Robson Wagner de Souza nasceu no Rio de Janeiro, em 08 de fevereiro de 1970, domingo de carnaval, às 13 horas.
Desde 1983 escreve poesias para conquistar as colegas de turma que apreciavam poesias.
Em 1987 ingressa no Colégio Dom Pedro II, ensino médio, em São Cristovão – Rio de Janeiro/RJ.
Sua vida acadêmica teve início no ano de 2006 na Universidade Augusto Motta, cursando engenharia civil, fazendo somente quatro períodos. Ingressou logo em seguida, ano de 2009, na Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, recomeçando o mesmo curso de engenharia civil, fazendo somente dois períodos.
Em 2011 retorna para Universidade Augusto Motta cursando um período de Arquitetura e Urbanismo.
No ano de 2014 começa a exercer a função de Mestre de Obras, responsável pela construção de dois prédios, na zona oeste do Rio de Janeiro. E logo em seguida, ano de 2015, se forma em Técnico de Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, Universidade Estácio de Sá.
No ano de 2017 deixa fluir toda sua vocação poética e nunca mais parou...
Jesus andava pensativo, entre os prédios da reencarnação, procurava um candidato para cumprir uma missão: voltar em terra desbravada, pelo comandante Cabral e mostrar a seus irmãos na Terra, que tudo pode tendo fé, mas que seja maior que um grão.
Para o grande auditório, muitos foram convocados. Espíritos se abarrotavam, queriam essa nova encarnação. Faziam grande algazarra, Jesus teve que intervir, pedindo que se calassem, para poderem assistir.
Após a prece triunfante, todo aquele turbilhão, só falavam pelos olhos, revelando apreensão. Muitos ali não se aguentavam, tantos anos de preparação, achavam estar mais que prontos, para aquela prelação.
Jesus chamou seu assistente, um tal de Pedro Simão, cochichou em seu ouvido, incumbiu-lhe da missão: falar para todos os presentes, dessa nova encarnação. E todos escutavam com muita atenção, cada palavra produzida, pelo tal Pedro Simão. Mas muitos desanimavam, querendo fugir de lá. Eram provas dolorosas, não queriam encarar.
Reencarnaria um só espírito, para poder representar, o brado retumbante de uma minoria secular: um povo humilhado, tão cansado de lutar. Nasceria em terra adorada, mulher negra, carioca, espirituosa, filha de militar. Com ideia educativa para os conceitos criticar e ajudar a distribuir toda riqueza do lugar. E ainda nessa empreitada escolheria se juntar, a uma linda confraria para poder muito ajudar. Deixando a porta aberta, para quem quiser entrar, buscando bênçãos de Maria e muita paz de Oxalá.
Depois daquela explanação, alegaram precisar, mais tempo naquele plano, para poderem se preparar. Jesus olhou atento, toda aquela multidão, que antes estavam prontos para a tal reencarnação. Eis que surge lá do fundo, uma voz na multidão, suave e feminina, quase como uma canção. Disse com versos bem fortes: Senhor! É minha salvação! Deixa que Te represente, clamo a Deus em oração, é chegado o meu momento, estou pronta para missão!
Simão Pedro desconfiado repetiu-lhe a preleção e também afirmou alto: muitos te apontarão! Jesus, homem sensato, que há todos conhecia, aproveitou daquele fato e a parábola repetia: “Que ainda nesses dias, bem poucos entendiam, que muitos eram chamados e poucos os escolhidos”.
Jesus sem perder tempo, sem muito postergar, batiza naquele instante, quem vem para o lado de cá: “Eu te chamo Emanuelly! Deus te habita o coração, retorna nesse dia vinte e começa tua missão. Estaremos sempre contigo, no décimo primeiro mês, comemorando esse dia, todos juntos de uma vez. Nessa data abençoada, nesse país tão gentil, coração de toda a Terra, pátria do evangelho, Brasil”.
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JULINHA
Mãezinha! Daqui me tira... Quero muito te tocar. Não sei se é noite ou dia, Mas quero me alimentar.
Mãezinha! Quero te ver... Quero muito te abraçar E lamber a tua bochecha Até aprender a te beijar.
Mãezinha! Já tá chegando? Quanto mais vou esperar? Me tira daqui de dentro Ou não paro de chutar.
Mãezinha! Vai ser janeiro? Deixa! Eu vou esperar... Aguardo até fevereiro, Meu padrinho vai adorar.