Lista de Poemas
O SILÊNCIO DO MENSAGEIRO!
As borboléticas beldades
estão voando com o selo da ostentação
e bebendo das peônias cores
de seus anjos de paus ilustrados.
Eu fico vindo aqui,
vendo o que chamam de espetáculo,
dissipando-me como
o vento
e me perdendo
na superfície estranha superfície
deste lago.
Enquanto bocas,
dedos e pernas abertas fazem
seu trabalho no silêncio de um quarto
ou de um skype,
após mais uma esportiva
e poética jornada,
eu me continuo nevoeiro
entre uma terra cheia de cores,
de dissimulações, de fantasias e de férreos
pecados!
estão voando com o selo da ostentação
e bebendo das peônias cores
de seus anjos de paus ilustrados.
Eu fico vindo aqui,
vendo o que chamam de espetáculo,
dissipando-me como
o vento
e me perdendo
na superfície estranha superfície
deste lago.
Enquanto bocas,
dedos e pernas abertas fazem
seu trabalho no silêncio de um quarto
ou de um skype,
após mais uma esportiva
e poética jornada,
eu me continuo nevoeiro
entre uma terra cheia de cores,
de dissimulações, de fantasias e de férreos
pecados!
99
O ATO MÁGICO
Imagina-me
estendendo meu peito nu
sobre os teus,
beijando-te
a boca e, com a mão boba,
percorrendo todos os segredos
do teu corpo:
e então, o beijo,
a brasa que incendeia, a penetração,
o êxtase e o extreme e trêmulo
orgasmo que nos une
por inteiros!
70
EU MORRI CONTIGO!
Eu amei teu ritmo
alucinado, assombrado como que viesses
de repente invader minhas
frias noites
e viesses dançar
com meu corpo e com minha
alma;
eu amei teu corpo,
teus retalhos e até teus segredos
mais devassos;
eu ainda ouço
a triste sinfonia de Albione,
quando a chuva bate na janela
de meu solitário quarto
e eu ainda te amo
mesmo que, para nós dois, com tua morte,
tenha ficado tarde
demais!
alucinado, assombrado como que viesses
de repente invader minhas
frias noites
e viesses dançar
com meu corpo e com minha
alma;
eu amei teu corpo,
teus retalhos e até teus segredos
mais devassos;
eu ainda ouço
a triste sinfonia de Albione,
quando a chuva bate na janela
de meu solitário quarto
e eu ainda te amo
mesmo que, para nós dois, com tua morte,
tenha ficado tarde
demais!
141
O ATO MÁGICO
Imagina-me
estendendo meu peito nu
sobre os teus,
beijando-te
a boca e, com a mão boba,
percorrendo todos os segredos
do teu corpo:
e então, o beijo,
a brasa que incendeia, a penetração,
o êxtase e o extreme e trêmulo
orgasmo que nos une
por inteiros!
130
A ÚLTIMA JANELA!
Uma janela ainda
aberta diante do cão que passa
apressado rumo à morte,
que doce,
que singelo,
que tudo esta janela aberta,
com a dona
a me acenar com o coração
e com a mão.
Sim, uma última
janela aberta, para lá vejo força,
vejo beleza, vejo vida
e vejo amor:
donde estou,
meu deserto vibra seco e, vendo-a
à janela, brilhar,
não sei se sinto
mais prazer, mais amor
ou mais dor!
104
NO ESCURO!
Em meu sonho desta noite,
uma multidão de anjos te ovacionavam,
alguns em teatrais júbilos,
outros em voos malabaristas,
outros ainda em masturbações dissimuladas
ou escondidas;
e eu estava em um lugar
de onde não conseguia sair
e de onde apenas conseguia te ver
e a eles te amando e delirando
como cães famintos,
num lugar sem sol,
onde me era impossível me levrar
de minhas próprias chuvas
de mortais fogos!
uma multidão de anjos te ovacionavam,
alguns em teatrais júbilos,
outros em voos malabaristas,
outros ainda em masturbações dissimuladas
ou escondidas;
e eu estava em um lugar
de onde não conseguia sair
e de onde apenas conseguia te ver
e a eles te amando e delirando
como cães famintos,
num lugar sem sol,
onde me era impossível me levrar
de minhas próprias chuvas
de mortais fogos!
179
NO ESCURO!
Em meu sonho desta noite,
uma multidão de anjos te ovacionavam,
alguns em teatrais júbilos,
outros em voos malabaristas,
outros ainda em masturbações dissimuladas
ou escondidas;
e eu estava em um lugar
de onde não conseguia sair
e de onde apenas conseguia te ver
e a eles te amando e delirando
como cães famintos,
num lugar sem sol,
onde me era impossível me levrar
de minhas próprias chuvas
de mortais fogos!
uma multidão de anjos te ovacionavam,
alguns em teatrais júbilos,
outros em voos malabaristas,
outros ainda em masturbações dissimuladas
ou escondidas;
e eu estava em um lugar
de onde não conseguia sair
e de onde apenas conseguia te ver
e a eles te amando e delirando
como cães famintos,
num lugar sem sol,
onde me era impossível me levrar
de minhas próprias chuvas
de mortais fogos!
96
DESABAFO
... agora que ficou
tarde demais minha boca
se silencia, arrependida de cada
palavra maldita que saiu
para te desgraçar,
meu coração sangra
de saudade, de dor e de agonia
por nunca mais poder te ver
e te abraçar,
e minha alma se paralisa.
vazia e desiludica, naquele frigidíssimo inverno,
sempre ansiando pela impossibilidade
de um dia te reencontrar!
tarde demais minha boca
se silencia, arrependida de cada
palavra maldita que saiu
para te desgraçar,
meu coração sangra
de saudade, de dor e de agonia
por nunca mais poder te ver
e te abraçar,
e minha alma se paralisa.
vazia e desiludica, naquele frigidíssimo inverno,
sempre ansiando pela impossibilidade
de um dia te reencontrar!
148
O INIMIGO INVISÍVEL ESTÁ EM NÓS MESMOS!
Entre os céus, as paredes,
os desejos comungados nos leitos
e os oníricos amores que
nos incendeiam,
não deveria haver
a palavra, pois tudo deve se tornar
natural e instantâneo,
sob o risco
de haver alguma queda
ao se tropeçar em nuas e escorregadias
pedras!
os desejos comungados nos leitos
e os oníricos amores que
nos incendeiam,
não deveria haver
a palavra, pois tudo deve se tornar
natural e instantâneo,
sob o risco
de haver alguma queda
ao se tropeçar em nuas e escorregadias
pedras!
149
VISTE LUZ E SOMBRA!
Por que nunca
dantes conseguiste me amar
na paz do leito e da Estrada,
porque vinhas ora
com flores para me ofertares
nas manhãs de sol tranquilo,
ora verbais punhais atirados no vazio
das horas noturnas?
Por que te instaste em mim,
amaste-me, usaste-me e me cobriste
de dor e lágrimas que te deixavam
completamente extasiada:
porque, em vez
de partires assim tão jovem e ainda
no auge da força do espírito
e da carne,
não me deste
um ultimo e definitivo beijo
que, antes de ti,
me matasse?
dantes conseguiste me amar
na paz do leito e da Estrada,
porque vinhas ora
com flores para me ofertares
nas manhãs de sol tranquilo,
ora verbais punhais atirados no vazio
das horas noturnas?
Por que te instaste em mim,
amaste-me, usaste-me e me cobriste
de dor e lágrimas que te deixavam
completamente extasiada:
porque, em vez
de partires assim tão jovem e ainda
no auge da força do espírito
e da carne,
não me deste
um ultimo e definitivo beijo
que, antes de ti,
me matasse?
111
Comentários (7)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
SEMPRE SUSPREENDE-ME COM TUA INESGOTÁVEL INSPIRAÇÃO. AMO TEUS POEMAS PARA A FLOR DE INVERNO, sinceramente. Saudações Alenarinas da Flor*
Por tudo, mais uma vez, obrigada! ¨¨¨¨¨Beijo_Flor*
Trivium
Olá, cara. Gostei bastante desta poesia tua. Você com partilha suas poesias em algum outro site que não este?
E eu tenho acompanhado toda esta história... E eu tenho me sentido feliz com as ''gotas orvalhadas'' que representam um passo a cada dia. Estamos juntos.
Lindo e provocante!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*