quando uma mão amiga se juntar num lugar numa atividade sendo par sem par
e nessa labuta intensa nesse algo que mais se pensa sem deixar de procurar nessa poesia quente e fria nesse dia a dia de mão cheia ora vazia preenchendo: o capitulo mais intenso daquilo que levamos dentro
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pontes entre poentes de vida
Por entre as gotas deste viver
Encontrar pontes vivas para bem ser
E nessas novas sintonias
Ouvir antigas melodias
A fazer brilhar o crer
O se despojar para acreditar
E nesses arcos de luzes novas
Nestas estranhas novas trovas
Assim voltar a encontrar
O olhar de confiança futura
Uma fruta em estio madura
Prenhe de vida para se partilhar
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Ren as ceres
Sonhar, e voltar a acender essa luz devagar
Crer e perseverar
Nesse voltar a nascer em cada dia a passar
Dar passos,
novos em cada caminho a se andar
E nas veredas conhecidas
Olhar nascer alegrias
Onde se pensava conhecer o lugar
E nas esquinas plantadas
Surpresas amadas
Por se deixar levar
No estar atento…
No ser por dentro
Ser de novo a despertar;
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cerne de poesia
Mergulhar
Hino profundo
Nesse confim
Entre a verdade
e o mundo
Estender
Pontes de vida, coragem
Reconhecer
Qual na brisa
o tempo em passagem
e saber
Voltar
Em estrofes de sonho
o contar
A pairar
trazer,
devagar
À tona
Dessa nova consciência
Essa tal cadência que se procurava
Essa melodia que não se encontrava
Essa suavidade frágil e subtil,
Essa idoneidade de ser dúctil
Entre seres assim a se assumir
Humanos e irmanados
pelo tema desse algo a surgir;
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novas vestes
estável pleno afável o tronco, nu ao de cima sem casca sem crosta sem medida
pleno para se abraçar sem espinhos em volta que rasguem a sua intenção ao se entregar e o ser enorme em sua extensão quer seja que faça chuva quer pareça que faça sol
nos abriga sem duvidar nessas passagens sem criva precisa a atenção a se dar
amor em humanidades entregues em palmas de mão aberta para quem as eleva
em braços em seu redor, abraçando e no tempo oh!o tempo de amar de querer de entregar doce encanto esse que o faz assim florescer sem parar... e nova casca em si e em sua volta: de novo a crescer quando o amor de humanidade se mostre em face de homem e de mulher...
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Voltar a Rimar
O simples gesto de se gostar
De algo, uma frase uma imagem
Uma certa melodia no ar…
a pairar
Esse lugar preferido
Esse algo que é quente no frio
Essa mensagem sempre fascinante
Esse algo que não se diria antes...
E tudo volta a rodar
e em teu derredor
– fina flor
A se abrir devagar...
Esse sentido mais vivo,
Entre o calor deste estio
Sonhar
em encontrar
sem se vagar
Até fazer tuas as avenidas...
Dessa tua cor ainda despidas
E nesse acorde de suavidade
Nesse ser que recorre
passo a passo, a nua cidade
Ir pintando telas imaginadas
Ruas vazias cheias de fadas
E nesse caminho a se completar
Encontrar novos sons para se voltar a rimar
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rumos no olhar
um rumo mais a seguir uma viagem a mais a se fazer pelo bem estar de servir pelo bem de bem querer
pelo amor mais pleno ora mais forte que dê sentido ao tempo sem ter de se falar em morte de sonhos viventes de fantasias a decorar estas paisagens sorridentes a luz desse teu olhar
e entre os pómulos mais preciados que se vestem em gargalhadas de azul quais as madrugadas de céus despejados ora choro-as eu ora as choras tu
ora se limpam com teu sorriso ora brilham no meu olhar as madrugadas mais intensas tardes onde me entregar ora noites para se sonhar... e quem sabe... amar