Ícaro Italo Gomes dos Santos

Ícaro Italo Gomes dos Santos

n. 2004 BR BR

Ícaro Ítalo Gomes dos Santos,pseudônimo;Italo_poetrix. Descobriu sua paixão por livros ao ler"A Árvore Generosa" (The Giving Tree) e desde então tornou-se súdito da palavra poética e busca entender seus conhecimentos através dos caminhos líricos .Nascido em Aquidabã,do agreste Nordestino ,vêm se destacando com seus poemas com temas múltiplos .

n. 2004-07-01

Perfil
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Cortesia as pedras


Pedra por pedra, molda-se esse caminho onde os pés trilham nuances sozinhos, onde não existe gravidade, apenas a inevitabilidade do sorrir, do agir como um clássico moderno à Atração Magnética, impulsionando-nos a sermos o paciente de Jasper DeWitt, assimilado à própria existência da Erica, deixando-nos levar pelo desejo em êxtase ao cortejo da nossa lúdica...

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Poemas

52

Sal na Língua

Sol , ilumine quem eu sou 
Aos poucos estou me tornando o que eu não sei 
É bom confiscar essa dúvida 
Ou esquecê-la de vez na ponta da língua toda vez que sua pronúncia se plagiar ao  gosto do sal 
Sol,queime todo o céu 
Traga -me a noite fria assim como por quem minha alma sorria toda vez que via aquela companhia  ,havia uma simplicidade pura que só meu espiritual se acalmava a tal olhar fatal que no fundo era  apenas algo fictício que me afogava no profundo beijo do desprezo 
Fiquei preso a esse preço de querer te ter por perto e o que se sabe  ao certo é que é gratificante amar grátis, porém não mates ao outro com sua desvalorização só porque foi pouco a proporção que lhe foi entregue as suas mãos 
Mas  também não se contente com migalhas 
Reconheça da onde surgiram as falhas 
 Se auto Aprimore 
Ore ...


 

33

Ao corte da adaga

Estou sentindo como se alguém tivesse cravado uma adaga no meu peito
Saudades é o que define isso.
E você?

67

Disfarce

Fragmentos de incertezas são dádivas 
Robustas rabiscadas em músicas 
Às vezes a verdade se torna tão óbvia 
Quando a mente já não é tão lúdica

Meu  Bem,

É difícil decifrar o enigma do amor 
Essa sensação que ele nos traz,
É a paz e ao mesmo tempo é o tremor 
É  o suor frio do corpo ao calor da cápsula de desejos  que  nos encobre,
Um trio de sensações sem  sanções que o corpo sob o lençol   logre a autêntica fórmula do prazer 

A liberdade que me aprisiona é poder escolher viver com você 
Tão intenso quanto o romance de  Elisabeth e Mr. Darcy 
Nosso quarto é o disfarce ,
Para esquecer o mundo lá fora 
Vivemos o agora com o futuro já planejado
Somos almas livres 
Mas por esse amor fui algemado  
A alma gêmea do  alvo almejado

 O laço sentimental que foi criado pelo nada e se formou uma conexão que jamais pode ser comparada pelo universo do tudo ,do estudo 
Não há multi versos que comprovem como nossa química foi criada

Meu Bem 
Sou viciado em clássicos como Gorge Benson 
Você é melodia que me completa 
A antítese inédita que não dispenso 
O copo pela metade para nunca  saciar essa minha vontade de me localizar perdido em infindas variedades de fazer você feliz 
E todo dia eu penso 
Ainda que seja utópico esse universo 
Somos nós quem construímos o nosso

 

Meu Bem,
É difícil decifrar o enigma do amor 
Essa sensação que ele nos traz,
É a paz e ao mesmo tempo é o tremor 
Mas lembre-se,
Ainda que exista temor 
Corações unidos designam em vibrações de "clamor"

Meu Bem 
Sou viciado em clássicos como Gorge Benson 
Você é melodia que me completa 
A antítese inédita que não dispenso 
O copo pela metade para nunca  saciar essa minha vontade de me localizar perdido em infindas variedades de fazer você feliz 
E todo dia eu penso 
Ainda que seja utópico esse universo 
Somos nós quem construímos o nosso

 

174

Panorama

Em névoa etérea 
Sublime vida cósmica 
Matéria efêmera feita da Corrente de Andrômeda 
O medo da assinatura falsificada que não o conectará 
Sendo o mesmo dentro desse palíndromo 
Pálido ao panorama ermo 
Termos que temos que introspeccionar 

Ainda que acabe todo ar do diafragma 
Sobreviverá,
 àquele que não há de se acomodar 
 em confrontar o seu Eu mais profano no abismo mais profundo 
O olho que tudo vê além desse mundo 

O olhar no espelho negro que o iluminará 
Em sua jornada a escalar o Baobá 
Alcançará a safra e a Sefirá da Coroa lá de Acabala 
A dor adormecerá sem se ceifar ,
Antes que a inquilina da solidão solidariamente possa visitá-la  

Queira queimar todas as esperanças ao vestir-se de visita íntima só para poder intimidar 

Toca na rádio do miocárdio 
Nelson Mandela 
Não se vêem mais cores vivas de pessoas   em mandalas 

(Não deixe o  medo da opressão  moldá-las)

É perceptível quando somos  escravos de nós mesmos ,
Ouvimos as vozes dos antepassados ou somos nós em nós aprisionados num futuro distante em Senzalas ?

Fragmentos de  incertezas  são dádivas
Robustas rabiscadas em músicas 
Às vezes a verdade se torna tão óbvia 
Quando a mente já não é tão lúdica 

Em névoa etérea 
Sublime vida cósmica 
As linhas do destino não o definirá 
Dessa forma o nada o formará 
Formatará suas raízes e origens 
Paisagem formidável a desconfigurar 
Antes da criação, a automutilação 
Um Takeoff que dá acesso aos cofres de todas as metáforas 
A manifestação mais Sacra 
A unção por lágrimas 
O despertar do Chakra 
O líquido árido e ácido dos pensamentos íntimos do próprio espírito do Eu lírico ,
 no seu contato físico com a faísca do fogo que congela a mente inóspita enfatizada pelo cansaço vívido 
O equilíbrio dentro da xícara 
A âncora de mistérios e desejos que se afogam sem folgas 
Época que se fazem modernas Cleópatras 
Donas da felicidade 
Por todas as cidades 
Quantas Donas Lindalvas foram salvas?
Histórias que você já leu ,
Precisou presenciar e viveu 
A cada dia presente a reviveu 
 A maior demonstração de poder não é empoderamento 
É poder empoderar a mente 
 Ainda que Joguem às páginas ao léu 
Vejo o véu formado pela esperança que  cobriu 
Heley de Abreu...


 

213

Frações de palavras lidas

O imortal existe,
o imortal é um portal sem cadeados no portão em acesso livre que transcende o motivo pelo qual você vive 
E se a matéria morrer,
A essência do espírito resiste .

Onírico em abismos siderais 
Lírico em crismas místicos estelares 
As leis de Newton 
Não se aplicam a Milton  
Nascimento poético,versos proféticos Racionais

Sátiros em prismas sociais 
Sátiras de desmatamentos florestais 
Maré negra afunda o bolso do povo e de novo quebra o lacre para obter o lucro 
As duas faces da moeda se repartem para manter uma vida mínima a esse custo louco 
É o ganho de migalhas do pão aos poucos

Liga 190 que ainda permanecem os 1.9.9.0
Corrupção Sistêmica em códigos Morses 
Deciframos que de  cifras transbordam os cofres

Somos royalties, investidores secretos em sonetos capturados pela inflação que retrata e retira ,
Abstrata e visível mas dissolúvel as mãos de obra disponível por preço precário no nível que seja possível dominar ,
E para não desconfiarmos desse ciclo possessivo investem em alegóricos agressivos 
Propagandas, festas, copas e o que mais for acessível para manter a engrenagem no passivo 
Uns manos buscam óleo e não é da Petrobrás

Frações de palavras lidas 
Em cada página do Grande Grimório 
A alma em pó,
A alma implora para não ser dividida ao empório e vendida ao império 
Letras soltas, histórias vividas 
Mulheres sofridas 
Blanche Dubois 
O colorido purpúrio 
A exaustão da voz de Frida Kahlo 
O frio que dá calo resguarda uma chama acesa no peito 
Não tem jeito 
Quando ela incendeia 
Transcende a fase de a à z 
É Azzy na Aldeia


​Nesse diário de Anne,
Entendeu o cotidiano diário desde outros ontens.

Mulheres dignas ,
Signos , símbolos de depredações de dogmas contra os falsos monges lá,
Longes da população 
Donos da poluição,
Em seus tronos da  manipulação

Visão antropocéntrica 
Criptomoedas ou cédulas ?
Como deseja pagar pelo ar para respirar?

Os rios limpos são entregues ao Abraham Lincoln 
As mãos do garimpo,as mãos do governo americano

Quem divide multiplica 
Deve ser por isso que o país anda cada vez mais repartido em guerras de partidos 
Nesse solo Brasileiro 
Quem será o espelho do espetáculo em Espártaco ,
Revolta do Império Romano!

 

 

 

 

 

 

179

A capa

 

 

Todos os dias as dificuldades da sociedade
Reconstroem um novo super-herói.
Alta dosagem de cafeína
Para modificar intensificadamente a forte paisagem da rotina.
​E nos dias de "chuva",
Acaba que sua capa é forjada pela resistência,
A calma intensa da sua fé.
​Todas as manhãs são formadas por longas noites passadas;
Lágrimas que são derramadas
São unção proclamada.
Quantas vezes caímos na mira da mentira e da irônica ira?
​Recusamos chamadas das quais nem foram discadas pelo nosso intelecto;
Em consistência, a consequência é a perda existencial da existência essencial na essência, dentro desse palíndromo ortodoxo em raízes e ramos. E se erramos, jamais voltamos a ser o que éramos.
​Pérolas e pétalas não tornaram Cleópatra perpétua.
O espectro que o conecta
Não são os tesouros na pirâmide,
Mas sim os tesouros da memória;
O ponto específico da história
Em que você resolve mudar seus hábitos e adquirir um novo histórico.
​Um habitat,
Uma psicanálise fantasmagórica.
Tópico utópico sobre seus haters,
Kanye West e Drakes,
Four Roses e Jack Daniel's.
​Do outro lado do prisma, o valor tabela em preço será comprado em cédulas
E comparado às mesmas vezes de pessoas lá,
Bêbadas "a capa do copo".
É óbvio:
A anestesia do corpo
Que faz efeito na mente.
Mesmo sabendo o que te deixa doente,
É recorrente,
Reincidente em atos profanos.
Reconheço: somos humanos.
Vivemos de sonhos, de planos,
De canto em canto
Em busca do manto sagrado:
A reconciliação do Espírito Santo
Para pisar na Terra Prometida
Que há tempo foi decretada.
Vivemos um conto de cada;
Não é um conto de fadas.
Para quem acha que o Brasil é só futebol:
Até o Chucky dá murro em ponta de faca,
Oxóssi traz o veneno na ponta da flecha,
Eu trago o veneno na ponta da Bic,
Que a cultura se edifique.
​Ao ar, Ariadne,
O melhor caminho há de vir.
Adivinha!
O melhor caminho é você quem cria.
"O próximo passo nem sempre seguirá dentro do compasso;

Haverá tropeços.

É necessário persistir.

Sifan Hassan nas Olimpíadas de Tóquio:

Mesmo se um sonho é impossível, isso não é motivo para que seu desejo não o toque."
Usando o tempo livre do dia anterior como acréscimo no hoje que lhe foi concedido,

Para não ter mais um sonho cancelado,

Para não viver encarcerado nas suas frustrações...




211

Células de arma Branca

Na busca insaciável de ver em mim mesmo uma melhoria,
Em razão de encontrar a taquicardia que desse o sopro de vida,
Em sincronia perfeita entre a arte e a morte.
Não basta ser forte;
Necessito reconhecer os pontos vitais.
​Em suma, sumo se não somo todas as probabilidades
De desintegrar minhas fragilidades atuais,
Algumas das quais me perseguem desde décadas atrás.
​Em labirintos mentais,
Rumo ao meu eu que decifra-me,
Desci para me observar à vista do topo.
Sei que vão dizer que eu tô louco;
Faço minha arte igual a Van Gogh:
Para os que falam mal, não dou ouvidos nem um pouco.
​Chegar ao topo? Eu topo!
Mas antes se faz necessário descer às profundezas do abismo do próprio corpo.
​Cuidado com a altitude;
Eu já vi pessoas sufocando-se no próprio oxigênio,
E esse é o mal da montanha.
Uma engrenagem, a massa pronta para moldagem;
Criam uma ilusão tamanha sobre seu ser e o que você deve ser,
E sobre isso eu sei, sem ser um grande sábio.
​Sou um sabre,
Células de arma branca.
Um som sobre a verdade de cada pintura rupestre.
Um Mestre Valentim,
Esculturas de escrituras.
Quebrando paradigmas, arqueólogo da alma.
Humorístico ao tom de Charlie Chaplin,
Um Léo Lins sem censura.
Cultura com 8 Mile,
Direto de Compton,
Para que você vislumbre o timbre que sempre toca em volume máximo.
Clássico.
Angela Davis em conexão com o próximo.
Dentro da música, eu tô no compasso.
Entre a luz e a sombra,
Qual é o real equilíbrio em domínio próprio?
​A descoberta do fascínio também assombra.
​Foi necessário permanecer na ilha do Niilismo,
E assim, descobri que o mar é formado por preciosas lágrimas do humanismo.

52

Laços Inseparáveis

​Existe uma pessoa que mudou minha própria pessoa;
Seus passos formam o caminho que me aperfeiçoa.
​Seu abraço é tão único.
Pela casa espalhei várias fotos suas em quadros;
Me vejo em um quadro clínico:
Proteger e amar-te eternamente é o meu diagnóstico adequado.
​Lembro-me dos primeiros cuidados;
Perdi a conta de quantas noites passei acordado
Só para te ver dormir bem.
Pela sua inocência fui moldado;
Me vi mudado, um outro alguém.
​Ganhei mais força de vontade e perseverança
Para enfrentar as adversidades sob o olhar de uma simples criança.
O brilho do seu olhar é o reflexo da minha imagem e semelhança.
​Você me fez enxergar o valor imensurável de amar,
Que se destaca pelo apreço,
E isso não tem preço.
Hoje posso
Te ver ganhar o mundo;
Minha felicidade é saber que eu pude te acompanhar desde o berço...
​Saiba que pode contar comigo;
Faça da minha presença seu abrigo.
De forma inexplicável, somos conectados.
​Nas nuvens há um lindo bordão bordado,
E o tema mencionado
É que nossas vidas se fazem em apenas uma,
Em um perfeito ciclo que continua e continua...
​"Nem mesmo no meu momento de partida,
será uma despedida."

242

Pó de giz ao ar

Rogo aos céus que me ilumine,
Ainda que eu caia no banco dos réus,
Que eu possa me defender com punchlines.
A nossa vida é escrita por freestyles,
Pensamentos livres que nos tornam presos em nós mesmos.
Não é preciso cifrão para decifrar o quão autênticos são os mínimos detalhes.
Assinei o Tratado de Versar-lhes
Até o meu último suspiro em linhas de Francisco Sanches.
De refrão em refrão me refiz,
Ao ar aorístico em partículas tipo pó de giz.
​Já discuti com Aristóteles sobre essa filosofia que me desafia a cada dia.
Preciso de tão pouco para ser feliz,
Mas esse pouco nunca se completa.
Jornada sedenta secreta
Do mal que se corta pela raiz.
A árvore trouxe-me a sombra mais calórica e amigável;
Alquimia da Guerra Saudável.
Coração de Dâmfilo,
Um mântrico,
Um cântico,
Um dano irreparável.
Quem nunca vivenciou o passado
Remete-se ao presente congestionado.
​Às vezes eu me sinto o oposto:
Fragmentos de células humanas em vida numa manobra suicida a um desejo que não foi escolha minha;
Apenas algo imposto para que eu pudesse acreditar no suposto suspiro livre.
Em linhas passadas, perdoai minha memória,
Não sei se por aqui já estive.
Ainda aposto que somos apóstolos,
E o líder que seguimos habita além dos nossos cromossomos.
É aquele que não vemos,
São os desejos que temos,
Talvez o repúdio que não aceitamos.
Essa é a lei do cosmos:
Na pele do outro, sentenciamos;
Na pele própria, equívocos silenciamos.
Ao correr das areias da ampulheta temporal,
Nós mesmos nos tornamos quem somos,
Mas há sempre alguém que também acaba nos modificando.
​Eu rogo aos céus que me ilumine,
Ainda que eu caia no banco dos réus,
Que eu possa encontrar a paz na memória mais sublime...

178

Lírica Médica

Por cada obra de arte  em letras 
Por desafiar inúmeros numes e nomes ,
Por quebrar as correntes do Atlas 
Por escrever músicas múltiplas  multi silábicas das quais são bússolas auréolas  em forma  de conhecimento que abrange sobre quem ouvi_las 
Por refletir a alma de Herodes em nossos ódios e hereges 
Por transformar os medos em hóspedes da superação existencial,a autoestima em linhas de odes 
Por revolucionar por inteiro cada conjunto 
habitacional ,em residência de cada ser com seu espiritual 
Por ser apenas eu ,
Na lírica médica
...

(Correção )

Por ser apenas eu e mais outros códigos 43 
Por ser apenas eu e mais outros poetas ao topo sempre 
Desde Plano  Schlieffen
Até o Planet Hemp
Minha voz ecoa na cápsula cilíndrica do rap 
Minha arritmia em poesia e toda discografia 
É artigo de grife 
Ja dizia o MD Chefe

Por cada obra de arte em letra 
Vieram a dignificar que sou digno de ficar reconhecido como a versão xy de Georgia O’Keeffe

Por isso não posso falhar em cada estrofe 
Desde 
Pintura a óleo sobre a tela até olhos sobre as telas virtuais 
Formando 
paisagens da alma em quadros 
dos quais são enquadros brutais em erros de operações especiais entre becos e vielas 
Morro que formam favelas 
E suas descidas íngremes 
Só restam os resquícios de pólvoras 
E o povo lá
Em meio a luta e o luto 
Entre bala de troco e bala trocada 
Entre bala perdida e bala vendida 
Na busca implacável de encontrar o diamante bruto 
No garimpo da escravidão moderna 
A arte de sobreviver e sobressair dos perigos do governo  que nos  governa
Define quanto tempo nos resta em vida...

 

 

 

 

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