Por ora não interessa quem sou, que entenda a/o ?! Outr/a/o.
Peço desculpa por postar escritas toscas, textos mal editados ou nem revistos.
Parte da minha escrita fora da nuvem., formatei-a num ssd...😂😢🤗 A plataforma é rápida. Sem sequência ou ordem de assunto. A cronologia: nem sempre é clara a data real, por isso a não incluo.
Gente entre gente, que não se pense que se sente o que outro sente, nem que se pressente para além do presente.
Só me retrato por tanta falta de critério e qualidade.
A verdade é que alguns dos que mais prezo não serão incluídos para já.
Uso também um novo repositório para a língua inglesa, idioma que tenho vindo a usar por vários motivos, e.g. (https://www.poeticous.com/m-genth )
Embora quase não escreva em espanhol e francês, uso um site espanhol que considero, entre outros.
Não posso aquilatar exactamente o que perdi, dado que....blá blá blá.
Quando encontrar uma ordem e decidir se quero incluir algo pessoal além das iniciais cruzadas, ou pseudónimo/fotografia.
Atentos cumprimentos a todos os que mantêm, participam e contribuem para este repositório de escritas, as melhores, e todos os que chegaram. Obrigado
Lista de Poemas
Quinta dissonante
Estou na casa que não tenho.
Vou para a rua e seu desdenho?
Ó Amores, eu nunca vos tive.
Ó mãe, perversidade às escuras,
Ó filhos que nunca mantive
Ó estrelas escuras, razões obscuras,
Meu céu noturno, firmamento
Que não ouço teu negro vento.
Rodeado de pressões,
Atentamente ignorado.
Plaino povoado de gente,
Ora ora, epifania intermitente,
Ondas mil de sensações.
Nada há, São João passado,
Amnésia de ter provado rojões.
Plaino empedrado, não vamos cantar
A balada dissonante onde vamos parar
Oitavas e quintas, la quinte du loup.
Cactus ensimesmado, ausência de troupe.
Vou para a rua e seu desdenho?
Ó Amores, eu nunca vos tive.
Ó mãe, perversidade às escuras,
Ó filhos que nunca mantive
Ó estrelas escuras, razões obscuras,
Meu céu noturno, firmamento
Que não ouço teu negro vento.
Rodeado de pressões,
Atentamente ignorado.
Plaino povoado de gente,
Ora ora, epifania intermitente,
Ondas mil de sensações.
Nada há, São João passado,
Amnésia de ter provado rojões.
Plaino empedrado, não vamos cantar
A balada dissonante onde vamos parar
Oitavas e quintas, la quinte du loup.
Cactus ensimesmado, ausência de troupe.
161
Balada do irrelevante
Hei-de estar morto quando a vossa perna
Me alcançar e pisar deitado no meu leito
Ferido de mil golpes infligidos, mil golpes
Derrotado na pedra tão fria como o cadáver
Que um dia nunca se deu por vencido,
Que menos o imaginam, de si esquecido
Que todo o mundo é apenas todo um globo
Povoado pela vida de tantas extinções,
Ó povo
Hei-de encarar-vos morto, tão partido, torto,
Minha face esfacelada calma e persistente
Tão certa de si, tão descrente, ora ausente.
Eu que persigo a Chimera que me espera
Esfíngica e à qual nunca responderei,
As mesmas respostas que nunca vos dei.
As que amei, ao revolto destino abandonei,
As crianças que riem no sonhos suprimidos,
O sangue escorrido dos membros feridos
Em mãos atadas no cume dos esquecidos.
Os sonhos que não sabem que sonhei,
O coartado acto que não, nunca vos prestei.
Ignomínia antiga, dum vivamus, vivamus
É um ponto na planta onde já não encontramos
As coordenadas possíveis de alguma presença,
Um passo congelado no fim destes anos,
Agora que as árvores velhas que passamos
São testemunhas que já cá não estamos.
A vós a vida que levaram por mim
A vós uma ode insana e sem fim
Pois comecei a partir bem antes de cá vir.
Sede, que eu fui e esfumei-me
No loop do coup-de-grâce
Como se não me amasse
Neste idílico momento, abracei-me
E esse sangue escorreu-me exangue
Eu que não me dou por vencido
Na louca teimosia, já esquecido.
Me alcançar e pisar deitado no meu leito
Ferido de mil golpes infligidos, mil golpes
Derrotado na pedra tão fria como o cadáver
Que um dia nunca se deu por vencido,
Que menos o imaginam, de si esquecido
Que todo o mundo é apenas todo um globo
Povoado pela vida de tantas extinções,
Ó povo
Hei-de encarar-vos morto, tão partido, torto,
Minha face esfacelada calma e persistente
Tão certa de si, tão descrente, ora ausente.
Eu que persigo a Chimera que me espera
Esfíngica e à qual nunca responderei,
As mesmas respostas que nunca vos dei.
As que amei, ao revolto destino abandonei,
As crianças que riem no sonhos suprimidos,
O sangue escorrido dos membros feridos
Em mãos atadas no cume dos esquecidos.
Os sonhos que não sabem que sonhei,
O coartado acto que não, nunca vos prestei.
Ignomínia antiga, dum vivamus, vivamus
É um ponto na planta onde já não encontramos
As coordenadas possíveis de alguma presença,
Um passo congelado no fim destes anos,
Agora que as árvores velhas que passamos
São testemunhas que já cá não estamos.
A vós a vida que levaram por mim
A vós uma ode insana e sem fim
Pois comecei a partir bem antes de cá vir.
Sede, que eu fui e esfumei-me
No loop do coup-de-grâce
Como se não me amasse
Neste idílico momento, abracei-me
E esse sangue escorreu-me exangue
Eu que não me dou por vencido
Na louca teimosia, já esquecido.
223
Salto de anseio
Adiante de uma porta raramente aberta
Há uma lânguida sexualidade desperta.
Vermelho desbotado, tarado, crente
numa vida que podia ser e não é,
Gozadas, orgasmos que corro a pontapé
Num precipício em que anseio por este pé,
O outro no ar num salto de fé, não sei se é,
Ou toda esta doença de saúde adiada
Apenas uma macabra festa sonhada,
Psicopatia de uma besta aprisionada.
161
Precipício
Adiante de uma porta raramente aberta
Há uma lânguida sexualidade desperta.
Vermelho desbotado, tarado, crente
numa vida que podia ser e não é,
Gozadas, orgasmos que corro a pontapé
Num precipício em que anseio por este pé,
O outro no ar num salto de fé, não sei se é,
Ou toda esta doença de saúde adiada
Apenas uma macabra festa sonhada,
Psicopatia de uma besta aprisionada.
Há uma lânguida sexualidade desperta.
Vermelho desbotado, tarado, crente
numa vida que podia ser e não é,
Gozadas, orgasmos que corro a pontapé
Num precipício em que anseio por este pé,
O outro no ar num salto de fé, não sei se é,
Ou toda esta doença de saúde adiada
Apenas uma macabra festa sonhada,
Psicopatia de uma besta aprisionada.
220
Escala de Mohs
Cada olhar de faca enferrujada,
É uma estocada, cada vez que a ira
O ignoto desprezo, o juízo sem peso
Me tocam, eu regozijo, esquivo, altivo,
Alimento a distância que nos separa.
Esquecida vara que me açoita, atitude afoita,
O meu passo parece esquecer as grilhetas
E o seu peso ausente, ilusão de não mais preso,
Sentenciado, todavía, todo o santo ou profano dia.
Cada censura perdura em mim numa carapaça,
Uma coisa dura que me ultrapassa,
Não sei o que seja,
Não é que se veja,
Uma subida de Mohs, um salto na escala,
Até que um dia, breve, riscados sereis apenas, afinal, vós!
Que nos leve a ceifadora desta estada breve,
Que nada afinal transpareça do que ora
Se escreve.
Não interessa essa ideia de tantos conteúdos,
Como um velho lord inglês tinha de sobretudos.
155
Ditos de incompleto
A fala de fulano que encontrou no café
E como depois disso não vai mais lá por pé.
B refere o prazer de abraçar o amigo que acaba de chegar de longe
C não entende como um mulherengo da Bohemia é hoje respeitado monge
D descreve o Sábado em que decidiram parir a Maria num belo futuro dia.
Eu tenho uma mangueira no terraço parada como serpente cansada
Que a última vez que engoliu uma ratazana bacana faz mais de um ano.
Rodeada de ervas e receosa de sofrer dano.
Eu tenho ideias que ninguém quer ouvir e está claro para mim
Que isso não acontecerá
Nem que a vaca tussa e tussa
Nem que a herbívora seja russa.
Não que haja toxicidade envolvida
Alguma cariátide chocante, caída,
Ou um presunto não defumado
Que se sinta intimamente prejudicado.
F é uma elegia da Salsa que se dança
G conta da marota da gatinha da vizinha.
Hoje não se liga mais a Hollywood nem a Mafamude,
Conta-se do som calmante junto ao açude.
Indo mais além há quem derrube catedrais para fazer mais.
Junte-se tudo isso, seja escrita uma ode ao chouriço bem tostado
Literalmente tostado, em álcool a arder, e chegou a hora.
Mal mal, maravilha ou maldição de usar este alfabeto,
Maldito modo de destratar o danado, pobre coitado.
(este idioma que permite esta vergonha tem dado a gente distinta a oportunidade de o ver elevado e louvado).
(para quem sofre de ideias persecutórias note-se que me refiro ao sr precioso tempo quando digo maldito modo de ser ocioso)
E como depois disso não vai mais lá por pé.
B refere o prazer de abraçar o amigo que acaba de chegar de longe
C não entende como um mulherengo da Bohemia é hoje respeitado monge
D descreve o Sábado em que decidiram parir a Maria num belo futuro dia.
Eu tenho uma mangueira no terraço parada como serpente cansada
Que a última vez que engoliu uma ratazana bacana faz mais de um ano.
Rodeada de ervas e receosa de sofrer dano.
Eu tenho ideias que ninguém quer ouvir e está claro para mim
Que isso não acontecerá
Nem que a vaca tussa e tussa
Nem que a herbívora seja russa.
Não que haja toxicidade envolvida
Alguma cariátide chocante, caída,
Ou um presunto não defumado
Que se sinta intimamente prejudicado.
F é uma elegia da Salsa que se dança
G conta da marota da gatinha da vizinha.
Hoje não se liga mais a Hollywood nem a Mafamude,
Conta-se do som calmante junto ao açude.
Indo mais além há quem derrube catedrais para fazer mais.
Junte-se tudo isso, seja escrita uma ode ao chouriço bem tostado
Literalmente tostado, em álcool a arder, e chegou a hora.
Mal mal, maravilha ou maldição de usar este alfabeto,
Maldito modo de destratar o danado, pobre coitado.
(este idioma que permite esta vergonha tem dado a gente distinta a oportunidade de o ver elevado e louvado).
(para quem sofre de ideias persecutórias note-se que me refiro ao sr precioso tempo quando digo maldito modo de ser ocioso)
160
Hora do bote
Na hora do bote dos Bots e ataque de drone
A epidemiologia a disseminar fake news a toldar nossa vista
Não há muito quem assista e mesmo assim resista
Tinge-se a manhã no sangue místico
Explosão dos horrores derrotados
Forças de balanço contra o ranço,
Odor do demi monde sem saber aonde.
Mata-se sem piedade aqui e acolá
Mata-se, sem razão, aonde quer vão
Gente nas diversas Igrejas Ora toda a hora
E nunca reclamam de toda a demora.
Aspira-se a justificar a maldade no mundo.
Como se a cabal explicação do tempo
Parasse as nevascas do Alasca
Ou twisters no show me state.
Tudo são perspectivas e vistas antigas
Dos pais fundadores desta e daquela sociedade
Onde as verdades se penam fora da confissão, escondidas
Onde só as lucrativas explicações, proferidas com probidade
Exalam dos mass media, redes sociais, bots e outros que tais
O bote de uma Slytherin pós WYSIWYG sem medida
Uma fenda na gente, desumanização desmedida,
Esperança sempre aludida, nunca cumprida
A epidemiologia a disseminar fake news a toldar nossa vista
Não há muito quem assista e mesmo assim resista
Tinge-se a manhã no sangue místico
Explosão dos horrores derrotados
Forças de balanço contra o ranço,
Odor do demi monde sem saber aonde.
Mata-se sem piedade aqui e acolá
Mata-se, sem razão, aonde quer vão
Gente nas diversas Igrejas Ora toda a hora
E nunca reclamam de toda a demora.
Aspira-se a justificar a maldade no mundo.
Como se a cabal explicação do tempo
Parasse as nevascas do Alasca
Ou twisters no show me state.
Tudo são perspectivas e vistas antigas
Dos pais fundadores desta e daquela sociedade
Onde as verdades se penam fora da confissão, escondidas
Onde só as lucrativas explicações, proferidas com probidade
Exalam dos mass media, redes sociais, bots e outros que tais
O bote de uma Slytherin pós WYSIWYG sem medida
Uma fenda na gente, desumanização desmedida,
Esperança sempre aludida, nunca cumprida
156
Neuroplascividade vadia
Agora, que faço eu do abraço dos meus braços
Vazios
Neste momento onde paira o lamento,
O sentimento que terá causado estes suores
Frios
Muito otimista para um misantropo pessimista
Rios
De alteridade, trompetes da revolução tocam em unisom?
Desvarios
Vambora toca no Chromecast da televisão
Aquele podcast cativante discute neuroplasticidade
A cidade lá fora vive sem demora a charada do hoje é sábado
Ouço que ter sido Einstein a aconselhar música para crianças
Concordo
É igual a tocar insistentemente para estimular a semente
Discordo
Em qualquer ponto, qualquer quando, cruzar onde se puder estar
Gente são pessoas complicadas, paradoxais, conformadas,
Educadas,
Suicidadas, mortas matadas, tout court passadas,
revoltadas, felizes, petizes, anciãos, líderes, peões
Sem direcção, focadas e esforçadas, adversas à análise estatistica
Divergentes na visão futurística pessoal, existencial,
Se eu não amasse tanto assim o que seria de mim?
Tenho o céu pousado no peito erodido
O restolhar dos coqueiros do meu lado direito
A imagem daquela mangueira sempre à beira
Recordo o sabor da espada oleosa tão gostosa,
E, falando sério, é bom vc parar com essas coisas,
Não quero ser mais um na sua cama, cama de ferro
Onde vivo, crio, vegeto, projeto, e raramente berro
Falando sério, eu não queria ser vc nem por uma semana.
Mas sei que vou-te amar,
Por toda a minha vida e mais
Vou querer lamber a minha mama
Que a língua não chega ao mamilo
Ser contorcionista que a boca não chega àquilo
Mas sei que assim mesmo vou-te amar,
Aceitar-te assim, deixar desenrolar
A ver no que vai dar
A ver no que vai dar
Que não tem sido coisa boa
A não ser andar à toa
Script esquecido de finalizar
Existo inapelavelmente aquém do sexo solitário
Escrevo por entre ácaros sem fim, amor vem de nós e demora,
E ocasionalmente fito a entropia,
Que devolve o estilhaçado olhar do espelho do armário
Há quão pouco tempo a não via,
Pois roda e roda no meu lugar,
Crente de me vergar, certa de me derrubar
Me larga, não enche, me deixa enganar,
Sai do meu sangue, vadia, ideia vazia!
Vazios
Neste momento onde paira o lamento,
O sentimento que terá causado estes suores
Frios
Muito otimista para um misantropo pessimista
Rios
De alteridade, trompetes da revolução tocam em unisom?
Desvarios
Vambora toca no Chromecast da televisão
Aquele podcast cativante discute neuroplasticidade
A cidade lá fora vive sem demora a charada do hoje é sábado
Ouço que ter sido Einstein a aconselhar música para crianças
Concordo
É igual a tocar insistentemente para estimular a semente
Discordo
Em qualquer ponto, qualquer quando, cruzar onde se puder estar
Gente são pessoas complicadas, paradoxais, conformadas,
Educadas,
Suicidadas, mortas matadas, tout court passadas,
revoltadas, felizes, petizes, anciãos, líderes, peões
Sem direcção, focadas e esforçadas, adversas à análise estatistica
Divergentes na visão futurística pessoal, existencial,
Se eu não amasse tanto assim o que seria de mim?
Tenho o céu pousado no peito erodido
O restolhar dos coqueiros do meu lado direito
A imagem daquela mangueira sempre à beira
Recordo o sabor da espada oleosa tão gostosa,
E, falando sério, é bom vc parar com essas coisas,
Não quero ser mais um na sua cama, cama de ferro
Onde vivo, crio, vegeto, projeto, e raramente berro
Falando sério, eu não queria ser vc nem por uma semana.
Mas sei que vou-te amar,
Por toda a minha vida e mais
Vou querer lamber a minha mama
Que a língua não chega ao mamilo
Ser contorcionista que a boca não chega àquilo
Mas sei que assim mesmo vou-te amar,
Aceitar-te assim, deixar desenrolar
A ver no que vai dar
A ver no que vai dar
Que não tem sido coisa boa
A não ser andar à toa
Script esquecido de finalizar
Existo inapelavelmente aquém do sexo solitário
Escrevo por entre ácaros sem fim, amor vem de nós e demora,
E ocasionalmente fito a entropia,
Que devolve o estilhaçado olhar do espelho do armário
Há quão pouco tempo a não via,
Pois roda e roda no meu lugar,
Crente de me vergar, certa de me derrubar
Me larga, não enche, me deixa enganar,
Sai do meu sangue, vadia, ideia vazia!
179
Nascida alta
Notável acreditava ser um dia,
Charmosa nesta hora imediata,
Mulher que os ata pela pose,
Erotismo com que se retrata.
Nascida alta o pai lhe dera o nome
A mãe a formação para o carregar.
Hoje a inclinação do vento, dobra
Suas costas, fitadas, fundo no rio,
Sentem o correr do sombrio arrepio,
A esticar o passo na umbra, desvario.
Beleza dominada por Newton
Porque cais agora, que és tudo
O que nunca fiz de mim, sobretudo?
A sereia já nada nas vagas do rio,
Ou assenta no fundo um segundo,
Fleuma para despedida do mundo.
Nascida alta descansa no lodo.
Todos mortos na família,
Não haverá vigília
Não há mais quem a procure,
Nem um sinal que perdure.
Charmosa nesta hora imediata,
Mulher que os ata pela pose,
Erotismo com que se retrata.
Nascida alta o pai lhe dera o nome
A mãe a formação para o carregar.
Hoje a inclinação do vento, dobra
Suas costas, fitadas, fundo no rio,
Sentem o correr do sombrio arrepio,
A esticar o passo na umbra, desvario.
Beleza dominada por Newton
Porque cais agora, que és tudo
O que nunca fiz de mim, sobretudo?
A sereia já nada nas vagas do rio,
Ou assenta no fundo um segundo,
Fleuma para despedida do mundo.
Nascida alta descansa no lodo.
Todos mortos na família,
Não haverá vigília
Não há mais quem a procure,
Nem um sinal que perdure.
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Comentários (1)
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Contra plágio também é uma maneira de dizer e não dizer. Muito obrigada pelo comentário em meu poema.