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Lista de Poemas
Nêmesis
Ela é meu abismo
As profundezas que me negam as alturas
Sou aquele que se vai embora
Quando a chuva cessa
Ela, a paixão umbilical que me prendeu à terra quando fui Ícaro
Abracei o desejo de Midas
E não mais amor achei em vida
Sou o olhar naquele céu em retrato
O choro na brusquidão do pregoeiro que me apreçou a alma
O não sentir, caos, não ser
Ai de mim, ai
Por ser este que com a chuva se vai
Jheronimus
82
ESTRO-EMOÇÕES NÃO ENSINA DAS
Naqueles abraços que me seguram no amanhã
Manhã escura de setembro, sussurrando ao longe
Breve brisa invadindo a casa, enamorando as cortinas no seu balançar serpenteante, sol tímido,
Nuvens negras usurpando o horizonte azul...
Saio da cama em forçado esforço, solto um esgar de sono, procuro pela casa e encaro a sombra na parede,
Estática, copiando-me os movimentos
Numa penumbra meio nítida
Naquele dia a luz era sombra da inexistência
Sem indícios de existência
Era nada, apenas mais um dia
Mais uma jornada
Tão efémera qual uma lágrima
A cada momento, a cada respirar
Os instantes passam velozmente
O agora muda para depois e o depois para actualmente
E precisamos continuar
Pois, a leve e fina esperança reside no amanhã
E precisamos erguer os braços
Eles anseiam por algo em que segurar...
.
Jheronimus
Manhã escura de setembro, sussurrando ao longe
Breve brisa invadindo a casa, enamorando as cortinas no seu balançar serpenteante, sol tímido,
Nuvens negras usurpando o horizonte azul...
Saio da cama em forçado esforço, solto um esgar de sono, procuro pela casa e encaro a sombra na parede,
Estática, copiando-me os movimentos
Numa penumbra meio nítida
Naquele dia a luz era sombra da inexistência
Sem indícios de existência
Era nada, apenas mais um dia
Mais uma jornada
Tão efémera qual uma lágrima
A cada momento, a cada respirar
Os instantes passam velozmente
O agora muda para depois e o depois para actualmente
E precisamos continuar
Pois, a leve e fina esperança reside no amanhã
E precisamos erguer os braços
Eles anseiam por algo em que segurar...
.
Jheronimus
126
ESTRO-EMOÇÕES NÃO ENSINADAS
Durante a Eternidade
Quero. Enquanto ainda posso!
Enquanto ainda sorrio com estes olhos
Durante a eternidade
Em cada sonho, em cada desejo.
Quero esse alguém que tenho a cada sono
Estou à espera no nosso eterno recanto,
Estás de volta, és tu que vem a caminho?
No berço do nosso beijo de setembro
Meus braços já quebraram promessas
Meu coração já apagou palavras
O tempo já me tirou as esperanças
E chegou a devolver novamente
Já me faltou a verdade, já. Já me abraçou a solidão
Já fui insensível. E me escapou o amor.
Agora eu quero mais do que apenas querer
Quero alguém!
Espero, quero esse alguém de volta
Esse meu que nunca tive.
Quero você! Quero poder precisar de você!
Em tudo que eu desejar
Em todo tempo
Em tudo quanto eu for
Quando for
Seja no amor ou dor,
No sorrir e chorar.
No dormir e acordar, no morrer
E reenarnar...encontrar e amar novamente.
Jheronimus
Quero. Enquanto ainda posso!
Enquanto ainda sorrio com estes olhos
Durante a eternidade
Em cada sonho, em cada desejo.
Quero esse alguém que tenho a cada sono
Estou à espera no nosso eterno recanto,
Estás de volta, és tu que vem a caminho?
No berço do nosso beijo de setembro
Meus braços já quebraram promessas
Meu coração já apagou palavras
O tempo já me tirou as esperanças
E chegou a devolver novamente
Já me faltou a verdade, já. Já me abraçou a solidão
Já fui insensível. E me escapou o amor.
Agora eu quero mais do que apenas querer
Quero alguém!
Espero, quero esse alguém de volta
Esse meu que nunca tive.
Quero você! Quero poder precisar de você!
Em tudo que eu desejar
Em todo tempo
Em tudo quanto eu for
Quando for
Seja no amor ou dor,
No sorrir e chorar.
No dormir e acordar, no morrer
E reenarnar...encontrar e amar novamente.
Jheronimus
111
ESTRO-EMOÇÕES NÃO ENSINADAS
A Dor que Exalta a Lágrima
Como em todo poeta
a inspiração é repleta e
muitas vezes na dor se completa
Não se preocupe quando em versos explodir
pois significa que,
simplesmente,
o coração voltou a reagir
-Alguns me conhecem,
Jheronimus
112
Diva Luar
Derramei a lua sobre teus poemas
E não mais fui infeliz
Pintei-a como em meus versos sublimes
Beijei-a, amei o luar nos lençóis da noite
Fui manhã e hoje renasci
Carregado na brevidade da tênue brisa
No calor da madrugada, amainando sob
Teus pés, curando minhas feridas
Dei amor e mais recebi, fui luz
Direcção de caminhos para quem ousa seguir
Escape, saída, beijo, carinho, despedida...
Sou mais, maior que minhas antigas metas
Semente, flor, jardim, floresta...
"Te amo, vida"
Escrito na saudade que já se foi
Tatuado na lembrança transportada por aí
Largada pelas ruas, pelos bares e lugares
Te amo, quando de novos amores
Nascem novas saudades, do que ainda não temos, de tudo quanto ainda não vivemos
"Te amo, vida"
Semeei minhas rimas sob o luar, mãe
Para te ver crescer radiante e divina
Para amar cada dia na lembrança infinita
Em cada página da minha vida
És minha poesia
Em cada saudade, minha poesia
Porque amar é adiar a despedida...
Atila J.
❤ Para minha mãe
E não mais fui infeliz
Pintei-a como em meus versos sublimes
Beijei-a, amei o luar nos lençóis da noite
Fui manhã e hoje renasci
Carregado na brevidade da tênue brisa
No calor da madrugada, amainando sob
Teus pés, curando minhas feridas
Dei amor e mais recebi, fui luz
Direcção de caminhos para quem ousa seguir
Escape, saída, beijo, carinho, despedida...
Sou mais, maior que minhas antigas metas
Semente, flor, jardim, floresta...
"Te amo, vida"
Escrito na saudade que já se foi
Tatuado na lembrança transportada por aí
Largada pelas ruas, pelos bares e lugares
Te amo, quando de novos amores
Nascem novas saudades, do que ainda não temos, de tudo quanto ainda não vivemos
"Te amo, vida"
Semeei minhas rimas sob o luar, mãe
Para te ver crescer radiante e divina
Para amar cada dia na lembrança infinita
Em cada página da minha vida
És minha poesia
Em cada saudade, minha poesia
Porque amar é adiar a despedida...
Atila J.
❤ Para minha mãe
42
Deus ❤ Satanás
(deus e satanás)
Distante do acaso
Devem ser, de algum jeito, muito amigos
O divino, embarbado, no trono sentado em relaxo
De momices relapsas que agitam mares e quebram aço
Serviu ao mundo, em pequenos bocados, não paz,
Desgraças e infortúnios bem temperados à mão do diabo que, penso, coitado pelo inferno encarregado
Provou do saibo vilanesco e gostou
Pobre capacho!
Estes deves ser aliados... Sim, bem amigos
Pois, está-se mesmo a ver
Que por uma árvore que nem foi ideia nossa
Talou-nos o destino e jogou-nos à casca da rolha
Quando um é amado, o é outro temido
Revezando episódios de herói e bandido
Quando o barbado se acagaça, o outro é acusado
Pois já não há outro de laia angélica
Que ouse usar a truculência para o bem do
Seu criador, deus-pai e comparsa
Mas, seguindo nessa desgraça,
O vermelho, chifrudo, com o bidente portado
Assim pintado pelo mundo, no manto de malvado se fez de vilão a bem do seu amigo
Prometendo e assombrando
Rios de desgraça e tribulações
Num dia ensolarado, como doutra vez no Éden
O antes da luz
Mais coitado que culpado, rei dos enigmas e tabus,
Ao filho do amigo chegou crapuloso, lançando charadas e piropos, pedras a preço de pão, demandando traição, reinos no lugar de adoração
Bem tentou, só negas porém
Do emanuel messias miraculoso quando convém
O amigo, conhecedor e maquinador do esquema, ria-se no flavescente e lato lar impérvio
A custo das respostas do bastardo do carpinteiro, corno da vida e trabalho, já morto e com a prole aumentada, imagino, sob a raiva do casamento arranjado...
Foderam a vida do coitado
Mas bem antes a mulher
Calhorda que em prantos jurou sequer
Ter sentido a porra sacra
Adentrar-lhe o almo vaginário
Muita coisa por baixo dos panos
São amigos e pronto os filhos da puta!
Atila J.
Distante do acaso
Devem ser, de algum jeito, muito amigos
O divino, embarbado, no trono sentado em relaxo
De momices relapsas que agitam mares e quebram aço
Serviu ao mundo, em pequenos bocados, não paz,
Desgraças e infortúnios bem temperados à mão do diabo que, penso, coitado pelo inferno encarregado
Provou do saibo vilanesco e gostou
Pobre capacho!
Estes deves ser aliados... Sim, bem amigos
Pois, está-se mesmo a ver
Que por uma árvore que nem foi ideia nossa
Talou-nos o destino e jogou-nos à casca da rolha
Quando um é amado, o é outro temido
Revezando episódios de herói e bandido
Quando o barbado se acagaça, o outro é acusado
Pois já não há outro de laia angélica
Que ouse usar a truculência para o bem do
Seu criador, deus-pai e comparsa
Mas, seguindo nessa desgraça,
O vermelho, chifrudo, com o bidente portado
Assim pintado pelo mundo, no manto de malvado se fez de vilão a bem do seu amigo
Prometendo e assombrando
Rios de desgraça e tribulações
Num dia ensolarado, como doutra vez no Éden
O antes da luz
Mais coitado que culpado, rei dos enigmas e tabus,
Ao filho do amigo chegou crapuloso, lançando charadas e piropos, pedras a preço de pão, demandando traição, reinos no lugar de adoração
Bem tentou, só negas porém
Do emanuel messias miraculoso quando convém
O amigo, conhecedor e maquinador do esquema, ria-se no flavescente e lato lar impérvio
A custo das respostas do bastardo do carpinteiro, corno da vida e trabalho, já morto e com a prole aumentada, imagino, sob a raiva do casamento arranjado...
Foderam a vida do coitado
Mas bem antes a mulher
Calhorda que em prantos jurou sequer
Ter sentido a porra sacra
Adentrar-lhe o almo vaginário
Muita coisa por baixo dos panos
São amigos e pronto os filhos da puta!
Atila J.
21
Minha Mãe- MJ
Tu estarás comigo e serás o meu amor
Quando as nuvens se moverem e os céus
Se erguerem na esperança do milagre
Quando a lua não mais caminhar sobre a tua pele sofrida de há muitos anos
Tu serás meu amor e como teu amado
Dar-te-ei estes campos dourados
E que em tudo me sobre amor
Para estancar a feridas da tua alma
Porque quando se ama
Nem que se me prendam os segredos
Conhecidos por este céu ciumento
Dos meus dias de criança
Guarnecidos pelo teu pungente sofrer
Eu te carregue
E te traga a banquete os dias da então prometida e merecida vitória, minha mãe.
Porque tu és amor, e de ti nasci
E diferente não sou.
Quando as nuvens se moverem e os céus
Se erguerem na esperança do milagre
Quando a lua não mais caminhar sobre a tua pele sofrida de há muitos anos
Tu serás meu amor e como teu amado
Dar-te-ei estes campos dourados
E que em tudo me sobre amor
Para estancar a feridas da tua alma
Porque quando se ama
Nem que se me prendam os segredos
Conhecidos por este céu ciumento
Dos meus dias de criança
Guarnecidos pelo teu pungente sofrer
Eu te carregue
E te traga a banquete os dias da então prometida e merecida vitória, minha mãe.
Porque tu és amor, e de ti nasci
E diferente não sou.
38
Perfeição, nossa vilã
Amei, por isso não deu certo
Você era toda perfeita
Eu cheio de falhas
Você queria se encontrar
Eu sempre quis me perder
Queria poder mostrar
Tudo isso que sempre preferi esconder
Teu charme deixava-me em pânico, aflito
Pintei meu amor à Bukowski, meu Charles favorito
Brisa imponente para meus sentimentos profundos, Porém leves
Eu escrevia textos longos
Você era bem mais breve ...
Jheronimus
Você era toda perfeita
Eu cheio de falhas
Você queria se encontrar
Eu sempre quis me perder
Queria poder mostrar
Tudo isso que sempre preferi esconder
Teu charme deixava-me em pânico, aflito
Pintei meu amor à Bukowski, meu Charles favorito
Brisa imponente para meus sentimentos profundos, Porém leves
Eu escrevia textos longos
Você era bem mais breve ...
Jheronimus
54
Cartas
Das mil e umas estórias de amor que quis contigo escrever, transformadas em tragédias,
Entre os amigos, o álcool e as putas da ruela
Oposta àquela em que te conheci
Fiz uma epopeia da sanidade à loucura
Um loop fleumático de orgasmos e ereções desapaixonadas
Escrevi mil palavras e as tranquei em cem cartas
Que traduziam o desgosto dessa agora minha vida
Vida que vivo dia após dia buscando nela a despedida
A despedida que deixei nas cem cartas que rasguei
Cem cartas, agora sem cartas
Palavras que só o vento, só o vazio leu
palavras que te diria nos dias envoltos em bruma
Palavras que carregaram o entusiasmo de uma vida
Uma vida traduzida em cem cartas regadas por mil palavras
Palavras que te diria, mas hoje esvoaçam perdidas
Quem dera se firmem lá na ruela
Para que tu as possas acolher
Eu estarei na outra, no lado oposto!
Jhr, ULS.
69
Seu Nome É...
É apenas um pouco mais longe
Um pouco mais longe
Estamos quase lá
Então devemos ficar juntos, até um pouco mais longe, sim?
Somos atemporais! Alpinistas que escalam o tempo
Eu quero poder colocar um fim em suas lágrimas
Essa mão foi finalmente capaz de alcançá-la
Mas você recusa-se...
E eu entendi porque vi uma vez essa lágrimas caírem
A razão pela qual você chorou tão alegremente
E sorriu tão tristemente
Seu coração tinha crescido muito além de você
O vento que soprava no espaço entre o passado
Nos trouxe solidão de algum lugar distante
Depois que choramos
Aquele céu pareceu sempre tão claro
Os desejos que recebemos, após irem tão longe
e beijar as estrelas
Estão mentindo agora no canto da sala
Os cem sonhos que tivemos nos alcançaram hoje
Algum dia vamos trocá-los por apenas um
Hoje tentei dizer \"vejo você amanhã\",
Para aquela mulher com quem nunca conversei
Fazer algo incomum
Especialmente se for para quem está dentro de mim
É apenas um pouco mais longe,
Estamos quase lá...
Somos viajantes do tempo, eu já conhecia você
esse tempo todo!
Há muito tempo, há muito tempo atrás que eu aprendi o teu nome
Tenho certeza que nenhum tipo de significado existe num mundo sem você...
Talvez como Outubro sem os primeiros sete dias
Ou um pai natal que não sorri
Mas, nada disso importa, sim, não importa!
Estou indo em sua direção agora!
59
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