Lista de Poemas
Palavras
Palavras indeterminadas
Notas de melodias
inacabadas
Fantasias ilustradas
Pelas poesias mais bizarras
Que possamos partilhar
Notas de melodias
inacabadas
Fantasias ilustradas
Pelas poesias mais bizarras
Que possamos partilhar
150
Recantos Sonhados
Nesses recantos sonhados
Nesses momentos idealizados
Nos que compor
Sorrir
Estar perto
Abraçar
O sentimento
De alento
Que nos une
Sem soçobrar
E nessa barca imaginária
Que navega na vida diária
Assim velejar
Em ventos e marés sem par
Até encontrar paisagens escondidas
Entre esse lugares nos que te animas
A deixar peugadas
Gravadas
Nas areias
Das praias
Se soubesse
Quanto de vida transparece
Ao te dizer o que se não esquece
O que de verdade nos aquece
E nos embevece
Se ouvisses
Mais além do que pensasses ou visses
E entre a melodia dessa canto lento
Encontrar esse sustento
Que voga sem parar
Que para sem avisar
Que nos toca ao se prolongar
De ser a ser
De sol a sol
Entardecer devagar
Ocaso anunciado
Ou amanhecer por se chegar
Assim qual vez primeira
Alvorada noutro lugar vedado
Nesses momentos idealizados
Nos que compor
Sorrir
Estar perto
Abraçar
O sentimento
De alento
Que nos une
Sem soçobrar
E nessa barca imaginária
Que navega na vida diária
Assim velejar
Em ventos e marés sem par
Até encontrar paisagens escondidas
Entre esse lugares nos que te animas
A deixar peugadas
Gravadas
Nas areias
Das praias
Se soubesse
Quanto de vida transparece
Ao te dizer o que se não esquece
O que de verdade nos aquece
E nos embevece
Se ouvisses
Mais além do que pensasses ou visses
E entre a melodia dessa canto lento
Encontrar esse sustento
Que voga sem parar
Que para sem avisar
Que nos toca ao se prolongar
De ser a ser
De sol a sol
Entardecer devagar
Ocaso anunciado
Ou amanhecer por se chegar
Assim qual vez primeira
Alvorada noutro lugar vedado
115
A solidão
Vem em nós obrar
Para fazer espaço
para voltar a plantar
Vem em nós saber
Até onde voga à vontade
A vontade do ser
Vem em nós poisar
Nesses lamentos
Íntimos e sedentos
Para se cuidar e curar
Vem assim mostrar
Feridas antigas
Novas veredas
preferidas
Para se querer assim alcançar
Entre os momentos do estio
Na lama, na névoa
Na neve, no frio
Nesse calor estridente
Que poisa assim qual pingente
E se deixa cair
Nesses lugares ermos
Prolongados
Onde a planície
ou o monte se estende
Assim por todos os lados
Nesses momentos velados
Onde nem nos encontramos
Quando chegamos
e nos achegamos
ao recém chegados
Nesses tempos
nos que levamos
Armaduras de gelo
que assim deixamos
Ao voltar a caminhar
E nesse segredo
Ledo íntimo e ameno
Regressar
Lentamente
Trazer a semente
Que se vai plantar
E no campo assim arado
Desse sonho futuro
No passo presente
plantado
À espera desse tempo
anunciado
Vivido e bem prezado
Para dar frutos e se levar
E partilhar por ser bem-amado…
206
Ouvir o Coração
Nessas melodias fugidias
Que se escondem sem notar
Nesse lugar aonde ias
Nessa graça a se mostrar
E nas gentes que contentes
Passam a vida a passar
E nos arvoredos
Erguidos e ledos
E nesses muros de aconchego
Trabalhados à mão
Para temperar a razão
E deixar o coração falar
Que se escondem sem notar
Nesse lugar aonde ias
Nessa graça a se mostrar
E nas gentes que contentes
Passam a vida a passar
E nos arvoredos
Erguidos e ledos
E nesses muros de aconchego
Trabalhados à mão
Para temperar a razão
E deixar o coração falar
88
Gigantes
Seremos gigantes,
ainda que mascarados,
reconheceremos
o que temos dentro
para nos abraçar
por entre os tempos vedados
e os espaços limitados...
estender pontes de vida e verdade
com tudo o que por dentro levamos
Verdadeiros seres íntegros
inteiros e Humanos
ainda que mascarados,
reconheceremos
o que temos dentro
para nos abraçar
por entre os tempos vedados
e os espaços limitados...
estender pontes de vida e verdade
com tudo o que por dentro levamos
Verdadeiros seres íntegros
inteiros e Humanos
156
Estátuas entre o arvoredo
A árvore e a estátua
Lado alado
Uma de ramagens
apontadas
Ao céu elevado
Pairando ao som do vento
Dançando suave e lento
E entregando
Sombra a um ser qualquer
Uma folha, uma flor a se escolher
E essa estátua
A seu lado - varada
Pelas raízes do tempo
Assim levantada
Braço em pose desse imperar
E nessa graça
Que luz e chuva e vento refaça
Ao voltar a fazer
Sua forma ceder
Uma e outra se entreteciam
Nesse parque onde jaziam
Entre tantas outras
A se ver passar
E quem as olhava
Uma e a outra
Fotografava
Ainda que ambas levasse
Por dentro
Para evocar
Se sentisses essa graça imensa
Mais além do que se sente e pensa
Y voltasses a idealizar
Esse sonho ameno
Que se sopesa no segredo
Esse abraço pleno
Que nos toca além do medo
Esse olhar iluminado
Reflexo de vida que nos é dado
E esse partilhar
Lado alado
Um tempo um lugar
Esse algo mais humano
De se estar perto e notar
Calor e vida irradiando
A melodia que nos vai unificando
Esse ir gerando
Pontes de se estar ao perto
Até assentir
Sem sequer pensar
E sentir amenidade
E verdade
Que antes estava à espera
De nos poder tocar
Lado alado
Uma de ramagens
apontadas
Ao céu elevado
Pairando ao som do vento
Dançando suave e lento
E entregando
Sombra a um ser qualquer
Uma folha, uma flor a se escolher
E essa estátua
A seu lado - varada
Pelas raízes do tempo
Assim levantada
Braço em pose desse imperar
E nessa graça
Que luz e chuva e vento refaça
Ao voltar a fazer
Sua forma ceder
Uma e outra se entreteciam
Nesse parque onde jaziam
Entre tantas outras
A se ver passar
E quem as olhava
Uma e a outra
Fotografava
Ainda que ambas levasse
Por dentro
Para evocar
Se sentisses essa graça imensa
Mais além do que se sente e pensa
Y voltasses a idealizar
Esse sonho ameno
Que se sopesa no segredo
Esse abraço pleno
Que nos toca além do medo
Esse olhar iluminado
Reflexo de vida que nos é dado
E esse partilhar
Lado alado
Um tempo um lugar
Esse algo mais humano
De se estar perto e notar
Calor e vida irradiando
A melodia que nos vai unificando
Esse ir gerando
Pontes de se estar ao perto
Até assentir
Sem sequer pensar
E sentir amenidade
E verdade
Que antes estava à espera
De nos poder tocar
107
poema em liberdade
Poema libre
Jamais enclausurado
Pelas linhas do papel quadriculado
Poesia e prosa que glosa sem mais
Por veredas
íntimas cenas
Que assim nos dais
quando as tocais…
Cordas dessa harpa
antiga
Íntima
amiga
Que se deixa trespassar
Pelo alento
Do que levamos dentro
Pela brisa que se move
submissa
Para tanger
Sem descrever
Essa musicalidade
Esse ritmo sem idade
Esse algo de vaidade…
Que se leva
na máscara mais fugaz
Essa que se retira
Quando a chama no peito
apura
E que se abre de par em par
Quando assim a inspiração
mais dura
E o momento se repete
E entre uma e outra se abre
O que por dentro se promete
Jamais enclausurado
Pelas linhas do papel quadriculado
Poesia e prosa que glosa sem mais
Por veredas
íntimas cenas
Que assim nos dais
quando as tocais…
Cordas dessa harpa
antiga
Íntima
amiga
Que se deixa trespassar
Pelo alento
Do que levamos dentro
Pela brisa que se move
submissa
Para tanger
Sem descrever
Essa musicalidade
Esse ritmo sem idade
Esse algo de vaidade…
Que se leva
na máscara mais fugaz
Essa que se retira
Quando a chama no peito
apura
E que se abre de par em par
Quando assim a inspiração
mais dura
E o momento se repete
E entre uma e outra se abre
O que por dentro se promete
127
Abraçar o Luar
Abraços que se sonha levar
Ali e aonde
Sem pensar
Nos entregamos
A essa alegria
Desse outro que encontramos
E sem querer
Fazer sintonia
Do que escolhemos
Fazer
Na novidade do dia
E sem mais dizer
O que se aprecia
O que nos delicia
O que se sonha
O que nos acaricia
Nessa noite
Fria
O que nos traz a paz
Que tanto se queria
Ali e aonde
Sem pensar
Nos entregamos
A essa alegria
Desse outro que encontramos
E sem querer
Fazer sintonia
Do que escolhemos
Fazer
Na novidade do dia
E sem mais dizer
O que se aprecia
O que nos delicia
O que se sonha
O que nos acaricia
Nessa noite
Fria
O que nos traz a paz
Que tanto se queria
155
Árvore da vida
Nesse algo oco aninha
Essa pequena avezinha
No tronco da árvore da vida
Esperando o doce encanto…
Dessa sintonia
Entre felicidade
e nostalgia
Para voltar a cantar
E nesse ir voando
De galho em galho
poisando
Momentos nos que se vai tecendo
Por dentro
Esse ser de imaginação prendada
nesse coração essa intenção gravada
De dar ao mundo esse algo que faltava
Ou ver de novo
o que se escondia
a quem admirava
E nessa beleza varada
Nesse momento
entre tudo e nada
Linha mais fina
que reúne e unia
Essa paz interior
ancorada
Esse turbilhão de cores
na tela branca levada
A ser obra
De fantasia
Que dá cor e vida
À rotina do nosso dia…
Essa pequena avezinha
No tronco da árvore da vida
Esperando o doce encanto…
Dessa sintonia
Entre felicidade
e nostalgia
Para voltar a cantar
E nesse ir voando
De galho em galho
poisando
Momentos nos que se vai tecendo
Por dentro
Esse ser de imaginação prendada
nesse coração essa intenção gravada
De dar ao mundo esse algo que faltava
Ou ver de novo
o que se escondia
a quem admirava
E nessa beleza varada
Nesse momento
entre tudo e nada
Linha mais fina
que reúne e unia
Essa paz interior
ancorada
Esse turbilhão de cores
na tela branca levada
A ser obra
De fantasia
Que dá cor e vida
À rotina do nosso dia…
126
Templos Interiores
Nesse lugar de silêncio velado
Altar na pedra assim entoado
O cântico mais silenciado
Desse ser humano
Deixado
Para se voltar a encontrar
Nessas paredes decoradas
Por mãos estilizadas
Para ser belas apenas
Sem se notar
Nessa brisa que acaricia
A face de quem aprecia
Essa suavidade
a nos trespassar
E nesse bem-querer
Nesse encontrar
Nesse bem nascer
Assim levar
Esperanças plantadas
No peito aninhadas
E surpresas
por se deixar contar
Nas histórias do dia
Plenas dessa alegria
Que é a partilha
Ao se voltar a encontrar…
Altar na pedra assim entoado
O cântico mais silenciado
Desse ser humano
Deixado
Para se voltar a encontrar
Nessas paredes decoradas
Por mãos estilizadas
Para ser belas apenas
Sem se notar
Nessa brisa que acaricia
A face de quem aprecia
Essa suavidade
a nos trespassar
E nesse bem-querer
Nesse encontrar
Nesse bem nascer
Assim levar
Esperanças plantadas
No peito aninhadas
E surpresas
por se deixar contar
Nas histórias do dia
Plenas dessa alegria
Que é a partilha
Ao se voltar a encontrar…
99
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
NoComments