Lista de Poemas
Volta de vida
Nessa leveza de se harmonizar
O tempo
o pensamento
o que se sente de repente
o que se sonha assim deixar
Em temas leves, apenas
Quais brisa no teu cabelo a brincar
Ou sem desvelar
o tempo no que te foi dado a partilhar
sentir que assim poderemos ver e ouvir
...E lembrar...
O tanto que se ilumina
quanto em nós cintila
Nesse momento sem tempo
No que nos é dado a soletrar
E ler devagar
Uma prosa sem tema
Uma rima em poema
Essa tua vida a voltar
O tempo
o pensamento
o que se sente de repente
o que se sonha assim deixar
Em temas leves, apenas
Quais brisa no teu cabelo a brincar
Ou sem desvelar
o tempo no que te foi dado a partilhar
sentir que assim poderemos ver e ouvir
...E lembrar...
O tanto que se ilumina
quanto em nós cintila
Nesse momento sem tempo
No que nos é dado a soletrar
E ler devagar
Uma prosa sem tema
Uma rima em poema
Essa tua vida a voltar
129
Refúgio de Hospitalidade
Nesse lugar
Onde acolhem
Os que escolhem
Assim ficar
Nessa simplicidade
Na mais pura clandestinidade
Até se abeirar
À mesa
Ninguém sopesa
Quem estará
Lado alado
Sentimento alado
No alento assim formado
Nesse sentimento
De se estar por dentro
Encontrado
Assim no abraço
do silêncio
Pela palavra animado
Assim nesse lamento
De melodia renascida
Recriada
Revivida
Nesse lugar
Na mesa redonda
Sem soçobrar
Ninguém sobra
nem há sombra
De se ocultar
E nesse tempo
Velejamos
Nessa brisa
Navegamos
Nesse algo
que nos avisa
Ouvimos
E sabemos
Partilhamos
E nesse dizer
Assim ao saber
Que vamos
Nos ver
Outra vez
Quem sabe
Quando
Levámos
No íntimo
O que encontramos
E no ser
A leveza
Que aceitamos
Onde acolhem
Os que escolhem
Assim ficar
Nessa simplicidade
Na mais pura clandestinidade
Até se abeirar
À mesa
Ninguém sopesa
Quem estará
Lado alado
Sentimento alado
No alento assim formado
Nesse sentimento
De se estar por dentro
Encontrado
Assim no abraço
do silêncio
Pela palavra animado
Assim nesse lamento
De melodia renascida
Recriada
Revivida
Nesse lugar
Na mesa redonda
Sem soçobrar
Ninguém sobra
nem há sombra
De se ocultar
E nesse tempo
Velejamos
Nessa brisa
Navegamos
Nesse algo
que nos avisa
Ouvimos
E sabemos
Partilhamos
E nesse dizer
Assim ao saber
Que vamos
Nos ver
Outra vez
Quem sabe
Quando
Levámos
No íntimo
O que encontramos
E no ser
A leveza
Que aceitamos
94
Momento de se encontrar
Quando, por enquanto
Ainda se não conseguiu
Subir
Ao sopé desse alto que é
O lugar aonde queres chegar
E as imagens
Em derredor
Se fazem
Quando olhas atrás
E vês em perspetiva
O campo a estiva
A labuta antiga
Renovada
Pela nova rotina
Nessa cidade marcada
Pelos recantos mais belos
Pelos lugares sobranceiros
Aos que chegas e te entregas
Assim a repousar
Poema de vida
Tempo a se entretecer
devagar...
Até um dia
Poder ser e estar
Nessa melodia
Entre a noite e o dia
Qual horizonte de fronte
A se ver pintar
De cores amenas
Suavidades apenas
Para quem quiser olhar
Sentimentos passados
Suaves e bem levados
Para esse lugar
Íntimo sentimento
Claridade do momento
Que nos é dado a viver
Devagar...
E a entregar
Assim se se puder partilhar
Ainda se não conseguiu
Subir
Ao sopé desse alto que é
O lugar aonde queres chegar
E as imagens
Em derredor
Se fazem
Quando olhas atrás
E vês em perspetiva
O campo a estiva
A labuta antiga
Renovada
Pela nova rotina
Nessa cidade marcada
Pelos recantos mais belos
Pelos lugares sobranceiros
Aos que chegas e te entregas
Assim a repousar
Poema de vida
Tempo a se entretecer
devagar...
Até um dia
Poder ser e estar
Nessa melodia
Entre a noite e o dia
Qual horizonte de fronte
A se ver pintar
De cores amenas
Suavidades apenas
Para quem quiser olhar
Sentimentos passados
Suaves e bem levados
Para esse lugar
Íntimo sentimento
Claridade do momento
Que nos é dado a viver
Devagar...
E a entregar
Assim se se puder partilhar
118
Sentido do Sentimento
Nesses momentos
Nos que o sentido do sentimento
Aponta bem adentro
E nos leva a exprimir sem pensar
Asas de sonho
Coração imenso
Qual o medronho
Que cresce devagar
E nesse sentido mais alto
Nesse ir mais ao fundo
Dar o salto
E enviar melodia a este mundo
E nesse palpitar de emoções
Em silencio prezadas
Assim levar as opções
a serem pelo teu sonho
enfeitadas
qual árvore de natal
que antes se perfazia
na esperança subtil
desse ser criança
mais um dia
Nos que o sentido do sentimento
Aponta bem adentro
E nos leva a exprimir sem pensar
Asas de sonho
Coração imenso
Qual o medronho
Que cresce devagar
E nesse sentido mais alto
Nesse ir mais ao fundo
Dar o salto
E enviar melodia a este mundo
E nesse palpitar de emoções
Em silencio prezadas
Assim levar as opções
a serem pelo teu sonho
enfeitadas
qual árvore de natal
que antes se perfazia
na esperança subtil
desse ser criança
mais um dia
91
Alegrias
Alegria de se partilhar
De mostrar esse estar presente
Qual palpitar
De sorrir e ver brilhar
O olhar entre a gente
Desse calor de amenidade
Desse algo subtil e coerente
Dessa verdade
Que se sabe e sente
E nesse sentido
Desconhecido
Que nos envolve
Qual abraço
Aconchego renascido
Nesse mais pequeno espaço
E no seu lugar
O lar
Dessa lareira sempre acesa
Assim ao se achegar
Também em calor de humanidade
Assim nos envolve e expressa…
De mostrar esse estar presente
Qual palpitar
De sorrir e ver brilhar
O olhar entre a gente
Desse calor de amenidade
Desse algo subtil e coerente
Dessa verdade
Que se sabe e sente
E nesse sentido
Desconhecido
Que nos envolve
Qual abraço
Aconchego renascido
Nesse mais pequeno espaço
E no seu lugar
O lar
Dessa lareira sempre acesa
Assim ao se achegar
Também em calor de humanidade
Assim nos envolve e expressa…
171
Pontes entre Nós
Encontrar o teu lugar
Seguir e perseverar
Atrás dessa estrela cadente
Entre a multidão da gente
A passar sem notar
Que vês o mundo outra vez
De maneira singular
Que estendes pontes
Por onde se entretecer
Linhas a saber
Reflexo de outro olhar
E te deixas seguir
Nessa odisseia
Algo que por dentro
Se faz candeia
nesse nevoeiro mais frio
E calor de estima
aonde nem te sentes querido
E nesse algo a entregar
Sentes que voltas a viver
De verdade
Ao dar
O que te foi dado a conhecer
E estando porto
Tanto que tocas o sentimento
As finas sedas
Subtis apenas
São qual pontes entre o sonho
E a imaginação
Seguir e perseverar
Atrás dessa estrela cadente
Entre a multidão da gente
A passar sem notar
Que vês o mundo outra vez
De maneira singular
Que estendes pontes
Por onde se entretecer
Linhas a saber
Reflexo de outro olhar
E te deixas seguir
Nessa odisseia
Algo que por dentro
Se faz candeia
nesse nevoeiro mais frio
E calor de estima
aonde nem te sentes querido
E nesse algo a entregar
Sentes que voltas a viver
De verdade
Ao dar
O que te foi dado a conhecer
E estando porto
Tanto que tocas o sentimento
As finas sedas
Subtis apenas
São qual pontes entre o sonho
E a imaginação
102
Coração de Mundo
Poemas e temas
Melodias apenas
Para voltar a encontrar
Uma perspetiva futura
Algo que nutre e perdura
Nesse centro
Latejante
nesse ser amante
Da vida
Da sua leveza
Do que seria sentir e partilhar
Com plena certeza de se encontrar
Tempo
Sonho
Lugar
Para se voltar a plantar e ver germinar
Tanto que levamos
O muito que partilhamos
O sentido desse algo que encontramos
Quando nos damos anos ver refletidos
A estar de novo unidos
A nos assumir
Em humanidade de verdade
Em simples sinceridade
Desse abrir mãos
E vogar
Nesse confiar
Sem mais duvidar
Nesse mergulhar
Hino profundo
Nesse centro a palpitar
Nesse coração do mundo
Melodias apenas
Para voltar a encontrar
Uma perspetiva futura
Algo que nutre e perdura
Nesse centro
Latejante
nesse ser amante
Da vida
Da sua leveza
Do que seria sentir e partilhar
Com plena certeza de se encontrar
Tempo
Sonho
Lugar
Para se voltar a plantar e ver germinar
Tanto que levamos
O muito que partilhamos
O sentido desse algo que encontramos
Quando nos damos anos ver refletidos
A estar de novo unidos
A nos assumir
Em humanidade de verdade
Em simples sinceridade
Desse abrir mãos
E vogar
Nesse confiar
Sem mais duvidar
Nesse mergulhar
Hino profundo
Nesse centro a palpitar
Nesse coração do mundo
113
confiar
Confiar que se vai encontrar
O tempo e lugar para se abeirar
Dessa paz e tranquilidade
De se dar tempo e verdade
A espaços e lugares
A gente em comunidade
E fazer amizade
Com quem assim partilhar
Esse algo de vida
Essa humanidade unida
Esse fruto que se respira
Ainda qual fina flor
E nessa suavidade
Nessa transparência
Nesse algo que nos alimenta
Encontrar dom de coragem
Inspiração na viragem
Da barca dos sonhos
que nos sustenta
E assim chegar a arribar
A esse bom porto
Em um qualquer lugar
O tempo e lugar para se abeirar
Dessa paz e tranquilidade
De se dar tempo e verdade
A espaços e lugares
A gente em comunidade
E fazer amizade
Com quem assim partilhar
Esse algo de vida
Essa humanidade unida
Esse fruto que se respira
Ainda qual fina flor
E nessa suavidade
Nessa transparência
Nesse algo que nos alimenta
Encontrar dom de coragem
Inspiração na viragem
Da barca dos sonhos
que nos sustenta
E assim chegar a arribar
A esse bom porto
Em um qualquer lugar
112
Ondas de Intimidade
Nesse lugar
aonde se abeira
A barca a vogar
Dessa maneira
Sempre serena
Suave e calma
Nessa lagoa
Qual olhar da alma
E nessa onda
Pequena
Identidade
Que se transforma
Qual pena
A descrever sem idade
Esse tempo que se lembrava
Esse algo entre tudo e nada
Essa alegria
Mais quente que fria
Que ainda se elevava
Que ainda preenchia
Que ainda se levava,
E prendava
aonde se abeira
A barca a vogar
Dessa maneira
Sempre serena
Suave e calma
Nessa lagoa
Qual olhar da alma
E nessa onda
Pequena
Identidade
Que se transforma
Qual pena
A descrever sem idade
Esse tempo que se lembrava
Esse algo entre tudo e nada
Essa alegria
Mais quente que fria
Que ainda se elevava
Que ainda preenchia
Que ainda se levava,
E prendava
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