Lista de Poemas
pontes entre poentes de vida
Por entre as gotas deste viver
Encontrar pontes vivas para bem ser
E nessas novas sintonias
Ouvir antigas melodias
A fazer brilhar o crer
O se despojar para acreditar
E nesses arcos de luzes novas
Nestas estranhas novas trovas
Assim voltar a encontrar
O olhar de confiança futura
Uma fruta em estio madura
Prenhe de vida para se partilhar
Encontrar pontes vivas para bem ser
E nessas novas sintonias
Ouvir antigas melodias
A fazer brilhar o crer
O se despojar para acreditar
E nesses arcos de luzes novas
Nestas estranhas novas trovas
Assim voltar a encontrar
O olhar de confiança futura
Uma fruta em estio madura
Prenhe de vida para se partilhar
128
de mão em mão abraços dados... desde aqui a outros lados
palácios de fogo a brilhar,
noite inteira,
cidade primeira,
que nos acolhe e escolhe
gesto nobre nos deixa abeirar
nesse outro tempo,
entre o prado e o vento,
assim em silêncio chegávamos,
olhar em olhar, mão em mão
por opção de coração
assim nos abraçávamos
ao som das melodias
que cantávamos...
noite inteira,
cidade primeira,
que nos acolhe e escolhe
gesto nobre nos deixa abeirar
nesse outro tempo,
entre o prado e o vento,
assim em silêncio chegávamos,
olhar em olhar, mão em mão
por opção de coração
assim nos abraçávamos
ao som das melodias
que cantávamos...
118
qual criança que renascia entre a luz do ser e o prender do dia
qual criança
voltar a erguer o olhar
e nesse alento varado
assim ficar em plena rua...
parado, boca aberta, sem falar
e ver essas ruas iluminadas
cheias dessas gentes que vagam
a procura desse novo encontrar:
essa alegria imensa
que vai além
do que se detém
ou se pensa
e nos leva de novo ao ser singular
ess@ que tantas horas a fio passava
castelos efémeros de tudo e de nada
construídos a beira da estrada
desse caminho a se saltitar...
e nem assim se abria
essa cúpula de alva magia
quando o tempo assim em seu enfado
vinha e colocava a subtil noite a seu lado
voltar a erguer o olhar
e nesse alento varado
assim ficar em plena rua...
parado, boca aberta, sem falar
e ver essas ruas iluminadas
cheias dessas gentes que vagam
a procura desse novo encontrar:
essa alegria imensa
que vai além
do que se detém
ou se pensa
e nos leva de novo ao ser singular
ess@ que tantas horas a fio passava
castelos efémeros de tudo e de nada
construídos a beira da estrada
desse caminho a se saltitar...
e nem assim se abria
essa cúpula de alva magia
quando o tempo assim em seu enfado
vinha e colocava a subtil noite a seu lado
110
o que levamos por dentro
quando uma mão amiga
se juntar
num lugar
numa atividade
sendo par
sem par
e nessa labuta intensa
nesse algo que mais se pensa
sem deixar
de procurar
nessa poesia quente e fria
nesse dia a dia
de mão cheia ora vazia
preenchendo:
o capitulo mais intenso
daquilo que levamos dentro
se juntar
num lugar
numa atividade
sendo par
sem par
e nessa labuta intensa
nesse algo que mais se pensa
sem deixar
de procurar
nessa poesia quente e fria
nesse dia a dia
de mão cheia ora vazia
preenchendo:
o capitulo mais intenso
daquilo que levamos dentro
130
rumos no olhar
um rumo mais a seguir
uma viagem a mais a se fazer
pelo bem estar de servir
pelo bem de bem querer
pelo amor mais pleno ora mais forte
que dê sentido ao tempo
sem ter de se falar em morte
de sonhos viventes
de fantasias a decorar
estas paisagens sorridentes
a luz desse teu olhar
e entre os pómulos mais preciados
que se vestem em gargalhadas de azul
quais as madrugadas de céus despejados
ora choro-as eu
ora as choras tu
ora se limpam com teu sorriso ora brilham no meu olhar as madrugadas mais intensas tardes onde me entregar ora noites para se sonhar... e quem sabe... amar
uma viagem a mais a se fazer
pelo bem estar de servir
pelo bem de bem querer
pelo amor mais pleno ora mais forte
que dê sentido ao tempo
sem ter de se falar em morte
de sonhos viventes
de fantasias a decorar
estas paisagens sorridentes
a luz desse teu olhar
e entre os pómulos mais preciados
que se vestem em gargalhadas de azul
quais as madrugadas de céus despejados
ora choro-as eu
ora as choras tu
ora se limpam com teu sorriso ora brilham no meu olhar as madrugadas mais intensas tardes onde me entregar ora noites para se sonhar... e quem sabe... amar
133
lugares e eventos que levamos por dentro
Nessa cidade
eco sem tempo e sem idade
aonde aninhamos tantos
aonde se passam encantos
por entre os recantos
encontros desapaixonados
entre pares de seres enamorados
nessa sede silente
de se ser humano
entre tanta gente
nessa vontade
corrente qual
rio, ribeiro...
sol soalheiro
brisa a passar
despercebida
a acariciar
por dentro
retalhos de vida
nesse rosto iluminado
qual jardim de cores decorado
nesses portais sem fim nem findar
entramados de folhas erguidas
assim quedas e escondidas
quais as tuas e mais as minhas
todas as que disfarçamos em linhas
eco sem tempo e sem idade
aonde aninhamos tantos
aonde se passam encantos
por entre os recantos
encontros desapaixonados
entre pares de seres enamorados
nessa sede silente
de se ser humano
entre tanta gente
nessa vontade
corrente qual
rio, ribeiro...
sol soalheiro
brisa a passar
despercebida
a acariciar
por dentro
retalhos de vida
nesse rosto iluminado
qual jardim de cores decorado
nesses portais sem fim nem findar
entramados de folhas erguidas
assim quedas e escondidas
quais as tuas e mais as minhas
todas as que disfarçamos em linhas
126
Estes dias nossos
Nestes nossos dias
Desde esperanças fugidias
Nesse acordo de coragem
Brisa entre o campo qual aragem
Que se estende aonde bem entende
Quando já sabemos de cor a cidade…
E marchamos sem tempo marcado
Por aqui além e todo lado
A procura de plantar
Sementes viventes esperanças presentes
Que nos devolvam de novo a luz no olhar
Desde esperanças fugidias
Nesse acordo de coragem
Brisa entre o campo qual aragem
Que se estende aonde bem entende
Quando já sabemos de cor a cidade…
E marchamos sem tempo marcado
Por aqui além e todo lado
A procura de plantar
Sementes viventes esperanças presentes
Que nos devolvam de novo a luz no olhar
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gotas vivas, oceanos de amar
Por entre as gotas deste viver
Encontrar pontes vivas para bem ser
E nessas novas sintonias
Ouvir antigas melodias
A fazer brilhar o crer
O se despojar para acreditar
E nesses arcos de luzes novas
Nestas estranhas novas trovas
Assim voltar a nos encontrar...
O olhar de confiança futura
Uma fruta em estio madura
Prenhe de vida para se partilhar
Encontrar pontes vivas para bem ser
E nessas novas sintonias
Ouvir antigas melodias
A fazer brilhar o crer
O se despojar para acreditar
E nesses arcos de luzes novas
Nestas estranhas novas trovas
Assim voltar a nos encontrar...
O olhar de confiança futura
Uma fruta em estio madura
Prenhe de vida para se partilhar
123
Palavras e ameias
E estar sem se deixar levar
E embarcar em novas odisseias
Nestes lugares onde
as palavras e a verdade
nessa grande cidade
Parece que já não andam a meias
E embarcar em novas odisseias
Nestes lugares onde
as palavras e a verdade
nessa grande cidade
Parece que já não andam a meias
129
Ser a despertar
Sonhar, e voltar a acender essa luz devagar
Crer e perseverar
Nesse voltar a nascer em cada dia a passar
Dar passos,
novos em cada caminho a se andar
E nas veredas conhecidas
Olhar nascer alegrias
Onde se pensava conhecer o lugar
E nas esquinas plantadas
Surpresas amadas
Por se deixar levar
No estar atento…
No ser por dentro
Ser de novo a despertar;
Crer e perseverar
Nesse voltar a nascer em cada dia a passar
Dar passos,
novos em cada caminho a se andar
E nas veredas conhecidas
Olhar nascer alegrias
Onde se pensava conhecer o lugar
E nas esquinas plantadas
Surpresas amadas
Por se deixar levar
No estar atento…
No ser por dentro
Ser de novo a despertar;
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