

Celso Ciampi
Mineiro de Juiz de Fora. Poeta, autor do livro "Minhas Faces", escrevo sobre o amor, a vida e de tudo um pouco. Membro convidado da Academia de Letras da Manchester Mineira. Participo do projeto "POESIA NA ESCOLA", fui selecionado para compor a antologia "POESIA BR!", em um concurso nacional.
1971-12-16 Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil
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COISAS CHATAS
Ah, mas que coisa chata,
Ter que chamar atenção,
Até batendo lata,
Sem nenhuma afinação.
Muito chato é gritar,
Ninguém ouvir,
Então você sentar,
Chorar até dormir.
Chato mesmo é ser chato,
Perturbar todo mundo,
Colar igual carrapato,
Viver feito vagabundo.
Mesmo sendo assim, um chato,
É importante curtir a vida,
Às vezes é mesmo um saco,
Outras vezes, coisa linda!
Chato mesmo é pedir amor,
Para quem não te ama,
É como pedir favor
Para gente que reclama.
Pode ser que a chatice,
Seja até uma virtude,
Mas eu acho cretinice,
Com isso perder a juventude.
Ter que chamar atenção,
Até batendo lata,
Sem nenhuma afinação.
Muito chato é gritar,
Ninguém ouvir,
Então você sentar,
Chorar até dormir.
Chato mesmo é ser chato,
Perturbar todo mundo,
Colar igual carrapato,
Viver feito vagabundo.
Mesmo sendo assim, um chato,
É importante curtir a vida,
Às vezes é mesmo um saco,
Outras vezes, coisa linda!
Chato mesmo é pedir amor,
Para quem não te ama,
É como pedir favor
Para gente que reclama.
Pode ser que a chatice,
Seja até uma virtude,
Mas eu acho cretinice,
Com isso perder a juventude.
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