Cyber Poeta Silas Correa Leite

Cyber Poeta Silas Correa Leite

O atual literato e Cyber Poeta, Silas Correa Leite, na verdade nasceu no bairro operário de Harmonia, na cidade de Monte Alegre, Paraná, região de Tibagi.

1952-08-19 São Paulo Itararé
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Alguns Poemas

Silas Correa Leite lança novo romance diferenciado, CAVALOS SELVAGENS de novo polêmico e assustador

Lançamento

Cavalos Selvagens, o novo romance de Silas Corrêa Leite, de novo surpreende, cativa, emociona.

“...quem somos nós, autointitulados humanos, senão meros cavalos passando de mão em mão e servindo como veículos para que a vida possa escorrer por meio de nossas existências? – Roberto Damatta

-Como em seus outros diferenciados romances anteriores, o polímata Silas Corrêa Leite de novo se supera. Seu novo livro, bancado pela LetraSelvagem (SP) e Kotter (PR) - Editoras que inauguram parceria de coedição - começa como se em um thriller desesperado e assustador, já iniciando a própria dicotomia que funda a obra como um todo, feições entre a vida morrendo e a morte nascendo, nesses entremeios o medo, o desespero, revisitanças, mais doces e amargas memórias, passagens de vidas a limpo, a corrida contra o tempo, desvãos de almas, tudo isso partindo de uma doença fatal, da capital, para o interior, mais precisamente Itararé, sudoeste do Estado de São Paulo, divisa com o noroeste do Paraná, e ali finca-se o palco do romance em que o cavalo selvagem pode ser apenas uma metáfora de tudo o que somos, como em Hamlets, carnicentos e afins. Diz o rock Cavalos Selvagens “A infância é algo fácil de viver(...)/Você sabe que não posso deixar você deslizar pelas minhas mãos(...)/Cavalos selvagens não conseguiriam me levar embora(...)/Eu assisti você sofrer uma dor lancinante(...)/Nenhuma saída ligeira ou falas nos bastidores(...)/Podem me fazer sentir amargurado ou lhe tratar com grosseria - Wild Horses, (Composição de Keith Richards / Mick Jagger).

O livro em si, como se sob o foco dessa música, quando o autor, mais dez anos atrás escreveu esse romance que, como todas as obras dele, partem de um situação inusitada, crucial, quando não fatal, para o desenvolver do enredo como um devaneio de jorros neurais criando em disparada; como em Cavalos Selvagens romance que, mais uma vez, revela o escritor, blogueiro, professor e escritor premiado, surpreendendo pelo estilo, também ele mesmo um cavalo selvagem, nessa manada contemporânea de idiotas entre hordas fascistas em tantos estábulos de uma manada alienada. Nesse romance meio macunaímico pelas reviravoltas, narrativas sobre uma vida que vai findar, uma vida que acaba de nascer, e nesse prisma Silas Corrêa Leite focaliza o fio da trama, e vai tecendo rumos romance a dentro, o local ermo, a vida se esvaindo, o sangue de seu sangue que brota no rancho ermo sem recursos, uma charneca, e o personagem principal, um executivo sedentário que nem sabe fritar um ovo ou lavar um lenço, tem que cuidar de um recém-nascido, perseverar e preservar a vida do único remanescente de seu clã na face da terra, condenado que está. Como não se perturbar lendo, como não acompanhar a arte do escritor, ora a galope nas circunstancias terríveis e terminais, ora amansando a fera do momento, como parte do rebanho. No prefácio, o reconhecido literato, Joaquim Maria Botelho (ex-diretor da UBE-União Brasileira de Escritores) já bota água na fervura, bota fogo no chão, e apresenta o livro e o escritor dizendo, entre outras coisas: “O texto de Silas Corrêa Leite não é texto de quem vai à esquina, comprar fósforos para acender o candeeiro, com tempo, antes que escureça. É texto de quem vai longe, num andamento agalopado, meio frenético até, levar uma notícia que não pode esperar. Nessa corrida, é como se o exagero de ar batendo na cara da gente sufocasse, de tanto pensamento, de tanta reflexão, de tanta posição tomada. O leitor é o cavaleiro, no lombo dessa narrativa de aparente atropelo(...). No caminho, a cavalgada solitária leva a meditações e faz a realidade transitar para o sobrenatural. E surgem as assombrações, os medos atávicos que nos perseguem desde as cavernas mal iluminadas, antes da invenção do fósforo e do candeeiro. E lá se vai o mensageiro, metido em suposições e mistérios”. Prepare-se: você vai entrar nesse livro, ou, nessa baia, por assim dizer, e se sentir sobre o cabresto da leitura e o pelego das contações, talvez também se revelando um cavalo garraio se olhando no espelho da espécie, nas aparências que ficam, que foram, que virão. CAVALOS SELVAGENS é isso: um romance para você montar nele e curtir a narrativa, pois a “vidamorte” mesmo pode ser só isso, uma corrida contra o tempo, contra o tal final feliz em que todos morrem, já que o que o maior desfecho pode ser um páreo duro de saber, mas bonito de se ler e se situar, se sentido parte do cocho que, afinal, pode ser isso que rotulam de existir. Temos, dessa forma, num romance ultra contemporâneo e pós-moderno, drama e suspense reunidos em um só livro... quando a morte é o grande eixo da trama, talvez seja melhor desmontar da pose e pegar gosto na cavalgada da leitura.

Clarice Lispector disse: “O mistério do destino humano é que somos fatais, mas temos a liberdade de cumprir ou não o nosso fatal: de nós depende realizarmos o nosso destino fatal. Enquanto que os seres inumanos, como a barata, realizam o próprio ciclo completo, sem nunca errar porque eles não escolhem. Mas de mim depende eu vir livremente a ser o que fatalmente sou. Sou dona de minha fatalidade e, se eu decidir não cumpri-la, ficarei fora de minha natureza especificamente viva. Mas se eu cumprir meu núcleo neutro e vivo, então, dentro de minha espécie, estarei sendo especificamente humana. (in, “A paixão segundo GH”)

Eis o romance CAVALOS SELVAGENS, eis a fatalidade romanceada entre a ração, a razão e o chicote da vida abrindo veredas, trilhas, iluminuras, vertentes e histórias cavalares.

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BOX:

Link para compra e informações sobre o autor e o livro:

 https://kotter.com.br/loja/cavalos-selvagens-silas-correa-leite/

Kotter Editorial

Rua das Cerejeiras, 194 – Curitiba, Pr

Telefone: 55 (41) 3585-5161

Email: contato@kotter.co

Autor: poesilas@terra.com.br

Pedidos de livros também podem ser feitos pelo e-mail: atendimento@kotter.com.br

Romance Gute Gute de Silas Correa Leite, Resenha Critica

GUTE GUTE - Barriga Experimental de Repertório

Romance Infanto-juvenil do Ciber Poeta e Ficcionista Premiado Silas Correa Leite

Breve introdução querendo ser uma espécie de rascunho para apontamento de Prefácio

"Só pela arte podemos sair de nós mesmos"

Marcel Proust

"Dos desenhos rupestres aos 'noturnos' de Chopin, toda linguagem humana é infantil. Arrisca-se, tateante, para fora das cavernas em direção ao Aberto..." Rodrigo Petrônio. Caderno Sabático, Jornal O Estado de São Paulo, 18/03/2013

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-Quem lê Silas Correa Leite jamais esquece. Quem acompanha sua trajetória de décadas entre os emergentes nomes importantes (em qualidade literária e criação) da nova literatura brasileira contemporânea, se surpreende cada vez mais. Certa vez, ouvi um escritor e jornalista comentar: -Como é que ele pode escrever isso? Ou, como ele mesmo conta, que faz uns vinte anos atrás, uma cigana de rua ao ler gratuitamente sua mão, disse que ele um dia ainda 'Escreveria sobre o que ninguém pensou que um ser humano pudesse escrever um dia'. Bingo, disse ele, me contando.

-Elogiado, entre outros, pelo espetacular e consagrado Moacir Scliar, que diz:

"O que chama a atenção no texto de Silas Corrêa Leite é o prazer que o autor sente em narrar, prazer este que se transmite ao leitor como um forte apelo - o apelo que se espera da verdadeira literatura. Estamos diante de uma inegável vocação de Escritor"

Com mais de mil cadernos de rascunhos poéticos de duzentas páginas (visa a médio prazo o Guiness Book); foram tema de reportagem no Programa Metrópolis da TV Cultura de São Paulo - escrevendo desde os 16 anos nos jornais de Itararé-SP; premiado em concursos de renome, inclusive no exterior (como no Instituto Piaget, Lisboa, Portugal; Cancioneiro Infanto-juvenil), constando em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, também internacionais, o hoje Cyber Poeta Silas Correa Leite sempre surpreende pelo inédito, pelo inusitado, pela vocação de criar o indizível, quase o inominável entre versos-prosas e prosas-versos. Como quando bolou o primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, o ebook de sucesso O RINOCERINTE DE CLARICE, que, por ser pioneiro, de vanguarda e único no gênero, virou leitura obrigatória no Mestrado de Ciência da Linguagem na matéria Linguagem Virtual, na UNIC-SUL, Universidade de Santa Catarina, além de ser tese de mestrado na Universidade de Brasília e tese de doutorado na UFAL-Universidade Federal de Alagoas. Obra com onze contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, que também foi destaque na chamada grande mídia brasileira, como no jornal O Estado de São Paulo, no Diário Popular (Caderno Informática), na Revista da Web, na Revista Ao Mestre Com Carinho, na Revista Época (Rio de Janeiro) nos programas de tevê Jornal da Noite (Márcia Peltier, Rede Bandeirantes), Programa Na Berlinda (Rede 21) e Provocações, TV Cultura de SP.

O que uma pessoa que escreve tanto, tem tanto a dizer que chega a ser Cult de estar na mídia qualificada e, paradoxalmente nunca ser bancado por uma chamada grande editora do eixo Rio/SP? Para alguns, a loucura santa do Silas é extraordinária. Para outros, uma literatura em prosa e verso (e ensaios, microcontos, twitter-poemas, letras de rocks e blues, poeminhos infantis, poemas para a juventude, links irônicos e de humor como "Silas e Suas 'siladas") tudo muito acima da média e de primeira grandeza. Numa busca pelo Google você o acha em mais de oitocentos sites, no YouTube, até mesmo no exterior, como Chile, Portugal, Angola, Moçambique, e em quase todas as redes sociais, também seguido no twitter e no Facebook. Já há na web ótimas criticas sobre seus trabalhos, seus livros, e um cabedal de seus prêmios de renome, ou mesmo constando em mais de cem antologias literárias até no exterior, e ainda tendo saído na importante Revista Poesia Sempre, como um dos poetas da poesia brasileira contemporânea, bancado pela Fundação Biblioteca Nacional no ano 2000, 500 Anos de "Achamento" do Brasil. Nas entrevistas, surpreende, toca: 'A vida não me deu limões, mas faço limonadas de lágrimas'. Nos ensaios, resenhas, criticas sociais e criticas literárias, feito um livre pensador que sonha depois do fim das utopias com um humanismo de resultados, surpreende por pensar o que ninguém pensou, escrever diferenciado e ter um olhar crítico especial de entrar na alma do escritor que resenha.

Pois com "GUTE-GUTE Barria Experimental de Repertório", não poderia ser diferente. O autor de novo talentosamente surpreende com estilo, por não escrever ralo e raso e, ao mesmo tempo tomar o leitor pela mão, cativar e envolver. Vai compondo sua trajetória de literato, com qualidade vernacular, com seus neologismos, além do resgate de palavras desusadas ou atípicas - um amigo professor francês diz que às vezes ele escreve em língua bárbara - e assim, assustando, surpreende, clarifica, toca corações e mentes. Você não podia ter escrito isso, disse um amigo. Mas você está com os olhos cheios de sangue e chorando, respondeu ele.

Colocando a aldeia natal Itararé, cidade histórica do Brasil (de batalhas que não houve) na consciência do mundo, erguendo suas histórias e lampejos de arte como levitação, e com tantos projetos de livros, Silas tem outros trabalhos inéditos para crianças e jovens, mas quis o destino que o primeiro da lavra fosse esse, por intermédio de uma avaliação qualitativa da visionária Chiado Editores de Portugal. E nada mais bonito do que entrar 'na cabeça' de uma criança ainda na barriga de uma mãe de alto nível, e daí extrair além das ideias, palavras que se somam e se erguem, com começo, meio e fim, em ritmo de falas e pensamentos marotos, em nível de monólogos atiçados pela pólvora do que realmente é existir (ou deve ser existir) mesmo nos nove meses de gestação se tanto, e já ter o que dizer, nessa fauna precoce da vida atiçada in corpore. O prisma, a narrativa, a criatividade. Tudo a ver, aliás, também tudo a ler, como tudo a ser.

Que criança tardia ainda somos, escondidos de nós, até escondidos de sermos, de nossa infância, nossa maior riqueza, nosso maior tesouro? E quando a criança que ainda reside e resiste em nós lê a alma de uma criança ainda na barriga-mãe, de onde, talvez, nós nunca deveríamos ter saído, porque, disse um pensador, que nós vivemos mesmo só nove meses? Pego pela palavra, o leitor vai se colocar no tal troninho com cordão umbilical nutridor e tudo, vai se olhar de dentro pra fora, como já sabe o mundo da fantasia de fora pra dentro, se colocando no lugar do baby vai ser também criança purinha outra vez, e se emocionar; vai chorar, e vai se sentir de alguma maneira em casa, sendo assim também a casa, a casca, o lugar em que estamos, o lugar que somos... De onde nunca deveríamos ter saído?

Conversando com o autor, sobre o processo de criação deste livro, fiquei sabendo que ele perdeu a mãe faz pouco tempo, teria sofrido muito, como uma perda dessas acarreta, e que, tentando lavar a alma, por assim dizer, teve uma ideia desse trabalho e então escreveu o livro como se lavando por dentro, como se de novo se colocando na barriga da mãe, também confessando que chorou muito ao escrever, mas que ao mesmo tempo também como que também se limpou em lágrimas e palavras, se renovando; como se purgando a dor e a partir do término da obra de várias leituras e releituras, se recompondo, como se a obra, o romancear e todo o trajeto criativo, o libertasse. A arte como levitação também?

Lendo o livro GUTE GUTE em seu projeto ainda inaugural, para depois tentar dedilhar alguma coisa sobre o mesmo, veio-me à mente a fala de Giorgio Agamben (Ideia da Prosa/Ideia da Felicidade) quando disse: "Em todas as vidas existe qualquer coisa de não vivido, do mesmo modo que em toda palavra há qualquer coisa que fica por exprimir. O caráter é a obscura força que se assume como guardiã dessa vida intocada; vela atentamente por aquilo que nunca foi e inscreve no teu rosto a marca disso..."

Pondo palavras na boca do personagem principal, narrador da epopeia barrigal - a barriga da mãe é a segunda personagem - a criança por nascer já vai precocemente dando à luz a fatos que identifica e soma, acontecências, intenções, ironias, entendimentos pueris, julgamentos puros e o próprio repertório experimental da linguagem que ouve, avalia, compõe, edifica e no palavrear conjetura e assim e por isso mesmo expõe sonoramente. Quem é que poderia ter escrito um livro desse? Você lembra Gepeto, O Gato de Botas, Alice No País das Maravilhas, ou, no Brasil, o Moleque Saci, ou ainda as maviosas contações aventurosas de um tempo e de um lugar feitas pelo inesquecível Monteiro Lobato, e nesses tempos pós-modernos de tantas infovias efêmeras, capta o romance como um estilo moderno, um olhar cativante, um entendimento bem contemporâneo que vai açodar a mente sempre ativa das crianças, de jovens e adultos, que não caberão em si, entrando na narrativa como dentro da barriga do historial ou dentro de si mesmos. Uma aventura e tanto. GUTE GUTE é isso, tem essa intenção e crédito. Talvez, fora dessa barriga, então, finalmente, podemos entender melhor o que saímos perdendo, quando nos perdemos de nós mundão a fora, ou, quando, de uma forma ou de outra, artisticamente podemos fazer da poesia, da imaginação, do conhecimento e da arte uma bela filosofia de vida, ou ainda, do entretenimento e do mundo da fantasia nas leituras, mais uma barriga acalentadora para nos cuidarmos de nós, nos salvarmos de nós, nos adoçarmos, e assim, então, nos sentirmos em paz com uma literatura envolvente como essa. Gute Gute.

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Antonio T. Gonçalves - Professor Universitário - CULT NEWS

E-mail: la-goeldi@bol.com,br

https://guteguteromanceinfantojuveil.wordpress.com/2015/02/23/gute-gute-barriga-experimental-de-repertorio-romance-de-silas-correa-leite/

Os 20 Livros de Silas Correa Leite

Vinte Livros de Um Eterno Autor Emergente e NeoMaldito da WEB

SILAS CORREA LEITE - Escritor, Professor, Jornalista Comunitário, Conselheiro em Direitos Humanos:

Silas Correa Leite - Ciberpoeta, Blogueiro e Ficcionista premiado, tachado pelo site CAPITU de O Rei da Web. Está em mais de 800 sites, até na América espanhola, Europa e África. Seu ESTATUTO DE POETA foi traduzido para o espanhol, inglês, francês e russo.

Foi engraxate, boia-fria, garçom, marceneiro. Começou a escrever só com o curso primário, aos 16 anos, em jornais de sua cidade, Itararé-SP

Breve currículo/Bibliografia:

Silas Corrêa Leite, Ciberpoeta, ensaísta, blogueiro premiado pelo UOL, Professor e Especialista em Educação, Jornalista Comunitário (ECA/USP), diplomado Conselheiro em Direitos Humanos (SP), Coordenador de Pesquisas FAPESP-USP em "Culturas Juvenis", é autor, entre outros, dos livros "O Homem Que Virou Cerveja", Crônicas Hilárias de um Poeta Boêmio, Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador/Bahia; "Porta-Lapsos", Poemas, "Campo de Trigo Com Corvos", contos premiados, incluído para a final do Telecom, Portugal. Da Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes, SP, Cidade Poema, o autor foi premiado em Concursos de renome como "Paulo Leminski de Contos"; Prêmio Literal de Contos Fundação Petrobrás (Curadoria Heloisa Buarque de Hollanda); "Ignácio Loyola Brandão de Contos"; Ficções & Fantástico, "Simetria" (Microcontos), Portugal; Prêmio Biblioteca Mário de Andrade/Concurso de Poesia Sobre SP (Secretaria de Cultura Marilena Chauí); Prêmio Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor; Prêmio Cancioneiro Infanto-juvenil Instituto Piaget (Portugal); foi Vencedor do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores (USP, Jornal Estado de São Paulo/Rádio Eldorado/Promoção Parceiros do Tietê), entre outros, e consta em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, inclusive na FBN-Fundação Biblioteca Nacional e no exterior. Seu ebook de sucesso, "O Rinoceronte de Clarice", primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, por ser pioneiro e de vanguarda, único no gênero, foi divulgado na mídia, como Estadão, JBonline, Poetry Magazine (EUA), Diário Popular, Jornal da Tarde, Revista Época, Revista Ao Mestre Com Carinho, Revista Kalunga, Revista da Web, Minha Revista (RJ), entre outras, e concedeu entrevista aos programas Metrópolis e Provocações (Antonio Abujamra) TV Cultura/SP, ao programa "Na Berlinda" (Canal 21), Programa Imprensa e Cultura (Canal Universitário) e ao Jornal da Noite/Momento Cultural/TV Bandeirantes (Márcia Peltier), entre outros. O ebook, de sucesso (Portal Imprensa), referência em livro virtual na internet, foi tese de Mestrado na Universidade de Brasília e tese de Doutorado em Semiótica pela UFAL-Universidade Federal de Alagoas, e reco9mendado como leitura obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciência da Linguagem, da UNICSUL-SC. Silas está publicado em mais de 800 links de sites. Tem artigos, poemas, microcontos, ensaios literários, resenhas criticas, letras de rock, twitter-poemas, twitter-contos, "Silas e suas "siladas" (humor) etc. publicados em jornais, suplementos de arte e cultura, revistas e fanzines. Por esse handicap líterocultural foi tachado pelo site Capitu como "O Neomaldito da Web".

LIVROS Livros do Autor Silas Corrêa Leite

-01)-"Raízes e Iluminuras", Poemas Escolhidos Para a Antologia de Concurso do Prêmio Eduardo Dias Coelho, Elos Clube, Comunidade Lusíada Internacional, Ano 1995.

-02)-"Trilhas e Iluminuras", libreto, Poemas, Coleção Prata Nova, Editora Grafite, Ano 1998, Editor Ademir Antonio Bacca, RS.

-03)-"Porta-Lapsos", Poemas, Editora All-Print, Ano 2005. SP.

-04)-"Os Picaretas do Brasil Real", Poema Social, Série Cantigas de Escárnio e Maldizer, e-book free Editora Thesaurus, Brasília-DF, Ano 2006.

-05)-"Campo de Trigo Com Corvos", Contos, Editora Design, Santa Catarina, Ano 2008, obra inscrita para finalista do Prêmio Telecom/Ficções, Portugal.

-06)- ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES, Primeira Antologia de Prosa de Itararé, Editora All-Print, São Paulo, Idealizador, Editor e Organizador Silas Correa Leite

-07)-"Ele Está No Meio de Nós", Romance virtual, E-book disponível no site de cultura www.recantodasletras.com.br

-08)-"O Rinoceronte de Clarice", ebook de sucesso, primeiro Livro Interativo da Rede Mundial de Computadores, único no gênero e de vanguarda, com contos fantásticos, cada conto com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, Editora Hotbook, Rio de Janeiro. Foi destaque na mídia (Estadão, Jornal da Tarde, Diário Popular, Revista Época, JBonline, Poetry Magazine (EUA), Revista Kalunga, Revista da Web, Revista Ao Mestre Com Carinho, Minha Revista (RJ), CBN RJ, Programa Momento Cultural/Jornal da Noite, TV Bandeirantes, Márcia Peltier, Programa de TV "Na Berlinda", Canal 21, Programa Metrópolis, TV Cultura de SP e Programa Provocações (Antonio Abujamra), TV Cultura de SP. E-book recomendando como leitura obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciências da Linguagem, na UNICSUL, Santa Catarina, tese de Mestrado na Universidade de Brasília e Tese de Doutorado em Semiótica na UFAL-Universidade Federal de Alagoas, com o Tema: "O Livro depois do livro: a Experiência Literária Hipertextual". Obra disponível no site: www.biblioteca.universia.net/ - A Tese de Doutorado do ebook (livro virtual) "O RINOCERONTE DE CLARICE", contos surrealistas e fantásticos, está disponível atualmente no link do site: http://bdtd.ufal.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=197

-09)-"O Homem Que Virou Cerveja", Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora Giz/Primus, SP, Prêmio "Valdeck Almeida de Jesus" (Salvador, Bahia), Ano 2009

10)- "BUBOS TRANSVERSOS" Poemas e Deconcertezas - Abril, 2013 - Pela internacional Editora Bookess, disponível free no link http://www.bookess.com/profile/poesilas/books/

11)-DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas do Mundo da Web, Editora Multifoco, Rio de Janeiro, 2013

12)- ESTADOS DA ALMA, Acordes Dissonantes de "Mins", pelo site de Portugal WWW.carmovasconcelos-fenix.org/Escritor/silas-correa-leite-02.htm

13)-GOTO, Romance, A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, 2014, Editora Clube de Autores - www.clubedeautores.com.br

14)-TROIOS PERIGRITANTES, Microcontos, 2014, Editora Clube de Autores

15)-O TAO DA POESIA, Poemas na Linha de Tao, 2014, Editora Clube de Autores

16)-NÃO DEIXEM QUE TE TIREM A PRIMAVERA, Livro de Alta Ajuda, 2014, Editora Clube de Autores

17)-PIRILAMPADAS, Poemas Infanto-juvenis, Editora Pragmatha, 214

18)-SURTAGENS, Microcontos, Editora Tinta Livre, ebook: in http://www.tintalivre.com/surtagens?search=Surtagens

19)-O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HEROI, Romance Infanto-juvenil, 2014, Amazon, ebook: http://www.amazon.com.br/MENINO-QUE-QUERIA-SUPER-HER%C3%93I-Infantojuvenil-ebook/dp/B00K9EECBK

Livro a ser lançado em breve:

20)-GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Romance Infantojuvenil, aprovado pela Autografia Editora, Rio de Janeiro

-0- Contatos: E-mail: poesilas@terra.com.br

O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HEROI, de Silas Correa Leite, a Venda no Site Amazon

"O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HEROI", Romance Infantojuvenil do CiberPoeta Silas Correa Leite, agora a venda no mundo inteiro pelo site Amazon!

O livro "O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HERÓI" foi publicado na Kindle Store e já está disponível para compra aqui.

http://www.amazon.com/dp/B00K9EECBK/ref=rdr_kindle_ext_tmb

O romance conta a historia de um menino de Itararé que foi registrado como se fosse filho de seus avós, com os quais vive brilhantemente, porque sua mãe sumiu quando ele nasceu, e seu pai, que ele desconhece, e que mora na cidade, não sabe que ele está vivo. Inteligente, precoce, sabido, ótimos instintos e mais alguns dons e talentos, muito ativo, sensível, o menino sabe que o sótão de sua casa guarda um segredo, e o porão também esconde coisas do passado de seus familiares. Fã de desenhos animados, de histórias em quadrinhos, e de personagens de gibis, como Super-Homem, Batman, o Homem Invisível e o Capitão Marvel, o menino, que tem o nome de Ben-Hur, precisa visitar seus subterrâneos, conhecer os mistérios de sua vida, descobrir segredos, achar sua mãe, realizar todos os seus sonhos impossíveis. Terá a ajuda de alguns de seus heróis de gibis prediletos? Fã do Tarzan, Zorro, Homem-Aranha e outros heróis, como ele poderá contar com seus amigos prediletos da Liga da Justiça, ele que sempre sonhou em ser rei, ser santo, e que pode tentar também ser um Super-Herói? Essa é a história do menino que queria ser Super-Herói.

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Véspera de Lua, Um Belo Romance Feminista de Rosangela Vieira Rocha

Breve Resenha Critica:

O Romance "Véspera de Lua " de Rosangela Vieira Rocha Traz a Prosa da Alma Feminina em Bela Literatura de Sangria Desatada

"Continue a viver em brilho//Continue vivendo//Sua hora chegou para brilhar//Todos os seus sonhos estão a caminho//Veja como eles brilham//E se você precisar de um amigo//Eu estarei logo atrás//Como uma ponte sobre águas revoltas//Eu acalmarei sua mente//Como uma ponte sobre águas revoltas// - Bridge Over Troubled Water, Compositor Paul Simon.

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-Enquanto afoito persegui-me a ler sem querer parar, o belíssimo romance VÉSPERA DE LUA de Rosangela Vieira Rocha, veio-me a mente - perdão leitores - o suicídio de Sylvia Plath, e concomitantemente - ah a louca mente humana - a mãe de Elvis Presley, e para a qual ele cantava chorando, "Bridge Over Troubled Water", composição de Paul Simon, antes mesmo de ser o astro do rock que ao morrer iria constar em Memphis intitulado então na Igreja Assembleia de Deus de Elvis Presley, na cidade onde nasceu. Tudo junto e misturado, não sei como e com que feitio, mas, perdoem, foi o li/senti/vivi/captei, juntando os cacos, na soma da leitura. Somas de entressumos e perguntamentos, ou quireras de entrelinhas da leitura embonitada e tocante, fluente?

Adoro cantoras de blues e jazz. Que cantam rasgos da alma e adotam cactos no espírito. Adoro as ins-piradas poetas russas, e, ultimamente, coincidência ou não, ando lendo escritoras mulheres (se mulher que lê vale ouro, imagine então as que escrevem?), eu, um bendito fruto, criado entre elas, fruto de uma matriarca mulher-bandeira, nesse mundo machista em que certamente desde a idade das cavernas elas foram dizimadas em seus sonhos e desejos, passando pela cruel idade média, pela hedionda inquisição nefasta de credos suspeitos e dogmas parasitas, acho que até muito mais sofreram do que negros e os índios, porque o garrão sobre elas nesse mundo insano é ainda maior, e a violência camufla seus prazeres e detona a esperança de liberdade nua e crua, dentro da própria da dignidade humana dentro do que deveria ser realmente o humanus da civilização tropeçando em babas de uma ignóbil violência e em cornos de total insensibilidade a respeito.

"A morte deve ser assim, sem palavras diz a narradora". Mas, paradoxalmente é a vida que arrebenta os seus favos, gomos e núcleos de abandonos no que de lavra na sarada escrita que permeia a obra. Prosa poética cativante como se uma vazão de contracorrente espremida, vindo de um aparelhamento intimo aqui e ali desbaratado, desbaratinado, mas ainda e por isso mesmo sedutor. A véspera de uma lua-vida. Feminina-mente, o próprio "corpo da dor" não estrebuchada, mas lançada na narrativa como um corte-cerzir certo nas palavras escritas com a cor do pecado e o sabor de quero mais.

Cólicas menstruais e zonas de desconfortos. A narrativa feito uma indelével (por assim dizer) sangria desatada. Comungando-se, alma nau, flor fêmea. De veludo. Quiabo com beija-flores não dá um prato de se cuspir veredas. O Buscopan letral, e seus efeitos colaterais, bulas a parte. Ah a tábua de carne dessas mulheres loucas, libertárias, sexualmente potentes, prontas para o bom combate que a tudo seduz e corrompe e rotula: borboletas negras existem? Memórias-godê? Aliás, brinco de dizer falando sério (Charles Chaplin) que na TPM converso com minha esposa-musa de mulher para mulher.

O hormônio é divino ou diabólico? Ai de nós. Diria Sylvia Plath: "Dentro de mim mora um grito.// De noite, ele sai com suas garras, à caça// De algo pra amar". Ou como diria Marina Tsvetaeva "Não roubarás minha cor// Vermelha, de rio que estua.// Sou recusa: és caçador.// Persegues: eu sou a fuga.//" Para concluir afinal a lembrança do que diz Bella Akhátovna Akhmadúlina: "A chuva açoita meu rosto, meus ombros//a tempestade ronca e vem aí//Cai sobre mim, a carne, a alma//como a tormenta sobre a nau se abate.//Não quero, não quero mesmo saber//o que me acontecerá depois - //se serei esmagada pela dor ou se jogada contra a felicidade". Rosangela Vieira Rocha trabalha essa prosa-lâmina, essa prosa-dor, essa prosa-rio como se escavando na própria pele o sentir e o pensar sobre esse amor que deve dizer o nome, de sua própria cruz e veio. Do sangue viemos, ao sangue voltaremos. Lágrimas de percursos, e sins e nãos, e sais no contexto existencial. E lágrimas, sofrências, menstruações, partos e lonjuras, enjoos e cheganças.

"Despreza os meios-tons, precisa ir ao fundo(...) até encontrar o deserto(...)". Bravo! Há poesia na escureza dos cedros que se empinam apontados para a clareza de todos os sentidos, na alma dos amantes, nos copos de leite cheios de implicâncias, cacos de espelhos, rasgos de véus, conjeturas e aceitações. A vaidade é uma boneca cobiçada. A sexualidade é pólvora procurando rastilho para se encontrar em fogo de amor puro enquanto dócil e frugal. Ah a solidão-albatroz, a solidão-palhaço, a solidão-Cibalena da mulher fêmea, lua e estrela, coração e mente atiçando propriedades de natureza intima, almas de crochê. A salvação dessas amantes é a destruição do preconceito. Sair do quadrado, da casinha, no caso da personagem, sair, por assim dizer, de uma espécie de coifa. Escrita-mulher, o gozo apalavrado no letral bem lustral, o corpo livro, e alma aberta acima e sobre todas as coisas se dizendo única, talentosa, livre, feito pássara-flor.

A Penalux caprichou na edição, até porque por isso mesmo também a premiada escritora e professora universitária (e jornalista e advogada) caprichou no enfoque, na narrativa, na expiação de suas perguntas, nos prismas, conflitos e angus de caroço, quando com esmero se deu como corpo-vida ao seu talento literocultural feminino nesse corpo livro que sai do lugar comum, e se assoma gostoso e cativante como um roteiro de filme, uma balada, uma esperança urdida de ser feliz em todas as formas de amor.

-0- Silas Corrêa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br - www.artistasdeitarare.blogspot.com

Livro Assustador 'K, O ESCURO DA SEMENTE de Vicente Ferraz Cecim

Pequena Resenha Critica

O "K"(aos) Numinoso da "Literapura"de Vicente Franz Cecim no Livro que já Nasceu Clássico

"K, O Escuro da Semente"

"Viver vale/Um delírio"

Sergio Capparelli, in, De Lírios e

de Pães/(A partir de um provérbio chinês)

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Prólogo: E-mail ao editor:

Olá Nicodemos Sena - Editor da Editora LetraSelvagem

Saudações. Assustado acabei de dar uma passada em transe no livro do CECIM. Que lindeza de loucura! Nunca a leitura é só uma vez só ou inteira nele/dele? Nunca tinha lido nada perto de parecido. Vivendo e levando susto; se eu ler mil vezes o K, conhecerei todo o abecedário neural/trans-espiritual do cara? Benza-Deus como diria minha genitora. Onde já se viu isso? Tentei ir lendo e me desatando os nós das sandálias, mas ainda não foi fácil. Acho que perdi uns parafusos, atiçado e alumbrado... Esse CECIM existe mesmo ou é invenção da letra selvagem na Amazônia-brasilis-Andara? Mando texto anexo com erros e acertos de comentários sobre o baita livro, para vc ver o que acha(...) Perdoe as ligas e anelos e divagancias; pensa que é fácil? E que o K tenha piedade de nós pobres mortais comuns.

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-... o impacto deste livro "K, O ESCURO DA SEMENTE" em mim - como desde antes na aturdida crítica especializada como um todo - e a técnica do contraponto, enquanto na abarcada (e proposital de feitio) dualidade "poesiaprosa", até o assustador jorro neural diferenciado do autor, Vicente Franz Cecim, já consagrado em outras obras espetaculares como único e raro no (seu) gênero que particularmente criou, como fora de série, de onde esplende sua "verborrágica" (aí se juntando verbo e mágica), loucura-lucidez, o já chamado estado "álmico" e o numinoso na mesma rapsódia, e, você, leitor, pego pelas palavras não saca assustadiço do que afinal se resta na leitura inesperada, se mergulha nesse "K" do literato, ou, se assim mesmo, literalmente resta-se também como um "koiso", no "kaos" leitural, ou se só e ainda "bebesorve" da almanau do autor nas escrituras em enlevo, provocadora, incomum porque especial, feito alucilâminas em "prosaverso", em que eu, lendo, também, por assim dizer "enloucresço". Livro que mexe com o leitor é livraço. Como é que pode isso, como é que pode assim? Livro bom é quando o leitor morre no final? Passei perto.

-... você vai, digamos, navega (nave cega a priori), depois, lê-se, vê-se, e capitula, se enleva também atraído, fisgado, abduzido, o que quer que seja a surpresa e o chique do chamamento ulterior. Como pode alguém (no humano), escrever isso, de-assim, desse jeito, assaz, na fuça, tresloucado, literalmente diferente e sem explicação, mas, estupendamente transpolar, multipan-polar, literalmente "literapura", dando com as palavras entrecortadas (e, entre, contadas), fragmentos/entre/vistas, numa vazão como magma entredentes/entrementes, alma limada (lixada?), tirando clarezas de sutilezas, cactos acesos de brutezas; tirando do "spiritual" (arrebatamento?) de si esses mantra em tons e tintas de um surrão interior, como se a nos "almar". Esse Cecim é único no mundo das ideias, das artes, da literatura singular que per/segue? Já antes elogiado por críticos de alto nível, já bem editado, até no exterior consagrado, já em continuação em sua sina sígnica, como uma espécie assim de um livro de Jó, de profecias (e profe-ceias) de Isaias, ou de Salmos contemporâneos e pós-modernos, a escrever sempre e tanto o mesmo livro - o LIVRO DE CECIM - continuando um tomo no outro e no outro, todos os livros um só, todos os livros ele mesmo em seu perene estágio de espírito; estado de semente de mostarda aos quatro ventos, aos sais de si, nas desaceleração de partículas do sal e de açucares de si, neutrinos narrativos, per-furando criações, entre pólens, ácaros, ícaros, troios até (mistura de joio e trigo), em perigritantes (perigos/gritos) a deslavar-se, enlevando-se, deste êxtase que fez e produz o poeta e literato sobre a arte como libertação/levitação. Cecim escreve como quem, ponhamos, se levita?

-... K, O ESCURO DA SERPENTE, segue a trama-tramóia-trauma metafísica da "asaserpente", transcreve o lumiar do encordoamento dos andamentos-continuações, pois a vida e a arte são isso: pesadelos customizados. Ah o adâmico horizonte agônico do ser/ente do devir. No dial quebrado de CECIM, o éter na mente é palavravável com atiço de imaginação? Tudo na sua obra é pura vidamorfose. O alfabeto humano não é humano? O homem é um erro, uma falha, uma falta de? Pois a arte é (precisa ser) o/esse preenchimento de vazios entre penumbras. Alvuras padecem rascunhos, e podem ser ranhuras de erratas elípticas. Os livros de CECIM não são deste mundo? Que mundo? Que desmundo? Ah a vox que clama no deserto dos bárbaros contando do ovo do sono, nessa sodomogomorra que ainda precisa de babeis para coroar o vazio da alma insepulta do Homo sapiens ao Homo demens, e do Homo degradandis ao homo interneticus...

-Considerando (especulando) o "K" da obra que aqui também supostamente pode ser de "Kaos", palavra de origem grega que ocorreu por volta do ano 800 AC com Hesíodo na Grécia antiga, e que era usada pelos gregos significando vasto abismo ou fenda; palavra que também alude ao estado de matéria sem forma e espaço infinito que existia antes do universo ordenado, suposto por visões cosmológico-religiosas, e, finalmente, o sentido mais usual de caos: de desordem, confusão, grande vazio ou grande amplitude, vazio primordial, podendo se pensar sobre que espécie de semente é essa, esse escuro que o autor burilando cria, entoa, evoca, ou que escuro é esse veios de sementes criativas do autor? Aliás, a bem dizer, Cecim não escreve, destila-se, destrincha-se, dilata-se. Quando escreve ao sair de si, entra (encontra) seu Nirvana? Ai de nós! Falando sério, CECIM descobre o inexistente, desdobra a regra formol, e, ao se assentar escriba, escrevendo vivifica a nosotros com seu tear de criação, afrouxa nós em entalhes e preciosidades de literatura esplendente de primeira grandeza lítero-cultural-criacional. Você entra no livro para ler o "romance"(?) de 384 páginas, e começa também a ler as entrelinhas e as linhagens dos desenhos gráficos, estéticos, pseudodispersos, vai entrando pelas beiradas e parágrafos abertos, e depois entra nos casulos de sua plantação de cenas, de cenários seus inventariando incêndios íntimos, e quando se vê não há como rotular, nem como nominar nada, você não se encontra mais, se perde de critérios e normas, nessas cantárias dele de criar o não-ser dizendo, o não-lugar aclareado, os sem nome, sem teias, num enlevo de um ser vertido para o nosso comum dizível, no entendível, no nominável enquanto prosa, enredo, ensaio, romance(?) em prosa poética, destrinche, prosa poética que seja em estrofes deitadas, vertentes e pinceladas de limonódoas, bijutelíricas, aqui e ali dando um susto no leitor que, também, perde-se de si, embarcando nessa canoa atiçada de K para ver e sentir, fluir, ver aflorar também frutos e raízes, e depois ainda (e por incrivel que pareça) não sacar exatamente o que é o ali e quando, arrebatado, sem ter um eixo exato do que é uma coisa e outra, porque, até mesmo na chamada Linha de TAO, o que não é passa a ser, o que já não existe se vê/lê, pois criado é nutrido, e o que se diz pode não ser exatamente quando, e o que se desdiz é ante-facho, arrebatamento, lume e correspondência com o que agrega o todo, formando a obra, em que o autor se dilacerou, plantou, orbitou, entre incensos, detalhes, silêncios, paradigmas, experimentações, pensagens (pensamentos mensagens), e deu a luz (bem isso) a esse livro-continuação, um livraço que já nasce clássico no gênero (que gênero?), livro lume e foz, enquanto assustador de tão rico e nobre, de seu tanto acervo de densidade em competência de zelo experimental (existencial) que seja na própria olaria de sua com-feitura. "K" é isso e muito mais. O que dizer ou tentar isso, depois de sair-se pelo menos alumbrado dessa arca de todas as palavras, todas as somas, todos os riscos e de/lírios de trânsito neural, de marco criacional, até assentar de novo no crível do plano existencial reles e trivial e comum dessa vidinha efêmera, desembarcando então dessa leitura/embarque?

A obra recheada de partituras lítero-poéticas de CECIM, quase um livro-ensaio "sagradoprofano" de bela e feliz e exuberante experimentação audaciosa e com altíssimo (em todos os sentidos) despojo lírico-espiritual-álmico todo próprio dele, feito epifanias de eulogias de gnosticismo laico, por assim dizer. Deus inventou as palavras, o dianho caído inventou os números, e os seres inferiores da casta telúrica deram de inventar a arte ousada para se sentirem cultuadores da criação que há no nominável sem prumo, no risível em sangria desatada, e no finito com aparência de divinus em perigrinanças nessa terra de Andara, Neverland, Pasárgada...

Matizes e iluminuras, derrama e esparramento de oleiro ornando sementes nidificadas, tramando poesia em prosa e contações, com anelos de temáticas em linguística muito bem barulhada e torneada. Tudo ornando livro, páginas e rumo sequencial num tabuleiro que parece labiríntico, e não é, e você segue o curso da trama, indo a navegar sem saber exatamente o que é margem, o que pode ser correnteza, o que tente a ser escoadouro, ou mesmo píer, mas sustentado pelo susto do porte da obra e então se deixa levar como um homem-árvore sendo nutrido, estra/vazando, muito além do simples e comum, seguindo as terras do bem-virá de Andara, como um leitor se escrevivendo e "escrevilendo" na alma de lã de vidro do autor, sem se desnortear das narrativas, ideias que arrebatam, falando, dizendo, feito um estado onírico de se entrar e sair estupefato com a musicalidade das letras do autor. Um reino de fantasias feito de palavras com/pensadas que agrega estrofes como ovelhas num rebanho historial. O fantástico e o inverossímil se apresentam. O inverso também, tudo pendurado nos cipós das implicâncias e reinações. E os paradoxos que se unem? O que pode parecer trevas é luz, o que parece luz é pântano escorregadio, e o que parece difícil é simpleza entre o lírico e o acabamento dele, numa atmosfera de lucidez/espírito/toleima/confeito lustral.

Do livro K e dele o autor CECIM, diz o literato da USP Adelto Gonçalves (In site Pravda/Rússia): "K O escuro da semente é mais um daqueles livros que o autor chama de "visíveis" e reúne na obra imaginária Viagem a Andara o livro invisível, que não escreve e só existe na alusão de um título. É o que o poeta denomina de "literatura-fantasma", em que foge a uma classificação formal, pois não se sabe se se trata de um romance escrito em prosa poética ou de um longo poema em prosa, mas sim de um gênero híbrido, que absorve todos, constituindo um diálogo entre Pai e Filho ou entre irmãos, como Iziel e Azael e Oniro e Orino. É também o seu primeiro livro em iconescritura, pois une imagens e palavras. De difícil leitura e definição, ao menos para aqueles leitores pouco afeitos à poesia menos convencional, o estilo de Cecim lembra a inquietação existencial de Samuel Beckett (1906-1989), Thomas Stearns Eliot (1888-1965), Ezra Pound (1885-1972) e Franz Kafka (1883-1924), passando ainda por Lautréamont (1846-1870), especialmente o de Os Cantos de Maldoror, e Zaratustra (660-583 a.C).

Tudo em CECIM adquire voz própria, rumo único, alma dilacerada ou se reconstituindo/criando seu mundo todo próprio, sua literatura toda única e especial, entre o ser marcado, o feérico, o inusitado, entre esvairados utensílios, criando pomos, pontes, tomos, diálogos, parágrafos, ramas e floresteiros, feito tudo em K, O Escuro da Semente, um achado, um achadouro. Com o suprassumo de sua alma, o autor escreve os sutras quânticos de uma obra que ao mesmo tempo que tem suas epístolas, tem suas respirações visionárias, sua drenagem de insurreição, sua peregrinação em sumulas, "nuvensfronteiras" se abrindo, sinfonias de letramentos jugulares. Leiam o livro, mergulhem nele, e nunca mais caiam em si, nunca mais caibam em si, nunca mais respeitem sextantes ou areias movediças. O tal do "céuterra" é dentro dos nós das cinzas de nós? A "Alma/zonia" é ele, dele, e em nele se reproduz em livros, assim como livrações mesmo, até nesse "serdespanto" em que afinal nos restamos todos com o que nos nutrimos de ler Vicente Franz Cecim.

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Silas Corrêa Leite - Professor, Jornalista Comunitário e Conselheiro em Direitos Humanos. Ciberpoeta e blogueiro premiado, escritor membro da UBE-União Brasileira de Escritores, Autor entre outros de GUTE-GUTE, Barriga Experimental de Repertório, romance, Editora Autografia, RJ.

BOX:

K, O ESCURO DA SEMENTE

Vicente Franz Cecim, Editora LetraSelvagem, 2016 - Coleção Sabedoria - www.letraselvagem.com.br - E-mail: letraselvagem@letraselvagem.com.br

o    Cyber Poeta Silas Correa
Leite, tachado Pelo Site Capitu de “O Neomaldito da Web”

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Breve Historial Bio-Bibliográfico

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-O atual literato e Cyber Poeta, Silas Correa Leite, na verdade nasceu no
bairro operário de Harmonia, na cidade de Monte Alegre, Paraná, região de
Tibagi. No entanto, a partir dos seis meses de idade, foi criado em Itararé,
São Paulo, cidade de divisa com o Paraná, terra de seus pais, que tiveram que
fugir do colonião do Paraná porque tinham loteamentos (Lotes das Cem Casas) na
área rural chamada Cidade Nova, adjunta a Monte Alegre, e foram perseguidos por
grileiros, bandidos e jagunços do político corrupto chamado Lupion, então
governador do Paraná. Por incrível que pareça, a área regional toda depois
estranhamente mudou de nome, sendo chamada de Telêmaco Borba, nome também de um
político jagunço e bandido ligado a corruptos da região.

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-O pai de Silas Correa Leite, Maestro Antenor Correa Leite, hoje nome de rua em
Itararé, é dessa cidade histórica (um dos primeiros a nascer na cidade na Era
de 1900), e quando jovem foi o primeiro acendedor de lampiões de gás de
Itararé. Em Itararé, de família rica que ficou pobre, Silas, guri de
pé-vermelho, estudou no Grupo Escolar Tomé Teixeira, quando foi alfabetizado e
descoberto também aos 8 anos como “Poetinha” pela primeira professora, Jocelina
Stachoviach de Oliveira. Silas terminou o curso primário, e, para ajudar a
família e o pai doente, parou de estudar e foi trabalhar de engraxate a
boia-fria, de vendedor de dolé de groselha preta a caldo de cana, de pipoca a
algodão doce, de garçom a aprendiz de marcenaria. Aos 16 anos, precocemente
estreava como colunista-colaborador do semanário jornal O Guarani, de Itararé,
também fazia imitações de artistas da Jovem Guarda em shows de prata da casa, e
tinha sido aprovado num concurso para locutor na Rádio Clube de Itararé.

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-Em 1970, só com o curso primário, Silas migrou para São Paulo, capital, em
busca de melhores condições de trabalhos e estudos. Levava na bagagem algumas
poucas roupas, muitos sonhos e vários cadernos de rascunhos poéticos que hoje
passam de mil e foram reportagem no programa Metrópolis da TV Cultura de São
Paulo. Na capital de inicio morou em cortiços, em pensões, dormiu na rua,
passou fome, até voltar a estudar, sempre escrevendo para os jornais de
Itararé, com os quais colabora até hoje, faz mais de 40 anos. Terminou os
estudos fundamentais e médios no Liceu Coração de Jesus, fez Direito, trabalhou
anos na área, na empresa ABE-Assessoria Brasileira de Empresas, até ir
trabalhar como assessor do Secretário Municipal de Educação da capital,
jornalista Paulo Zing, compondo equipe para ajudar a implantar informática no
ensino público da capital, quando fez Geografia e vários cursos de extensões a
especializações, tornando-se especialista em educação e se efetivando no ensino
público municipal e estadual. Filiado à API-Associação Paulista de Imprensa,
também se associou à UBE-União Brasileira de Escritores, ganhando alguns
prêmios de renome, representando Itararé no Mapa Cultural Paulista, vencedor
entre outros concursos do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores
(USP/Parceiros do Tietê/Rádio Eldorado/Estadão/Jornal da Tarde), premiado
também nos concursos Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor, Prêmio de
Poesia Biblioteca Mario de Andrade, SP (Gestão Marilena Chauí), Prêmio Literal
de Contos (Petrobrás), RJ, Curadoria Ana Buarque de Holanda, Premio Ignácio
Loyola Brandão de Contos, Prêmio Paulo Leminski de Contos (Unioeste-PR), Prêmio
Fundação Cultural de Canoas, entre outros, e ainda no exterior, o Prêmio
Microcontos Fantásticos Simetria, Portugal, e Prêmio Cancioneiro
Infantojuvenil, Instituto Piaget, Lisboa, Portugal, passando também a constar
em inúmeras antologias literárias em verso e prosa, inclusive no exterior, como
Estados Unidos, Portugal e Itália, além de incluído como Poeta Contemporâneo na
Revista Poesia Sempre, Ano 2000, 500 Anos de Descobrimento do Brasil, Fundação
Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.

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Silas Correa Leite lançou depois os seguintes livros:

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-Ruínas & Iluminuras, conjunto de poemas, (Prêmio Elos Clube/Comunidade
Lusíada Internacional)

-Trilhas & Iluminuras (libreto), Coleção Prata Nova, Editora Grafite, RS

-Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print, SP

-Campo de Trigo Com Corvos, Contos Premiados, Editora Design, SC, classificado
para a final do Prêmio Telecom de Portugal

-Os Picaretas do Brasil Real (libreto), Cantigas de Escárnio e Maldizer (Série
Leia e Passe Adiante) Editora Thesaurus, Brasília, DF

-O Homem Que Virou Cerveja, Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora
Primus/Giz Editorial, SP/Premio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador, Bahia

-ELE Está No Meio de Nós, e-book, Romance Místico virtual, Hot-Book Editora,
RJ, disponível no site www.recantodasletras.com.br

-E-book de sucesso, O RINOCERONTE DE CLARICE, pioneiro, de vanguarda e único no
gênero, primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, Editora
Hot-Book, RJ. Obra composta de onze contos fantásticos, cada ficção com três
finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente
incorreto, quando o leitor também poderia escrever um seu final para cada
história. Livro campeão de downloads, referencial como livro virtual na web,
destaque na imprensa como Estadão, Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, Correio
do Brasil, JBonline, Poetry Magazine, Diário Popular, Revista da Web, Revista
Cultura Sinpro, Minha Revista, Revista Época, e reportagem na mídia televisiva
como Rede Band, Programa Momento Cultural/Jornal da Noite (Márcia Peltier),
Programas Metrópolis e Provocações (Antonio Abujamra) TV Cultura de São Paulo,
Rede Brasil, Rede Vida, Canal 21 (Programa Na Berlinda), Programa Imprensa e
Cultura, Canal Universitário. A obra ainda foi indicada como leitura
obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciência da Linguagem,
na UNIC-Sul, Santa Catarina, tese de mestrado na Universidade de Brasília e
tese de doutorado na UFAL.

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-Recentemente lançado: E-book Infanto-juvenil, “Gute Gute, BARRIGA EXPERIMENTAL
DE REPERTÓRIO, ainda disponível como livro free no link: http://pt.calameo.com/read/0016106757767c03d1375



-No prelo: DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas, Editora Multifoco, Rio de Janeiro.

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-A sair: “DESJARDIM, Muito Além do Farol do Fim do Mundo”, Romance, Editora
All-Print, SP

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-“CAVALOS SELVAGENS”, Romance, aprovado pela Editora LetraSelvagem, Coleção
Gente Pobre, Editor Nicodemos Sena.

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O Cyber Poeta Silas Correa Leite está em todas as redes sociais, em mais de 800
links de sites, inclusive em Portugal, na Argentina, nos EUA, na Itália e em
Moçambique, África, etc. Está no Facebook, Orkut, Twitter, com seus
‘pensadilhos’ (pensamentos trocadilhos) e ‘pensagens’ (pensamentos mensagens)
escrevendo seus twitter-poemas, twitter-contos, as tiradas irônico-filosóficas
como as conhecidas e hilárias “Silas e suas ‘siladas”, tendo outras obras
inéditas, de romances a ensaios sobre educação, de novelas a depoimentos sobre
os tenebrosos tempos de chumbo da funesta ditadura militar incompetente e
corrupta, fazendo ainda criticas, resenhas literárias, microcontos e outros
trabalhos literários de vanguarda, além de criticar o cínico estado mínimo do
neoliberalismo incompetente e corrupto que viça em Sampa/Samparaguai, o
Estado-Máfia, com suas impunes privatarias e seus news richs das
privatizações-roubos; as riquezas impunes, os lucros injustos, as propriedades
roubos, o neoescravismo da terceirização, a impunidade generalizada, a
violência do quinto poder, e o dezelo público de muito ouro e pouco pão na
desvairada pauliceia de uma abandonada periferia sociedade anônima.

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Quanto à sua batalhadora vida particular, feito um eterno guri que amava os
Beatles e Tonico e Tinoco (o cyber poeta diz que sua infância é o seu melhor
tesouro), Silas Correa Leite tem união estável por quase 30 anos com a doce
Musa, admirável Companheira e Professora Rosangela Silva. Cervejólogo, ledor
voraz, foi bolsista pesquisador em Culturas Juvenis da FAPESP/USP-Universidade
de São Paulo, alega que gosta mais de ler do que de respirar; de que gosta mais
de escrever do que de existir, adora seus amigos sonhadores de utopias e
boêmios de SP, seus milhares de seguidores da internet e mesmo companheiros da
Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes, Cidade Poema, da qual é autor do
oficial “Hino ao Itarareense”, tendo sido homenageado com o título de Cidadão
Itarareense e com a exposição “Imagens & Palavras” sobre seu trabalho
artístico-lítero-cultural no Centenário de Itararé. Para ler o Cyber Poeta
Silas Correa Leite em todos os seus variados, polêmicos e diferenciados
trabalhos e estilos, basta procurar pelo seu nome num site buscador como o
Google, e vai achar, além de textos, imagens, vários links no YouTube. Com sua
poética da tristeza, paradoxalmente com suas tiradas risadores e sua portentosa
metralhadora dialética cheia de lágrimas, ao ser provocado pelo Antonio
Abujamra (Programa Provocações/TV Cultura) o irreverente Cyber Poeta Silas
Correa Leite disparou que “corta os pulsos com poesia”, entre outras de suas
tiradas.

o   

Blog premiado do UOL: http://www.portas-lapsos.zip.net/

Site com breve currículo: www.itarare.com.br/silas.htm

E-mail para contatos: poesilas@terra.com.br

Livros Porta-Lapsos, Poemas, e Campo de Trigo Com Corvos, Contos, a venda no
site de SP: www.livrariacultura.com.br

 

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