Letras, palavras, frases vazias... voam a toa... pairando em minha volta docemente.
Ordená-las de forma gramatical será fatal. Ignorá-las é algo muito além do impossível.
Soltá-las... é minha alegria! CONHEÇO-AS de cor e... SALTEADO!
Mostro-me em vão... Nos vãos das letras espaçadas.
Descrevo o NADA!
Nem SOU... poeta
Apenas os incomodo!
Lista de Poemas
medo de ver
seu amor
é...
semente
de
flor
contida
seu olhar é...
sem viço
opaco
turvo
apagado
mirando
o sonho
assustado
de
uma cova
pouco profunda
aterrado
amar
inexprecivo
frio
é
o
chão
a
te
aguardar
é...
semente
de
flor
contida
seu olhar é...
sem viço
opaco
turvo
apagado
mirando
o sonho
assustado
de
uma cova
pouco profunda
aterrado
amar
inexprecivo
frio
é
o
chão
a
te
aguardar
326
divino presente
descrever-te
com
as exatas
palavras
tão falhas
na
ponta
de
minha língua
deleitar-me
com seu
sabor
quente
e
aconchegante
desfrutar-te
ao
desnudar-te
como
fruta
madura
desejos absorvidos
na
boca molhada
fonte
de
um doce
mel
descobrir-me
no seu
todo
quente
num
gozo
banquete
misto de
estase
com
celebração
abraçar-te
me
inspira
a
delicada
arte
ao
desembrulhar-te
das
roupas
com as
próprias
mãos
tocar-te
é
amar-te
com
inspiração
você
é
comigo
um
só
e
divino
presente
desde
sempre
ella de castro
com
as exatas
palavras
tão falhas
na
ponta
de
minha língua
deleitar-me
com seu
sabor
quente
e
aconchegante
desfrutar-te
ao
desnudar-te
como
fruta
madura
desejos absorvidos
na
boca molhada
fonte
de
um doce
mel
descobrir-me
no seu
todo
quente
num
gozo
banquete
misto de
estase
com
celebração
abraçar-te
me
inspira
a
delicada
arte
ao
desembrulhar-te
das
roupas
com as
próprias
mãos
tocar-te
é
amar-te
com
inspiração
você
é
comigo
um
só
e
divino
presente
desde
sempre
ella de castro
336
bico de sinuca
nunca
até
agora
me
vi
num bico
de sinuca
agora sei
o
que
é
pode
ser
algo
a
ser
apenas
analisado
e
superado
mesmo
que
a
caçapa
não
revele
um
perfeito
encaixe
na
bola
fora
que
cutuquei
viver
é
jogar
sabendo
que
tudo
é
ganhar
nem
que
seja
experiência
devida
a vida
não
paga
dividas
a vida
só
ganha
mas
nunca
barganha
apenas
convida
o
erro
é
uma
forma
de
ajuste
que
acerta
as
faltas
sofridas
até
agora
me
vi
num bico
de sinuca
agora sei
o
que
é
pode
ser
algo
a
ser
apenas
analisado
e
superado
mesmo
que
a
caçapa
não
revele
um
perfeito
encaixe
na
bola
fora
que
cutuquei
viver
é
jogar
sabendo
que
tudo
é
ganhar
nem
que
seja
experiência
devida
a vida
não
paga
dividas
a vida
só
ganha
mas
nunca
barganha
apenas
convida
o
erro
é
uma
forma
de
ajuste
que
acerta
as
faltas
sofridas
348
cores de amores
pintei você
com as cores
dos meus
sentimentos
quadro real
na
moldura
irreal
onde
você
não
se
enquadra
inacabada pintura
misto de
escultura
onde
cultivo
mil flores
nada se vê
e
tudo que pinto
logo se
desvanece
você tão imensa
num piscar
de olhos
diante
de mim
desaparece
imagem fortúita
que escapa
ao movimento
de minha compreensão
por
entres os dedos
de
minhas próprias mãos
revelando
no espaço
da tela viva
o seu mais belo
não visto
indomável
esboço
do meu
imaginário
sem começo
ou
fim
contorno
o
volátil
ao
tentar
descrever
e
desenhar
você
sou eu
revelado
em
meus
contornos grafados
incapaz
de
ser
algo
que vê
você
você não se molda
nem se conforma
você é sem forma
no inexato
que
apenas
me sente e contorna
com graça
me
grafas
me
enquadrando
em
meus
próprios
riscos
retrato abstrato
de meu
auto retrato
cheio
de
sentidos
existe
a
idéia
na
minha
tela
repleta
de
idéias
em branco
conjunto
de cores
vivas
e
transparentes
de
um
amor
vivo
e
quente
seu ser
é
claro
com a
divina
luz
me
inspira
a
amar
e
me
enche
de
cores
em
nuances
imaculáveis
numa miríade
de
incolores
com as cores
dos meus
sentimentos
quadro real
na
moldura
irreal
onde
você
não
se
enquadra
inacabada pintura
misto de
escultura
onde
cultivo
mil flores
nada se vê
e
tudo que pinto
logo se
desvanece
você tão imensa
num piscar
de olhos
diante
de mim
desaparece
imagem fortúita
que escapa
ao movimento
de minha compreensão
por
entres os dedos
de
minhas próprias mãos
revelando
no espaço
da tela viva
o seu mais belo
não visto
indomável
esboço
do meu
imaginário
sem começo
ou
fim
contorno
o
volátil
ao
tentar
descrever
e
desenhar
você
sou eu
revelado
em
meus
contornos grafados
incapaz
de
ser
algo
que vê
você
você não se molda
nem se conforma
você é sem forma
no inexato
que
apenas
me sente e contorna
com graça
me
grafas
me
enquadrando
em
meus
próprios
riscos
retrato abstrato
de meu
auto retrato
cheio
de
sentidos
existe
a
idéia
na
minha
tela
repleta
de
idéias
em branco
conjunto
de cores
vivas
e
transparentes
de
um
amor
vivo
e
quente
seu ser
é
claro
com a
divina
luz
me
inspira
a
amar
e
me
enche
de
cores
em
nuances
imaculáveis
numa miríade
de
incolores
376
aconchego
mergulhei no seu corpo
e sem
perceber
enredei-me
em
você
como uma onda
absorta
observei detalhes
e
contrastes tais
que me
fascinaram
tateei o seu corpo
pousando olhares
no seu colo nú
deixei-me levar
por entre vãos
de sua delicada seda
em pleno mar
colada
a
seu
corpo
embalei-me
feliz
na sua pele
de lã
insinuante urdidura
feita
de
negra renda
com olhos
atentos
buscava sinais
nos seus olhos
nuances de
um
longe farol
ao meu
alcance
na
nudez
da sua
pele
semi
encoberta
flutuei
senti-me
atrevida...
ousada
nadando
em
meio àquela
trama bordada
colada em seus
limites
me rendo
aos encantos
seu alvo corpo
me
aconchegou
pelos
fios
eriçados
em seus
póros
e neste
diminuto
instante
sinto
que sou
suas mãos
a riscar
circulos azuis
no inexato
quadrado
ponteado
cantavam
as
pedras
cantava
eu
cantava
o silêncio
em
sonoro
sussurro
risos
no salão
ecoavam
a
sua
e
a
minha
alegria
do palco
das
prendas
surgia
a
magia
por
entre
letras
e
inúmeros
números
em pedaços
um bolo
de
doce limão
que
imaginei ser
eu mesma
a
derreter
com todo
prazer
no céu de
você
delicado era olhar-te
e o
meu respirar
um quase arfar
maravilhado
deleitoso o sentir
sem falar
nesse
estase louco...
calado
sutil
movimento
a todo
momento
surgia de cá
de
dentro
não queria
anotar
nem riscar
ou
fazer-me
notar
tocando
você
pelo
avesso
senti o prazer
do
meu ser estar
envolto em você
na imaginária
trama
tecida
de
nós
te
olhar
é
sentir
o
destino
da vida
nos tecendo
no meu corpo
calor
vesti-me
de
você
com todo amor
aconchegada
a
sua
presença
pura luz
que
me
convida
e
me
chama
de
vida
por dentro
ella de castro
e sem
perceber
enredei-me
em
você
como uma onda
absorta
observei detalhes
e
contrastes tais
que me
fascinaram
tateei o seu corpo
pousando olhares
no seu colo nú
deixei-me levar
por entre vãos
de sua delicada seda
em pleno mar
colada
a
seu
corpo
embalei-me
feliz
na sua pele
de lã
insinuante urdidura
feita
de
negra renda
com olhos
atentos
buscava sinais
nos seus olhos
nuances de
um
longe farol
ao meu
alcance
na
nudez
da sua
pele
semi
encoberta
flutuei
senti-me
atrevida...
ousada
nadando
em
meio àquela
trama bordada
colada em seus
limites
me rendo
aos encantos
seu alvo corpo
me
aconchegou
pelos
fios
eriçados
em seus
póros
e neste
diminuto
instante
sinto
que sou
suas mãos
a riscar
circulos azuis
no inexato
quadrado
ponteado
cantavam
as
pedras
cantava
eu
cantava
o silêncio
em
sonoro
sussurro
risos
no salão
ecoavam
a
sua
e
a
minha
alegria
do palco
das
prendas
surgia
a
magia
por
entre
letras
e
inúmeros
números
em pedaços
um bolo
de
doce limão
que
imaginei ser
eu mesma
a
derreter
com todo
prazer
no céu de
você
delicado era olhar-te
e o
meu respirar
um quase arfar
maravilhado
deleitoso o sentir
sem falar
nesse
estase louco...
calado
sutil
movimento
a todo
momento
surgia de cá
de
dentro
não queria
anotar
nem riscar
ou
fazer-me
notar
tocando
você
pelo
avesso
senti o prazer
do
meu ser estar
envolto em você
na imaginária
trama
tecida
de
nós
te
olhar
é
sentir
o
destino
da vida
nos tecendo
no meu corpo
calor
vesti-me
de
você
com todo amor
aconchegada
a
sua
presença
pura luz
que
me
convida
e
me
chama
de
vida
por dentro
ella de castro
423
fantasma
descreva
em silencio
e
sem palavras
o
impensado
veja
e
sinta
o
algo
o
nada
o
insurgido
do
incriado
pelo
não
dito
um absurdo
gritante
como um
silencio
negro esclarecedor
sorriso
interno impensado
constrangedor
riso medroso
do vago pensador
pensando
em
respostas
no calado
e
já
morto
ontem
vivendo
o
seu
hoje
como
ante-ontem
camuflada
roupagem
vestido
da
moda
para
fingir-se
de
cores
de
paralisada
estação
riso
amarelo
na cara
palida
pintada
com blush
e
baton
frio
nas
entranhas
tamanho 48
e
meio
viver
assustado
no
passado
encorpetado
pelo
peito
apertado
amarrado
morto
de
medo
um
fantasma
vivo
envolto em sedas
caras
sem ser
sem ter
algo
expressivo
e
real
na cara
em silencio
e
sem palavras
o
impensado
veja
e
sinta
o
algo
o
nada
o
insurgido
do
incriado
pelo
não
dito
um absurdo
gritante
como um
silencio
negro esclarecedor
sorriso
interno impensado
constrangedor
riso medroso
do vago pensador
pensando
em
respostas
no calado
e
já
morto
ontem
vivendo
o
seu
hoje
como
ante-ontem
camuflada
roupagem
vestido
da
moda
para
fingir-se
de
cores
de
paralisada
estação
riso
amarelo
na cara
palida
pintada
com blush
e
baton
frio
nas
entranhas
tamanho 48
e
meio
viver
assustado
no
passado
encorpetado
pelo
peito
apertado
amarrado
morto
de
medo
um
fantasma
vivo
envolto em sedas
caras
sem ser
sem ter
algo
expressivo
e
real
na cara
349
meio mundo
mundo
descrito
no
manuscrito
grafado
com letras
TORTAS
linhas retas
não circulam
nem rimam
nem circulam
linhas
prendem
dizeres tortos
celam
o ser
que recusa-se
a
compreender
linhas retas
sob
letras
mortas
riscos
no mundo
repleto
de
sonhos
depois
de
sorver
a
quentura
e
a
ternura
traduzidas
COMO?
sopa
de letras sem vida
engolida
alimento o corpo
mas não serve
a
alma
VIVA
mundo
abafado
sem som
musicado
sem som divagáis
sem vogais
sem consoantes
sois coadjuvante
num mundo de
antes
sem depois
mate
a beleza
deste
semi-breve
AGORA
notas
pautadas
clavadas
de sóis
e
fás
de
contas
mundo
de
breves
compassos
semi
tudo
semi
nada
semi SOUL
sou
semi
MORTO
SENDO
meio
ambiente
em
meio
há
tudo
UM
só
CÁOS
mundo
partido
sem
rumo
por dentro
fora de
prumo
LÀ
fora
do tom
EM
SI
meio
incerto
é
certo por certo
mundo
desafinado
não
este
aqui
por todos
criados
quem
me
aterra à terra
com
força
e
gravidade?
VIDA?
IMAGINA...
composta
de
serei
quando
e...
se
for
alguém...
ALGUÉM AGREGADO
COLADO
REMENDADO
com
passado
DE
FATO
SEMI
PRONTO
INACABADO
SOU
VIVO SOU
iMAGEM
e
SEMELHANÇA
de uma
ideia
frankenstein
descrito
no
manuscrito
grafado
com letras
TORTAS
linhas retas
não circulam
nem rimam
nem circulam
linhas
prendem
dizeres tortos
celam
o ser
que recusa-se
a
compreender
linhas retas
sob
letras
mortas
riscos
no mundo
repleto
de
sonhos
depois
de
sorver
a
quentura
e
a
ternura
traduzidas
COMO?
sopa
de letras sem vida
engolida
alimento o corpo
mas não serve
a
alma
VIVA
mundo
abafado
sem som
musicado
sem som divagáis
sem vogais
sem consoantes
sois coadjuvante
num mundo de
antes
sem depois
mate
a beleza
deste
semi-breve
AGORA
notas
pautadas
clavadas
de sóis
e
fás
de
contas
mundo
de
breves
compassos
semi
tudo
semi
nada
semi SOUL
sou
semi
MORTO
SENDO
meio
ambiente
em
meio
há
tudo
UM
só
CÁOS
mundo
partido
sem
rumo
por dentro
fora de
prumo
LÀ
fora
do tom
EM
SI
meio
incerto
é
certo por certo
mundo
desafinado
não
este
aqui
por todos
criados
quem
me
aterra à terra
com
força
e
gravidade?
VIDA?
IMAGINA...
composta
de
serei
quando
e...
se
for
alguém...
ALGUÉM AGREGADO
COLADO
REMENDADO
com
passado
DE
FATO
SEMI
PRONTO
INACABADO
SOU
VIVO SOU
iMAGEM
e
SEMELHANÇA
de uma
ideia
frankenstein
315
auto-gerado
observe
o
que
acontece
e o que acontece
deixa de ser
seu
algo revelado
você
não é
afetado
pelo
acontecido
você
é
sem
saber
envolvido
pelo
querer nomear
o
que
vê
imaginar
é
nomear
alguma
coisa
acontecendo
no
ar
sendo
gerado
dentro
de
si
como
algo sendo
num
tempo
exato
de
SER
gestado
como
acontecido
o
que
acontece
e o que acontece
deixa de ser
seu
algo revelado
você
não é
afetado
pelo
acontecido
você
é
sem
saber
envolvido
pelo
querer nomear
o
que
vê
imaginar
é
nomear
alguma
coisa
acontecendo
no
ar
sendo
gerado
dentro
de
si
como
algo sendo
num
tempo
exato
de
SER
gestado
como
acontecido
267
tatuado DNA
tateando
no escuro
procuro palavras
in memorian
palavras
inscritas
traduzem
meus riscos
como
graficos
do
que quase sempre
não sei
poema
confuso
ao pé da letra
sem rimas
onde
tudo com
nada
combina
contudo
escrevo
por
força
de um
hábito
que
em
mim
habita
nada claro
no meu escuro
papel
pessoal
tatuado
sinal de nascença
revela a
alma
impressa
há tempos
presa
em seu silencio
grandioso
no
meu
corpo
codificado
uma genética
poética
de
somente
4
letras
no escuro
procuro palavras
in memorian
palavras
inscritas
traduzem
meus riscos
como
graficos
do
que quase sempre
não sei
poema
confuso
ao pé da letra
sem rimas
onde
tudo com
nada
combina
contudo
escrevo
por
força
de um
hábito
que
em
mim
habita
nada claro
no meu escuro
papel
pessoal
tatuado
sinal de nascença
revela a
alma
impressa
há tempos
presa
em seu silencio
grandioso
no
meu
corpo
codificado
uma genética
poética
de
somente
4
letras
306
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