Aqui E Ali
Coroamento
Aleijadinho, simples mito?
Nunca existiu? Tanto melhor.
Shakespeare, também, e é infinito.
Homero é o tal. Fica maior.
Em preto e branco
“O padre e a moça” no cinema.
Emoção funda quem não há de
sentir ante este filme-poema?
Salve, Joaquim Pedro de Andrade!
O subversivo
Grande bossa, em Minas Gerais:
raspa-se a barba a Tiradentes.
(Com suas faces naturais,
não mete medo aos dirigentes.)
Com sede ao pote
General Silva afobou-se,
corre à frente de Mamede.
E se ele encontrar no doce
pimentinha posta adrede?*
07/01/1966
* Milagre: não havia pimenta.
De 7 Dias
Começou festiva a semana:
espiávamos por uma frincha
a vitória, e eis que ela fulgura,
rosa aberta ao pé de Garrincha.
Ai, emoções de Gotemburgo!
Futebol que nos arrebatas,
esse rugir de alto-falante
vale mozartianas sonatas.
E torço firme a vosso lado,
cidadãos que morais no assunto,
embora entenda de pelota
simplesmente o que vos pergunto.
Quem ganhou foi o Botafogo,
canta o severiano, alma leve.
Exclama junto um pena-boto:
— É, e quem perdeu foi Kruschev.
Entre estouros, risos, foguetes,
assustado, lá foge o pombo
que bicava milho na praça,
mas surge Adalgisa Colombo,
escultura, graça alongada,
e a seus munícipes ensina
que entre todos os bens da terra
a beleza é graça divina.
E talento é a suprema dádiva:
penso nisso ao ver Pinga-fogo
no Dulcina, e a rara Cacilda
em seu sutilíssimo jogo
de emoção: a infância pisada,
um murmúrio de pai a filho,
diálogo obscuro das almas
para quem o sol é sem brilho.
E que delícia O protocolo,
velho Machado sempre novo!
Nosso teatro já floresce,
não é pinto a sair do ovo.
Mas nem tudo foram ditosas
horas no tempo brasileiro:
o vento no Convair, e a chuva.
A morte estava num pinheiro.
A morte estava à espera, surda,
cega a toda humana piedade.
E esse indecifrável mistério,
inscrição chinesa no jade,
faz baixar um crepe silente
sobre os gaios fogos votivos.
Que João e Pedro, das alturas,
suavizem a pena dos vivos.
E vem outro, mais outro dia.
Paira a esperança, junto à fé.
A bola em flor no campo: joia,
e seu ourives é Pelé.
22/06/1958
Parelhas
Lá se foi a Revista da Semana,
mas eu começo a minha: uma pavana
de fatos mais ou menos exemplares.
— Senador Benedito Valadares,
que diz do PSD? Aquilo existe
ou é só um cochicho meio triste
ao pé do ouvido e à sombra do Catete?
Gato (escaldado) em rabo de foguete,
diz que vai mas não vai, e a presidência
da Câmara balança: a adolescência
da ala velha e a velhice da ala moça,
no decorrer dessa peleja insossa,
brigando, francamente, não resolvem,
nem os astros com isto se comovem.
Mas diz-que vem o tal Conselho sumo
de notáveis, limão que esguicha o sumo
de seu alto saber, meio escondido.
Pergunto, sem fazer-me de enxerido:
— Dr. Luz também entra, ou dá fricote
no General Ministro Duffles Lott?
Pergunto e caio fora. Do alto, a nívea
face da lua cora: na Bolívia,
espera-se um caboclo brasileiro
e é Tio Sam que chega, bem matreiro,
vestindo a nossa calça remendada.
Eu preferia não dizer mais nada,
que a moral deste conto é simples bolha.
Amigos bolivianos, livre escolha?
Seja MacKenna, Lunardi ou Galdeano,
russo, tupiniquim, americano,
Brabol ou Petrobol ou Caracol,
a verdade é uma só, luzindo ao sol:
os bens da terra, a todos prometidos,
são apenas doados e vendidos
em proveito de “grupos”, e a esperança
de um mais justo sistema não alcança
o próximo horizonte. Era de lata
a coroa de Momo, e tão abstrata
a sua monarquia que, deposto,
ninguém repara que mudou de rosto.
O movimento em Cuba foi mais duro,
e estranhamente acaba ao pé de um muro.
Como se mata! A coisa esplende à vista:
vem, depois de um Batista, outro Batista.
E, enquanto Fidel Castro perde o brilho
de herói libertador, importa milho
e feijão a Cofap — sai mais em conta
do que plantando nessa roça tonta…
De resto, o Carnaval recobre tudo.
A estátua de Chopin, durante o entrudo,
veste não sei o quê, na Cinelândia,
e a pobre da cidade, por onde anda
a arte prefeitural, mostra uma cara
que tenta rir, mas é de pau de arara.
Tudo é “vestir os nus” com roupa falsa…
Fernanda Montenegro, porém, se alça
no Ginástico, ali pelo Castelo,
à Arte Maior, e honra Pirandello.
18/01/1959
A Um Viajante
Eu vi você flutuando
na avenida sidéria.
Tranquilo, de escafandro,
fotografava a Terra
e outras terras e outras,
como turista em véspera
de voltar ao navio.
Súbito pulava um peixe
treinando, solicósmico,
nado sobremarino,
acrobata humorista
piruetando à solta
entre niilmundos, mundo
micromenino, olhante.
Você estava livre
de terrestres algemas,
era tão mais que pássaro
em distância e corisco,
e as aves em seus curtos
trajetos e projetos
requeriam dispensa
da condição voadora.
Um tubo apenas, elo
entre você e a sempre
mesmice cotidiana,
já vejo desligado.
No próximo domingo
nem restará registro
de míseros sistemas
que regulam o passo,
o compasso e o destino
urbano ao ser humano.
Liberto assim me vejo
em você, de mim mesmo,
deste peso e limite
que comigo carrego
ou a mim me transporta
ao prefixado jeito
da rês ao matadouro.
Eu vi você flutuante
e a seu lado flutuava
meu tardo corpo, e a mente.
Que sensação de tudo
vencido e convencido,
o sonho devassado,
o hieróglifo legível,
cofre de banco aberto
à astúcia do assaltante.
A glória de meu dia
é cosmoflor abrindo
as pétalas magnéticas
acima das estrelas
e dos hortos botânicos
plantados no possível.
Flor impossível, hoje
presa à minha lapela
na tevê desta célula.
Que sensação de nada
me vinha desse tudo.
Flutuávamos, sorríamos
em nossas carapaças
e o ardil vitorioso
cálculo grave-lúdico
em nós se desfazia:
era um fruto da terra,
germinada paciência
em luta com a matéria,
na infância da notícia
que temos de nós mesmos.
Uma dança aprendíamos
nova, de novo ritmo?
Ou, senão, decorávamos
de andar, preliminares?
Tamanha infância envolve
o cansaço das eras
que, no espaço vagantes,
eu e você — onde fica
a rua do colégio? —
a esmo procurávamos.
Flutuar não era ainda
ser e ser com firmeza,
mas ensaio indeciso
de exatas propriedades.
Os fantasmas de crenças
abolidas, e a imagem
tênuiazulmente vaga
de crenças-work in progress,
aerólitos, cortavam
a neutra superfície
da não atmosfera,
escarninho cortejo
de nosso real triunfo.
Eu vi você voltando
em seu terno divino
à regrada escotilha
da nave em torna-viagem.
Uma outra solitude
baixava, impercebida,
e se juntava à antiga
solitude da vida.
21/03/1965
Na Semana
As alegrias no Maracanã
que um Garrincha, a brincar, dá a seu fã!
De repente, porém, o big estádio,
seja diretamente ou pelo rádio,
dá é enfarte, ou chocho desengano
ao candidato que entra pelo cano.
— Por favor, minha filha (sofredora,
a voz dirige-se à escrutinadora):
um votinho pra mim naquela urna!
Não o deixe fugir…
Porém soturna
prossegue a votação; nem uma cédula
surge para consolo da alma crédula,
que milhões despendeu em papelicos,
faixas, almoços e outros paparicos.
— Ô diabo, será que nem eu mesmo
votei em mim?
Com cara de torresmo
bem frito, o pobre volta para casa
como quem baixa à sepultura rasa,
queixando-se à patroa, em desatino:
— E eu fui acreditar no Juscelino!
Muitos mais acreditam no Brizola,
e até tirarem isso da cachola…
Por enquanto, esse mágico de Oz
o que fez foi nos tirar o arroz.
Por falar em arroz, sabe que o açúcar
volta a sumir, tal qual a rima em úcar?
Com doçura ou sem ela, uma esperança:
afinal, esta é a Semana da Criança,
e quem nasceu primeiro, dia doze,
ganhou três mil pratinhas. Que não ouse
a Inflação ricanar: — Ano que vem,
deem-lhe um bilhão, e não esse vintém.
Vai chovendo lá fora. E me comove
um livro-sangue: O País do Não-Chove.
O poeta Homero Homem quis dizer
em verso claro — e disse — o velho doer
de penas nordestinas tão doídas
que de lembradas tornam-se esquecidas,
mas de novo precisam ser lembradas
e, por mão da poesia, resgatadas.
14/10/1962
Encontro
O professor Rodrigues Lapa descobriu na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, em autógrafo, um longo poema inédito de Tomás Antônio Gonzaga, que se supunha perdido — “A Conceição”.
A notícia melhor desta semana
— canto de passarinho em faia ou tília —
não foi a Operação Americana,
sonho na madrugada de Brasília,
sonho que, de inocente, lembra Emília
no País da Anedota Munckausiana.
Tampouco foi o aumento com que engana
o barnabé o choro da família.
A mais bela notícia… a que me afaga
o coração, e dela me alimento,
vem-me de ti, velho Tomás Gonzaga.
É teu poema, a furar o esquecimento
dos arquivos, qual flor rompendo a fraga:
Poesia, eternidade do momento.
24/08/1958
Cruzeiro Vai, Cruzeiro Vem
Meu pobre cruzeiro velho:
não viveste nem trint’anos
e acabas mais acabado
que os fósseis aurinacianos.
Surgiste das cinzas ralas
do desossado mil-réis
e te saudaram em coro
monetários menestréis.
Assim crivado de estrelas
(de dívidas, nós, crivados)
luzias, dando esperança
a bolsos acabrunhados.
Atiraste um zero fora
como inútil ornamento
e o cifrão passaste à esquerda:
notável melhoramento.
Em teu afã reformista,
torceste o pescoço ao “conto
de réis” — e mais não fizeste
que aqui mereça raconto,
salvo trazeres ao colo
um menininho, o centavo,
que mesmo em grupo de oitenta
era o óvulo de um avo,
e durou menos que a rosa
do tal poeta francês,
enquanto te esmilinguias
cada vez mais cada vez.
O que o mil-réis adquiria
(aliás, coisa mofina)
fugiu de ti como o peixe
foge à caça submarina.
Em vão gastaste a reserva
de nossos atos de fé.
Em vão usaste o retrato
do bravo Tamandaré.
Até que afinal sumiste
de tão completo sumiço
que ouvindo falar teu nome
eu me pergunto: Que é isso?
Hoje te dá um decreto-
-lei piedosa sepultura
e de teu fantasma brota
uma diversa criatura.
Diversa mesmo? De novo
há o “novo”, no casco antigo:
valor de mil cruzas fluidos
florindo no seu jazigo.
Mas o simples adjetivo
que bem me faz e a meu povo!
Psicológico, é claro,
mais claro que clara de ovo.
O pequenino centavo
revive, tão camarada.
Ao vê-lo de roupa nova
sente-se a graça do nada.
Quanta coisa agora eu compro
pelo artifício da moeda!
Fico rico de repente,
mais ágil depois da queda.
Já não me cose o alfaiate
um saco em vez de algibeira:
cabe tudo, e sobra espaço
numa dobra de carteira.
Do que era mil resta um?
Pois onde há um penso mil.
E nesse ziriguidum,
do ceitil que sei? Sei til.
(Enquanto voa, sutil,
o Oiseau Bleu de Tyltyl.)
17/11/1965
O Busto
Mário Melo, Mário Melo,
que levantas contra o busto
do mago Poeta o martelo
demolidor, e que o susto
espalhas pela cidade
das letras: porque tamanha
ausência de amenidade,
mais própria de uma piranha?
Invocas a lei suprema
de Pernambuco: só morto
o autor do mais belo poema
faz jus a estátua no horto.
Ele está vivo? Que espeto,
pois só admiras defunto.
Para a glória do soneto,
queres um cadáver junto.
Não percebes que este caso
repele comparativo:
que, rompido o humano vaso,
o poeta sempre está vivo,
e em tais condições, ó Mário,
jamais o celebraremos:
o seu fado extraordinário
é não morrer, se morremos.
Laurel aos vivos, concedo,
saca em branco contra a História;
também tenho muito medo
da praga bajulatória.
Mas quem é quem? (se consentes
uma pergunta indiscreta).
O poder dos presidentes
não é o poder do poeta.
Ele é banqueiro? milico?
dá cartório? é bispo? influi?
Não é nada disso, rico
de ouro divino, que flui
e que, sobre bens fungíveis,
sobre os grandes do momento,
conduz a mais altos níveis
o verbal encantamento.
Ou não amas a poesia?
Disseram isso; não creio.
Em qualquer lugar e dia,
ela faz parte do asseio.
Nunca te seduz um verso,
seu ritmo não te conforta?
Não decifras o universo
de Pasárgada na porta?
Ou temes que bardos pecos
— três, quatro, cinco, seis, onze —
em praças, ruas e becos
reclamem todos seu bronze?
Calma: uma postura basta,
que exija, para ter busto,
entre a concorrência vasta,
ser, como este poeta, augusto.
Pernambucano à distância,
vai pouco ao Recife — alegas.
Mas Recife é sua estância
interior, e em suas pregas
morais, no cerne, no suco,
outra imagem não distingo
senão a de Pernambuco,
impressa em claro domingo.
A “Evocação do Recife”
já leste? Que pena. Vale,
sozinha, um busto. Paquife
haverá que se lhe iguale
como brasão afetivo
de uma cidade? Não erra
quem neste Poeta um cativo
enxergar, de sua terra.
Pelo seu lirismo tenso,
que ensina amor aos amantes;
pela brancura de lenço
de sua vida, hoje e antes;
pela ternura e mistério
que de seus livros se evola;
e o tocante ministério
implícito em sua viola,
não pode erguer-se-lhe em vida
um monumento singelo,
sem que, face embrabecida,
nos convoques a duelo?
Mário Melo, Mário Melo,
não tornes Recife ingrato.
Larga a vara de marmelo,
descansa a pena de pato,
e, mesmo que não te agrade,
permite que a prazenteira
alma de sua cidade
honore Manuel Bandeira.
20/04/1958
À Deriva
Aposentada musa domingueira,
põe o suéter e vem, ao sol franzino,
distrair-nos em tom de brincadeira.
Já pipoca no céu todo o junino
aparato de bombas de hidrogênio
e mal nos deixa ouvir, puro, o violino
na Nona sinfonia, com que o gênio
reestruturou em música este mundo.
(Viva a OSB: há mais de um decênio
ninguém ouvia aqui todo o profundo
mar beethoveniano, salvo em disco,
Elvis Presley, primeiro; ele, segundo.)
Musa, vais ao teatro? Eu não me atrevo.
A noite é fria, é bom quedar em casa
lendo ou cismando aquilo que não devo.
Nessa quietude os sonhos criam asa,
passeiam sem programa, e não te conto
o que brota de luz na mente rasa.
Mas não vão muito longe; neste ponto
vejo Baby na Alfândega, detida
até que o dono pague, conto a conto,
forte taxa aduaneira, que é devida
(uns cento e trinta e tantos mil pacotes).
Baby, uma cokerzinha… Puxa vida.
Meu espanto, porém, Musa, não notes.
Coisas há de mais tomo, no momento,
que chamarei, pedante, de litotes.
Estou me referindo ao movimento
de pacificação cá no terreiro,
que diz “sim”, pensa “não”, feito de vento.
JK abraçado ao Brigadeiro,
e todos de mãos dadas, em ciranda?
A paz baixou ao Rio, anjo-craveiro?
Se os partidos não lutam, como isso anda?
E, sem oposição, que é do regime
democrático, aqui e em Samarcanda?
Calma, doutores, pois todo o sublime
palavreado, viu-se, era conversa
com olho na eleição, que alarma o time.
Musa, nesta crônica dispersa,
cabe uma palavrinha a Portugal
de Camões, de Pessoa, que alicerça
a nossa fé no espírito, fanal
de um povo livre e novas glórias, quando
delas chegar o tempo, em monte e val.
Assunto e mais assunto vai passando
e eu nada disse, amiga, do Marceau
e do Bip, que em pouco vêm chegando.
Ensinarão ao líder de Nonô
que mímica é melhor do que discurso?
Adeus, musa, meu número acabou
e sigo o tempo (é tempo) no seu curso.
09/06/1957
De Ontem, de Hoje
E lá se foi o Gordo, enquanto o Magro
circula a esmo, e os versos que consagro
à velha dupla servem de coroa
sobre a pantalha antiga (era tão boa),
tempos do pastelão, do Chico Boia!
Lembra-se de Asta Nielsen, aquela joia?
Era antes desses dois, mas tudo quanto
luziu no Novecentos cabe em canto.
Você ia ao cinema, via a rosa
da Bertini, e, tal qual Guimarães Rosa,
criava ricas, fortíssimas palavras
para exprimir as emoções escravas…
Somos morgados, sim, daqueles idos,
e os pensamentos idos e vividos
que brotam do teclado meu portátil,
ó pobre Gordo, seguem a versátil
deriva da saudade, du temps perdu.
Falar nisso: e os sessenta anos do Di?
A rima é torta, mas o que é direito
(a juventude mora no seu peito)
são as pinturas mil de mil mulheres,
entrefolhadíssimos malmequeres,
que dizem de sua arte em qualquer parte
— blusa de seda ou saia de zuarte.
Vamos ver os tapetes argentinos,
ali no MAM? Ou quer os cristalinos
acordes de Henryk Sztompka no piano?
E Lili Kraus, Hans Sittner, ai, seu mano!
Assim o DASP fizesse seus concursos
como esse que aí está… Os próprios ursos
fraternos se tornavam, prazenteiros,
quanto mais capixabas e mineiros.
Pois se a música opera tais milagres,
vamos pôr na gaveta ódios, vinagres,
esquecer um momento os truques bobos
da política, e salve, Villa-Lobos!
Custou para saber que ele era o tal.
Mas glória é glória, e eis que vasto coral,
pelo Brasil afora proclamando
esse nome de Heitor, o vai louvando.
Tempo bom de viver: o César Lattes,
o Portinari, o Villa… Ó peito, bates,
não de simples orgulho brasiliano,
mas de sentir-te universal, humano.
E que mais? É, ficou uma beleza
este livro do Rónai, sobre a mesa.
Contos húngaros são, do melhor mosto,
presente delicioso, mel de agosto.
O calor deu um ar de sua graça,
ótimo!, a praia vibra, o tempo esvoaça,
e a mocinha pergunta, com voz pura:
“Mas fica muito longe Singapura?…”
11/08/1957
....quase uma quadrilha à moda portuguesa. A quadrilha daquela assembleia que nenhuma História quer ver entrar, de tanto entrarem e saírem dos bancos levam a população a crer que estamos a saque
.....sobre o que não se conhecia e, ébrio por conhecer vem porque o admira. Ele é muito reconhecido em Portugal e muito lido por uma vasta comunidade académica
Poeta completo.
Admiro muito este poeta e contista. Sua poesia mais contundente para mim e, Os ombros suportam o Mundo e a Rosa do Povo.
Adoro, fico extasiada quando leio os seus poemas
adoro seus poemas pois alem de nao ser tao dificil compreensao fica lindo e direto o que eu sinto
faser mais estrofes
amei você é d+ te amo nunca se encontra um brasileiro igual a você S2
adoruu toda a historia dele!!!!!!
Adorei muito Legaaallllllll................
Um Genio apaixonante sabe oq é amar a vida e as pessoas e a nutureza!!!!!
Bonita a historia dele adorei
Achei magnifica essa biografia parabéns ao autor
amo as poesia de Drummond,e genial,,,e fica a dica e so pros'''que sabe apresia tudo o que foi escrito por esse grande altor...assm ;;Reane batista da silva....
tem gente q só qer saber quando nasceu e quando morreu esses são os famosos enguinorantes eu nn curto muito poemas mais o desse cara é d+++ kkk '_'
Carlos Drummond de andrade um homem que transformava o cotidiano da vida em poesia jamais me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho......
gostei super legalllll !!!!!!!!!!
me imprecionou,mas sou supeito por ser fã
Amei sua historia......D+
Amei,Amei,Amei...d+!!!!
Adorei a história quero saber mais um
adorei a historia desse cara e demas
amo o poema José.
adorei a história dele muito interessante amei!!!!!!!!!