Lista de Poemas
Sonhos a Concretizar
Dando tempo para se estar
Neste tempo das realidades
Ir sem mais duvidar
Encontrar o tempo
para se poder parar
E sonhar os sonhos
que foram dados a concretizar
E nesse ir e voltar sem maneira
Definida ora contida
Verdadeira
Atear fogos secretos
Em paragens assim preparadas,
E deixar assim chamas sagradas
Voar entre fagulhas das páginas
dessas poesias ainda ignoradas…
poesias soletradas
desde o mais profundo
desde o íntimo desse mundo
âmago e fulcro a suster
Uma certa realidade
Um certo ideal de verdade
Um sentido de tempo e idade
Uma paz que se procura em saudade
Neste tempo das realidades
Ir sem mais duvidar
Encontrar o tempo
para se poder parar
E sonhar os sonhos
que foram dados a concretizar
E nesse ir e voltar sem maneira
Definida ora contida
Verdadeira
Atear fogos secretos
Em paragens assim preparadas,
E deixar assim chamas sagradas
Voar entre fagulhas das páginas
dessas poesias ainda ignoradas…
poesias soletradas
desde o mais profundo
desde o íntimo desse mundo
âmago e fulcro a suster
Uma certa realidade
Um certo ideal de verdade
Um sentido de tempo e idade
Uma paz que se procura em saudade
131
Na tal idade
Gosto de se estar
Num certo tempo
num certo lugar…
Estendendo pontes viventes
Entre o coração vivo das gentes
E celebrar
Esse tempo
Lento
Que nos foi dado
a partilhar
E nesse momento
Que perdura
A amizade
Em silêncio
Se torna mais
forte e mais pura…
Num certo tempo
num certo lugar…
Estendendo pontes viventes
Entre o coração vivo das gentes
E celebrar
Esse tempo
Lento
Que nos foi dado
a partilhar
E nesse momento
Que perdura
A amizade
Em silêncio
Se torna mais
forte e mais pura…
98
Espelhos de Vida
Quando tudo o resto
se desvanecia…
Essa face
Que se ilumina
Quando se reconhece
No espelho da vida
Assim a se ver voltar
Entre as brumas
Dessa alvorada forte
E o horizonte
Que se desprende devagar…
Nesse ocaso
Que é qual se deitar e sonhar
Elo de verdade
Laço de sinceridade
Eco de vida assumida
Assim a se revelar
se desvanecia…
Essa face
Que se ilumina
Quando se reconhece
No espelho da vida
Assim a se ver voltar
Entre as brumas
Dessa alvorada forte
E o horizonte
Que se desprende devagar…
Nesse ocaso
Que é qual se deitar e sonhar
Elo de verdade
Laço de sinceridade
Eco de vida assumida
Assim a se revelar
114
Tempos amigos
Nesses tempos fugidios
Nesses recantos ainda vazios
À espera do teu bem-querer
Desse teu decidir que fazer
Moram os sonhos mais esquecidos
Esses à espera de serem nascidos
Entre os canteiros sem plantar
Flores desses momentos vividos
Rebentos de vida a desabrochar
Nesses recantos ainda vazios
À espera do teu bem-querer
Desse teu decidir que fazer
Moram os sonhos mais esquecidos
Esses à espera de serem nascidos
Entre os canteiros sem plantar
Flores desses momentos vividos
Rebentos de vida a desabrochar
97
Jardins Interiores
Jardins de desconhecimento
Vagando na suavidade do tempo
Pairando entre o sentido e sentimento
Brisa que se escoa e se leva por dentro
Para depois se voltar a encontrar
Ver o nascer desse etéreo elemento
Indo desse simples fundamento
Pleno de se fazer assentimento
Até assim poder voltar a sonhar
E nesse divagar de sobriedade
Nesse encontrar uma verdade
Nesse dizer de felicidade...
Assim voltar a ler devagar
Ecos dessa sonoridade essencial
Latejo silencioso desse algo que amais
E com suavidade assim apanhar
Molhos de flores aparecendo a teus olhos
Para depois assim colocares em seu lugar
Vagando na suavidade do tempo
Pairando entre o sentido e sentimento
Brisa que se escoa e se leva por dentro
Para depois se voltar a encontrar
Ver o nascer desse etéreo elemento
Indo desse simples fundamento
Pleno de se fazer assentimento
Até assim poder voltar a sonhar
E nesse divagar de sobriedade
Nesse encontrar uma verdade
Nesse dizer de felicidade...
Assim voltar a ler devagar
Ecos dessa sonoridade essencial
Latejo silencioso desse algo que amais
E com suavidade assim apanhar
Molhos de flores aparecendo a teus olhos
Para depois assim colocares em seu lugar
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Calor da Proximidade
Quando nos precatamos
Que estamos
plenos de vida
Quando celebramos
Essa festa
Em semelhança
de perspetiva…
Quando abdicamos
Dessa razão a se ter
E damos,
esse abraço
direito ao outro ser…
Esse que nos convida
Assim a nos achegar....
E nos aproxima
Desse calor da verdade
ao se entrelaçar
e nos voltar a encontrar...
Que estamos
plenos de vida
Quando celebramos
Essa festa
Em semelhança
de perspetiva…
Quando abdicamos
Dessa razão a se ter
E damos,
esse abraço
direito ao outro ser…
Esse que nos convida
Assim a nos achegar....
E nos aproxima
Desse calor da verdade
ao se entrelaçar
e nos voltar a encontrar...
164
Poema à vontade
Nesse momento,
no que decides
Ir e vogar na vontade
Nesse algo que sempre viste
Assim nascer da tua verdade
Nesse âmago invisível
Que te sorve sem mais
Teu querer
Teu ser
sem saber
assim voltar
A se acender
Ou transcrever
Sem se ver
Em suavidade
E eco
Silente
Secreto
Ora ausente
trazendo de volta
essa saudade
Desse querer
Desse deter
O tempo
Sem mais
Desse ir
e voltar
E saber
Plantar
Sementes
No teu mais
simples quintal
Assim reacender
Esse lume
De amenidade
Calor
trazendo em si
a sobriedade
De se entregar
Pequenos
momentos
Assim ligados
Grandes eventos
Assim saudados
E por dentro
Esse bem
Vem poisar…
Nos tantos
Sentimentos
Num clarão
Desde o coração
A se suceder
Sem mais duvidar
no que decides
Ir e vogar na vontade
Nesse algo que sempre viste
Assim nascer da tua verdade
Nesse âmago invisível
Que te sorve sem mais
Teu querer
Teu ser
sem saber
assim voltar
A se acender
Ou transcrever
Sem se ver
Em suavidade
E eco
Silente
Secreto
Ora ausente
trazendo de volta
essa saudade
Desse querer
Desse deter
O tempo
Sem mais
Desse ir
e voltar
E saber
Plantar
Sementes
No teu mais
simples quintal
Assim reacender
Esse lume
De amenidade
Calor
trazendo em si
a sobriedade
De se entregar
Pequenos
momentos
Assim ligados
Grandes eventos
Assim saudados
E por dentro
Esse bem
Vem poisar…
Nos tantos
Sentimentos
Num clarão
Desde o coração
A se suceder
Sem mais duvidar
183
Tempos de Amizade I
Tomar o tempo em tua mão
E modelar com tua opção
Desse sossegar de coração
Desse algo a se prolongar
Desde o lugar mais desconhecido
Caminho que pretende ser vivido
Qual oleiro e barro amado
Água que se tem espelhado
Assim sem mais…
Em ti,
Quais as demais
Vagas serenas
Do teu toque apenas
A se entretecer devagar
E ao fazer esse tempo parar
Ver melodias desconhecidas
À frente do teu olhar
A voltar
A crescer
Por bem querer
Nesse teu ser
A germinar
E modelar com tua opção
Desse sossegar de coração
Desse algo a se prolongar
Desde o lugar mais desconhecido
Caminho que pretende ser vivido
Qual oleiro e barro amado
Água que se tem espelhado
Assim sem mais…
Em ti,
Quais as demais
Vagas serenas
Do teu toque apenas
A se entretecer devagar
E ao fazer esse tempo parar
Ver melodias desconhecidas
À frente do teu olhar
A voltar
A crescer
Por bem querer
Nesse teu ser
A germinar
124
Mais além ainda encontrar alguém
Trilhos dessa nossa amenidade
por entre o coração da cidade,
Lugares capitais,
interesses reais...
E nesse confluir devagar
Sangue vital a brotar
passar a ser-se igual
Para tomar seu lugar
Ali onde a vida permanece
Aonde o ser humano
jamais se esquece
Desse calor sempre sagrado...
À rotina do dia a dia profano
por entre o coração da cidade,
Lugares capitais,
interesses reais...
E nesse confluir devagar
Sangue vital a brotar
passar a ser-se igual
Para tomar seu lugar
Ali onde a vida permanece
Aonde o ser humano
jamais se esquece
Desse calor sempre sagrado...
À rotina do dia a dia profano
129
Lugares velados
Nesses lugares fechados
Onde deixas sonhos trancados
Nesse bem-querer sem mais
Onde todos os dias se fazem reais
Nesse algo tão almejado
Querer sem deixar de amar
E nessa estar em verdade
que vai onde voga à vontade
Ai se perfazem os beirais
Destas ruas tais
que se desfazem
em marés de verde azulado
Quando trilho e caminho
São contigo lado a lado
E quem caminha
E assim se avizinha
É ainda teu amigo velado
Onde deixas sonhos trancados
Nesse bem-querer sem mais
Onde todos os dias se fazem reais
Nesse algo tão almejado
Querer sem deixar de amar
E nessa estar em verdade
que vai onde voga à vontade
Ai se perfazem os beirais
Destas ruas tais
que se desfazem
em marés de verde azulado
Quando trilho e caminho
São contigo lado a lado
E quem caminha
E assim se avizinha
É ainda teu amigo velado
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