Lista de Poemas
o sonho do artista da vida
Nesse caminho levado
Dentro de nós gravado
Percorrido em cada dia
No que se acende a alegoria
De se dar alegria ao tempo
De se plantar sentido ao lugar
De se encontrar sentimento
Nesse breve lamento
Do vento a nos tocar
E quando assim a brisa
Suspira sem cessar
Esse alento por dentro
Nesse algo de incerto
Abre o espaço e o tempo
Faz a tela rasgar
E assim se decora
Esse ser que ri
e que chora
Ao não saber que pintar
Nesse trilho indiscreto
Que se fez assim
qual momento
Da vida
a se pronunciar
Nesse sentimento ao relento
Que leva a vida toda a narrar
Dentro de nós gravado
Percorrido em cada dia
No que se acende a alegoria
De se dar alegria ao tempo
De se plantar sentido ao lugar
De se encontrar sentimento
Nesse breve lamento
Do vento a nos tocar
E quando assim a brisa
Suspira sem cessar
Esse alento por dentro
Nesse algo de incerto
Abre o espaço e o tempo
Faz a tela rasgar
E assim se decora
Esse ser que ri
e que chora
Ao não saber que pintar
Nesse trilho indiscreto
Que se fez assim
qual momento
Da vida
a se pronunciar
Nesse sentimento ao relento
Que leva a vida toda a narrar
29
ainda...
a tua luz
no meu olhar
o teu ser
no meu a entrar
esse amor
sempre a vagar
onde estiver
voltar a ver
esse teu abraço a chegar
qual onda
desse mar mais antigo
esse oceano tão lonjano
no que ainda vivo contigo
no meu olhar
o teu ser
no meu a entrar
esse amor
sempre a vagar
onde estiver
voltar a ver
esse teu abraço a chegar
qual onda
desse mar mais antigo
esse oceano tão lonjano
no que ainda vivo contigo
16
Elogio ao Romance Moderno
Texto simples
Leitura fácil
Mistério vivo
Que se entrelace
E nesse sentido
O mais simples sentimento
Exposto qual se tenha acontecido
Notícia vazia para todo ser vivo
Sem maior embelezamento
Apenas a esse bichinho curioso
Possa chegar a interessar
Ser que folheia os livros
Quais flores a desflorar
Esperando encontrar sentido
ali onde o puseram a divagar
À procura de algo glorioso
Para se descobrir
no seu dia a passar
E nesses poemas
Tão curtos e breves
Que nos fazem pensar
Evocando os que os precedem
Na sua curta forma de nos falar
Leitura fácil
Mistério vivo
Que se entrelace
E nesse sentido
O mais simples sentimento
Exposto qual se tenha acontecido
Notícia vazia para todo ser vivo
Sem maior embelezamento
Apenas a esse bichinho curioso
Possa chegar a interessar
Ser que folheia os livros
Quais flores a desflorar
Esperando encontrar sentido
ali onde o puseram a divagar
À procura de algo glorioso
Para se descobrir
no seu dia a passar
E nesses poemas
Tão curtos e breves
Que nos fazem pensar
Evocando os que os precedem
Na sua curta forma de nos falar
28
Quadros Subtís
Assim nessa folha a se mostrar
Ou nesses lugares fugidios
Vestidos de cores
Investidos
Nessa chama no peito a arder
Esse algo a chamar e se ver
Assim em todo o lado
Nesse recanto mais recatado
Que te é dado para estar
Assim lada a lado com o fado
De sorver essa vida no adro
E pintar palavras que não vês
Nesse subtil requadro
Obra do sempre inacabado
Que te foi dado a esquecer
Para nessa folha que pairava
Nesse teu pensamento
que esvoaçava
Em palavras de letras de sol
Doiradas
Poderes voltar a descrever
Para ti que vês e passavas
A ti que assim também ali estavas
Comigo nesse amanhecer das palavras
Que se guardam sem se esquecer
De se voltar a reviver
Ou nesses lugares fugidios
Vestidos de cores
Investidos
Nessa chama no peito a arder
Esse algo a chamar e se ver
Assim em todo o lado
Nesse recanto mais recatado
Que te é dado para estar
Assim lada a lado com o fado
De sorver essa vida no adro
E pintar palavras que não vês
Nesse subtil requadro
Obra do sempre inacabado
Que te foi dado a esquecer
Para nessa folha que pairava
Nesse teu pensamento
que esvoaçava
Em palavras de letras de sol
Doiradas
Poderes voltar a descrever
Para ti que vês e passavas
A ti que assim também ali estavas
Comigo nesse amanhecer das palavras
Que se guardam sem se esquecer
De se voltar a reviver
32
No teu sonho
Quando encontras
o caminho
E algo comezinho
Te começa a chamar
E dentro de ti o brio
Desse dia repetido
Começa a soçobrar
E nesses momentos de rotina
Entre a luz do dia-a-dia
Começas a plantar
Tempos de magia
Plena luz e alegria
Sintonia a se espalhar
Procuras lugares
Que te possam inspirar
E seres pares
Que compreendam
o que te está a levar
A querer descrever
Com mais que saber
Esse mundo novo
Sempre diverso
Sempre cheio de luz e vida
Que anima o teu universo
Tão íntimo
Tão sagrado
Qual cantar
que tem de ser
partilhado
Nesse calor tão humano
De se encontrar lado a lado
Nesse trilho a se seguir
Onde não havia marcas para onde ir
E se tenha assim chegado
A essas veredas todas ledas
Cheias do que por dentro de ti levas
Para dar luz ao mundo
Para fazer do teu sonho
Tempo e lugar fecundo
o caminho
E algo comezinho
Te começa a chamar
E dentro de ti o brio
Desse dia repetido
Começa a soçobrar
E nesses momentos de rotina
Entre a luz do dia-a-dia
Começas a plantar
Tempos de magia
Plena luz e alegria
Sintonia a se espalhar
Procuras lugares
Que te possam inspirar
E seres pares
Que compreendam
o que te está a levar
A querer descrever
Com mais que saber
Esse mundo novo
Sempre diverso
Sempre cheio de luz e vida
Que anima o teu universo
Tão íntimo
Tão sagrado
Qual cantar
que tem de ser
partilhado
Nesse calor tão humano
De se encontrar lado a lado
Nesse trilho a se seguir
Onde não havia marcas para onde ir
E se tenha assim chegado
A essas veredas todas ledas
Cheias do que por dentro de ti levas
Para dar luz ao mundo
Para fazer do teu sonho
Tempo e lugar fecundo
21
Marés bem amadas...
esses teus horizontes
se acendem
no meu olhar
essa linha ondulada
a que me ensinas
a caminhar
Nesse tudo ou nada
No que posso me entregar
Nessa maré bem-amada
Que nos leva e nos afaga
Até se chegar a poisar
pés na areia molhada
Nessa tua melodia
Em mim sussurrada
se acendem
no meu olhar
essa linha ondulada
a que me ensinas
a caminhar
Nesse tudo ou nada
No que posso me entregar
Nessa maré bem-amada
Que nos leva e nos afaga
Até se chegar a poisar
pés na areia molhada
Nessa tua melodia
Em mim sussurrada
24
Sen hor@ criança
Nessa idade inventada
Para se soletrar
E mais nada
Para se fazer riscos de adivinha
De aonde nada provinha
Nessa terna idade
Onde nem havia saudade
Nesse parque vedado
Para se não se deixar alonjado
O ser que sonhava
O que tanto inventava
O que ria e chorava
Sem mais
O que se enternecia
E embevecia
Pela mais simples alegria
Pela mais terna sinfonia
Cantada entre as demais
Pelos sons mais reais
Alguma vez sonhados
Essa fantasia discreta
Que nem tinha tempo
nem meta
E se levava a todo o lado
Assim o ser criança jazia
Antes de se ter inventado
E dava luz ao próprio dia
E corria sem estar varado
Em porto ou lugar algum
Brincava com a areia
e o mar
Sem conhecer nenhum
Ria do rio pelo seu nome
Desconhecia o oceano
assim vedado
Nessa água que tudo une
Por dentro de cada ser Humano
Para se soletrar
E mais nada
Para se fazer riscos de adivinha
De aonde nada provinha
Nessa terna idade
Onde nem havia saudade
Nesse parque vedado
Para se não se deixar alonjado
O ser que sonhava
O que tanto inventava
O que ria e chorava
Sem mais
O que se enternecia
E embevecia
Pela mais simples alegria
Pela mais terna sinfonia
Cantada entre as demais
Pelos sons mais reais
Alguma vez sonhados
Essa fantasia discreta
Que nem tinha tempo
nem meta
E se levava a todo o lado
Assim o ser criança jazia
Antes de se ter inventado
E dava luz ao próprio dia
E corria sem estar varado
Em porto ou lugar algum
Brincava com a areia
e o mar
Sem conhecer nenhum
Ria do rio pelo seu nome
Desconhecia o oceano
assim vedado
Nessa água que tudo une
Por dentro de cada ser Humano
9
Dar luz ao mundo
Essa tranquilidade
renascida
Entra por ti adentro
Renova o sentimento
E faz evocar
Essa imagem ancestral
Imbuída nessa melodia
que tão bem nos chega
Da nascente
Desse ser corrente
Que és na vida a passar
E mostra paisagens
de ensonho
por ti a dentro
a se deixar levar
Mares a teus pés
Acariciando
quem verdadeiramente és
sussurrando
segredos que não ouvias
até te aperceber
e parar
um momento
abrindo o tempo
e dando vida e magia
a qualquer lugar
e essa luz que te alumia
renascida entre noite e dia
assim alvorada ou ocaso
a se fazer misturar
nesse teu cadilho preparado
para transformar o mundo
nesse teu canto mais elevado
renascida
Entra por ti adentro
Renova o sentimento
E faz evocar
Essa imagem ancestral
Imbuída nessa melodia
que tão bem nos chega
Da nascente
Desse ser corrente
Que és na vida a passar
E mostra paisagens
de ensonho
por ti a dentro
a se deixar levar
Mares a teus pés
Acariciando
quem verdadeiramente és
sussurrando
segredos que não ouvias
até te aperceber
e parar
um momento
abrindo o tempo
e dando vida e magia
a qualquer lugar
e essa luz que te alumia
renascida entre noite e dia
assim alvorada ou ocaso
a se fazer misturar
nesse teu cadilho preparado
para transformar o mundo
nesse teu canto mais elevado
13
Romance no silêncio
Ficar no silêncio
ao se partilhar
Esse momento intenso
Incendio por dentro de nós
a irradiar
Sentido sentimento
Esse algo de alento
a se elevar
E esse calor bem humano
Entre o simples e o sagrado
Assim a acontecer ao respirar
e nos deixar corar
Por esse coração
prendado
Assim sustido
Lado a lado
Para saber chegar
a acontecer
Esse compasso adormecido
Esse sentido mais querido
Essa presença ainda insólita
Que nos move a perseverar
Essa imensa glória
Sem jamais se chegar
A alcançar…
ao se partilhar
Esse momento intenso
Incendio por dentro de nós
a irradiar
Sentido sentimento
Esse algo de alento
a se elevar
E esse calor bem humano
Entre o simples e o sagrado
Assim a acontecer ao respirar
e nos deixar corar
Por esse coração
prendado
Assim sustido
Lado a lado
Para saber chegar
a acontecer
Esse compasso adormecido
Esse sentido mais querido
Essa presença ainda insólita
Que nos move a perseverar
Essa imensa glória
Sem jamais se chegar
A alcançar…
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