nascido em 1952, paraibano, autor de "Verbos de dizer nem sempre" e "Da vida em desalinho", obras premiadas em concursos.
Lista de Poemas
de amores e verbos
grávida a solidão
lavra meus ossos
na noite insubstituível
dos teus olhos
no exercício de nós
graves mistérios
bóiam nos corpos
e despencam do amor
com a solução drástica
e lúdica do teu riso
já não flor
habitas a madrugada
levemente eternizada
na complexidade profunda
do meu abraço mudo
e a vida
continua guardada
na imensidão restrita
do teu beijo gasto
lavra meus ossos
na noite insubstituível
dos teus olhos
no exercício de nós
graves mistérios
bóiam nos corpos
e despencam do amor
com a solução drástica
e lúdica do teu riso
já não flor
habitas a madrugada
levemente eternizada
na complexidade profunda
do meu abraço mudo
e a vida
continua guardada
na imensidão restrita
do teu beijo gasto
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Comentários (10)
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É caro poeta...AurelioAquino...toda palavra que é dita , se transforma em alguma coisa... trabalho, alegria, tristeza , pois toda palavra é bendita... acho eu que antes de abrirmos a boca devemos pensar na sua reação... parabéns. boa tarde ademir domingos zanotelli. teu seguidor.
abraço
Boa noite meu caro poeta;;; AurelioAquino - muito lindo quando falaste sobre as memórias e as trazem sempre na alma.
Carlos Marques
Aurelio Aquino, "viver é ser todos os outros..." e quantos mais somos, mais vivemos. Nada óbvio e muito verdadeiro.
Pinto
Abração !
Honrado<br />
Obrigado<br />
Belos versos... em poemas e suas poesias,parabéns.
obrigado, honrado.<br />
Simplesmente perfeitos, seus poemas são uma perfeição inexplicável, realmente, eu amo seus poemas. Continue criando lindos poemas.