QUANDO O AMOR É UMA ILUSÃO
Tudo começa com a estranha e encantadora dilatação das pupilas, passando pela involuntária criação de sonhos esplêndidos e de esperanças lumes, com a mente em demência, e pela concupiscência das bocas, das mãos e das genitálias com os corpos suados e ardentes; para, por fim, geralmente se acabar entre as pedras do caminho, em algum outro leito de semelhantes fantasias ou em um silente e angustiante vazio.
ECOS PASSADOS
Dizias-te pura, vestias-te-te púrpura, e trazias-me luz, contando ___ vantagem; e, de fato, com essas qualidades, um arcanjo ___ te amaria impoluto, mas eu gosto é da sombra ___ do palco; por isso, após estações de primaveras ___ e outonos, sempre nos veio intervalos de silente ___ frio!
A MORTE – ÚNICO REFÚGIO II
Tudo tem o molde, a cor e a estrutura formados pelo sapiens. exceto, digo eu, aquilo que não cabe em tua aprisionada visão do tudo, aquilo que representas o apagamento onde nenhuma imgagem, pensamento ou palavra humana pode se moldar!
CULPAS E PECADOS EM UM AMOR LOUCO
Perto de mim exaltas ___ paz e calmaria, perto de ti chovo ___ e não estio; perto de mim te sublimas ___ e te santificas perto de ti te lanço às noites ___ sombrias.
SONHOS SECOS
Quantas vezes eu bebia a esperança de experimentar teus lábios? quantas vezes fizemos de nossos distantes momentos, em um web can, momentos de amor mágico? Quantas vezes em incontidos e estranhos desejos e fantasias nos queimávamos? Quantas vezes em terríveis chuvas de fogo, nos matávamos para, no dia seguinte, ressurgirmos mais bravos? E de que adiantou tudo isso, todo esse amor, todo desejo, toda angústia e toda dor, se agora não passo de um lamento de saudade por ti eternamente passada?
DEVANEIOS
Não entendo muito bem tua linguagem, mas conheço a abnormal origem de teus alvos devaneios: está ao silente avesso do que vives a frutificar com tuas fluorescências laivas e com tuas asas inválidas.
CURVADO
Tenho sempre fome e sede daquele tempo que não volta mais, daquela casa em que nos fomos mútuos espelhos, dos mares, das árvores, dos céus, dos sonhos, das fantasias e dos infinitos que juntos povoamos; tenho saudade de tudo, até das chuvas de fogo e das afiadas pedras que nos jogávamos num círculo louco de amor, de ciúme, de possessividade, de ódio e de loucura incontrolados!
LÁGRIMAS FINAIS
Ando perdido sob minhas próprias chuvas. Sob jugos, palavras voláteis, voos inválidos e palavras voláteis já entendo tudo. Sim, Tornei-me a própria chuva E sai de mim um sombrio vento frio, e, depois que ela partiu, não vejo mais nenhuma razão e nenhum sentimento me move a apanhar mais alguma flor parecida com ela, neste pomar cinzento!
HÁ SOBRAS AO DESCANSO
As luzes
que andam acendento por aí
com seus pensamentos, com suas imanêrncia
e com suas cores únicas
têm um disfarçado
fedor vazio, que conquista
e depois asfixia pessoas frustradas
com suas colheitas
incautas.
Mas eu,
niilo, sou como a noite, quando
chega com suas sombras frias para
embalar a solidão que lhes
fica,
e, ainda assim,
sem nenhuma causa, sem nenhuma razão
têm extreme medo
de mim!
NÃO SOU POETA À TOA
O niilista obscuro, quando falsa do ser ou sobre filosofia, investiga, elucubra e disseca a abnormidade, mas quando imagina uma mulher nua ou seminua, com seu sutiã e sua calcinha enfiada na bunda, esquece as próprias sombras, as próprias feridas, os próprios pés inchados, o próprio coração dilacerado e, para amá-la e fodê-la, cria-lhe uma linda lua!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*