Melancolia




Num mundo de intranquilidades

Muitas ilusões
Sonhos não são realizados
Vida melancolica
Na linha de partida
Ser ou não
Demais solidão
Solidão que também
É nossa inimiga
mundo confinado
E sem rumos
É preciso lacrimejar até
A lágrima não derramada
Para não ser consumado
Na linha de chegada
Pois é necessario continuar
Nas andanças desta vida 






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A morte não absorveu



Não descanso em
Castelo algum após uma vida de plebeu.
Mas quem tem vida sabe,
Que a morte em vida, ainda não o absorveu.
O mundo não contamina
Apesar da expectativa da alcateia.
Podemos modificar a atmosfera ruim do planeta coração.
Mesmo o lobo mestre
Fazendo uma prece ruim
Não desista cordeiro bom
Este triste terá o seu fim
O rebanho sabe ,
Todos continuamos plebeus
Quem tem vida sabe ,
Que a morte não o absorveu.
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Leilão




Hoje leiloaram a alegria de Cristo.
Foi vendida pelo preço maior da Terra!

Não foram convidados para este leilão:
Personas mundiais: empresários milionários, reis ou magnatas.

Quem arrematou?

Pasmem!
O valor pago foi o sorriso puro de uma criança...
Eis a seleção celestial !

Felizes os candidatos que se habilitam para este evento.
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Comentários (11)

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parabéns
parabéns

amei parabéns

rosalinapoetisa

Gratidão por sua gentil observação de minha escrita poética, agora sou eu que vim observar suas produções literárias, abraços.

thaisftnl

Um grande poeta, amo suas poesias, sempre estou lendo-as! Genial, profundo e atemporal!

fernandoarroz

show de bola wilson

ngm_liga

seus poemas nos convidam para uma conversa interna